Entrevista com o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito – parte 4 de 5 – publicada no Zeca Quinha Nius

Publicamos mais um trecho da entrevista que nos concedeu o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito pelo Partido Extraordinário de Inteligentes Democratas e Eminentes Intelectuais (PEIDEI – mas não fui eu).

ENTREVISTADOR: Qual será a sua política educacional, senhor candidato, se eleito prefeito?

NULO DA SILVA: Melhorarei as estatísticas.

ENTREVISTADOR: O senhor pode esclarecer… Melhorar as estatísticas… O que o senhor quer dizer com melhorar as estatísticas?

NULO DA SILVA: Melhorar as estatísticas quer dizer melhorar as estatísticas.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Não se irrite, senhor entrevistador. Eu queria irritar você. E você se irritou. Mas não se irrite. Melhorar as estatísticas!? O que quer dizer melhorar as estatísticas? A sua pergunta diz respeito à educação, então… Pense, burro asnático. Pense. Então, as estatísticas referem-se à educação. E quais são as estatísticas na área educacional que se costuma divulgar? A da evasão escolar, a repetência e as avaliações.

ENTREVISTADOR: E como o senhor irá melhorar tais estatísticas?

NULO DA SILVA: Que falta de imaginação, jornalistazinho lobotomizado de cérebro repleto de caraminholas progressistas e patranhas esquerdopatas! Sabe-se, é público e notório: No Brasil são altas as taxas de evasão escolar e a de repetência, e baixas as notas dos alunos nas avaliações de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia; enfim, em todas as disciplinas, o desempenho dos alunos brasileiros é sofrível. E não sou eu quem digo isso. São institutos nacionais e internacionais de avaliação.

ENTREVISTADOR: E o que o senhor propõe para alterar o cenário educacional brasileiro?

NULO DA SILVA: Farei o mais fácil, que é mais visível, e ao que políticos, intelectuais e mídia dão destaque, isto é, reduzirei as taxas de evasão escolar, e a de repetência, e melhorarei o desempenho dos alunos nas sabatinas, como se dizia antigamente.

ENTREVISTADOR: E como será a política?

NULO DA SILVA: Você não tem imaginação, mesmo. Como se reduz a taxa de evasão escolar? Como se reduz a taxa de repetência? Como se melhora o desempenho dos alunos nas provas? Para a primeira pergunta, respondo: Todos os professores serão obrigados a dar, nas aulas, como presentes todos os alunos, e quando eu digo todos os alunos incluo os ausentes. Para a segunda pergunta, respondo: Todos os professores serão obrigados a fazer tudo ao seu alcance para evitar a repetência de alunos.

ENTREVISTADOR: Irão ministrar-lhes aulas de reforço?

NULO DA SILVA: Não. Pra quê? Os professores entregarão duas folhas, no dia das provas, para os alunos, uma, com as perguntas; outra, com as respostas. E orientará os alunos. Para que ninguém desconfie dos professores, que usarão de tal artifício, os alunos, respondidas as perguntas, entregarão as duas folhas aos professores, que queimará as folhas que têm as respostas.

ENTREVISTADOR: Haverá suspeitas, se todos os alunos responderem corretamente todas as questões.

NULO DA SILVA: Que falta de imaginação, senhor entrevistador. Eu já pensei nisso. O professor ou combinará com os alunos, orientando-os a escreverem, para duas ou três perguntas, respostas errada, a critério de cada aluno, ou, na folha de respostas, incluirá algumas respostas erradas, não as mesmas para todos os alunos; como esta opção é muito trabalhosa, embora mais engenhosa do que a primeira, é provável que adotemos a primeira.

ENTREVISTADOR: E se algum aluno contar para os pais…

NULO DA SILVA: Ai! Meu Deus do céu! Dai-me paciência. Tenho de explicar tim-tim por tim-tim para esta anta! Nenhum aluno dará com a língua nos dentes. Com tal pergunta você prova-me que desconhece o que se passa nas salas-de-aula. Os alunos formam um público cativo dos professores, que não são por eles questionados, e injetam-lhes cabeça adentro todas as idéias que desejam. E se os alunos questionarem o professor, este lhes dirá: “Querem fazer uma prova bem difícil para tirar zero? E vocês terão de apresentar o boletim para seus pais, que… O que os seus pais dirão para vocês, se abrirem o boletim, e só verem notas zero?” Qual aluno, ao ouvir tal ameaça, ousará desafiar o professor, senhor entrevistador? E, antes que você me pergunte, os pais não verão nada de estranho ao ver só notas azuis, e nenhuma vermelha, nos boletins escolares de seus filhos; eles abrirão um sorriso de felicidade, de uma orelha à outra, contentíssimos, certos de que seus filhos são estudiosos, e têm futuro brilhante, e espalharão a notícia nos quatro cantos do universo. E os alunos irão de uma série para a outra, e para a outra, e para a outra, e, após longa ornada estudantil, serão agraciados com o tão suado diploma. O que eles aprenderão? Nada. Todavia, estarão felizes, pois têm diploma para ostentar. E quem deseja saber o que os professores ensinaram e o que os alunos aprendem? Felizes os alunos, que ganharão diploma, os professores que veem diplomados os seus pupilos, e os pais, olhos brilhando de alegria, o diploma à mão dos filhos. E a harmonia está estabelecida. Felizes, os pais nada encontrarão de errado. E por que encontrariam algo de errado nos seus “filhos estudiosos”? Ocupados com os seus afazeres diários, trabalhando do nascer até o pôr do sol para ganhar o dinheiro para comprar o arroz-e-feijão de todo santo dia, e sendo que muitos dentre eles são analfabetos e semianalfabetos, não se ocuparão em pôr à prova seus filhos.

ENTREVISTADOR: Muito maquiavélico.

NULO DA SILVA: Grato!

ENTREVISTADOR: E quanto à terceira pergunta: Melhorar o desempenho dos alunos.

NULO DA SILVA: As respostas que dei às duas primeiras respondem à terceira.

ENTREVISTADOR: E se os alunos participarem de avaliações nacionais e internacionais…

NULO DA SILVA: Proibirei as inscrições de alunos do sistema de educação municipal em tais avaliações, ou, então, apresentarei as notas dos alunos, os boletins, para persuadir os representantes dos organismos nacionais e internacionais do alto desempenho dos alunos. Usarei de todo o meu arsenal de floreiros oratórios, que é inexaurível, para persuadi-los do que digo.

ENTREVISTADOR: E se não os persuadir?

NULO DA SILVA: Caso eu não possa contornar a situação, e evitar a inscrição de alunos deste município, nas avaliações que não estão sob o meu controle, terei de improvisar um artifício, ou selecionar para as provas apenas os alunos que escaparam da influência da minha política, e apresentá-los às provas, dando-os como espécimes comuns.

ENTREVISTADOR: E qual objetivo o senhor pretende atingir com tão nefasta política?

NULO DA SILVA: Qual objetivo, não; quais objetivos, sim. E por que você me pergunta, em tom de censura e indignação, que objetivo pretendo atingir? Atingirei dois objetivos, que por outros meios outros políticos já os atingiram.

ENTREVISTADOR: Quais?

NULO DA SILVA: Emburrecer e idiotizar o povo; e granjear reputação de político competente e dedicado à instrução do povo.

ENTREVISTADOR: É mentira que outros políticos já tenham atingido tal objetivo.

NULO DA SILVA: Mentira, anta? Você, educado, ou melhor é dizer deseducado?, você, já emburrecido e idiotizado, não está em condições de avaliar o mal que a você fizeram, nas escolas.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Vamos a um lanchinho, para recompor as energias cerebrais. Antes, porém, digo: Por que eu instruiria o povo? Por que eu iria oferecer ao povo ferramentas para ele usá-las, depois, contra mim? Para que torná-lo culto, e capaz de pensar com a própria cabeça? Para ele me contestar, e, consequentemente, pôr-me em maus lençóis? Olhe para a minha testa. Nela está escrito idiota? Os políticos emburrecemos o povo para dominá-lo.


Nota: O entrevistador levantou-se, abruptamente, e retirou-se, a passos pesados, da sala, e bateu a porta. E sorria o senhor Nulo da Silva…

*

Após o senhor Nulo da Silva, candidato a prefeito pelo Partido Extraordinário de Inteligentes Democratas e Eminentes Intelectuais (PEIDEI – mas não fui eu), degustar do lanchinho, e o entrevistador regressar à sala, retomamos, após alguns contratempos, que contornamos não sem dificuldades, a entrevista:

ENTREVISTADOR: Dadas as suas idéias, que são absurdas, acerca da educação, e o seu comentário acerca dos males que os políticos já praticam por outros meios que não os que o senhor propõe, explique-me, senhor candidato, do seu ponto de vista de político tarimbado, como o senhor diz, a política que se promove, no Brasil, política que, diz o senhor, mas não com as palavras que usarei, só está disseminando o mal.

NULO DA SILVA: Uma frase, que resume toda a política brasileira: Os políticos brasileiros, à força, arrancam, com a mão esquerda, o pão das mãos dos brasileiros, e, com a direita, dão-lhes, generosamente, segundo eles, migalhas.

ENTREVISTADOR: Explique-se, senhor candidato.

NULO DA SILVA: Explico-me, senhor entrevistador, e de muito boa vontade. Os políticos, ao cobrar impostos, e muitos impostos, dos brasileiros, tiram-lhes das mãos o dinheiro que eles, brasileiros, ganharam com o suor do próprio rosto.

ENTREVISTADOR: Mas os políticos oferecem direitos…

NULO DA SILVA: Que direitos o quê!? Você não entende de política coisíssima nenhuma, asno.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Quais direitos têm os brasileiros? Nenhum. A liberdade, que é o maior bem de que os brasileiros gozam, foi conquistada, após muitas lutas, muitas guerras. É fruto do esforço de muita gente, que, nos últimos milênios, sacrificaram a própria vida para conquistá-la. Ela não veio de bandeja, não. Ninguém presenteou os humanos com a liberdade. E os brasileiros não gozamos da liberdade porque políticos ma concederam. A liberdade foi uma conquista. A liberdade não é um direito; é uma conquista, e tem de ser defendida, diuturnamente. Todos que prezam a liberdade de que gozam têm de se manter vigilantes. E quanto aos direitos…

ENTREVISTADOR: E os direitos que os políticos oferecem ao povo não são conquistas? O povo não os conquistou após muita luta?

NULO DA SILVA: Quais direitos?

ENTREVISTADOR: Direito à educação gratuita, direito á saúde gratuita, direito à creche…

NULO DA SILVA: Direitos!? Não são direitos!? Estas idéias, as de direitos que as pessoas têm, são ferramentas, que os políticos manejam para pôr todo o povo no colo deles…

ENTREVISTADOR: Absurdo!

NULO DA SILVA: Absurdo! Se você não tivesse a cabeça cheia de caraminholas e carambolas, e de paçoca, entenderia o que eu disse.

ENTREVISTADOR: Explique-se, então, senhor candidato.

NULO DA SILVA: Explicar-me-ei, senhor entrevistadorzinho de metade de meia-tigela.

ENTREVISTADOR: Senhor, candidato…

NULO DA SILVA: Eu disse, no início da retomada da nossa entrevista, após você, ofendidinho, sair, nervosinho, daqui, bater a porta, irritadinho, e regressar, calminho…

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Eu disse que os políticos tiram, com a mão esquerda, o pão das mãos do povo, e, depois, com a cara mais lavada do mundo, entregam-lhe, com a mão direita, migalhas. Ora, o que eu quis dizer com isso? Os políticos cobram impostos, retirando das mãos das pessoas o dinheiro delas, dinheiro que elas ganharam com o suor do próprio rosto, e criam normas absurdas, que dificultam a vida de todos; além disso, disseminam, com as suas políticas, valores que vão de encontro aos mais caros valores do povo. Ouça, atentamente, jornalistazinho de meia-tigela de cérebro de caramujo…

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, seja respeitoso…

NULO DA SILVA: Esforço-me… Esforço-me. É quase impossível respeitar uma pessoa, você, que tem cérebro de muar…

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, não falte com a civilidade…

NULO DA SILVA: Você não fala; você relincha, orneja, zurra…

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Não fique nervosinho, mamífero quadrúpede ungulado.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, por favor. Mantenha a compostura.

NULO DA SILVA: Você ouviu-me, atentamente, senhor entrevistador? Eu disse que os políticos disseminam valores que vão de encontro aos valores do povo. Entendeu? Eu disse que “vão de encontro aos”, e não “ao encontro dos”.

ENTREVISTADOR: Entendi, senhor candidato, prossiga.

NULO DA SILVA: Os seus zurros ferem os meus ouvidos sensíveis.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Estou acostumado a ouvir Mozart, Beethoven, Berlioz, e agora sou obrigado a ouvir um bucéfalo… 

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Se você fosse descendente do cavalo do grande Alexandre, rei da Macedônia, eu não reclamaria.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Se Incitatus, senador romano, fosse seu ancestral…

ENTREVISTADOR: Senhor candidato, não me ofenda.

NULO DA SILVA: A história registra os nomes de Bucéfalo e Incitatus, dois nobres e valorosos membros da sua espécie, senhor entrevistador.

ENTREVISTADOR: Senhor candidato…

NULO DA SILVA: Vamos aos finalmentes. Já perdemos muito tempo… Os políticos brasileiros, eu já disse, e repito, empobrecem as pessoas ao cobrarem-lhes impostos, reduzindo-lhes, portanto, o poder aquisitivo.

ENTREVISTADOR: Mas os políticos restituem o que lhe s tirou por meio de impostos…

NULO DA SILVA: Restituem, é, besta quadrada? Em primeiro lugar: Os políticos têm a permissão do povo para lhe cobrarem tantos impostos? Têm? Não têm. Em segundo lugar: O que os políticos restituem ao povo é apenas uma pequena parcela do que lhe tiraram, à força, à força da lei, que oprime, oprime, sim, afinal, quem sanciona as leis? São os políticos. A maior parte do dinheiro que os políticos retiram, à força, das mãos do povo, perde-se a burocracia estatal municipal, estadual e federal. É, ou não é assim? Os impostos, no Brasil, são empregados para se atingir dois propósitos: empobrecer o povo; e elevar o poder dos políticos, que usam do dinheiro que retirou ao povo para implementar políticas favoráveis aos políticos.

ENTREVISTADOR: E os direitos…

NULO DA SILVA: Meu Deus do céu! Você não pensa… Aliás, você pensa com a cabeça de um asno. Existe almoço grátis? De onde os políticos tiram o dinheiro que empregam na oferta de “direitos” ao povo? Do bolso do próprio povo, das mãos do próprio povo, e sem pedirem-lhe permissão.

ENTREVISTADOR: Mas…

NULO DA SILVA: Mas você tem de retirar-se desta sala, usar o pouco que resta a você de massa cinzenta dentro da sua cachola oca, do seu bestunto vazio, e… Diga-me: Como se mantêm creches públicas? Com dinheiro de impostos. Como se mantêm escolas públicas? Com dinheiro de impostos. Como se mantêm hospitais públicos? Com dinheiro de impostos. Como se… Entendeu? Não preciso apresentar outros exemplos, preciso? A opressão, só para encerrar esta etapa da entrevista, e eu quero fazer outro lanchinho, a opressão, dizia eu, não se faz com canhões de tanque de guerra apontados para a cabeça de todos os cidadãos, não, senhor perguntador. Se faz emburrecendo e idiotizando os cidadãos. E onde se idiotiza e emburrece os cidadãos? Nas escolas públicas, e não apenas nas públicas. Os políticos brasileiros oprimem os cidadãos brasileiros, perguntadorzinho de araque. Enfie isto não sua cabeça, asno.


Nota: O senhor Nulo da Silva levantou-se, altivo, da cadeira, e caminhou, como um guerreiro romano após uma batalha vitoriosa, e foi até a sala de refeições. Enquanto isso, o entrevistador, estupidificado, fitava, como um tolo, o vazio…

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