Resenha do livro A Teoria dos Pensamentos Randômicos, de José Carlos da Silva Quinha – por Joaquim Beltrano da Silva Fulano Cicrano de Souza – publicada no Zeca Quinha Nius.

O Zeca Quinha Nius, o maior e melhor, mais famoso e mais popular, hebdomadário digital do orbe terrestre – astro celeste que orbita o Sol, estrela que, além de iluminá-lo, ilumina outros oito planetas, e separa da noite o dia, – tem o prazer de publicar, hoje, especialmente hoje, e não ontem, e nem amanhã, uma resenha de um livro, A Teoria dos Pensamentos Randômicos, de autoria de José Carlos da Silva Quinha, para os íntimos Zeca Quinha, nosso querido e amado, primeiro e único fundador do Zeca Quinha Nius, e seu editor-chefe e chefe do seu editor.

São proverbiais, sabem os leitores do nosso bem reputado hebdomadário digital, Zeca Quinha Nius, a sabedoria e a primorosa formação intelectual de José Carlos da Silva Quinha – para os íntimos, Zeca Quinha -, seu primeiro e único fundador e editor-chefe, homem que, dotado de inúmeros e incontáveis diplomas universitários, prova de sua insígne constituição mental, psicológica, literária, filosófica, histórica, geográfica, gramatical, metafísica, sociológica, etnológica, antropológica, astronômica, cosmonáutica, biológica, química, venatória, astrológica, física e astrofísica, aritmética, geométrica e algébrica, exibe, magistralmente, nos artigos de sua autoria, todos extraordinariamente excepcionais, recheados de erudição, escritos em estilo primoroso, ático e barroco, parnasiano e clássico, romântico e gótico, numa retórica soberba, de estética impecável, todos os ingredientes, formidáveis, que lhe compreendem a personalidade, de ânimo imarcescível, de espírito aguerrido, de um valente e destemido guerreiro, de um altivo lutador da liberdade de imprensa e da de opinião. As suas fama e popularidade, popularmente famosas, desobriga-nos de escrever um bosquejo histórico minucioso, contando sua vida desde o dia em que veio ao mundo no dia que ao mundo veio do ventre de sua mãe, da sua biografia, já mundialmente conhecida, e reconhecida como uma das mais meritórias da atualidade de hoje em dia, nestas palavras de introdução à resenha do seu livro A Teoria dos Pensamentos Randômicos, obra de valor incalculável, de inestimável contribuição à valiosa cultura filosófica brasileira, desta ampliando exponencialmente o valor.

Na sua primeira obra-prima – e que não será a última, desejamos – à qual se dedicou, durante vários dias consecutivos, num labor diário extraordinariamente desgastante e simultaneamente prazeroso e gratificante, José Carlos da Silva Quinha, o nosso querido e amado Zeca Quinha, primeiro e único fundador do Zeca Quinha Nius, hebdomadário digital de enorme popularidade em todo o orbe terrestre, cujos artigos são de autoria de jornalistas dotados de vários diplomas universitários, presenteia-nos um pensamento que, de tão original e sofisticado, derruba o queixo de todas as pessoas que, de olhos esgazeados durante a leitura, tem-lhe contato ao lê-la. É um exercício intelectual valiosíssimo o seu A Teoria dos Pensamentos Randômicos.

Consiste tão intelectualmente bem formulada teoria, uma obra intelectual que representa o auge do poder criativo da espécie humana, na detecção de coerência e incoerência, conexão e desconexão, de pensamentos associados e dissociados que seguem sem seguir uma trilha racional e irracional destituída de lógica intrínseca adaptada à ilogicidade extrínseca à essência da lógica em sua formulação abstrata racional em cuja cerebrina elucubração metafísica não está incluída a racionalidade de raiz dialética do transcendentalismo imanente ao pensamento-em-si-e-por-ele-mesmo, pensamento, aqui, no singular, pensamento que, em síntese resumida, sintetiza, e resume, o pensamento-em-si dos pensamentos plurais, que se encadeiam num encadeamento que se origina no primeiro pensamento que lhe dá origem e origem aos pensamentos encadeados, e encerra-se, terminante e concludentemente, no pensamento que dá fim ao raciocínio, conquanto inexista o elo dialético que os encadeiam num pensamento coeso. Assim apresentada em tão poucas palavras, a teoria que José Carlos da Silva Quinha – o primeiro e único fundador e editor-chefe do hebdomadário digital Zeca Quinha Nius, o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre, o único orbe terrestre de todos os tempos – concebeu apresenta elementos paradoxais, que, sendo e não sendo seus, revelam-se apropriados e inapropriados ao exame detido e aprofundado da realidade que nos cerca e na qual estamos, sem de tal nos conscientizarmos, imersos – dos pés à cabeça aqueles que nela penetrou primeiro os pés, e da cabeça aos pés aqueles que nela mergulhou primeiro a cabeça. Não transparece tal aspecto da teoria à mente dos desavisados, que, desprovidos de formação intelectual requintada comum às pessoas providas de diplomas universitários, são incapazes de apreendê-lo; e se lhes aflora à cabeça o desconforto que a estranheza intrínseca à imanência ontológica da teoria lhes inspira. E nesta confusão, compreensível, mas não justificável, os de formação intelectual aquém do exigido pela Teoria dos Pensamentos Randômicos, não a compreendendo em sua inteireza, tampouco uma parcela ínfima do seu teor, concluem que José Carlos da Silva Quinha, a mente privilegiada que a concebeu, é homem de inteligência superior, um espírito irrivalizado, um gênio universal e cósmico, não porque lhe compreende o talento, o gênio, mas porque, incapaz de compreendê-lo, simula compreensão, no desejo, reprovável, de não se revelar um asnático ignorante, um azêmola intelectualmente desqualificado, um alarve despudorado, um javardo ridículo.

Para desfazer confusões voluntárias e involuntárias, ilustra o autor desta resenha ao A Teoria dos Pensamentos Randômicos, do ilustre José Carlos da Silva Quinha, Zeca Quinha para os íntimos e admiradores (e muitos de seus admiradores são seus íntimos e muitos de seus íntimos são seus admiradores), com um exemplo, esclarecedor, clarificante e ilustrativo, no parágrafo subsequente a este.

Há, numa casa, além das duas pessoas que nela residem, em um aquário (com água ou sem água, não vem ao caso), um tatu, e, no galinheiro, um pato; há, portanto, em tal casa, quatro animais, dois seres vivos humanos e dois seres vivos não-humanos. E no quintal há uma pedra. Há, na casa, portanto, desconsiderando todos os outros dados – que não são dados, e tampouco dados – que não são úteis para este exemplo, cinco objetos (quatro seres vivos: dois humanos, um tatu e um pato) e um ser, a pedra, que não é um ser vivo, mas um ser, para efeito de explicação, morto. Dadas estas informações, concluí-se: as girafas não sabem ler os livros de Shakespeare e o Taj Mahal não está dentro de um formigueiro.

Lendo-se o parágrafo anterior, que ilustra a Teoria dos Pensamentos Randômicos, ilumina-se o cérebro do leitor, que, até o momento envolvido em trevas, apreende a essência do pensamento de José Carlos da Silva Quinha, nosso querido e adorado Zeca Quinha, o primeiro e único fundador do Zeca Quinha Nius, o mais popular e respeitável hebdomadário digital do orbe terrestre, a mente privilegiada que a concebeu, ao detectar-lhe a constituição da sua lógica ilógica e a sua dialética escalafobética, diabólica de tão singular e simplesmente complexa.

Nas derradeiras palavras desta resenha, reproduzimos a frase, que está gravada no frontispício do livro A Teoria dos Pensamentos Randômicos, de autoria de José Carlos da Silva Quinha, – Zeca Quinha, para os íntimos -, frase que lhe serve de epígrafe e de cuja substância é o livro uma paráfrase: “Há angu neste caroço.”

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