Alarmismo ambiental. Fome. Autoritários. Transhumanismo. Guerra na Ucrânia. Soberania Brasileira. Notas breves.

O alarmismo ambiental é mentiroso, criminoso, nefasto. Os ambientalistas alarmistas assopraram as trombetas do apocalipse, que já ocorreu, e ontem, e os humanos, indiferentes ao destino da Terra, não perceberam. É um fenômeno eterno o fim-do-mundo que os ambientalistas xiitas anunciam, diuturnamente, a conservar suspensa a respiração de quem lhes dá ouvidos. O mundo já acabou, conclui quem se dispõe a fazer de seus ouvidos penicos dos salvadores da Terra.
Em defesa das políticas ambientais suicidas, que redundarão, sabem os sensatos – e a voz destes não sensibiliza os donos-do-mundo -, no fim da Terra, os financiadores das políticas ambientalistas mundiais ocultam de todos as notícias alvissareiras, que, além de lhes contestarem a narrativa, ao mundo mostram que as coisas não estão a ir de mal a pior, os humanos a chegarem ao ponto de dizimar a vida na Terra.
Uma reportagem, de autoria de Luis Dufaur, publicada no site ‘Verde: A Cor Nova do Comunismo’, publicada, no dia 20 de Março deste ano de 2.022, “Mais de 550 Novas Espécies Descobertas em 2.021.”, dá a conhecer notícia que anima quem não se dobrou às mentiras reinantes. Para espanto de muita gente, que, boquiaberta, passeia seus olhos pelas palavras que recheiam o artigo, sabe-se que ainda há muito a se conhecer: não estão catalogadas todas as espécies de seres vivos existentes na Terra. Fala-se na reportagem da descoberta de crustáceos – cuja figura lembra a dos camarões -, criaturas que vivem em lagos, em fossas oceânicas e em outros locais, e da de vespas, e caranguejos, e mariposas, e moscas, e besouros, e anfíbios, e répteis, e plantas. Ao fim da leitura, conclui-se que a ignorância dos humanos acerca da vida na Terra, de sua diversidade, é maior do que se pensa, do que querem dar a entender que é. Que imagine quem tem o dom da imaginação o que há para se conhecer nos oceanos e na floresta amazônica, regiões quase que inteiramente inexploradas pelos seres humanos. Há quem diga que os humanos sabemos mais da Lua do que do fundo dos mares.

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A crise econômica provocada, não pelo coronavírus, mas pelas políticas sanitárias insanas decretadas em escala global, aumenta a escassez de gêneros alimentícios em muitos países e provoca a elevação do preço de alimentos em praticamente todos os países. E em algumas nações, Madagascar, Etiópia, Sudão do Sul e Iêmen, o que já era ruim piora, e a olhos vistos.

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São impressionantes, e assustadoras, a desfaçatez e a violência – verbal, que pode se traduzir em violência física – daqueles que pretendem impor sua visão-de-mundo a todo o mundo; movem eles montanhas para removerem da frente toda e qualquer pessoa que não se prosterna, pusilanimemente, diante deles.

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Klaus Schwab, em um curto vídeo, no Fórum Econômico Mundial, fala do Great Reset e da Quarta Revolução Cultural. E muita gente diz que o Great Reset – da mesma forma que a agenda ONU 2030 – é teoria da conspiração. E é teoria da conspiração, também, a ideologia transhumanista, a interface humano-máquina (cérebro humano e computador interconetados), um trambolho apelidado de Neurolink – alô, Elon Musk! -, idéia, esta, que está no livro “Muito Além do Nosso Eu.”, de Miguel Nicolelis, e a ereção de um Estado Global onipotente, onipresente, omnissapiente. São teorias da conspiração mesmo depois de elas saírem do papel, e concretizarem-se.

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Kassandra Marr informa que o Conselho de Segurança da ONU publica uma declaração, que conta com a assinatura da Rússia, a considerar, num vocabulário de quem pisa em ovos, para não ferir brios do governo russo, um conflito, um conflito, unicamente, a guerra que ora se desenrola aos olhos de meio mundo.

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É a Ucrânia prostituta da OTAN; e a OTAN dos Estados Unidos, declaram alguns dissidentes, seres que se negam a papaguear a narrativa da mídia ocidental. E pergunto: Os Estados Unidos são a prostituta de quem? Os atuais passos do Tio Sam são de estranhar toda pessoa que tem nele um modelo perfeito de defensor da Liberdade, da Justiça e da Democracia, valores universais dos quais, pensa-se, ele não abre mão e em defesa dos quais não titubeia.

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Chamaram a atenção alguns comentaristas de política tupiniquim a uma fala, ou a uma postagem em rede social, não sei, de Luís Inácio Lula da Silva, candidato a presidente do Brasil: a que trazia a informação de que ele, se eleito presidente, irá valorizar a soberania brasileira, e para tanto fortalecerá instituições supranacionais, o Mercosul, a Unasul, a Celac e o BRICS. Viram em tal afirmação asneiras das grossas, a mais rematada tolice. Mas desapaixonadamente, e sem se impelir pelo ódio visceral ao personagem indigitado acima, deve-se perguntar, considerando o contexto político internacional, se ele disse alguma asnice monumental e se pode o Brasil prescindir de alianças com outras nações, com algumas dentre elas agrupadas sob esta ou aquela sigla. Reprovar a opção dele pelo Mercosul, que nenhum bem trouxe ao Brasil – aliás, ao Brasil só trouxe dissabores e aborrecimentos – e à Unasul e à Celac, entendo; são escolhas decididas por identidade ideológica. Mas, e a presença do Brasil no BRICS? A filiação do Brasil ao BRICS favorece, ou não, a soberania brasileira? Não nos esqueçamos que três dos outros quatro países – Rússia, na atualidade a segunda maior potência militar, Índia, potência econômica, militar, cultural e política em ascensão, e China, a maior economia nacional, se se considerar a paridade do poder de compra da sua moeda – são ciosas cada qual da sua soberania nacional, mas não dispensam a aliança, para fazer frente à UE e à OTAN, com os outros membros do BRICS. O Brasil tem recursos para levantar, em nome de sua soberania, vôo solo, dispensar toda e qualquer aliança estratégica, agir tal qual um lobo solitário, orgulhoso de seu poder – que é, sabemos, fruto da imaginação, irrealista, vou assim dizer, de nacionalistas fervorosos, que estufam o peito para cacarejar suas patriotadas impotentes -, e encarar, de peito aberto, as outras nações, principalmente as mais poderosas? Que o Brasil participe, sem abrir mão de sua soberania, de grupos supranacionais, mas que sejam estes os que o fortaleçam, e não os que o enfraquecem. E não se pode deixar de apontar: o presidente Jair Messias Bolsonaro, assim me parece, não é hostil ao BRICS.

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