Isentões, isentos? Rússia x Ucrânia, prólogo da Terceira Guerra. O avatar do Daniel. Cuba, nova revolução. Haiti. E outras notas breves.

Os isentões, carinhas de ares sofisticados, de auto-imagem irrealista, egocêntrica, de isentos nada têm. Põem-se num ponto equidistante, e acima, entre os grupos que eles denominam extrema-esquerda e extrema-direita, aquele resumido no PT e este no Bolsonaro. Aqui já demonstram a falta de equivalência de valores, pois estão a comparar um partido político com um político – o correto seria comparar Bolsonaro e Lula, o que muitos passaram a fazer após a mídia lançar o Barba candidato natural à presidência do Brasil em 2.022. São, acreditam, moderados, serenos, pacíficos, de centro, mas estão a comprar uma narrativa mentirosa que dá Bolsonaro o êmulo natural, em se tratando de radicalismo na política, política revolucionária, de Lula, o reflexo, dele, mas no extremo oposto do espectro político, dando a entender que são ambos os dois figuras do mesmo álbum de fanatismo político de inspiração ideológica autoritária; comparam, e igualam – e sabe-se lá que instrumentos teóricos usam em suas análises -, um ser real, o Lula, com um ser fictício, o Bolsonaro descrito pelos seus inimigos. Mas na hora de decidirem o que fazer, que posição tomar, fincam pé ao lado dos adversários do Bolsonaro, convertem-se em máquinas esquerdistas de moer reputações de não-esquerdistas.

Dias atrás, numa ação de esquerda contra o presidente Jair Messias Bolsonaro, ação que redundou em atos violentos – mas a mídia, confiável que só ela, insiste em classificá-la manifestação pacífica de meninos -, um grupo de peéssedebistas ingênuos – ou tolos? – quis cerrar fileiras ao lado de peceólistas (partidários do P.C.O, Partido da Causa Operária), e foi por eles escorraçado. E, li, alguns partidários do N.O.V.O., em outra manifestação, não sei, no mesmo dia, ou em outro, foram agredidos por esquerdistas, que atuaram com suas urbanidade e civilidade proverbiais, e surpreenderam-se com a agressividade insana deles. Que esses carinhas sofisticados, os isentões, em 2.022 votem, em massa, no Lula, o elejam presidente, que a partir de 2.023, ou antes mesmo, saberão o que é radicalismo, extremismo, fanatismo na política. O silêncio dos isentões a respeito da agressão de peceólistas e outros esquerdistas contra peéssedebistas e novistas é ensurdecedor, e revelador do amor não declarado dos isentistões pela esquerda, conquanto dela ganhem umas belas e inesquecíveis sovas.

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Durante aqueles dias em que Vladimir Putin, o agente da KGB (hoje FSB), enviou dezenas de militares russos para a fronteira da Rússia com a Ucrânia, previu-se uma conflagração entre a terra dos tzares e a OTAN. E não foram poucos que viram em tal capítulo, dramático, que poderia culminar numa tragédia de proporções planetárias, o princípio da Terceira Guerra Mundial, que não se deu, graças a Deus – ou foi adiada. Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, assumiu uma postura de preocupação com o andar da carruagem; foi um dos que previram nos atritos entre Rússia e Ucrânia o estopim da conflagração que se expandiria até abarcar todas as nações. Maurício Alves, em publicações na rede social Facebook, assumiu uma posição contrária: viu no imbrógio eslavo-ucraniano apenas fogo de palha. O desenrolar dos eventos prova – por enquanto – que Maurício Alves estava correto em sua análise.

Jayson Rosa e Maurício Alves merecem atenção, fazem análises excelentes das questões mundiais, principalmente quando divrergem, e quando erram, pois sempre dão informações imprescindíveis para o conhecimento do que está a ocorrer no nosso planeta.

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… e o presidente Jair Messias Bolsonaro insinuou que um tal de Daniel, avatar de um líder revolucionário brasileiro treinado em Cuba, tem consigo alguns segredos acerca de ministros do STF, e coisa e tal. E o universo político nacional, embasbacado, calou-se. E a mídia, que adora atacar o presidente Jair Messias Bolsonaro sempre que ele abre a boca, desta vez emudeceu.

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Os cubanos sublevam-se contra o governo ditatorial, autoritário, totalitário, de Miguel Díaz-Canel, preposto do Raúl Castro. Kleber Sernik, na rede social Facebook, dá-nos informações do que se passa na ilha-cárcere do falecido Fidel, amigo do também falecido escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez e ídolo do igualmente falecido escritor português José Saramago. Parece que tem a mão da C.I.A. na revolta. E Bituka Du Bronx, avatar de Fernando Vaisman, vê associação do que se passa em Cuba com a morte do presidente do Haiti, e com o alusão, pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, de segredos de um tal de Daniel, e com a visita ao Brasil de um alto funcionário da C.I.A. Quem sabe o que se passa nos altos escalões dos governos e dos serviços de inteligência!?

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Não poucos brasileiros pedem por urnas eleitorais eletrônicas auditáveis e apuração pública dos votos. Não acreditam que as urnas são invioláveis, suspeitam que fraudes já ocorreram em pleitos eleitorais anteriores e prevêem que poderá vir a se dar no de 2.022. Mas há quem diga que as urnas são confiáveis; que fraudes são impossíveis; que fraudes são figuras do folclore nacional imaginados por gente de mentalidade rústica, atrasada, antediluviana, isto é, de bolsonaristas (bolsominion, para os íntimos) e do presidente Jair Messias Bolsonaro. Percebe-se nas pessoas – e trato, aqui, de cidadãos brasileiros, e não de políticos, de ministros do STF, de artistas, de intelectuais, de jonalistas – contrárias ao voto auditável, em papel, e apuração pública dos votos, uma rejeição insensata, irracional, que tangencia a má-vontade, a má-fé, não da proposta em si mesma, mas dela porque ela foi esposada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. E o que se lê e se ouve de tais pessoas é deboche, e nada mais do que deboche. Não é de hoje que percebo que muitos anti-bolsonaristas vão de encontro aos seus mais caros valores se ao encontro deles vai o presidente Jair Messias Bolsonaro. É tiro e queda. O Fulano defende “A” e se opõe a “B”; e ao ouvir o presidente falar em favor de “A” e ir contra “B”, automaticamente converte-se num defensor intransigente de “B” e declara-se hostil, e desde o berço, a “A”. Um dos argumentos – se se pode chamar tal asnice de argumento – que aventam contra a proposta do voto impresso é que tal é um retrocesso, o mesmo que tornarmos a usar mimeógrafo e máquina de datilografia. Não entendem os sandeus que se está a falar de justiça eleitoral, de lisura do pleito eleitoral. A turminha do Clube Desportivo Urna Eleitoral Eletrônica Inviolável perdeu de há muito o bom-senso. E um adendo: tal turminha é a mesma que se auto-intitula Seguidor da Ciência, rotula quem não lhe subscreve os mandamentos de Negacionista, e clama pela salvação das Girafas da Amazônia, que estão na iminência de serem varridas da face da Terra pelas mãos genocidas do presidente Jair Messias Bolsonaro.

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Li que está a ocorrer casos de pericardite em pessoas que se imunizaram – pode-se falar que foram imunizadas? – com vacinas de RNA mensageiro. E reportagens que dão notícias de pessoas que morreram em decorrência da vacina e de pessoas que estão a sofrer com os efeitos colaterais provocadas pela vacina.

São as vacinas experimentais? Ora, semanas atrás vi duas reportagens: uma dava notícia da existência de um grupo de um pouco mais de trezentas mulheres grávidas e a outra de um grupo de mais de mil jovens, ambos os grupos a participarem de testes com vacinas, para se mensurar as reações que os participantes dos testes teriam, se eles sofreriam efeitos colaterais. Ora, mas as vacinas não são produtos testados em laboratório, prontos e acabados?! Pra que os testes em humanos?! E surpreendeu-me saber que mulheres grávidas se dispuseram a participar do teste, e após notícia de que mulheres grávidas morreram em decorrência da aplicação da vacina contra o Covid.

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Dizem os anti-bolsonaristas que é o presidente Jair Messias Bolsonaro genocida.

No livro Terras de Sangue, de Timothy Snyder, dá-se a conhecer o horror vivido pelos poloneses sob a mortífera foice-e-martelo dos comunistas soviéticos e a máquina de matar dos nazistas, comunistas e nazistas a se revezarem na matança aos poloneses. E o autor lembra que a palavra “genocídio” é um neologismo que nasce da fusão de duas palavras, uma de origem grega, outra latina, que significam, a grega, geno, raça, tribo, e a latina, cídio, matar. Foi tal palavra forjada pelo advogado polonês Raphael Lemkin. Genocídio é, respeitando-se o seu significado original, política sistemática de extermínio de um povo patrocinada pelo Estado. Alguns estudiosos entendem que houve apenas um genocídio em toda a história, a da política de extermínio, pelos nazistas, de judeus, outros incluem o Holodomor, matança de ucranianos pelos comunistas soviéticos, nos anos 1930, sob a liderança de Joseph Stalin. Milhões de ucranianos morrerem de fome. Há quem inclua, na lista dos genocídios, o extermínio dos tibetanos pelos chineses comunistas e por estes mesmos comunistas a morte de uygures. Ora, qual política de perseguição sistemática, com o consequente assassinato, a grupos étnicos e raças o presidente Jair Messias Bolsonaro promoveu? Que se saiba, ele jamais aventou uma política de tal cariz. Usa-se chamar o presidente Jair Messias Bolsonaro – e, por extensão, seus aliados e eleitores – de genocida (e de terraplanista, de negacionista, de nazista, de fascista) única e exclusivamente com a intenção de desumanizá-lo, dá-lo não como um ser humano que merece respeito, mas como uma coisa qualquer que pode ser retirada da existência, afinal não é ele – e tampouco os seus aliados e eleitores -, segundo os seus inimigos, um ser humano; e assim justificarão a morte dele e as dos que o seguem e inocentarão quem se dispuser a eliminá-los. “Genocida” é só um rótulo desumanizador.

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Eleito presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, ainda em 2.018, antes, portanto, de assumir a presidência do Brasil, declarou, de viva voz, em alto e bom som, que exigiria dos médicos cubanos a realização do Revalida e que entregaria a cada médico cubano residente no Brasil seu salário integral. Bastou tais palavras alcançarem os ouvidos dos plenipotenciários cubanos, que estes ordenaram a ida imediata dos médicos cubanos residentes no Brasil a Cuba. E dizem, ainda hoje, que o presidente Jair Messias Bolsonaro expulsou do Brasil os médicos cubanos, acabando, assim, com o programa Mais Médicos. Pergunto-me se os tais médicos cubanos – médicos, ou agentes de infiltração comunista a treinar guerrilheiros e a doutrinar brasileiros com a ideologia comunista? – regressaram a Cuba, ou se circulam por terras brasileiras e nelas exercem a verdadeira tarefa – que não foi a medicina – para a qual foram encarregados.

Li, não me recordo onde, ontem, que há, no Brasil, células terroristas iranianas e cubanas. E que soldados russos estão, na Venezuela, na fronteira deste país com o Brasil. Acredito que não estão lá os agente do Putin a dançarem pagode cossaco e a encherem a cara de vodka.

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