Entrevista com o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito – parte 3 de 5 – publicada no Zeca Quinha Nius

Todos de barriga cheia, de todos satisfeita a gula (e o senhor Nulo da Silva comeu como um frade), serenados os ânimos (para tranquilizar a alma nada melhor do que um banquete opíparo), pudemos retomar a entrevista. E o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito pelo Partido Extraordinário de Inteligentes Democratas e Eminentes Intelectuais (PEIDEI – mas não fui eu), antecipando-se ao entrevistador, respondeu a uma pergunta, que ele não lhe fez:

NULO DA SILVA: Os políticos sabemos (aqueles que sabem, obviamente; muitos, ignorantes e incultos – a maioria – ecoam, acriticamente, lugares-comuns, que os ventos lhes levam até a cabeça oca, que não pode, devido à sua ocacidade, impor-lhe resistência, e oscilam, caoticamente, de um lado para o outro) os políticos sabemos, prossigo, quais políticas beneficiam o povo, enriquecem-lo, quais contribuem para a sua riqueza cultural e intelectual, e as evitamos, melhor, não as implementamos, e torcemos e retorcemos a realidade, e apresentamos como favoráveis ao povo aquelas políticas que o prejudicam, enormemente.

ENTREVISTADOR: O senhor pode dar-nos alguns exemplos?

NULO DA SILVA: Se posso!? Milhares de milhões de exemplos nosso dar a você e a quem mais mos pedir. Em síntese, digo: Todas as políticas, que, dizem os políticos, beneficiam o povo, na verdade o prejudicam. Se o povo não acolhesse os discursos dos políticos como reproduções fiéis das intenções deles, mas apenas como ferramentas de persuasão, que nenhuma relação têm com os reais propósitos de quem os pronunciam, não seria tão facilmente ludibriado por quem só quer lhe retirar das mãos as riquezas. Um exemplo clássico: Passagens de ônibus gratuitas para velhinhos, ou idosos, ou, como é de bom tom dizer politicocorretamente, as pessoas da terceira idade. Políticos adoram se apresentar como benfeitores do povo quando estão a prejudicá-lo. Para oferecer aos velhinhos encanecidos, de pele enrugada, despelancados, flácidos e desmiolados…

ENTREVISTADOR: O senhor está sendo desrespeitoso com os idosos, senhor candidato.

NULO DA SILVA: Vá tomar banho no Tietê, senhor perguntador. Desrespeitoso é a sua avó. Os políticos prejudicam, enormemente, o povo, e, depois, e ao mesmo tempo, oferecem-lhe uma ajudinha, que em nada o favorece, e apresentam-se, nas propagandas, como benévolos governantes, generosos benfeitores, idôneos bom-samaritanos, pessoas de alma impoluta.

ENTREVISTADOR: E os idosos não são beneficiados ao receberem passagens de ônibus gratuitas tendo-se em vista a aposentadoria que recebem, todo mês?

NULO DA SILVA: Você é uma anta, e daquelas bem quadradas. Vá ser burro lá onde Judas perdeu as botas, cabeça de ostra desmiolada! Você já se perguntou porque o poder aquisitivo das aposentadorias é tão baixo? Os velhinhos, pense, bestalhão, empatam boa parte de seus recursos com remédios e cuidados médicos, certo? Pergunto: Qual é a incidência de impostos nos remédios e nos serviços médicos?

ENTREVISTADOR: O governo administra farmácias populares…

NULO DA SILVA: Raciocínio típico de uma besta quadrada, e daquelas bem quadradas. Você é uma anta besta elevada à décima potência.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: O governo encarece os remédios e os serviços médicos, dificultando, portanto, a vida do povo, e atribui aos capitalistas todos os males que eles, políticos, produzem, e, depois, oferecem-lhe alguns beneficiozinhos, e apresentam-se como benfeitores, pessoas de boa índole, de bom coração, coração de ouro, e protetores, impedindo-o que ele caía nas garras dos gananciosos empresários, sempre os malditos empresários, no caso, os da indústria farmacêutica.

ENTREVISTADOR: Mas…

NULO DA SILVA: Mas você tem de calar sua boca, e deixar-me concluir o meu pensamento acerca das passagens de ônibus gratuitas.

ENTREVISTADOR: Fique à vontade.

NULO DA SILVA: Já estou. Dizia eu: Os políticos impõem aos empresários do setor de transporte de pessoas normas que os impedem de oferecer ao povo serviços de boa qualidade, e cobram-lhes impostos, e mais impostos, e mais impostos, e não apenas deles; cobram muitos impostos dos seus fornecedores de ônibus, peças sobressalentes, combustíveis, e dos mais variados serviços: mecânica, contabilidade, limpeza, e inúmeros outros, e lhes impõem uma legislação trabalhista, que tira-lhes, melhor, arranca-lhes,  os olhos da cara. Assim, impedem que mais empresários invistam no setor, criando uma reserva de mercado para alguns poucos empresários, e grandes empresários, os que têm laços estreitos com os políticos, e estes empresários, ao mesmo tempo que gozam de tal benefício, a inexistência de concorrência, têm de aceitar certas práticas que os impedem de atuar, livremente, no setor, cerceados, pelos políticos, que intervêm nas empresas, em sua liberdade de fazer uso de sua própria propriedade. O resultado de tal aliança é o encarecimento do serviço. E aqui entra, na história, os movimentos sociais, que, hostis, à propriedade privada dos meios de produção e ao lucro, movimentos sociais que almejam destruir o livre-mercado – o pouco que há – e defendem ideologias estatistas, e comunistas revolucionárias, manifestam-se em defesa, ou da gratuidade das passagens de ônibus, se não para todos os passageiros, para os estudantes e para os desparafusados valetudinários da terceira idade, e quando os empresários do setor anunciam o aumento do preço das passagens de ônibus, entram em ação, e partem para o quebra-quebra. E os empresários insistem no amento do preço das passagens, e os manifestantes quebram tudo o que encontram pela frente, e entram em cenas os políticos. Resumo da ópera: Para convencer os empresários a não aumentarem os preços das passagens de ônibus os políticos lhes oferecem subsídios, e eles, os empresários, recuam da política de reajuste de preços, e todos vivem felizes para sempre. Todos, não; quero dizer os empresários, que recebem os subsídios, os políticos, que atuam, em benefício do povo, segundo as propagandas oficiais, protegendo-o da sanha capitalista dos empresários, e os manifestantes, que seguem sendo financiados pelas mesmas pessoas contra quem eles batem-se e os aliados delas. Nesta história, só o povo perde, pois os subsídios que os políticos pagam aos empresários saem do seu, do povo, bolso, e para manter os subsídios os políticos inventam mais alguns impostos, elevam as alíquotas dos já existentes, criam alguns impostos ocultos, aqueles que ninguém vê mas que todo mundo paga, altera a fórmula de cálculo de alíquotas de impostos de modo a elevar a arrecadação.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, o senhor falava da oferta, pelas empresas de ônibus, para os idosos…

NULO DA SILVA: Ai meu Deus do céu! Dai-me paciência, Senhor. Senhor entrevistador, vá ser burro no quinto dos infernos! Peste! Por que Deus deu a você uma cabeça, ô, ameba?

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, esclareça o seu argumento…

NULO DA SILVA: Mas que diabos! Você quer que eu esclareça o que está claro!? Diabos! Pense, peste! Por que os idosos têm direito à passagens de ônibus gratuitas? Dado tudo o que eu já disse, a resposta é óbvia: Os empresários e os políticos são aliados, não leais, claro, pois a aliança é forçada, pois os políticos têm mais poder do que os empresários, afinal, são eles que ditam as regras, afinal, eles têm o poder nas mãos, e os empresários que a eles se aliam caem do cavalo e têm de dançar conforme a música que os políticos tocam, pois estes dependem de subsídios e têm de amansar a ânsia dos políticos por mais intervenção nas empresas e mais regulamentações no setor. E os políticos, agora que os empresários do setor de transporte de pessoas comem-lhes nas mãos, criam políticas sociais para beneficiar, segundo eles, claro, os idosos, isto é, as passagens de ônibus gratuitas para os velhinhos desocupados. E ai dos empresários se eles reclamarem. Se reclamam, os políticos implementam, no setor, regras que os prejudicam, tais como aumento de alíquotas de impostos, inventam impostos, e deles disseminam imagem negativa, de capitalistas inescrupulosos, sórdidos, insensíveis aos sofrimentos dos velhinhos malucos, que, coitados, mal têm dinheiro para comprar o feijão-com-arroz de todo dia.

ENTREVISTADOR: Entendi, senhor candidato. Então o senhor, senhor candidato, irá implementar, no setor de transporte de pessoas, uma política que beneficiará de fato os idosos, e não supostamente; isto é, o senhor reduzirá os impostos para os empresários do setor, criará regras que favoreçam a concorrência…

NULO DA SILVA: Você é burro, demasiadamente burro.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Você é um asno.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Você tem cabeça de lesma e inteligência de caramujo.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: No lugar do cérebro você tem paçoca.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Você é um intelejumento.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Você quer que eu dê um tiro no meu pé? Eu criarei normas para dificultar a vida dos empresários do setor de transporte de pessoas, para encarecer o serviço, e os empresários me solicitarão subsídios, e eu lhos concederei, e estenderei o alcance das garras da prefeitura, e ampliarei os programas de gratuidade de passagens para os velhinhos… Enfim, ganharei dividendos políticos com a desgraça alheia. E serei aplaudido, ovacionado. Para muita gente serei um benfeitor.


Nota: O entrevistador perdeu as estribeiras, e, os nervos à flor da pele, levantou-se da cadeira, e avançou, como um touro desembestado, na direção do senhor Nulo da Silva, que sorria, vitorioso, ao vê-lo tão irritado e descomposto, e enviou-lhe um beijinho de desprezo. Interceptamos o entrevistador, impedindo-o de pular sobre o senhor Nulo da Silva. Foi um Deus nos acuda!

*

Deus acudiu-nos! Não se engalfinharam o entrevistador e o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito pelo Partido Extraordinário de Inteligentes Democratas e Eminentes Intelectuais (PEIDEI – mas não fui eu). Após contermos o decomposto e enraivecido entrevistador, e persuadirmos o senhor Nulo da Silva a tratá-lo com mais civilidade, pudemos dar sequência à entrevista. E ao senhor Nulo da Silva perguntou o entrevistador:

ENTREVISTADOR: Quais são as políticas, senhor candidato, que, se implementadas, beneficiarão o povo?

NULO DA SILVA: Antes de responder à pergunta, digo: Sei quais são, e não as implementarei, pois elas não me trazem dividendos políticos.

ENTREVISTADOR: Mas, senhor candidato, se o senhor não as implementa, perde apoio popular.

NULO DA SILVA: Esforço-me para não ofender você. Quero, do fundo do meu coração, ver em você uma pessoa inteligente, mas diante de mim só há um asno.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Não implementarei as políticas que beneficiam, de fato e não supostamente, o povo, por duas razões: Não ganho dividendo políticos, isto é, não obterei apoio de outros políticos e organizações que me financiam, e potenciais financiadores; e o povo não tem opções: ou votam em mi, ou em políticos, que se dizem meus adversários, que implementam, mesmo que não o digam com a franqueza com que eu o faço, políticas, não direi semelhantes, idênticas às minhas. O povo não sabe que vota não importa em quem vote, sempre a favor da mesma política, que o oprime. Desviamo-nos da pergunta que você me fez; retomo-a, e dou-lhe a resposta. Eu sei quais políticas beneficiam o povo, e apresento uma pequena lista com elas: redução dos impostos, da burocracia estatal e de regulamentos; respeito à propriedade privada; a criação de mecanismo, na área educacional, que concedam aos professores irrestrita liberdade para, cada qual, criar os seus métodos pedagógicos, e, o mais importante, o essencial, incutir, na cabeça de cada pessoa, o respeito por si mesmo, instigando-o a fazer uso da sua inteligência para seu próprio benefício e da sociedade, em vez de desestimulá-lo a agir por si mesmo, e induzi-lo a jamais tomar uma iniciativa a respeito da sua própria vida e a recorrer ao estado para obter benesses: creche de graça, escola de graça, tratamento médico de graça, remédios de graça, passagens de ônibus de graça, meia-entrada no cinema, e inúmeras outras.

ENTREVISTADOR: E por que o senhor não implementará as políticas que beneficiam o povo, se sabe quais são?

NULO DA SILVA: Eu e muitos políticos sabemos quais políticas beneficiam o povo, mas não as implementamos porque não queremos atirar nos nossos próprios pés. E há políticos que não sabem quais políticas beneficiam o povo, pois são burros e incultos, e, mesmo que sejam intencionados, implementam as políticas que prejudicam o povo, certos, mas estão errados, de que o beneficiarão.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: E entenda o seguinte, senhor entrevistador: Eu, um político, quero o controle da economia, da educação, da cultura, da política, enfim, quero controlar, governar o povo; e para o sucesso do meu projeto, o de governar o povo, tenho de impedi-lo de ser livre, e conheço duas maneiras de obter o que desejo: Os métodos violentos, apontando um canhão de tanque de guerra para a cabeça de cada cidadão; e os métodos suaves, controlando as fontes de informações, as manifestações culturais, e o pensamento e o comportamento de todos via um sistema educacional que a todos emburrece, e dissemina mentiras históricas. Assim, consigo apresentar-me ao povo como um benfeitor; e como benfeitores aqueles que o beneficiam: os empresários, a Igreja, a família, a sociedade.

ENTREVISTADOR: Intelectuais, segundo estudos recentes, e pesquisas, apontam o capitalismo como a causa de injustiças sociais e do aquecimento global, as indústria automobilística como vilã, e a indústria tabagista…

NULO DA SILVA: Não seja tolo, meu amigo. Quem financia as pesquisas? O capitalismo produziu, de 1900 até hoje, riqueza imensurável; todos sabemos que o socialismo produz miséria e sofrimento…

ENTREVISTADOR: Mas o sistema capitalista produz injustiça…

NULO DA SILVA: O capitalismo, melhor, o livre-mercado, não é perfeito; seres humanos o movimentam, então, comete injustiças. É compreensível, mas é o próprio livre-mercado que tem as ferramentas para se corrigir, e não os governos.

ENTREVISTADOR: Mas a família, que é patriarcal…

NULO DA SILVA: Papo furado, bestalhão. A família é o alicerce da sociedade. E todos os políticos sabemos disso. Destrua-a, e estará aniquilada a sociedade, e produzirá o caos, e a convivência entre as pessoas será impossível. E estará instituído o inferno na Terra.

ENTREVISTADOR: E as religiões…

NULO DA SILVA: As religiões! Você foi lobotomizado pelos progressistas.

ENTREVISTADOR: O senhor, senhor candidato, não é progressista, da esquerda? Então…

NULO DA SILVA: Então o que, cara pálida!? Sou progressista e esquerdista por conveniência. Ao defender políticas progressistas e esquerdistas, e confundem-se estas com aquelas, e aquelas com estas, obtenho dividendos políticos, e sobrevivo neste ecossistema onde vivem apenas os mais aptos, isto é, os psicopatas.

ENTREVISTADOR: Mas…

NULO DA SILVA: Mas você tem de assinar o seu atestado de alforria, escravo. Retomando a questão da religião, saiba que não haveria a civilização se não houvesse religiões, o judaísmo, o cristianismo, o islamismo, o xintoísmo, o budismo estão na origem das civilizações. E não condene a Igreja Católica, que erigiu uma civilização, e retirou os humanos de um estado de selvageria, de barbárie, elevando-os à condição de uma espécie superior, grandiosa. E não se deixe seduzir pelas campanhas difamatórias, que pintam a Igreja como a fonte de todo o mal que grassa na Terra.

ENTREVISTADOR: Então, o senhor, senhor candidato, apóia a Igreja?

NULO DA SILVA: Claro que não! Eu a exploro em meu benefício. Concedo-lhe alguns favores, para que ela coma nas minhas mãos, e a difamo, e abertamente, nos meus jornais, nas minhas revistas, nas minhas rádios. E se eleito prefeito, usarei os recursos púbicos para intensificar os ataques à Igreja, afinal, se fraca, débil, impotente, ela desmorona, e o povo fica ao deus-dará, e, angustiado, deprimido, desesperançoso, carecerá de arrimo espiritual, e eu lho oferecerei, mas, não o farei, digo, antecipando-me à uma pergunta, que você porventura pensou em me fazer, eu oferecerei, prossigo, ao povo, conforto material, e conselhos, que o afastem ainda mais dos princípios religiosos, e o domino, criando, nele, dependência por mim.

ENTREVISTADOR: O senhor é maquiavélico.

NULO DA SILVA: Eu sei. Você me elogia uma vez mais.

ENTREVISTADOR: Diabólico!

NULO DA SILVA: As suas palavras aos meus ouvidos são sinfonias.

ENTREVISTADOR: Pervertido!

NULO DA SILVA: Prossiga.

ENTREVISTADOR: Nefasto! Sórdido! Calhorda!

NULO DA SILVA: Prossiga. Prossiga.

ENTREVISTADOR: Desprezível!


Nota: É digno de nota o contraste entre o semblante alterado do entrevistador indignado e o semblante sereno do regozijado senhor Nulo da Silva. Pareceu-nos que este estava no céu, e aquele no inferno.

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