A Difícil Arte de Arrumar no Prato o Arroz e o Feijão.

– Bom dia.

– Bom dia.

– O senhor pode nos conceder um minuto do seu tempo para nos responder uma pergunta a respeito dos seus hábitos alimentares?

– Sim.

– O senhor já almoçou, hoje?

– Já.

– O que o senhor comeu?

– Tomate, ervilha, ovo frito, cebola, e um bife, e arroz e feijão.

– O senhor comeu arroz e feijão?

– Sim.

– O senhor pôs o arroz em baixo, ou em cima, do feijão?

– Em cima.

– O senhor conhece os estudos sociológicos e antropológicos a respeito da disposição do arroz e do feijão no prato?

– Não.

– O senhor sabe qual é o simbolismo que a disposição, no prato, do arroz em cima do feijão representa?

– Não. Existe um símbolo?

– Sim. Existe, sim, senhor. O senhor sabia que é a mensagem implícita o ódio que o homem branco sente pelas pessoas negras? Sendo o senhor um homem branco…

– Que!? Absurdo! Eu não odeio os negros.

– Odeia, sim.

– Não odeio, não. Tenho muitos amigos negros. E uma das minhas duas cunhadas é negra. E ela é mulher honesta, esposa exemplar de meu irmão, mãe dedicada, amorosa. Mulher respeitável, adorada, e com ela dou-me muito bem.

– O senhor não sabe que odeia os negros, mas os odeia. O sentimento de ódio está implícito no ato de pôr, num prato, o arroz em cima do feijão. Estar em baixo é o mesmo que inferioridade, e estar em cima, superioridade. No subconsciente coletivo de um povo branco patriarcal, de passado escravocrata, todo ato carrega uma carga emocional de preconceito racial, inscrito nos genes do homem branco; sem o saber, deixa-se transparecer tal valor racista nos mais simples gestos. O senhor já se perguntou porque o senhor põe o arroz em cima do feijão?

– Mas o feijão que eu como não é preto; é marrom, carioquinha, e marrom bem claro, quase branco.

– No inconsciente coletivo, o feijão representa a pessoa negra.

– Eu nunca pensei tal pensamento. Que eu saiba, feijão é feijão, seja o carioquinha, que eu como todo dia, seja o preto, que eu como, nos churracos, nos fins-de-semana.

– O senhor nunca pensou no simbolismo da disposição do arroz e do feijão, no prato, o arroz em cima do feijão, porque o senhor herdou de seus ancestrais brancos o preconceito do homem branco pelo homem negro.

– Para mim, feijão é feijão, e arroz arroz. Não há homem branco e homem negro em tal história; há apenas arroz e feijão.

– Realizamos interessantes estudos de comportamento a respeito dos hábitos das pessoas brancas. O senhor não imagina a carga emocional de ódio ao negro que o senhor carrega no seu subconsciente.

– Eu não odeio os negros.

– Odeia, sim.

– Eu, que me conheço há cinquenta anos, sei que não os odeio, e você, que nunca vi mais gordo, quer me dizer que me conhece melhor do que eu me conheço?!

– Estudei, na faculdade, sociologia,antropologia, e psicologia. Tenho amplos conhecimentos de psicologia social e de sociologia da psicologia, sociologia da história, sociologia genética, antropologia social, e outras disciplinas do campo de humanas. Sei ver além do que as pessoas sem instrução conseguem, e podem, ver: todas as pessoas brancas, já é do conhecimento de todos os estudiosos de humanas, carregam, no mais íntimo de seu ser, o ódio preconceituoso pelos negros. E no ato de pôr o arroz em cima do feijão está implícito tal preconceito racial.

– ‘tá bom. Você me convenceu. A partir de amanhã, irei pôr o feijão em cima do arroz.

– O senhor sabe qual mensagem está implícita em tal disposição, o arroz em baixo do feijão? O senhor tem idéia do valor simbólico do arroz em baixo do feijão?

– Sei: a de que eu gosto de comer feijão e arroz.

– Qual é a mensagem implícita na disposição, no prato, do arroz em baixo do feijão?

– Mensagem implícita!? E há mensagem implícita?!

– Há.

– E qual é? Diga-me, sabichão.

– Eu já disse ao senhor que o feijão é o símbolo da pessoa negra; e o arroz, digo, é o da pessoa branca. Ao pôr o feijão em cima do arroz, o homem branco, ao se pôr a comer do almoço, irá, primeiro, comer o feijão, que está em cima do arroz, e, depois, se a fome ainda lhe alimentar espírito, irá comer o arroz, que está em baixo do feijão. O senhor não percebeu o símbolo racial que tal disposição do arroz e do feijão representa. Fosse o senhor um homem instruído, o detectaria, no ato. Veja: se está o feijão, que representa a raça negra, em cima do arroz, que representa a raça branca, então, a pessoa, ao pôr-se a comer do que há no prato, leva à boca, primeiro, o feijão, que representa, repito, a raça negra; é, portanto, o corolário: mata-se a gente negra, primeiro; se a fome persistir, mata-se a gente branca; se não, a gente branca salva-se. Mas os negros sempre são sacrificados.

– Que absurdo.

– Absurdo?! O senhor não faz idéia dos significados raciais do simples ato de arrumar, no prato, arroz e feijão. E não fazendo idéia, não pode alcançar seu espírito, de homem branco de uma sociedade de passado escravocrata, e assim jamais empreenderá esforço sincero para apreender a mensagem implícita em todos os seus atos de herdeiro cultural de uma sociedade racista. Ao pôr o arroz em baixo do feijão, está-se, sem o saber, a indiciar que se está disposto a, é o desejo subjacente, sacrificar o povo negro, e talvez avançar contra o povo branco, ato, este, simbolizado no apetite, que talvez não seja tão feroz quanto se pensou que fosse ao preparar o prato; aqui, o homem branco, deixando, no prato, de resto, o arroz, está a comunicar seu desejo de livrar da morte os brancos.

– Eu jamais deixei restos… Não desperdiço comida.

– Não vem ao caso, se o senhor deixa, ou não, restos. O simbolismo do sacrifício dos negros está implícito no ato de pôr o feijão em cima do arroz, independentemente de o homem branco comer, ou não, todo o arroz.

– Tudo bem, amigão, tudo bem. Não irei pôr o feijão em cima do arroz. A partir de amanhã, melhor, a partir de hoje, à noite, se eu jantar, irei pôr o feijão no lado direito do prato, e o arroz no esquerdo.

– O senhor já pensou no simbolismo implícito de tal ato?

– Que simbolismo implícito!?

– É unânime, entre os historiadores, que o nazismo e o fascismo são ideologias políticas situadas à direita do espectro político; portanto, ao se pôr o feijão à direita do arroz, associa-se a raça negra ao fascismo e ao nazismo; sabendo-se que tais ideologias as defendem tipos humanos inescrupulosos, sórdidos, genocidas, associa-se os negros à sordidez, ao genocídio.

– Então, irei pôr o feijão à esquerda do arroz.

– O senhor não está me entendendo.

– Não?!

– Não. Veja bem. Há duas ideologias políticas: a da esquerda e a da direita. A da direita é extremista, intolerante, radical, fascista e nazista, e racista. Persegue, e mata, as pessoas da esquerda, para dizimá-las. A esquerda, que é democrática, é defensora da justiça social. Ao separar o feijão, no prato, à esquerda, e, à direita, o arroz, cria-se um símbolo de segregação racial, isolando-se dos brancos os negros, assim facilitando, pelos brancos, que são racistas, a identificação dos negros, o que favorece a perseguição e a morte destes por aqueles. Está implícita tal mensagem em tal disposição, no prato, do arroz e do feijão. É um símbolo…

– Já entendi, amigo, já entendi. Amanhã, no almoço, eu farei o seguinte: em vez de pôr o feijão à esquerda, ou à direita, e o arroz, à direita, ou à esquerda, irei pôr o feijão na metade do prato mais distante de mim, e o arroz na metade mais próxima.

– Se o senhor entendesse a mensagem implícita em tal símbolo, que está implícito…

– E há símbolo implícito, neste caso, também?!

– Sim. Há. O senhor nunca estudou simbologia da culinária, da cultura da alimentação, e da associação umbilical entre os alimentos e a cultura história dos povos. Infelizmente, muitas pessoas preferem ignorar tal assunto, e zombar de quem se dedica a estudá-lo, do que reconhecerem-se ignorantes. Estudei o assunto racial durante vários anos. E sei o que digo. E entendo as mensagens implícitas nos atos mais comuns dos homens, que ignoram o real, verdadeiro símbolo deles. O senhor não faz idéia de qual é a mensagem implícita em se pôr, no prato, mais distante da pessoa, o feijão do que o arroz.

– E qual é a mensagem implícita? Estou curioso para saber qual é.

– É a mensagem implícita à do desprezo do homem branco pelo homem negro.

– Você está me dizendo que eu desprezo os negros?

– Sim.

– Eu já disse para você, cara, que tenho amigos negros e uma cunhada negra. E eu os amo.

– O senhor pensa que os ama. O senhor quer acreditar que os ama, mas o senhor os odeia.

– Eu os odeio!?

– Sim. O senhor os odeia. O senhor não sabe que os odeia. Mas eu sei que o senhor os odeia. Os meus estudos, em faculdade renomada, garantem-me a certeza da minha asserção. O feijão, no prato, na metade mais distante de quem arrumou o prato, é o símbolo do desejo dos homens brancos manter os homens negros longe, distantes, pois o contato do corpo dos brancos com o corpo dos negros, enoja os homens brancos, que não desejam sequer sentir o odor corporal dos negros. Os homens brancos, com tal disposição do feijão e do arroz no prato, é o símbolo representado, quer manter os homens negros afastados, pois os despreza.

– Então, eu irei pôr o feijão na metade do prato que estiver mais próxima de mim.

– O senhor quer manter os negros à rédea curta, não é mesmo?

– Que!? Ora, eu ponho o feijão mais perto…

– E por que o senhor irá pôr o feijão mais perto do senhor? Não nos esqueçamos: o feijão é o símbolo da raça negra. O feijão mais perto, no prato, de quem no prato o arruma, indica que o homem branco quer que os negros fiquem ao alcance de suas mãos, para mais facilmente capturá-los caso eles queiram fugir; e o arroz, no prato, na metade mais distante, indica o homem branco, que impede a fuga do homem negro, cercando-o.

– Eu nunca pensei em tudo o que você me disse. Se separar, no prato, o arroz e o feijão é ato reprovável, condenável, então, na minha próxima refeição, que se dará, hoje, à noite, no jantar, ou amanhã, no almoço, ao meio-dia, irei misturar o arroz e o feijão. E a partir de então, eu não mais irei separá-los. Ficarão misturados para sempre.

– Na mistura do arroz com o feijão está implícito o desejo de promover a miscigenação.

– E não é bom?! Assim, todos miscigenados,não havendo brancos e negros, não haverá atritos entre negros e brancos, que, juntos e misturados, constituirão uma, e só uma, e apenas uma, raça. E teremos harmonia entre os povos. Não haverá mais guerras raciais.

– O senhor se engana.

– Engano-me!?

– Sim. Engana-se. O senhor foi seduzido pelo discurso do brasileiro gentil que acredita numa idéia falaciosa: a da democracia racial. Tal idéia promove a extinção, dentro de quatro, cinco, seis gerações de miscigenados, da raça negra. Ora, sabe-se que, os da primeira geração de um casal composto por um negro e uma branca, ou por um branco e uma negra, tem pele mais clara do que a do genitor, ou genitora, negro, negra, e se este produto miscigenado da primeira geração conjuga-se com um branco, ou com uma negra, a geração seguinte terá pele ainda mais clara do que a do seu ascendente imediato. Com o passar das gerações, os negros desaparecerão. E é este o símbolo da miscigenação, símbolo que está implícito na mistura, no prato, de arroz e feijão. É a sua mensagem implícita o genocídio da raça negra.

– Parece-me que você entende de símbolos e mensagens implícitas.

– Sim. Entendo. Estudei, eu já disse, e repito, sociologia e antropologia e psicologia. Tenho formação intelectual apropriada para saber o que alimenta o ser dos seres humanos. O senhor prova, ao acreditar que é a miscigenação benéfica à sociedade, que não entende seus desejos e pensamentos.

– Eu não sei o que desejo e penso? A miscigenação…

– O senhor não tem o preparo intelectual para se analisar, para se conhecer, e tampouco avaliar o que está no seu subconsciente.

– Quer saber de uma coisa, amigão?! Eu jamais irei comer arroz com feijão. Irei pôr, no prato, a partir de agora, apenas arroz, e só arroz.

– O senhor, assim agindo, dará uma mensagem: a de que os negros devem ser extintos.

– O quê!? Eu, desejar a extinção dos negros!? Longe disso! Conheço muitas pessoas negras. Por que eu lhes desejaria a morte?

– É o que o símbolo indica.

– Que símbolo!?

– O da presença de arroz, unicamente arroz, no prato. Se o arroz é o símbolo do homem branco, e o feijão do homem negro, então a ausência, no prato, de feijão representa a exclusão social do homem negro, ou, melhor, de sua extinção, pois a única maneira de excluí-lo definitivamente do convívio social se faz dizimando-o.

– Pôxa vida! Está implícita tal mensagem na participação exclusiva do arroz no prato?!

– Sim. Está.

– Então, o meu prato jamais verá um grão de arroz. Agora, só feijão. Só feijão.

– E a mensagem implícita que tal símbolo representa?!

– Quê!? Você ‘tá de brincadeira! Há mensagem implícita, neste caso, também?!

– Sim. Há.

– E qual é?

– O desejo do homem branco de manter cativos na senzala os negros. Neste caso, o prato representa o cárcere, e o cárcere dos negros é a senzala. E é o proprietário da casa grande o homem branco. É o símbolo, em tal caso, o desejo do homem branco em ter os negros sob seu domínio; assim, pode o homem branco vergastá-los, no pelourinho, ao seu bel-prazer sádico, desumano.

– Você venceu, amigão. Você venceu. Jogo a toalha. Fui à nocaute, aceito. Admito a derrota. Entendi o recado: o arroz representa a raça branca, e o feijão a negra. Entendi. Não irei incorrer em outro ato preconceituoso e racista ao comer feijão e arroz. Melhor, ao pôr arroz e feijão no meu prato. Jamais. Nunca. E sabe por quê?

– Não. Não sei.

– Você quer saber por quê?

– Sim. Eu gostaria de entender o que o senhor me disse. Se puder me fazer tal gentileza…

– Sim. Posso. Eu não irei, nem hoje, tampouco amanhã, menos ainda em todos os outros dias que me restarem de vida, comer arroz e feijão. Nunca mais. Não comerei arroz com feijão, nem o arroz, e só o arroz, e muito menos o feijão, e só o feijão. Estou mudando os meus hábitos alimentares. Será outra a minha dieta, e nesta não entrarão o arroz e o feijão; nenhum dos dois. Meus pratos jamais verão arroz e feijão. Jamais me prepararei pratos que tenham, no cardápio, arroz e feijão. Jamais. Você está satisfeito?!

– Você conhece a mensagem implícita…

– Que mensagem implícita!? Não irei pôr arroz em cima do feijão, e nem feijão em cima do arroz, e nem o arroz à esquerda do feijão, e nem o arroz à direita do feijão, e nem… Ora, que mensagem implícita, se no meu prato haverá de tudo, até pedra e tijolo, menos arroz e feijão?!

– Se o senhor estivesse intelectualmente preparado para captar as sutilezas simbólicas dos atos corriqueiros do homem branco, detectaria a mensagem racista que se transmite ao não se pôr arroz e feijão no prato. A ausência simultânea, no prato, de arroz e feijão, simboliza uma artimanha, concebida pela raça branca, de simulação de igualdade entre as raças, sendo que, na verdade, indica o desejo de os brancos induzirem os negros a neles acreditarem, e assim os negros, confiando nos brancos, não se praparam para revidar os ataques que os brancos irão lhes desferir.

– Ah! Pelo amor de Deus! Cansei-me desta conversa, que eu deveria ter encerrado antes de iniciá-la. Dê-me licença. Perdi muito tempo ouvindo suas asneiras. E tenha um bom dia.

– O senhor disse que no seu prato não haverá arroz e feijão, mas haverá pedra e tijolo. O senhor sabe qual é a mensagem implícita…

– Sei. Sei, amigão. Sei. A mensagem implícita está no meu subconsciente: irei esmagar sua cabeça com pedradas e tijoladas. Soterrarei você sob uma tonelada de tijolos e pedras, que são, as pedras e os tijolos, símbolos do meu poder. Agora, suma da minha frente. É uma ordem, cuja mensagem explíta é…

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