Para melhor atendê-lo – parte 3 de 6

Brasília, [data]

Ao

Senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas.

Prezado senhor,

Por meio desta, o Banco vos informa:

Em decorrência da elevação dos casos de clonagens de cartões, violações de contas correntes e cadernetas de poupança, seqüestros relâmpagos e seqüestros, o Banco solicitou ao Governo Federal autorização para intensificar o rigor do sistema de segurança bancária, para melhor atender os seus correntistas. Tendo em vista o atraso, compreensível e admissível, da implantação do novo sistema de segurança bancária nacional, é imprescindível a captação de recursos além dos originalmente considerados. Lançando mão de expedientes legais, para melhor atender aos seus correntistas, o Banco, autorizado pelo Governo Federal, irá solicitar-lhes, a partir de [data], a apresentação dos originais do RG e do CPF aos quais anexarão as respectivas cópias autenticadas (duas), no momento da efetivação de operações bancárias de quaisquer espécies, no terminal eletrônico, no caixa e em quaisquer estabelecimentos comerciais autorizados. As duas cópias autenticadas serão protocoladas, na boca do caixa, pelo caixa, e, no terminal eletrônico, por um funcionário que ficará à disposição dos correntistas, e, nos estabelecimentos comerciais autorizados, milhares deles em todo o território nacional, por um funcionário indicado pelo estabelecimento, contratado, exclusivamente, para exercer esta imprescindível tarefa, uma das que compõem o conjunto de medidas que visam a melhoria do atendimento aos correntistas.

Os empresários, o Banco vos informa, esbravejaram e hostilizaram o Governo Federal, exibindo a ganância, a insensibilidade, a irresponsabilidade social e o descompromisso com o bem-estar e a segurança do povo brasileiro que os inspiram. O Governo Federal, no seu esforço de melhorar a vida do povo brasileiro, dissuadiu os empresários relutantes de rejeitarem as medidas que propõem o melhor atendimento dos bancos aos correntistas ao oferecer-lhes empréstimos para os investimentos na instalação do novo sistema de segurança bancária, inviolável, de tecnologia exclusivamente nacional, desenvolvida por brasileiros treinados pelo Governo Federal. Diante da generosa oferta do Governo Federal, os empresários relutantes abandonaram a intransigência injustificada e abraçaram a causa defendida por bancos, cartórios e representantes das leis, todos eles patriotas compromissados com o bem-estar dos brasileiros.

Damos um passo para a frente. Avançamos para o futuro antevisto pelo Governo Federal, visionário e profético.

O funcionário que vos atender, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, no momento da efetivação de quaisquer operações bancárias, protocolará as duas cópias autenticadas do RG e as duas cópias autenticadas do CPF (as cópias do RG e as do CPF deverão vir em folhas separadas), conservará uma com o Banco, e a outra ele vos entregará, cópia esta que o senhor deverás conservar convosco pelo período de cinco anos, para a vossa segurança.

Sabemos que o Brasil é, com freqüência preocupante, acossado por tragédias naturais imprevisíveis e, não é incomum, alvejado por raios, os quais têm alto poder de destruição e danificam, em muitos casos irreversivelmente, a estrutura energética nacional, desde as hidrelétricas, passando pelas redes de distribuição de energia, até o seu destino, a casa dos brasileiros, causando, sabemos, transtornos para os trabalhadores nacionais e as suas famílias; os estragos, em muitos casos, são tão numerosos e tão vastos, que o Governo Federal, mesmo com o emprego da sua gigantesca estrutura, do tamanho do Brasil, gigante por natureza, não corrige, em tempo hábil, para evitar transtornos e dissabores aos brasileiros, os danos, ou, então, ao consertar uma parte do que foi danificado, uma catástrofe natural avassaladora, ou uma sequência demolidora de raios nos dias tempestuosos – que tem recrudescido, em decorrência do aquecimento global, fenômeno cataclísmico minuciosamente documentado que culminará na destruição da Terra, se as medidas inadiáveis para evitar o apocalipse não forem implementadas por todas as nações do globo, sob ditames de leis internacionais e a égide de órgãos de abrangência global às quais todas as nações devem respeito, principalmente o Brasil, que é o detentor da maior rede de produção de energia limpa (as hidrelétricas) e da maior floresta tropical do planeta (o pulmão vital da mãe Gaia, a nossa mãe) -, ou uma saraivada de ventos devastadores, anula os esforços empreendidos pelo Governo Federal ao danificar o que foi recuperado, impedindo que se recupere o que foi danificado, danificando-o ainda mais. As conseqüências são conhecidas. O Brasil passou por contratempos similares, nos anos recentes, e outros contratempos não estão fora de cogitação. Devido à tais problemas, se faz necessária, por precaução, a conservação de cópias autenticadas protocoladas de todas as operações bancárias que o senhor, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, vier a efetivar, para a vossa segurança e para que melhor o Banco possa atendê-lo.

O senhor, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, assististe aos noticiários deste mês (se não assististe, o Governo Federal vos indica os noticiários A, B, C, respectivamente, das emissoras de televisão, D, E, F, e as revistas G, H, e os programas jornalísticos F, I, respectivamente, das rádios J, Y, e os sites W, Z, X, todos fontes confiáveis de informações selecionadas pelo Governo Federal, para que o senhor não despendas tempo precioso de vossa vida à procura de fontes de notícia, e possas aproveitá-la de forma produtiva, trabalhando e estudando, para fazer do Brasil, o país do futuro, gigante pela própria natureza, um país grande, e tornar o futuro presente, para gáudio dos brasileiros e inveja dos estrangeiros), e tomastes conhecimento das tragédias que se abateram sobre o Brasil, provocando devastações. O Governo Federal, com a presteza que lhe é peculiar, mensurou o custo da recuperação de toda a malha energética danificada e o da recuperação do sistema nacional de segurança bancária. Não é do agrado do Governo Federal ter de solicitar aos trabalhadores nacionais a adição de R$ 10,00 à contribuição mensal que generosamente investem, no projeto do Instituto Nacional de Polícia Especializada em Sistema de Segurança Bancária do Sistema Bancário Nacional, para a conservação da paz e da ordem, mas, em decorrência da elevação do custo, decorrente de catástrofes naturais, imprevisíveis e indomáveis, do projeto de segurança bancária – projeto inédito no mundo, de causar inveja aos estrangeiros -, se viu na obrigação de lhos solicitar, e avisa que os debitará, mensalmente, das contas correntes, no primeiro dia útil do mês.

Certo da vossa compreensão e colaboração, o Banco despede-se.

De

Gerente Personalizado

*

Brasília, [data]

Ao

Senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas.

Prezado senhor,

Nos quinze dias anteriores à esta carta, como é do teu conhecimento, sucederam-se sublevações populares, em inúmeras cidades nacionais, sendo as mais preocupantes, e as para as quais o Governo Federal tem dado mais atenção, as que se sucederam no Estado de São Paulo, e, principalmente, na cidade de São Paulo.

Como é do teu conhecimento, os paulistas, desde o fatídico ano de 1932, o da malfadada história antipatriota então promovida contra o Governo Federal de turno – que, altivo, batalhou, heroicamente, com os brasileiros patriotas sob o seu comando, pela conservação da integridade do território nacional, a partir do palácio Guanabara -, promovem política de secessão. O governante daquela era áurea, por amor ao Brasil, preferiu a morte ao destino entristecedor dos anos subseqüentes. Até hoje a figura deste grande líder da nação brasileira, que, como a nação, gigante por natureza, foi, por natureza, um gigante, é vilipendiada pelos paulistas, que, com a sua desprezível arrogância capitalista de inspiração estadunidense e a sua apologética bandeirante dos desbravadores que devastaram a Mata Atlântica e patrocinaram, com dinheiro estrangeiro, a aniquilação dos povos nativos, os únicos e verdadeiros donos destas terras, lutam pela implementação, em todo o território nacional, da cultura paulista da irreflexão, da dessensibilização capitalista, com a conseqüente eliminação das culturas regionais, agressão esta que se sucede há quinhentos anos e à qual os políticos nordestinos – pejorativamente alcunhados coronéis – resistiram bravamente, em benefício dos brasileiros herdeiros das ancestrais culturas nativas pré-colombianas e pré-cabralinas, dois substantivos inapropriados, pois com eles não se considera a diversidade cultural dos povos nativos, que é rica, imensurável, incomparável – infelizmente a sua maior parte foi destruída por espanhóis, portugueses, britânicos, holandeses e franceses, povos sórdidos que, após devastarem a Europa, devastaram a Ásia, a África e o continente o qual, numa demonstração de profundo desprezo pelos donos destas terras, destruíram, eliminando a harmonia existente entre eles e a natureza abundante, generosa, mantenedora da vida. Muitos povos – irmanados com a natureza, que lhes legou a sabedoria, pura, intocada pela civilização, sabedoria, tão excelsa, milenar, embebida na pureza natural, que os homens civilizados estão impossibilitados de conceber – foram dizimados pelos embrutecidos, cruéis e sórdidos europeus, que, incapazes de apreenderem o real valor da sabedoria natural, que lhes exige intelecto do qual são desprovidos, enraivecidos, invejando os povos nativos, os exterminaram. Sobreviveram unicamente os povos que se refugiaram no coração da floresta e conservaram, bravamente, opondo-se à política européia de extermínio dos povos nativos silvícolas, a cultura milenar nativa.

Senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, esta introdução é imprescindível para a correta compreensão dos eventos que se sucedem, à revelia do Governo Federal, no Brasil, com mais intensidade no Estado de São Paulo, que concentra a maior parte do movimento orquestrado por partidos conservadores fundamentalistas, fervorosos, arbitrários e intransigentes defensores da cultura capitalista de cunho genocida de inspiração européia que muitos males e sofrimentos produziu em todo o orbe terrestre. São estes os agentes da destruição que pululam Brasil adentro, mancomunados com agentes estrangeiros infiltrados no Brasil, e manipulam os brasileiros, induzindo-os a atacarem o Governo Federal. Não procede o teor da notícia, saiba, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, disseminada pela mídia nacional, que, sabemos, está nas mãos de conservadores fundamentalistas, como tu tão bem sabes, de que agentes comunistas, financiados pelo Governo Federal, infiltraram-se nas revoltas mais agressivas, e vociferaram, belicistas, palavras de ordem, exibiram desprezo pela autoridade governamental e brandiram bandeiras conservadoras com o propósito de imputar aos conservadores crimes perpetrados pelo Governo Federal. Tal é a estratégia política dos conservadores fundamentalistas, inimigos do Governo Federal, que está atento para a ação dos inimigos do Brasil. No seu esforço de preservar os programas sociais, conservar a paz e a ordem, conter a violência conservadora, o Governo Federal, a contragosto, despende somas incalculáveis – que não estavam consideradas no orçamento nacional -, com o propósito de impedir o recrudescimento da violência e a elevação da força dos revoltosos, e transfere, para enfrentar a onda de violência perpetrada pelos conservadores fundamentalistas, recursos destinados à criação do Instituto Nacional de Polícia Especializada em Sistema de Segurança Bancária do Sistema Bancário Nacional à política de segurança pública e à ampliação e aperfeiçoamento do sistema de segurança nacional, objetivando a manutenção do aparato policial, para fazer frente ao trabalho, incontornável e inadiável, de matar, no nascedouro, o movimento radical hostil à justiça social e ao bem-estar dos nordestinos, povos que os conservadores fundamentalistas tanto desprezam. O Governo Federal contratará trabalhadores nacionais capacitados e convocará um exército de agentes civis, todos eles treinados pelo Governo Federal, para quebrar a espinha dorsal dos inimigos do Brasil e cortar o mal pela raiz, como salientou, enfático, o Excelentíssimo Presidente da República. O Governo Federal, visionário, ao acolher o resultado dos estudos de especialistas gabaritados e com experiência comprovada pelo rigoroso, justo e infalível processo de avaliação criado por especialistas de renome nacional contratados pelo Governo Federal, decidiu solicitar a elevação da contribuição mensal dos brasileiros para o esforço de manutenção da paz e da ordem. R$ 50,00 serão, automaticamente, debitados da conta corrente de cada trabalhador brasileiro, todo mês, no dia cinco. O Governo Federal prescindiu da consulta aos trabalhadores brasileiros devido à urgência do estado de coisas. O senhor, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, responsável cidadão brasileiro, reconheces a urgência da medida, e, como patriota exemplar, acolhes, consciente, a ordem presidencial, numa postura digna, correta e corajosa, em respeito às medidas que salvaguardam a paz nacional. Infelizmente, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, milhões de brasileiros desprovidos de consciência e responsabilidade patrióticas equivalente à tua, rejeitaram, terminantemente, a solicitação do Governo Federal à contribuição provisória compulsória de recursos, e hostilizam os trabalhadores nacionais investidos em causa tão justa e finalidade tão nobre. Eles não sabem os males que a rejeição deles à política do Governo Federal produzirão no Brasil.

Com autorização do Governo Federal, tendo em vista os prejuízos decorrentes da destruição de agências bancárias pelos revoltosos conservadores, do avanço da violência contra os seguranças contratados pelo Banco, da violação das contas correntes e da invasão dos computadores do Banco por hackers e assaltantes virtuais, o Banco, autorizado pelo Governo Federal, debitará, para melhor atendê-lo, da tua conta corrente, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, a taxa mensal de R$ 35,00, para investimento no Sistema de Segurança Bancária.

O Banco despede-se, sob votos de felicidade e gratidão.

De

Gerente Personalizado

*

Brasília, [data]

Ao

Senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas.

Prezado senhor,

As recentes medidas adotadas pelo Governo Federal e pelo Banco, como o Banco te informou, a despeito do seu inegável sucesso, não coibiram, todavia, a ação dos mais exaltados burgueses inescrupulosos, sórdidos agentes do imperialismo ianque, sobrinhos do famigerado tio Sam, que, com a sua insanidade esquizofrênica, implementaram na nação estadunidense a secessão, cortando o país ao meio.

O Governo Federal, carente de recursos, e preocupado com o bem-estar do povo brasileiro, povo gentil, cordial, o melhor povo que já surgiu na face externa do orbe terrestre, decidiu não acolher em seu seio generoso e benevolente, a despeito da insistência de organizações internacionais, que desejam ver o nobre povo brasileiro famélico, desvigorado, emasculado, arrastando-se, débil, pelo chão, espojando-se nos lixões produzidos pela burguesia capitalista, as exortações dos capitalistas estrangeiros, as quais, se acolhidas, encareceriam, enormemente, a vida do gentil povo brasileiro, o povo mais trabalhador de que se tem notícia, pois teria de, obrigatoriamente, realocar recursos destinados aos projetos sociais, ambientais, educacionais e culturais para projetos de contenção dos meliantes, e elevar as alíquotas de impostos, que já são elevadíssimas (a elevação das alíquotas de impostos enfraqueceria as indústrias nacionais e diminuiria o poder de compra dos trabalhadores nacionais e de suas famílias). O Governo Federal não hesitou: rejeitou, altivo, nobre, como é de seu feitio, esta proposta nefasta para a pátria, e decidiu implementar medidas que não prejudicam os brasileiros e inspiram-lhes ações favoráveis à participação espontânea no esforço hercúleo de conservação da paz e da ordem neste país tropical, belo por natureza, em que todas as raças se irmanam, amistosamente, neste Éden paradisíaco, e não repetem o ódio visceral fraternal de Caim e Abel, pois, aqui, no Brasil, a natureza é farta, e nutre, com o seu úbere apojado de proteínas e vitaminas, os descendentes de povos oriundos de todos os continentes.

O Banco te informa, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas: o Governo Federal, para obter os recursos imprescindíveis para conservar a paz e a ordem e impedir a repetição do episódio lamentável – que os brasileiros da gema, honestos, decentes e trabalhadores, têm, obrigatoriamente, de deplorar -, que se sucedeu, anteontem [data], no estado de São Paulo, cuja população, descendente de bandeirantes asquerosos, herdeiros de imundos desbravadores genocidas, repete, em pleno século XXI, a malfadada e antipatriótica política de 1932, aumentará a quantidade de dinheiro à disposição do gentil povo brasileiro. As impressoras do Governo Federal estão a todo vapor. O Governo Federal produz riqueza como nunca se produziu na história da civilização.

Para encerrar:

O Governo Federal autorizou o Banco a, para melhor atendê-lo, solicitar-te, encarecidamente, que, para melhor atendê-lo, salientamos, toda vez que tu efetuares uma operação bancária, em quaisquer terminais eletrônicos e caixas em quaisquer agências bancárias, ou nas lojas credenciadas e nas casas lotéricas, além de digitares os dados os quais o senhor estás habituado a fornecer (listamo-los: 1, a senha; 2, o número do teu CPF; 3, o número correspondente ao mês do teu nascimento; 4, o ano do teu nascimento; 5, o número do teu RG; 6, o número do teu Título de Eleitor; 7, o número do teu Certificado de Reservista; 8, o número da tua Carteira de Habilitação de Motorista) e apresentar os documentos originais (Certidão de Nascimento, RG, CPF, Título de Eleitor, Certificado de Reservista e Carteira de Habilitação de Motorista), apresentará três cópias autenticadas de cada documento (RG, CPF, Título de Eleitor, Certificado de Reservista e Carteira de Habilitação de Motorista), que serão protocoladas, e uma cópia o Banco recolherá e arquivará, e uma cópia o Banco enviará ao Governo Federal, e uma cópia o Banco te devolverá, e tu a arquivarás, e conservarás contigo, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, para a tua segurança, por um período de cinco anos. Caso o senhor não sejas detentor do Certificado de Reservista e da Carteira de Habilitação, o Banco solicita-te providenciar declaração, de próprio punho, na presença de oficial de justiça, autenticada e com reconhecimento de firma; caso o senhor já tenhas tomado tal providência, conforme solicitado na carta de [data], e redigido, de próprio punho, tal declaração, desconsidere-a, pois o Banco, autorizado pelo Governo Federal, para melhor atendê-lo, senhor Carlos Roberto de Souza Almeida Vargas, invalidou-a, e a destruirá; a destruição da declaração será executada no Fórum Municipal (para a sua destruição, o senhor terá de pagar módicos R$ 5,00), evitando, assim, que o senhor, nesta vida atribulada, esqueças de tomar tal providência, e o documento, caindo em mãos erradas, que são numerosas nos dias atuais, seja utilizado para realização de crimes contra a tua pessoa. Para a tua segurança, para o Banco melhor atendê-lo, o senhor terá de redigir nova declaração, de próprio punho, autenticá-la, no Cartório de Registro Civil, na presença de um Oficial de Justiça, e terá de apresentá-la, sempre que desejar entrar em uma agência bancária, ao segurança, que te dará acesso aos domínios da agência.

O Banco despede-se de ti, sob votos de felicidade e alegria.

De

Gerente Personalizado

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