Tatu Bola e Taco de Baseball enfrentam Massa Bruta – parte 5 de 8

Capítulo 5

A luta do século

Round 1

Perguntavam-se em todo o mundo as pessoas que, diante de uma televisão, ou do monitor de um computador, ou da tela de um notebook, ou da de um tablet, ou da de um telefone celular, ou da de algum outro aparelho eletroeletrônico, assistiam às imagens da luta quem eram aquelas três criaturas. Quem era aquela imensa criatura disforme? Quem era o homem de armadura azul prateada, que voava sobre um planador e empunhava um taco de baseball dourado? Quem era o bípede híbrido de tatu-bola e homem? Em não muito tempo espalharam-se pelos cinco continentes os nomes dos três indivíduos envolvidos na luta: Massa Bruta, Taco de Baseball e Tatu-Bola. E em pouco tempo disseminou-se, como numa epidemia, o virus da curiosidade. Todos os que tomaram conhecimento do que ocorria em São Paulo perguntaram-se qual era a identidade secreta de Massa Bruta, a de Tatu-Bola e a de Taco de Baseball e o que eles desejavam, e porque Taco de Baseball e Tatu-Bola batiam-se contra o Massa Bruta.

– Eles se conhecem de outros carnavais? – perguntavam.

– Tatu-Bola e Taco de Baseball são amigos desde a infância?

– Massa Bruta é um desafeto de Tatu-Bola e Taco de Baseball?

– Massa Bruta é um cientista maluco?

– Taco de Baseball é um viajante do tempo?

– Taco de Baseball é do futuro?

– Tatu-Bola é um bicho do mato?

– Tatu-Bola vive na floresta?

– Tatu-Bola vive no sertão nordestino?

– Tatu-Bola é um esquimó geneticamente modificado?

– Qual é o nome verdadeiro de Taco de Baseball?

– Qual é o nome verdadeiro de Tatu-Bola?

– Qual é o nome verdadeiro de Massa Bruta?

– Qual é a identidade secreta deles?

– Taco de Baseball é um bilionário?

– Taco de Baseball é um industrial genial do setor de alta tecnologia?

Concentrados nos monitores de televisores e nas telas de computadores, telefones celulares, tablets, smartphones centenas de milhões de pessoas acompanhavam o desenrolar da luta entre Tatu-Bola, Taco de Baseball e Massa Bruta, todos a perguntarem-se qual era o propósito de Massa Bruta, e a anteverem o encerramento da luta: A vitória de Taco de Baseball e Tatu-Bola após a destruição de uma vasta área da cidade de São Paulo e das cidades conurbadas que constituíam, junto com a cidade de São Paulo, a Grande São Paulo.

*

Do Corpo de Bombeiros vários veículos retiraram-se, e rumaram para o centro da cidade de São Paulo em atendimento às centenas de chamadas de pessoas, preocupadas umas, desesperadas outras, apavoradas muitas delas, aterrorizadas inúmeras. No prédio da corporação, o capitão João Batista, em preparo da ação para atender a tantas chamadas simultâneas, persuadiu-se de que não estava a corporação preparada para responder à situação tão inusitada, inédita, e recorreu às corporações de bombeiros das cidades vizinhas. A coordenação, de difícil execução, de todo o trabalho de atendimento à população a seu encargo dele exigiu audácia, perspicácia, agilidade mental, raciocínio rápido, toda a sua experiência de trinta anos, que, pensava ele, seria insuficiente para enfrentar a situação, a qual ele, em imaginação, jamais havia concebido – era tão extraordinária, que a todos surpreendeu. E ele evocou a tragédia sucedida no dia onze do mês de setembro do ano de dois mil e um do calendário gregoriano. Era inédito o que ocorria no centro da cidade de São Paulo, surpreendente, espetacular, inimaginável – nem a pessoa de imaginação mais fértil que já pisou na face da Terra conceberia evento de tal magnitude.

– Vicente, o Paulo Cearense e o Ricardo irão com você.

– Comigo? – perguntou Vicente. – Eles não estão aqui – anunciou.

– Não? – perguntou, incrédulo, o capitão João Batista. – Eles não estão aqui? Eles não foram atender à nenhuma chamada. Não faz muito tempo, conversei com eles. Poucos minutos antes de recebermos a notícia do início da ação devastadora daquele monstro disforme, o Massa Bruta.

– Não sei, senhor – observou Vicente -, onde eles estão. Eles e o Marcelo e o Ivan conversavam, na última vez que os vi.

– O Ivan e o Marcelo já partiram?

– O Ivan há uns dez minutos; o Marcelo, há uns cinco minutos.

– Entrarei em contato com eles – ato contínuo, o capitão João Batista telefonou, primeiro, para Marcelo, depois, para Ivan, e perguntou-lhes de Paulo Cearense e Ricardo, e eles disseram-lhe que o viram, pela última vez, minutos antes de receberem a notícia do aparecimento de Massa Bruta no entroncamento das avenidas X* e A*, confirmando a informação fornecida por Vicente.

– Onde, diabos, eles se meteram!? – esbravejou o capitão João Batista.

– E agora que precisamos deles – comentou Vicente. – Tenho certeza de que eles, capitão, tiveram um bom motivo…

– Bom motivo para o que, Vicente? – esbravejou, visivelmente irritado, o capitão João Batista, interrompendo-o. – Quais bons motivos eles tiveram para se retirarem daqui sem me avisar? Eles conhecem os procedimentos. Eles conhecem as normas – e bufou de raiva. – Eles desaparecem, assim, e ninguém sabe quando eles desapareceram, e tampouco para onde foram. Suspeita, a atitude deles.

– Não se precipite, capitão – recomendou Vicente. – Estou certo de que eles têm uma boa explicação para a atitude deles. Telefonarei para eles.

Limitou-se ao silêncio o capitão João Batista.

*

Massa Bruta agarrou, com a mão direita, uma moto, e um bloco de concreto com a mão esquerda, e arremessou-os, primeiro, o bloco de concreto, depois, a moto, num intervalo de um décimo de um segundo entre os dois arremessos, na direção de Taco de Baseball, que, voando a trinta metros de altura e a cem metros de distância de Massa Bruta, da moto e do bloco de concreto esquivou-se, e não se viu hesitação em seus movimentos. A sua armadura, computadorizada, amplificando os seus sentidos e a sua agilidade e velocidade de reação, fornecendo-lhe informações sobre a velocidade e os trajetos dos objetos lançados contra ele por Massa Bruta, permitiu-lhe deles desviar-se com agilidade incomum. No segundo seguinte, Taco de Baseball apontou o taco de baseball na direção de Massa Bruta, e disparou uma potente descarga elétrica, que alvejou Massa Bruta, que emitiu um urro, mais de raiva do que de dor, e flexionou, tão logo recompôs-se – e recompô-se em uma fração de segundo -, os joelhos, e saltou na direção de Taco de Baseball, que, empunhando o taco de baseball com as duas mãos, preparou-lhe um golpe, que não desferiu porque, estando Massa Bruta a três metros de si, uma esfera acobreada atingiu-o, a ele, Massa Bruta, deslocando-o alguns metros, o suficiente para ele sair da rota de colisão com Taco de Baseball. E Taco de Baseball golpeou o vazio, e rodopiou, como um pião, em pleno ar, a trinta metros de altura, e Massa Bruta e Tatu-Bola, como um bólido só, colidiram contra um prédio, e o transpassaram, e caíram ao colidir contra o prédio vizinho. E Taco de Baseball, assim que cessou de girar, exclamou:

– Maldito tatuzão! Eu ia rachar a cabeça do monstrengo. Meu parceiro, em certos momentos, mais me atrapalha do que me ajuda.

Nem bem encerrou a sua queixa, um estouro chegou-lhe aos ouvidos, e uma esfera acobreada voou em sua direção: Era Tatu-Bola, que, golpeado por Massa Bruta, viajava, mais uma vez, pelos céus da cidade de São Paulo.

– Tatuzão não sabe voar, mas voa – exclamou Taco de Baseball, ao mesmo tempo em que se desviava do seu parceiro.

– O monstro das catacumbas do inferno dantesco não se simpatizou comigo – comentou Tatu-Bola, ao passar por Taco de Baseball, sua voz chegando-lhe abafada pela rígida carapaça que o envolvia.

Tatu-Bola atingiu um prédio, que encerrou-lhe a viagem pelos céus da cidade de São Paulo.

– O grandalhão é um osso duro de roer – comentou Tatu-Bola, assim que abandonou a sua forma esférica e assumiu a sua figura de híbrido tatu e homem.

– Você está bem? – perguntou-lhe Taco de Baseball.

– Nunca estive melhor na minha vida – respondeu Tatu-Bola, sorrindo. – As pancadas não me arranharam a pele.

– Não se gabe de sua resistência, Tatu-Bola – censurou-o Taco de Baseball. – Não desprezemos o nosso adversário.

– Não o desprezo – comentou Tatu-Bola. – Sei que enfrento um oponente respeitável, que já causou transtornos para milhões de pessoas, ceifou a vida de dezenas de pessoas, e provocou devastação imensurável dando prejuízo incalculável para a cidade.

E ouviu-se um urro tonitruante, o estrondo de uma explosão, e viu-se pedras, carros e metais retorcidos rasgando o céu em todas as direções.

– O monstrengo está vindo, Taco – avisou Tatu-Bola. – Prepare-se para o impacto.

E Taco de Baseball, à direita de Tatu-Bola, dez metros de distância dele, empunhou, firmemente, com as duas mãos, o taco de baseball, e preparou-se para desferir um golpe contra o seu enorme oponente, e dele desviar-se, caso ele fosse, correndo, em sua direção, ou desviar-se de algum objeto caso ele arremessasse-lhe algum, e Tatu-Bola pôs-se na expectativa, contraídos os músculos das pernas para pular, ou para esquivar-se de Massa Bruta, ou de um objeto que ele lhe lançasse, ou para saltar, em forma de esfera, contra ele.

De detrás de um monte de destroços, surgiu Massa Bruta, bufando, expelindo pelas narinas toda a sua fúria, olhares fixos nos seus oponentes, distante deles uns cem metros.

A cena, agora, assemelhava-se à de um filme de faroeste, cada protagonista do confronto em um ponto, imóvel, na expectativa, a respiração suspensa, fitando, atentamente, o seu oponente, preparado para antecipar-se-lhe aos movimentos, e disparar-lhe o golpe derradeiro. Dava-se a impressão de que o tempo havia cessado de seguir o seu curso e o planeta havido parado de girar em torno de seu próprio eixo e todos os fenômenos naturais haviam sido suspensos. Enfim, Taco de Baseball deslocou-se, lentamente, para a direita e para o alto, afastando-se de Tatu-Bola, mantendo de Massa Bruta sempre a mesma distância. A um sinal de Tatu-Bola, imperceptível para Massa Bruta, empunhou o taco de baseball com as duas mãos, e preparou-se para uma pancada, ao mesmo tempo em que Tatu-Bola saltou. Assim que Tatu-Bola, em sua forma esférica, passou a um metro à frente de Taco de Baseball, este deu-lhe, com o taco de baseball, uma forte pancada, arremessando-o contra Massa Bruta, que não pôde desviar-se de Tatu-Bola, que o atingiu, na cabeça, como um míssil, derrubando-o. Desenrolou-se tal cena em uma fração de uma fração de um segundo. Massa Bruta, antes de levantar-se, vendo Tatu-Bola ainda em sua forma esférica, em curso descendente, cerrou o punho direito, e golpeou-o. E a esfera acobreada viajou, mais uma vez, pelos céus da cidade de São Paulo. Interceptou-a Taco de Baseball, que, golpeando-a com o taco de baseball, arremessou-a, uma vez mais, contra Massa Bruta, alvejando-o no tórax, dele arrancando ar dos pulmões e desequilibrando-o, não o derrubando, no entanto. E Tatu-Bola, ricocheteado pela massa pétrea de Massa Bruta, foi para o alto, e assim que atingiu o ponto máximo da ascendência, Taco de Baseball golpeou-o uma vez mais, arremessando-o contra Massa Bruta, que Tatu-Bola atingiu, na cabeça, e ricocheteou uma vez mais. E Taco de Baseball golpeou, com o taco de baseball, Tatu-Bola, lançando-o, mais uma vez, contra Massa Bruta, que Tatu-Bola atingiu, na cabeça, uma vez mais, e ricocheteou. E mais uma vez Taco de Baseball golpeou, com o taco de baseball, Tatu-Bola, arremessando-o contra Massa Bruta. Desta vez, contrariando Taco de Baseball e Tatu-Bola, Massa Bruta, golpeou, com a mão direita, Tatu-Bola, arremessando-o longe de Taco de Baseball, ao mesmo tempo em que agarrou, com a mão esquerda, um bloco de concreto e arremessou-o na direção de Taco de Baseball, atingindo-lhe o planador, dele arrancando-o. Taco de Baseball caiu da altura de quinze metros sobre o asfalto da rua Y*, de barriga para baixo; ao erguer a cabeça, viu, diante de seus olhos, eclipsando o sol, descendo sobre si, preparado para esmagá-lo, Massa Bruta, que, braços erguidos por sobre a cabeça, dedos entrelaçados, a cinco metros de altura, proferiu a sentença, numa voz cavernosa, diabólica:

– Dê adeus à vida, verme!

Taco de Baseball não se esquivaria do golpe. Olhos arregalados fixos no seu adversário, a escuridão reinando no seu campo de visão, sentiu-se perdido, perguntando-se se a armadura agüentaria o golpe. Não poderia apará-lo; tampouco poderia esquivar-se de Massa Bruta, pois uma fração infinitesimal de segundo separava-o dos punhos cerrados daquele gigantesco monstro disforme de punhos esmagadores.

Estrondos, tremores de terra e a elevação de detritos seguiram-se ao golpe desfechado por Massa Bruta contra Taco de Baseball. A potência do golpe foi tanta, que abriram-se imensas rachaduras em toda a extensão da rua Y* e das ruas adjacentes, e prédios ruíram com a força da velocidade do deslocamento de ar, e centenas de veículos foram arremessados em todas as direções. Tremores foram sentidos num raio de vinte quilômetros. Estilhaçaram-se janelas de casas e de prédios distantes mais de cinco quilômetros do ponto em que Massa Bruta golpeou Taco de Baseball. Dois aviões e sete helicópteros, deslocados pelo deslocamento de ar, arremessados, a alta velocidade, iam, desgovernados, rodopiando, pelo céu da cidade de São Paulo. Um avião atingiu, de cabeça para baixo, um prédio – morreu, na colisão, os quatro tripulantes e outras oito pessoas. Um helicóptero caiu no rio Tietê – os seus dois tripulantes morreram afogados. O piloto de um avião, experiente, conseguiu, com destreza extraordinária, não sem dificuldades, pousou o avião numa avenida causando transtornos a muita gente, salvando, todavia, a sua vida e as dos vinte passageiros. Dos outros seis helicópteros, cinco os seus respectivos pilotos os pousaram em heliportos, cada um deles em um heliporto, e um caiu sobre a Praça do Anhangabaú, pulverizando-se, morrendo os seus dois tripulantes e outras cinco pessoas.

Assim que se dissipou a nuvem de fumaça, revelou-se uma cratera no meio da rua Y*, cratera da qual emergiu Massa Bruta, e apenas ele, altivo, maior do que antes, parecia aos olhos de todos, peito empinado, tórax inflado, repleto de energia. Inclinando a cabeça para trás, ele emitiu um grito ensurdecedor:

– Eu sou Massa Bruta, o Esmagador! Curvem-se diante de Massa Bruta, o Pulverizador! Reverenciem Massa Bruta, o Conquistador!

E olhou Massa Bruta para a sua esquerda ao ouvir ruídos. Viu Taco de Baseball, vacilante, cuja armadura descarregava faíscas multicoloridas, retirando-se da cratera. Sorriu Massa Bruta, desdenhoso.

E Massa Bruta deu um pontapé em Taco de Baseball, arremessando-o por sobre os prédios.

– Verme! – exclamou Massa Bruta ao ver Taco de Baseball longe, cruzando o céu da cidade de São Paulo.

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