O vírus é o que dizem que ele é? Arma biológica? Quem a produziu? Revelações. Em quem acreditar? Fundão sem fundo e o presidente Bolsonaro. Cuba. E outras notas breves.

Que o mundo dá voltas ninguém há de negar, mesmo que ninguém sinta a constante rotação, que, é a verdade, não atrai a atenção de onze em cada dez humanos. Os homens, excetuados alguns poucos cientistas e curiosos, ocupam seus dias com outros afazeres. Mas o mundo, a nossa Terra, podia dar voltas numa velocidade inferior à costumeira. Que desacelere. Os humanos não suportamos, mais, tanta revolução.

Assisti, hoje, dia vinte, ao vídeo “Reiner Fuellmich entrevista Dr. David Martin – Afinal foi uma ilusão fabricada.”, legendado, publicado, no Rumble, canal de vídeos na internet, no dia dezesseis deste mês. Tem um pouco mais de uma hora de duração. É ilustrativo. Dá-nos o que pensar. Faz-nos coçar a cabeça, até nos arrancarmos os cabelos. Não ouso, aqui, nesta nota breve, reproduzir, puxando pela memória, as informações que o entrevistado fornece, inúmeras, e tampouco empregar o vocabulário dele. Não é está a minha ambição. Quero, aqui, dar, unicamente, uma idéia, que, sei, é fraca, do teor do vídeo, e encerrar esta nota breve com um comentário pessoal.

Diz o Dr. David Martin que não é o coronavírus, o tal de SARS-CoV-2, o bode expiatório que os políticos nomeiam para nos infernizar, uma criatura nova, surgida no ano de 2.020, vinda de um laboratório, do qual escapou após driblar-lhe o sistema de segurança máxima de matar de inveja os construtores de Alcatraz. Nada disso. Já era a danada conhecida de todos, e há décadas. Documentos dão a conhecer a sequência genética do coronavírus (mocorongovírus, no vernácuo acaipirado do meu amigo Barnabé Varejeira), apresentando-o como de um ser novo. Não o é, entretanto. É ele um matusalém. Nosso velho conhecido. E estou me repetindo.

Em certo momento da entrevista, o entrevistado, bem humorado, afirma que primeiro criaram uma demanda para uma vacina, que estava patenteada antes da patente do vírus, que, sendo criatura natural, não pode ser patenteada, pois pode-se patentear apenas o que é artificial, produto da criação humana. Havia, nos longínquos anos 2000, uma vacina contra coronavírus para uso em coelho e em cães, e não em humanos. E a criação do novo (que não é novo) coronavírus, se deu nos laboratórios do NIAID (National Institute of Allergy and Infectious Diseases) e contou com a participação do mitológico Anthony Fauci.

E fala o Dr. Martin de HIV, de armas biológicas, do DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency – Programa de Pesquisas Avançadas de Defesa dos Estados Unidos), do anthrax, da Ciprofloxacina, da NIH (National Institutes of Health), das agências de saúde (ou devo dizer “de doença”?) estrangeiras na história da criação do novo (que não é novo) coronavírus.

Brinca o Dr. David Martin que criaram um tratamento médico para uma doença provocada por um vírus que não existe, vírus, este, o tal de SARS-CoV-2 (mocorongovírus, repito, no singular dicionário do Barnabé Varejeira, meu amigo), vírus, o Covid, que é um avatar, uma simulação de computador, uma espécie de personagem de videogame do time do Kratos e do Donkey Kong. Pensei em dizer do da Lara Croft ou do do Sonic. Mas a êmula de Indiana Jones é muito meiga e prodigiosa e exuberantemente voluptuosa e o rival do Ligeirinho, muito rápido, ligeiramente veloz, um rival de Usain Bolt (e o tal de coronavírus, desde sempre suspeitou Barnabé Varejeira, é um mocorongo).

Além de não ser novo o novo coronavírus, a teoria do vazamento do vírus de um laboratório de virologia de Wuhan não passa de uma asneira.

E declara o Dr. David Martin que a vacina injeta nas pessoas estimuladores de patógenos.

Enfim, queriam porque queriam os propugnadores da vacinação universal criar um ambiente propício para criar a procura por um produto, a vacina, que não tinha uso.

A campanha de terror psicológico promovida, à perfeição (ou não, são muitos os impenitentes negacionistas – que, todavia, calculo, não sei se pessimista, constituem parcela reduzida da população mundial), pela mídia tradicional e internética, cuidou de induzir o povo à histeria e levá-lo a suplicar dos governos o elixir da imortalidade – e milhões de pessoas ainda não se deram conta de que foram levados, tais quais cãezinhos de Pavlov, a fazer o que os engenheiros sociais quiseram que fizessem – e ofereceram-se-lhes de ratinhos de laboratório.

Prometi, linhas acima, apresentar os meus comentários, que serão breves: há mais de um ano ouvi dizer à boca miúda que era o coronavírus personagem folclórico inofensivo, filho putativo de Bruce Wayne; depois, que era ele um ser mitológico apocalíptico, bíblico, no dizer de alguns, pagão, no de outros; não muito tempo depois, que era ele uma criatura usada, em experiências científicas, por cientistas chineses, que nutriam a ambição de criar um rival do Godzilla, e usá-lo para destruir os Estados Unidos; depois, veio-me ao conhecimento que era ele apenas um vírus, e nada mais, que nasceu em algum lugar, ninguém sabia onde, e espalhou-se pelo mundo; meses atrás, eu soube que ele escapara de um laboratório de Wuhan; e agora, escuto um homem dizer que é ele uma criatura, que não existe, produzida em laboratórios americanos. Qual destas histórias é verossímil? Há uma que o seja? São todas inverossímeis? Mas há verossimilhança na inverossimilhança!? Pois bem, declaro que já não sei o que pensar a respeito de uma questão que eu acreditava conhecer.

Este vídeo, que me deu o que pensar, e me fez escrever esta nota breve, me obriga a jamais me precipitar a adotar uma postura de convergência ou divergência com o que se divulga. Agora, com uma pulga atrás da orelha, pergunto-me se a narrativa do Dr. David Martin procede, ou se é desinformação, afinal, agora aponta-se o dedo aos Estados Unidos, e o dedo acusador não é de um chinês. Que Ion Mihai Pacepa me ajude a pensar.

Se eu incorri em algum despautério; se eu transmiti alguma informação errada; se eu embaralhei os dados fornecidos pelo Dr. David Martin; se eu, enfim, escrevi o que não devia escrever, desculpo-me com o leitor e peço-lhe que me compreenda.

Esta nota breve ficou breve só na minha intenção.

*

O Fundão dá o que falar. Não precisaríamos nos atormentar com tal assunto se as campanhas eleitorais fossem financiadas com dinheiro de pessoas e de empresas. Que cada brasileiro, sendo este seu desejo, doe um quinhão, ou uma moeda que seja, de seu bolso ao candidato que apóia ou ao partido político ao qual é filiado – ou, se não é a ele filiado, subscreve-lhe suas políticas. Mas tirar de cada cidadão brasileiro uma porcentagem do que lhe pertence (Qual é a fonte de recursos do Fundão? Impostos, taxas e emolumentos cobrados ao cidadão pelo Estado. E quem recolhe aos cofres públicos o produto da riqueza do trabalho? O cidadão.) e entregá-la a partidos políticos, que a distribui aos políticos, é um acinte ao povo que sua em bicas todo santo dia para comer o seu prato feito e encerrar o mês sem um tostão no bolso furado. Assim todo brasileiro financia políticos que ele não tem em alta conta e que defende valores que ele não esposa. Infelizmente é neste pé que estamos.

E o famigerado Fundão, assim jocosamente designa o brasileiro a conta, estipulada pelos legisladores nacionais, que teremos de pagar, sabem pessoas de mente suspicaz, está a servir de moeda de troca, em Brasília, políticos a se oporem ao presidente Bolsonaro a chantageá-lo. Que ele ouse vetar o aumento da verba destinada às campanhas eleitorais de 2.022! Ele verá o que é bom pra tosse e com quantos paus se fazem uma canoa. Se vetar o aumento do montante de recurso destinado ao Fundão, Jair Bolsonaro, prevê Ricardo Santi, em publicação do dia vinte deste mês, para enfrentar os seus inimigos, contará apenas consigo mesmo, constituirá um exército de um homem só, um de Brancaleone, a encarar, destemido, dragões e a desferir golpes a esmo, amalucados, contra moinhos de vento.

*

Ilustrado com uma foto que retrata uma praia paradisíaca, de Cuba, o texto de Lukas Hawks, de ontem, dia dezenove, fala, em poucas palavras, que o país caribenho, de principal destino turístico dos sobrinhos do Tio Sam, um paraíso na Terra, converteu-se, após a revolução comunista concretizada por Fidel e Che, num paraíso socialista, isto é, um inferno na Terra. Hoje, sob a foice e o martelo comunistas, os cubanos para fugir à opressão contra eles praticada pelo Estado comunista da ilha-cárcere, arriscam-se em balsas, enfrentam tubarões, para, rezam, pisar em terras da Flórida. O destino dos mal sucedidos, capturados pelos agentes de Cuba, é mais sofrido, dramático e trágico do que o que tem os que naufragam e, caídos nas águas caribenhas, são triturados pelos dentes afiados dos caçadores dos mares.

E em outra publicação, esta do dia quinze, tece um comentário rápido, penetrante: antes, o comércio com os americanos eram prejudiciais à Cuba, daí a necessidade de uma revolução socialista; hoje, a ausência de comércio com os americanos é prejudicial à Cuba. Coitado do Tio Sam!

*

O jogo de poder dos poderosos Senhores do Universo dá um novela de suspense magistral. Maurício Alves informa que Mark Zuckerberg pode estar a fazer a caveira de Gates e Biden, pois conta com o arrimo de pessoas mais poderosas do que os três. Quem pode imaginar que possa existir gente mais poderosa do que o atual presidente dos Estados Unidos? E informa tambêm que Fauci e Gates estão em maus lençóis, torrando uma boa fortuna com advogados. Tal história está relacionada com o Instituto de Virologia de Wuhan, China, patentes do SARS-CoV-2 e algumas outras questiúnculas incontornáveis.

*

Admirei duas pinturas, ambas publicadas, no Facebook, na conta do Ars Europe, uma de Giuseppe Vermiglio, esta a retratar Davi e Golias, aquele a exibir a cabeça deste, decepada, em sangue; e uma, óleo sobre tela, de Cornelius de Voss, pintor flamengo, a exibir Vênus a sair do mar, sob o olhar de Tritão e de cupidos.

A pintura de Giuseppe Vermiglio é impactante, realista, nua, crua. Ilustra, segundo o texto, curto, que acompanha a reprodução da pintura, episódio narrado no primeiro livro de Samuel.

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