Em um futuro não muito distante – parte 8 de 8

Mário acordou às dezesseis horas, e foi à biblioteca, onde, antes de outra pessoa acordar, leu um capítulo de um romance russo do século XIX. Rodolfo acordou, minutos depois, e foi à biblioteca. E saudaram-se e abraçaram-se pai e filho. E encetaram conversa. Mário pôs um marcador de página na página em que interrompera a leitura assim que seu pai assomara ao enquadramento da porta da biblioteca, e o livro ele o deixou sobre a escrivaninha. Rodolfo perguntou-lhe se ele havia recebido os jornais daquele dia, e dele ouviu resposta afirmativa. Mário pegou os jornais de sobre a mesa, e entregou-lho o exemplar do jornal A…, e conservou consigo o exemplar do jornal B… Leram algumas notícias, e as comentaram. Rodolfo leu, em voz alta, os textos a cujos autores ele atribuiu irrepreensíveis lucidez e sensatez. Mário leu uma nota curta ao canto de uma página, nota que ele considerou mais importante e interessante do que matérias de páginas inteiras que o jornal continha. E apresentaram Rodolfo e Mário os seus pontos de vista sobre o fato relatado. Abriram o caderno de cultura, e leram artigos que davam notícias de adaptações, para o cinema, de obras literárias do século XX, da apresentação de uma antiga peça hindu, do lançamento de livros de escritores renomados, e de música popular, música clássica, balé e dança. Interrompeu-lhes a leitura e a conversa Daniele, que lhes desejou um bom-dia, beijou o sogro, na face direita, e, nos lábios, o marido, e ofereceu-lhes a refeição, disse-lhes que a iria buscar, e retirou-se da biblioteca. E Mário e Rodolfo deram sequência à leitura do jornal, interrompendo-a, a curtos intervalos, para tecer alguns comentários. Rodolfo abriu o caderno de esportes, enquanto Mário lia o de economia, e leu, desalentado, sobre mais uma derrota do Atlético Mineiro, a sétima derrota consecutiva.

Daniele levou-lhes, em uma bandeja, a refeição: pães, café e biscoitos; e informou-lhes que já preparava o jantar. Mário e Rodolfo agradeceram, e ela retirou-se da biblioteca. Pouco tempo depois, Marcos Antonio e Aloísio na biblioteca entraram, Aloísio carregando, ao colo, seu sobrinho, que ria gostosamente. Saudaram-se. Mário pediu Lucas a Aloísio, que lho cedeu, e brincaram avô e neto. Rodolfo e seus netos conversaram. Marcos Antonio sentou-se ao braço direito do banco estofado ocupado pelo seu pai, pegou o jornal então sobre as pernas dele, e passou a folheá-lo em busca de alguma notícia que o interessasse. Aloísio permaneceu em pé, os braços cruzados ao peito, acompanhando, com os olhos, seu pai e seu sobrinho a se divertirem, ao mesmo tempo que falava com seu avô.

Não muito tempo depois, a biblioteca encheu-se de gente, que nela entrava e saía, incessantemente, e mexia nas revistas e nos livros com irrestrita liberdade, e falava sem cessar. A biblioteca, ampliada no ano anterior, três vezes maior do que a construída originalmente, tinha trezentos e cinquenta e seis metros quadrados. Além de livros, revistas e jornais, nela havia, no centro, uma mesa com oito metros de comprimento por um metro e meio de largura sobre a qual havia um globo terrestre, um microscópio, um telescópio e centenas de folhas rascunhadas sob um bloco de metal de um quilo. Em um canto da biblioteca havia um sarcófago egípcio (uma prateleira em cujo interior Mário guardava documentos preciosos; e ninguém, além dele, o abria); em outro canto, havia um esqueleto humano com o qual divertiam-se as crianças tocando-o no maxilar, mexendo-o, e assustando-se; as mais ousadas, pegavam-lo pelas mãos.

Na manhã seguinte, os familiares despediram-se, com votos de felicidade, de Mário, Daniele, Glória e Edson, e rumaram Rodolfo e Valquíria à África do Sul, e os outros regressaram cada qual à cidade em que moravam.

VI

Publicado o seu livro, o nome Mário Antunes Siqueira Neves Ferreira correu, uma vez mais, os quatro cantos do mundo. O livro obteve sucesso estrondoso em todos os países em que foi publicado; a respeito dele escreveram-se artigos encomiásticos. Laurearam Mário dezenas de academias literárias e institutos científicos. Mário Antunes Siqueira Neves Ferreira foi objeto de controvérsias em numerosos círculos científicos, literários, artísticos e culturais. As idéias dele estimularam debates, influenciaram o pensamento de intelectuais, pintores, músicos, cineastas, poetas e romancistas. Foi Mário, na opinião de inúmeros críticos literários, o fundador de uma nova escola literária. Muitos cientistas, críticos literários e escritores escreveram resenhas, publicadas em periódicos universitários, nas quais depreciavam o livro dele, atribuindo ao autor carência de faculdades literárias; o estilo dele era-lhes desprovido de arte; os livros dele eram, para alguns, trabalhos intelectuais medíocres de um homem que almejava, sorrateiramente, com as questões neles expostas, solapar a tradição cultural do Brasil. Nas entrelinhas de tais resenhas os leitores atentos liam despeito e inveja. O sucesso de Mário era incômodo para muita gente, afinal, nenhum livro dos escritores profissionais alcançou sucesso tão retumbante, tampouco um livro deles foi aclamado pela crítica independente e acolhido pelos leitores. Nos seis meses que se seguiram à publicação do livro de Mário, mais de cem livros, todos plágios do livro dele, foram expostos, nas prateleira das livrarias, em mais de vinte países. Mário enviou um exemplar de cada um de seus dois livros, autografado e com dedicatória, aos seus pais.

VII

Transcorreram-se os anos. Rodolfo faleceu, em uma tragédia ferroviária, um mês depois de completar o nonagésimo primeiro aniversário natalício. Valquíria viveria mais quatro anos. Samantha faleceu, no ano seguinte ao da morte de Valquíria, em uma cama de hospital, de câncer, doze dias antes de completar o centésimo aniversário. E Alceu não lhe sobreviveu muitos dias. Seis meses depois, faleceu Aloísio, em um acidente de carro. E foi nesse ano que Mário, andando pelo jardim A…, na cidade de B…, da megalópole P…, no Paraguai, enquanto conversava com um amigo, viu, ao se virar para o lado, “ele”, na calçada, no outro lado da rua.

Mário viu que “ele” estava envelhecido, e era idêntico a ele, Mário. Mário jamais conheceu irmãos gêmeos que, envelhecidos, tornaram-se velhos idênticos. A natureza, pensava, zombava dele, ria-se dele. “Ele” era um homem idêntico a ele, Mário. Idênticos os penteados, os gestos e os modos de andar de Mário e os de “ele”. Mário se perguntou se delirava, se “ele” envelhecido era “ele”, aquele homem que ele viu quarenta anos antes. Mário, que sabia para qual direção o seu amigo seguiria, disse-lhe que se lembrara de um compromisso, e teria de seguir outro rumo, e o seu amigo, desculpando-se, disse-lhe que não poderia acompanhá-lo. Era o que Mário dele desejava ouvir. Despediram-se. E Mário atravessou a rua, para ir atrás de “ele”. Afobado, acelerou os passos. Desejava alcançar “ele”. Corria, desajeitado, para alcançar “ele”, chamando a atenção de muita gente. Esbarrou em algumas pessoas, tropeçou em saliências das calçadas; andava, quase correndo, com velocidade superior à de “ele”; não o alcançava, todavia; aliás, dele ou mantinha a mesma distância, ou se afastava.

Perguntava-se se delirava. Sensação estranha, indefinível, rasgou-lhe o corpo. Suava sob o sol inclemente daquele dia tórrido. Mário enterrar-se-ia na demência? Por que, após quatro décadas, surgiu-lhe aos olhos aquele homem, que lhe havia inspirado numerosas dúvidas quanto à sua origem e transtornou-lhe o espírito? Mário, ora corria, ora andava a passos apressados, os olhos fixos em “ele”, sempre. O que devia pensar a respeito de si e de “ele”? Se tivesse indagado aos seus pais a respeito da sua origem… Mário não sabia se se arrependia, ou não.

Seguiu os passos de “ele”. Quando “ele” abeirou-se do meio-fio, e preparou-se para atravessar a rua, ouviu-se uma explosão, e ergueu-se, no céu, um cilindro de fumaça. E seguiu-se segunda explosão, mais forte do que a primeira. Um cogumelo vermelho, gigantesco, ergueu-se, e cresceu. E seguiu-se imensa labareda. Corriam, e atropelavam-se, milhares de pessoas, todas aterrorizadas. Encobriu o céu espessa nuvem de fumaça. Soavam sirenes de ambulâncias e de viaturas policiais. Afastavam-se do local da explosão pessoas, todas assustadas, cobertas de poeira, fuligem, e arranhões. Desencontradas as histórias que contavam. Onde Mário estava, mais de cinco quilômetros de distância do local das explosões, caíam pedaços de metal fundido e retorcido. As pessoas corriam para se proteger. Robôs encarregados da segurança pública pediam-lhes que se abrigassem em algum prédio, e àquelas que estavam em algum carro, que o abandonassem imediatamente e procurassem abrigo. Um bloco metálico flamejante, imenso, caiu sobre um carro, reduzindo-o a pó, matando as duas pessoas, um homem e uma mulher, que estavam no seu interior. Generalizou-se o pânico. Pessoas corriam, assustadas, apavoradas, em busca de refúgio.

Mário fitava “ele”; “ele”, parado, a olhar, ora para o céu, a verificar se nenhum destroço poderia cair-lhe na cabeça, ora para a direção das explosões. Mário queria aproximar-se de “ele”, mas a multidão, turbulenta, impedia-o de fazê-lo. Presenciara a pulverização do veículo em cujo interior havia duas pessoas, a poucos metros de si.

O calor recrudescia. Atingiam Mário ondas de ar quente. O solo tremia, e ouvia-se explosões oriundas do subsolo. Em algumas ruas, surgiram rachaduras de até vinte centímetros de largura e centenas de metros de comprimento. Estilhaçaram-se vidros das janelas de vários prédios. Muitas pessoas machucaram-se, atingidas por cacos de vidro; um pedaço de vidro, pontiagudo, varou um ancião, outro decepou a mão esquerda de um jovem. Uma mulher, atingida por centenas de estilhaços pequenos, morreu. Mário, a presenciar cenas aterradoras, não sabia se iria até “ele”, ou se se refugiaria em algum prédio. “Ele” andou até o meio da rua, onde uma mulher grávida estava caída; e desta aproximou-se outra mulher. “Ele”, achegando-se à mulher grávida, agachou-se, e ditou-lhe palavras confortadoras. Mário encontrou, enfim, acreditava, a oportunidade para encetar conversa com “ele”. Aproximava-se de “ele”. Distava dez metros de “ele”, nove metros… Oito metros o separavam de “ele”. Sete metros… Seis metros… Cinco metros… Muitas pessoas corriam, apavoradas. Muitas delas esbarravam em Mário. Olhos arregalados, suando frio naquele calor causticante, o coração a explodir, Mário aproximava-se de “ele”. Separavam-no de “ele” quatro metros. Três metros… Dois metros o separavam de “ele”… Um metro. Mário ouviu a voz de “ele”, idêntica à sua, Mário, quando “ele” dizia à gestante (que, deitada no asfalto, gritava de dor) que “ele” era médico e a ajudaria. Mário estacou. Volveu os olhos à gestante, à outra mulher que a atendia e a “ele”, que, agachado, acariciava a gestante no rosto deformado pela dor. Mário pensou na gestante aos cuidados de “ele”. Se Mário se pronunciasse, se se revelasse a “ele”, como “ele” agiria? “Ele” deixaria de atender à gestante? E as outras pessoas que se feriram? “Ele” era médico; desviar a atenção de “ele” para outras questões roubar-lhe-ia tempo, tempo que “ele” poderia ocupar socorrendo outras pessoas feridas. Intoxicavam-se as pessoas. Mário, petrificado, indeciso, poucos centímetros às costas de “ele”, poderia tocá-lo, nos ombros, que “ele”, supunha Mário, virar-se-ia, imediatamente, e tomaria conhecimento da sua, de Mário, existência. Mas, e depois? “Ele” socorreria outras vítimas da catástrofe? Mário chegou perto de se olhar para si mesmo – para “ele”. Estava paralisado, diante de si mesmo. Seu cérebro turbilhonava. Bastava um gesto… Entretanto, ele não o executou; não executou o gesto que o colocaria diante de si mesmo. Nos arredores, sirenes clamavam, anunciando-se. Aproximavam-se as ambulâncias. A mulher que auxiliava “ele” a ajudar a mulher grávida virou a cabeça para todos os lados, fitou Mário, e nele deteve os olhos, surpresa, e pediu-lhe que acenasse para uma ambulância. A gestante estava preste a dar à luz. Mário, que parecia em estado de letargia, despertou. A mulher disse que a gestante daria à luz uma criança. Mário, a cabeça latejando, afastou-se, de costas, pé ante pé, os olhos fixos em “ele”, e virou-se sobre os calcanhares, e correu até uma ambulância. Encostou a mão em um enfermeiro, que ajeitava um curativo na testa de um menino de três anos, que chorava ao colo arfante de sua mãe, e apontou para “ele”, à mulher que auxiliava “ele” e à gestante, e explicou-lhe o que ocorria. O enfermeiro, concluído o curativo, correu, célere, a atender à gestante, e chamou outros dois enfermeiros, que se prontificaram a auxiliá-lo. Um deles, dirigiu a ambulância até o local em que estava a gestante. Mário ficou a acompanhar “ele” ajudando os enfermeiros a pôr a gestante sobre a maca, e a maca na ambulância. A ambulância estrilou, e disparou. “Ele” e a mulher foram socorrer um idoso caído ao meio-fio, a perna esquerda imobilizada. Entendeu Mário, vendo “ele” socorrer outras pessoas, que a sua intervenção o atrapalharia e o impediria de atendê-las. Decidiu, então, de “ele” afastar-se antes que “ele” o visse. De “ele” afastou-se, cabisbaixo, e foi socorrer duas meninas – uma delas com um filete de sangue a escorrer-lhe pela têmpora esquerda, tendo, empapados, no alto da cabeça, os cabelos -, ambas apavoradas, paralisadas, encolhidas atrás de um carro azul. Ambas choravam convulsivamente. Muita gente corria, apavorada. Duas pessoas esbarraram em Mário, quase o arremessando ao chão. Ele se escorou em um carro, na primeira vez, e em um poste, na segunda. Uma tempestade de estilhaços caía nos arredores. Mário tirou as duas meninas de onde estavam, protegendo-as com o seu corpo, e deu início à corrida até o prédio mais próximo. Deu quatro passos. Atingiu-o, nas costas, na altura das omoplatas, um pedaço de metal incandescente. Contraiu o rosto, deformando-o, e proferiu um grito hediondo, abafado por gritos alucinados, buzinas frenéticas e estrondos ensurdecedores. As duas meninas sob a sua proteção ouviram dele o grito e os gemidos que se seguiram, e sentiram o pesado corpo dele. Mário reteve-as consigo. Um homem magro, de estatura mediana, esbaforido, procurando um refúgio para si, chocou-se, violentamente, com Mário, que foi para o chão e no chão ficou estirado de bruços, contorcendo-se e gritando de dor. O homem que o derrubara praguejou, disparou-lhe obscenidades, nele pisou, e correu. As duas meninas, imóveis, berravam, apavoradas. Um homem empurrou a que estava machucada na cabeça. Dois policiais socorreram Mário e as duas meninas. Um deles, forte, de rosto retangular, sua mão esquerda manchada de sangue, sangue de uma mulher que ele acudira poucos minutos antes, pegou Mário nos braços, enquanto o outro, também forte, pegou as duas meninas e carregou-as até o prédio mais próximo, o mesmo para o qual o outro policial carregara Mário. Minutos depois, uma ambulância levou Mário e as duas meninas para um hospital.

Mário acordou quatro horas após ter chegado, inconsciente, ao hospital. Dois representantes da Academia de T… (um deles, paraguaio, curtido de sol, descendente dos índios a…; o outro, paquistanês), daquela cidade, visitaram Mário. Alegraram-se ao vê-lo sentado, levando à boca um copo com água. E os três conversaram durante alguns minutos a respeito das explosões sucedidas no centro da cidade.

No hospital, Mário, quatro dias após a tragédia que quase lhe ceifara a vida, recebeu a visita da esposa e dos filhos. Eles, ansiosos, apreensivos, esperavam, horrorizados, deparar com Mário mutilado e irreconhecível. Que alegria ao vê-lo! Abraçaram-no, e choraram.

Transcorridos dois dias, regressaram ao Brasil Mário, sua esposa e seus filhos.

Dias depois, Mário e Daniele, na biblioteca da casa deles, conversaram a respeito do que ocorreu no dia da tragédia, antes das explosões. Ele reconstituiu o que viveu quatro décadas antes, após encontrar “ele” pela primeira vez. Amargas, tais lembranças. Mário e Daniele desejavam esquecê-las; não podiam, todavia.

Mário chorou. E Daniele ofereceu-lhe o ombro.

Transcorreram-se os anos. Mário e Daniele chegaram aos cem anos de idade. Durante as três décadas após o sucedido no Paraguai, partilharam os seus segredos, principalmente os que diziam respeito a Mário; aliás, não era um segredo, era um mistério. Setenta e dois anos os separavam do dia em que Mário viu “ele” pela primeira vez. E Daniele faleceu uma semana antes de completar o seu centésimo primeiro aniversário natalício. E Mário viveu até a idade de cento e vinte anos, cansado, triste, amargurado nos derradeiros anos da sua vida.

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