Para melhor atendê-lo – parte 5 de 6

Nova Brasília, [data]

Ao

Camarada Cidadão Patriota.

O Banco, para melhor atendê-lo, foi transferido paras as mãos do Governo Federal, que, agora, passa a geri-lo, concentrando todos os recursos na tarefa de contenção dos movimentos hostis à política de igualdade social e à política de extinção da desigualdade social. Agora, isento da necessidade de atentar para a concorrência, das preocupações decorrentes da criação de produtos que visavam, única e exclusivamente, a obtenção de lucro, e dos gastos com propagandas mentirosas para ocultar as injustiças perpetradas pelos lucros provenientes de atividades ilícitas, o Banco, sob administração do Governo Federal, concentrará a sua atenção e os seus recursos em atividades benéficas ao povo brasileiro, e produzirá riqueza em todo o território nacional.

Para melhor atendê-lo, o Banco manterá as regras vigentes antes da sua transferência ao Governo Federal.

De

Camarada Cidadão Patriota Missivista Oficial do Sistema Financeiro Nacional

*

Nova Brasília, [data]

Ao

Camarada Cidadão Patriota.

O Governo Federal, para manter a paz e a ordem, e para melhor atendê-lo, nacionalizou e estatizou todos os bancos localizados em território nacional.

O Governo Federal, para impedir o alastramento da violência perpetrada, em ondas de violência que causam pânico no cordial e gentil povo brasileiro, decidiu, por decreto, assumir o controle de todas as emissoras de televisão e de rádio, de todos os jornais e revistas, e o do sinal dos provedores da internet. Com tal medida, implementada com rigor e convicção, o Governo Federal eliminará a resistência de agentes clandestinos antipatrióticos, que se fortaleciam, às expensas do povo brasileiro, à revelia do Governo Federal. A mídia golpista, traiçoeira, antipatriótica, pretendia eliminar o democraticamente eleito Presidente da República, com suporte estrangeiro, em especial de estadunidenses e de israelitas judeus, que, por não se contentarem, os primeiros, com o Rio Missouri e o Rio Mississipi, e os segundos, com o rio Jordão, estendem os seus tentáculos gadanhudos ao Brasil, para se apossarem do rio Amazonas, com ajuda dos seus cúmplices brasileiros cooptados por míseros dólares com estampa da efígie do famigerado tio Sam.

Para conter o ímpeto beligerante dos astutos inimigos do povo brasileiro – nazistas de bigodinho pernóstico idêntico ao do mentor deles, Hitler -, o Governo Federal tomou a única decisão cabível ao momento: Criou as Nações Indígenas Independentes nos territórios das reservas florestais, em sua maioria nos estados da região norte. As Nações Indígenas Independentes, governadas por brasileiros nativos silvícolas, os verdadeiros donos destas terras milenares, relacionam-se, amistosamente, com o povo brasileiro, sob os auspícios, aplausos e ovações de organizações globais, todas admiradas com a generosidade do Governo Federal.

O Governo Federal decidiu, movido por nobres sentimentos, entregar aos povos nativos silvícolas, de vínculos estreitos com a mãe terra, quatro milhões de quilômetros quadrados do território nacional, para conservar o controle, no Brasil, da paz e da ordem. Ao transferir a incumbência da administração de tal território aos silvícolas nativos, dotados de sabedoria milenar nativa, o Governo Federal concentra a sua atenção no Brasil grande, gigante pela própria natureza; com menos território para administrar, o Governo Federal economizará grandes somas de recursos, e melhorará o aprovisionamento das três forças militares que conservam, no Brasil, a paz e a ordem. Os olhos do Presidente da República inundaram-se de lágrimas ao assinar os documentos de transferência de metade do Brasil aos nossos irmãos nativos silvícolas, que imensurável contribuição deram à ereção do Brasil varonil, gigante pela própria natureza. Foi como se cortasse a própria carne. Tal cessão, voluntária e generosa, é imprescindível para a manutenção da paz e da ordem.

As Nações Indígenas Independentes, presididas por nativos silvícolas herdeiros de cultura milenar, sob a égide e o abrigo das organizações globais, viverão em relações amistosas com o Brasil, sabe o visionário Governo Federal.

De

Camarada Cidadão Patriota Missivista Oficial do Sistema Financeiro Nacional.

*

Nova Brasília, [data]

Ao

Camarada Cidadão Patriota.

Nunca, antes, em sua história, o Brasil sofreu golpes tão profundos, tão traiçoeiros, que ferissem tanto os brasileiros. O Governo Federal, que, num gesto de amor pelos brasileiros descendentes dos milenares povos nativos silvícolas deste continente, herdeiros de cultura milenar invejável, que erigiram civilizações singulares, irreproduzíveis pela civilização industrial e tecnológica, e que foram aniquilados pelos gananciosos e sórdidos burgueses capitalistas ocidentais, fascistas e hitleristas insensíveis, que devastaram o planeta, exaurindo-o, a ponto de destruí-lo (vide o aquecimento global, que recrudesce, ininterruptamente), por amor humanitário inspirado por elevados ideais de igualdade e justiça social, revogou leis e idéias nefastas – legadas ao Brasil pela monarquia brasileira, de triste memória, e pelo império português ibérico -, que agrilhoavam os legítimos donos destas terras e os encarceravam ao passado cavernoso, que se eternizava, e livrou-os da injustiça e da miséria ao entregar-lhes, num gesto de sacrifício voluntário, generosidade ímpar, metade do território nacional, recebe, como gesto de gratidão – é uma ironia -, um golpe traiçoeiro: Os nativos silvícolas associaram-se aos estadunidenses imperialistas colonizadores e aos burgueses capitalistas europeus ocidentais, e agrediram o Brasil, na diplomacia, e com ações bélicas. Nunca se viu, na história da civilização, golpe tão rasteiro, tão traiçoeiro, tão desumano, de um povo contra os seus benfeitores.

O Governo Federal entregou, generosamente, a metade do território nacional aos silvícolas nativos, como medida de compensação por todo o sofrimento deles, sofrimento decorrente de quinhentos anos de exploração desumana perpetrada pelos burgueses capitalistas europeus e seus descendentes que colonizaram e exploraram este continente, e de crimes perpetrados pelos descendentes de silvícolas nativos por cujas veias e artérias fluem sangue mesclado, inextricavelmente, no mesmo plasma, de povos silvícolas nativos, de povos negros africanos de ébano e de europeus de cultura israelita e judaica, nos quais o sangue corrompido dos bárbaros europeus preponderou e anulou as virtudes benéficas do sangue silvícola nativo e, principalmente, as do dos nativos da África e seus descendentes puros agrilhoados pelos escravocratas com o apoio dos sórdidos burgueses capitalistas europeus ocidentais e, principalmente, dos ibéricos. Felizmente, em milhões de indivíduos brasileiros miscigenados o sangue dos europeus ocidentais de cultura israelita e judaica foi absorvido e nulificado pelo nobre sangue de povos silvícolas nativos que viviam em comunhão amistosa com a natureza. Infelizmente, tal vínculo de nativos silvícolas com a natureza foi rompido em muitos indivíduos ao corroerem-se o sangue silvícola e o africano com o sangue dos europeus burgueses capitalistas ocidentais de cultura judaica e israelita. Os silvícolas nativos autênticos e os seus descendentes cujo sangue eliminou o sangue pernicioso dos burgueses capitalistas europeus contribuíram, com sangue, suor e lágrimas, para a construção e a consolidação da Pátria Brasileira.

Os silvícolas nativos, donos de um país imenso de quatro milhões de quilômetros quadrados, extensos rios volumosos, a maior bacia hidrográfica do mundo, receberam, do generoso Governo Federal, as suas terras milenares, com as suas riquezas naturais e minerais intactas, terras estas que os sórdidos burgueses capitalistas europeus haviam conquistado, na ponta das baionetas, no fio das espadas e no chumbo fundido das bombas lançadas de canhões, dos povos silvícolas nativos, quebrando, deles, o elo que os unia, num vínculo estreito, com a natureza. E os silvícolas nativos, para alegria de todo o mundo, criaram uma grande nação, as Nações Indígenas Independentes, gigante, como o Brasil, pela própria natureza. Para surpresa do Governo Federal, os silvícolas nativos mudaram o nome de sua nação para Nação Tribal Silvícola, e estabeleceram política externa inamistosa nas relações com o Brasil. Os povos silvícolas, além de não agradecerem ao povo brasileiro e ao Governo Federal, seu legítimo representante, pela generosidade concedida, agrediram o Brasil. E, para maior surpresa e espanto do Governo Federal, a Nação Tribal Silvícola fragmentou-se em dezenas de nações indígenas, que se engalfinham, para desgosto do Governo Federal, em batalhas sangrentas, e governos capitalistas burgueses ocidentais fornecem armas aos beligerantes, em alianças de ocasião, auferindo lucros imensuráveis, e os povos silvícolas nativos, em troca das armas, dão-lhes pedras raras e concessão para a exploração de pedras preciosas e de petróleo. Os burgueses capitalistas europeus, astutos como as raposas, traiçoeiros como os lobos, venenosos como as serpentes, foram, em pouco tempo, bem sucedidos na sua política de corrosão dos valores mais caros aos silvícolas nativos deste continente. Corrompidos, estes abraçam os valores que os precipitam na corrupção moral irreversível, na qual afundarão, inteiramente, até a aniquilação da civilização silvícola nativa, da qual não haverá vestígios.

O mais alarmante, abismável: a Grande Taba, nação silvícola nativa que se criou, devido à fragmentação da Nação Tribal Silvícola, no meio do território nacional, incrustada no coração do Brasil, deu início a bombardeios das regiões circunvizinhas, exigindo, do Governo Federal, a cessão de um território que lhes permita possuir uma saída para o oceano Atlântico. Repete-se, aqui, neste continente, a história milenar protagonizada por israelenses e palestinos, mas com inversão de papéis. No Oriente Médio, os reivindicadores palestinos são, há milênios, vítimas impotentes e frágeis da política genocida dos israelenses. Aqui, dá-se o oposto: os reivindicadores – os silvícolas nativos da Grande Taba – são os agressores; e os brasileiros, generosos e gentis, são os agredidos. Imperdoável, tal ato de ingratidão. O Governo Federal, com os seus aliados incondicionais, defenderá o povo brasileiro, pois é o legítimo representante das suas aspirações, sonhos e desejos.

O Brasil do futuro, gigante pela própria natureza, tem, hoje, a metade do território e o dobro do vigor.

É lamentável!, É lastimável!, que os nativos silvícolas, beneficiados pelo Governo Federal, sejam tão ingratos! O Governo Federal não se curvará. Defenderá o povo brasileiro, povo generoso e gentil. Na arena diplomática, defenderá os interesses do povo brasileiro contra o desejo dos nativos silvícolas de anexarem o território brasileiro à sua jovem nação. Os descendentes dos africanos de nacionalidade brasileira defendem, bravamente, o território nacional, no desejo de conservar a integridade territorial do Brasil, por amor à terra da qual extraem os seus víveres, a sua energia, a sua força, o seu vigor e a beleza pétrea dos seus músculos rígidos que sustentam a incomparável perfeição de seu porte físico. Os brasileiros descendentes de europeus são antipatriotas, pois servem aos burgueses capitalistas europeus ocidentais, aos burgueses capitalistas internacionais, aos imperialistas estadunidenses gananciosos, sórdidos, beligerantes cruéis e colonizadores genocidas, e aos israelitas judeus corruptores dos povos leais à mãe-natureza. O Governo Federal, visionário, prevê o recrudescimento dos conflitos entre os brasileiros descendentes de africanos –, que nutrem amor incondicional pelo Brasil, lutam pela conservação do território nacional, sacrificam a vida em defesa da pátria, rejeitam, altivos, a exortação de emigrarem para a África (sacrificam-se pela conservação da paz e da ordem, no Brasil, ao invés de usufruírem de vida prazerosa e cômoda nos pacíficos e prósperos países africanos) – e os brasileiros descendentes de europeus – que insistem em se conservar nestas terras porque sabem que, se emigrarem para a Europa, sofrerão nos decadentes países europeus; daí rejeitarem, assustados, amedrontados, acovardados, a ordem de regressarem ao continente de seus crudelíssimos e sanguinários ancestrais, que, na Casa Grande, seviciavam, com requintes de sadismo, os habitantes das senzalas.

O Banco, sob administração do Governo Federal, exige dos correntistas:

1, o comprovante de renda;

2, os documentos do seu patrimônio; e,

3, as notas fiscais de compra de produtos e as de prestações de serviços.

Os comprovantes, os documentos e as notas fiscais originais têm de ser apresentados ao Banco acompanhados de cinco vias autenticadas, que serão protocoladas.

O Governo Federal, em sua infalibilidade, não previu o ato traiçoeiro dos silvícolas nativos, e tampouco o do governo da China e o do governo da Rússia, outrora aliados do Governo Federal; servis, curvaram-se, reverentes, aos burgueses capitalistas ocidentais, aos israelitas judeus genocidas e mentirosos compulsivos, que disseminaram a mais vasta rede de corrupção moral da história da civilização, e aos sórdidos estadunidenses imperialistas e colonizadores.

De

Camarada Cidadão Patriota Missivista Oficial do Sistema Financeiro Nacional

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Nova Brasília, [data]

Ao

Camarada Cidadão Patriota.

O Governo Federal, devido à importação clandestina de armamentos de alto calibre e de grande poder de fogo, decretou, ontem, o bloqueio das importações e das exportações. Empresários brasileiros antipatriotas gananciosos, conluiados com burgueses capitalistas ocidentais inescrupulosos, estadunidenses imperialistas e israelitas judeus genocidas, enviavam, ao exterior, em troca de armamentos, víveres e matérias-primas a preço de banana, e os estrangeiros auferiam lucros exorbitantes à custa do sangue do povo brasileiro, que morre aos milhões nos conflitos fraternais viscerais. Os armamentos eram entregues aos silvícolas nativos da Grande Taba, nação silvícola incrustada no território nacional, com o propósito de eviscerá-lo. Com a eliminação do comércio exterior, o Governo Federal conservará a paz e a ordem no Brasil, gigante pela própria natureza, cujo povo é gentil e não desiste nunca.

O Governo Federal, para o seu conhecimento, estatiza a economia e eleva a alíquota do imposto de renda para 90% para as pessoas que ganham acima de R$ 10.000,00 anuais. A renda auferida com o recolhimento do imposto de renda será distribuída aos brasileiros com renda mensal inferior a R$ 50,00, medida indispensável para a eliminação da desigualdade e injustiça sociais.

O Governo Federal, por intermédio do Banco, para melhor atendê-lo, administra, a partir de hoje, o seu dinheiro, liberando-o para o trabalho, inadiável, de atuar, em benefício do Brasil, nos campos de batalha, em território nacional, para a manutenção da paz e da ordem. O Governo Federal concentra todos os esforços e todos os recursos na manutenção da paz e da ordem, e não perderá o controle da situação. Administrando o seu dinheiro, o Governo Federal assumirá a tarefa de comprar para você todos os provimentos de sua necessidade, impedindo, assim, com tão sábia medida, que você desperdice o seu dinheiro, que, na verdade, é patrimônio do Governo Federal, que o imprime e o põe em circulação, com inutilidades burguesas capitalistas.

O Governo Federal tomou estas medidas para salvaguardar a paz e a ordem no Brasil, gigante por natureza, em decorrência da transferência de recursos para o esforço de guerra contra as dezenas de nações de silvícolas nativos que, sob influência da Grande Taba, esta nação traiçoeira e ingrata incrustada no território nacional, laceram, com facadas certeiras, o coração do Brasil, que se esvai em sangue e em espasmos de dor e angústia, unidas aos brasileiros brancos, loiros e de olhos glaucos descendentes de europeus de cultura israelita judaica.

Aflorados os instintos animalescos, insanos e brutais da sordidez burguesa capitalista ocidental européia latentes no âmago da integridade dos puros descendentes dos europeus e dos não-puros (descendentes de europeus miscigenados ou com silvícolas nativos, ou com negros africanos, ou com amarelos asiáticos, ou com árabes, nos quais prevaleceu o sangue corrompido dos europeus, que anulou a bondade e a nobreza ingênita dos outros povos), os antipatriotas brasileiros transferiram recursos incalculáveis aos inimigos do Brasil, para o aprovisionamento das suas tropas.

O Governo Federal detectou os baluartes dos antipatriotas, no território de São Paulo, e não se surpreendeu. São Paulo sempre foi fonte de ambigüidade política. Os paulistas sempre foram ladinos e traiçoeiros. Dissimulam a sua ganância em votos de amor pelo Brasil; a despeito dos votos enfáticos de amor pelo Brasil, atuam, nos bastidores, em favor dos burgueses capitalistas ocidentais, dos europeus colonizadores fascistas e hitleristas, dos israelitas judeus genocidas e mentirosos compulsivos, e, principalmente, dos estadunidenses capitalistas colonizadores e imperialistas desumanos. Os paulistas arquitetam, mais uma vez, um golpe contra o Governo Federal. Repetem, hoje, a política antipatriótica de 1932. Não triunfarão, do mesmo modo que não triunfaram naquele fatídico e malfadado ano. A sua política malsucedida, infelizmente, não serve de exortação aos novos antipatriotas.

Devido às despesas inerentes a tão vasto esforço, o Banco, agente do Governo Federal, digno e legítimo representante do povo brasileiro, debitará, automaticamente, de cada conta corrente, R$ 100,00, todo início de mês, para o esforço de guerra contra os inúmeros e incansáveis inimigos externos, cuja força humana e recursos naturais, materiais e bélicos, prevê o visionário Governo Federal, não irá se exaurir num futuro próximo, e a guerra, portanto, se perpetuará até as calendas gregas. O Governo Federal, para a conservação da paz e da ordem, e para melhor atender os trabalhadores nacionais e as suas famílias, concentra todos os recursos disponíveis no esforço de guerra contra os seus inimigos viscerais, os traiçoeiros e ingratos silvícolas nativos.

De

Camarada Cidadão Patriota Missivista Oficial do Sistema Financeiro Nacional.

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