Ninguém pode deter o Fanático – HQ – estória do Homem-Aranha – Argumento: Roger Stern; arte: John Romita Jr. e Jim Mooney

Madame Teia, clarividente, sensitiva, cega, no seu apartamento acomodada na cadeira que lhe conserva a vida, vaticina, durante um pesadelo, sua morte por uma gigantesca criatura de aspecto demoníaco. Assustada, telefona para Peter Parker, o homem que nas horas vagas veste o uniforme do Homem-Aranha, e fala-lhe do pesadelo. Enquanto isso, no mar, à bordo de um barco estão Black Tom Cassidy, o capitão, e Fanático (Juggernaut – seu nome na edição americana), brutamontes poderoso, protegido por uma armadura indestrutível dotada de campo de força, e cujos poderes ele adquiriu ao encontrar, num templo oriental, o rubi místico de Cyttorak. Contrariando as orientações de Black Tom Cassidy, que o contratara para raptar Madame Teia, Fanático lança-se às águas, e caminha, pelo fundo do mar, até o Battery Park. Madame Teia, em transe, detecta-lhe a aproximação, e telefona para o Clarim Diário, onde se encontrava Peter Parker. Peter Parker fala-lhe ao telefone, e ouve, dela, a má notícia, e sai, às pressas, do prédio. E do mar emerge Fanático, que ruma, sem se deparar com obstáculos que lhe atrasem o avanço, em direção ao prédio em que vive Madame Teia, abandonando atrás de si um rastro de destruição. Nada e ninguém o detêm. E anuncia-se o Homem-Aranha, que de imediato encaixa, em Fanático, um golpe que nem sequer lhe faz cócegas; e bastou este primeiro ato da contenda para o super-herói se convencer de que enfrentava um vilão que lhe era infinitamente superior, o que não o impede de persistir da batalha – e faz uso de artíficios que se revelam inúteis. E Fanático prossegue jornada rumo ao seu destino. E Madame Teia telefona para um escritório de contabilidade, para cujo interior Fanático arremessara o Homem-Aranha, e para este dá informações que lhe inspiram vagas lembranças de eventos passados e a evocação do nome do Doutor Estranho (Stephen Strange), à cuja mansão, no Greenwich Village, ele, à procura dele, se dirige, e vem a saber que nela ele não se encontra. Madame Teia tenta, em vão, contatar os Vingadores e o Quarteto Fantástico. E Fanático segue, sem se deparar com obstáculos significativos, sua jornada. No caminho, passa por um esquadrão especial da polícia de Nova Yorque, comandado pelo tenente Kris Keating, que lhe descarrega bombardeio de artilharia pesada que nem sequer lhe arranha a armadura. E chega, enfim, ao prédio em que vive Madame Teia; e depara-se, nos corredores, com barreiras feitas de teia, teia do Homem-Aranha. À porta de entrada  do apartamento de Madame Teia, encontra uma barreira de teia, que, sem ele saber, estava conectada a um gerador de alta tensão, que, acionado, lhe descarrega um milhão de volts que sequer lhe dão coceira no nariz. Superado este obstáculo que o Homem-Aranha lhe pôs à frente, o Homem-Aranha soterrado sob os escombros caídos do teto, agarra Madame Teia, e a remove da cadeira. E Madame Teia desfalece, intrigando-o. Homem-Aranha diz-lhe que ela, desligada da cadeira, que lhe era vital à existência, morre. Contrariado, Fanático larga-a como se se livrasse de uma coisa qualquer, retira-se do quarto, e do prédio, e segue rumo ao Rio Hudson. E Homem-Aranha, após certificar-se de que Madame Teia está aos cuidados de enfermeiros, renova a sua vontade de deter Fanático, e lança-se-lhe à caça, certo de que não poderia derrotá-lo. E segue-lhe o rastro de destruição. E lança contra ele uma viga metálica, e uma bola de demolição, e um caminhão-tanque. E Fanático segue, incólume, em direção ao Rio Hudson. Revelaram-se inúteis todos os objetos que o Homem-Aranha arremessara contra ele. Era patente o insucesso do Homem-Aranha. Enfim, após o vão emprego dos inúmeros artifícios que empregou para deter o Fanático, é Homem-Aranha, num golpe de sorte, bem-sucedido.

No primeiro parágrafo, um resumo da trama urdida por Roger Stern, ilustrada por John Romita Jr. e Jim Mooney, colorida por Glynis Wein, e protagonizada pelo Cabeça de Teia, o Amigão da Vizinhança, Homem-Aranha, um ícone da cultura pop mundial.

Tal estória, que no original americano está publicada, em dois episódios, “Nothing can stop the Juggernaut!” e “To Fight the Unbeatable Foe.”, respectivamente nas edições 229 e 230 da revista Amazing Spider-Man, ambas de 1982, foi publicada, no Brasil, em 1986, pela Editora Abril, no número 37 da revista Homem-Aranha. É simples a sua trama. Despretensioso, o roteirista narrou uma aventura de um herói que, mesmo poderoso, tinha diante de si, e sabia disso, um vilão que ele não podia igualar, não podia vencer – mesmo assim o enfrenta, certo de que seria por ele derrotado. O Homem-Aranha não tinha outra opção. Não havia outro herói que pudesse ajudá-lo a enfrentar Fanático. Ele, e apenas ele, tinha de enfrentá-lo, e assim ele fez, e sem hesitar. Conquanto soubesse que o desenrolar do embate não lhe seria favorável, iria emular seu gigantesco, poderoso e invencível oponente, que, de tão superior lhe era, poderia matá-lo. A sua atitude, a de um herói, um autêntico herói, disposto, até mesmo, a sacrificar sua vida em favor de gente que nenhum meio tem para se defender de um vilão tão poderoso, vilão que ninguém poderia deter, como informa o título desta extraordinária aventura de um espetacular personagem que veio à luz das mentes férteis de Stan Lee e Steve Ditko.

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As aventuras de Calvin e Haroldo – de Bill Watterson

A editora Conrad publicou, nos anos 2008 e 2009, dois volumes de histórias em quadrinhos de Calvin, um menino de seis anos cujo melhor amigo é Haroldo, seu tigre de pelúcia, com quem protagoniza aventuras hilariantes com uma boa dose de drama e boas pitadas de filosofia.
Em “Criaturas Bizarras de Outro Planeta” (Weirdos from another planet!, edição americana de 1990) e “A Hora da Vingança” (The Revenge of the Baby-Sat, de 1991) estão reunidas centenas de tirinhas de histórias de Calvin e Haroldo, personagens de uma seleta galeria de heróis de quadrinhos para crianças – e para adultos também; por quê não!? Qualquer pessoa, seja um menino de seis anos, seja um jovem de quinze, seja um adulto de trinta, seja um velho de oitenta, dotada de sensibilidade, vive momentos de intensa alegria ao acompanhar as peripécias da criança mais gentil, divertida, ingênua, sonhadora, malvada, esperta e birrenta da história mundial em todos os tempos). É Calvin, uma personagem poliforme. Seu criador, Bill Watterson, não criou uma caricatura de criança, um estereótipo, uma personagem unidimensional, emprestando-lhe, unicamente, um traço de personalidade; neste ponto, é Calvin um tipo superior aos personagens do Maurício de Sousa, o mais bem-sucedido quadrinista brasileiro.
Além de Calvin e Haroldo, participam das histórias o pai de Calvin; a mãe de Calvin; Susie Derkins, menina da idade de Calvin, com quem ele se implica; Rosalyn, a babá; a professora, de nome sugestivo, senhora Wormwood; e Moe, um garoto briguento, um bully, cujo esporte predileto é bater em Calvin.
Calvin vive às turras com seus pais. O mundo em que os três vivem é o mesmo, mas a mente de cada um deles o vê de modos distintos, o que os conduz à colisão o tempo todo.
É um menino de fértil imaginação, solitário, como o é, pode-se dizer, toda criança; e como toda criança, não encontra nos adultos uma inteligência igual à dele, fantasiosa, sempre a espantar-se, no sentido de admirar-se, com os fenômenos do mundo, mundo que ele vê com olhos ingênuos – irrealistas, direi, em sua imaginação – chegando a conclusões absurdas acerca dos eventos que presencia; e sendo os adultos seres incapazes de o compreenderem, encontra, em Haroldo, o seu tigre de pelúcia, o seu interlocutor, o seu alter-ego, o seu confidente, que o ouve, que o aconselha, com quem ele mantêm altercações filosóficas sobre a origem da vida, o seu destino. É Haroldo o amigo imaginário de Calvin. Melhor: é Haroldo uma segunda personalidade de Calvin, que, em monólogo, dialoga  consigo mesmo, fazendo de Haroldo o seu interlocutor. É Haroldo o Mister Hide, monstruoso alter-ego do doutor Jekyll; ou seria Calvin o Mister Hyde, e Haroldo o doutor Jekyll!? Considerando a personalidade de Calvin e a de seu tigre de pelúcia, inclino-me a acreditar que a segunda hipótese é a correta.
Em imaginação, Calvin, assumindo o papel do astronauta Spiff, ora visita o planeta Mok, ora o planeta Zog, ora o planeta Zokk, ora o planeta Gork. Em tais planetas, enfrenta monstros crudelíssimos e aliens gigantes – são os monstros e os aliens gigantes seu pai e sua mãe. Em uma cena, o astronauta Spiff é capturado – e sabe-se que Calvin está numa banheira, e que foi a mãe dele que o obrigara a tomar banho; em outra, é o astronauta Spiff prisioneiro de uma galé – e sabe-se que o pai de Calvin representa o carcereiro; em outra, está o astronauta Spiff sobre um alien gigante – e sabe-se que está Calvin sobre seu pai, que dorme, na cama, sob cobertor; em outra, está o astronauta Spiff num planeta de força gravitacional inferior ao da Terra – e sabe-se que está Calvin pulando na cama; em outra, o astronauta Spiff é capturado por criaturas cruéis, os zogwargs – e sabe-se que são os zogwargs os pais de Calvin. Em muitas de suas aventuras, Calvin imagina-se o astronauta Spiff; e quando, em sua imaginação, não se vê protagonizando aventuras intergalácticas, assume a figura de um super-herói, trajado a caráter, com as indefectíveis máscara e capa: o Homem-Estupendo, defensor da liberdade e do livre-arbítrio; capaz de – tal qual o Christopher Reeve – girar a Terra em sentido contrário, e voltar no tempo; e é sua arquiinimiga a Mulher-mãe.
Além do super-herói e do astronauta, vive Calvin, em sua imaginação, aventuras mirabolantes, que, de tão disparatadas, fazem, em comparação, das façanhas de Dom Quixote aventuras sensatas: ora é Calvin o Frankenstein, ora um partícula de luz humana, ora um tiranossauro rex, ora um elefante, ora um piloto de avião, ora um cofre, ora um planeta, ora um polvo-gigante, ora uma sonda-robô jupiteriana, ora uma bomba, ora um pteranodonte, ora um pterodáctilo, ora um pardal, ora um beija-flor, ora um alossauro. E nestas aventuras imaginárias, ele está, na verdade ou mordendo a perna de sua mãe, ou na escola, ou fugindo à sua mãe, que deseja dar-lhe um banho, ou atacando um prato de comidas, ou, num supermercado. Enfim, ele fantasia inúmeras aventuras disparatadas. E empreende, no quintal de sua casa, uma expedição arqueológica, usando, sempre, de sua fértil imaginação; e faz de uma garrafa, o crânio de um dinossauro; e de garfo, o antebraço e os dedos dele;  e monta, assim, um ser pré-histórico.
Nas suas conversas com Haroldo, Calvin expõe muitas reflexões de cunho filosófico – pergunto-me se Bill Watterson, seu criador, não o utiliza, tal qual o nosso brasileiríssimo Monteiro Lobato faz com sua amável boneca de pano, a Emília, para expor suas reflexões, que lhe nascem de genuínas preocupações, medos, angústias, de sua visão-de-mundo, pois em muitos dos diálogos entre Calvin e Haroldo (naqueles que eles, após Calvin empreender uma aventura que redunda em algum desastre caseiro, mantêm enquanto passeiam pelo bosque nas proximidades de sua casa) há reflexões, autênticas peças de filosofia, contemplando a vida dos humanos na Terra, a essência da vida, o tempo, a predestinação, os mistérios da criança, a existência em si mesma.
Os pensamentos de Calvin (e de Haroldo) são, alguns, hilários de tão absurdos, outros, perspicazes: ao se mirar em uma poça d’água, Calvin conclui que o reflexo dele é real, e ele, Calvin, é o reflexo; se todo o planeta estiver poluído, um dia não haverá, nele, região para cuja conquista os homens financiem uma guerra; numa viagem imaginária à Marte, entende que os homens têm de saber cuidar da Terra antes de se aventurar em outros planetas; após Moe bater-lhe, ao exigir-lhe que ele se retirasse do balanço, e ele se recusar a fazê-lo, tem a certeza de que as regras são válidas apenas para os fracos; na sala-de-aula, ao saber que sua nota numa prova foi ‘C’, se convence de que, não se aplicando nos estudos sua vida será mais fácil do que se tirar ‘A’, pois as pessoas dele não terão grandes expectativas; que para se compreender as instruções de montagem de um aeromodelo, as quais, no manual, estão em três idiomas (português, espanhol, e inglês), é preciso ser trilíngue; ao quebrar um binóculo do pai, deste é a culpa, que lho o emprestou; depois da escola, até ir para a casa dormir, Calvin tem seis horas para esquecer o que na escola aprendeu; os EUA é um país grande e roxo, conforme o atlas; quando sua mãe manda-o arrumar o quarto, Calvin resmunga: se o quarto é dele, e ele, Calvin, não se incomoda com a bagunça, outras pessoas não têm que se incomodarem.
Contemplam Calvin e Haroldo, em diálogos dignos de Platão, inúmeras questões, num tom sempre tocante, simultaneamente hilário e sério, cativante, sempre. Hilário porque apresenta as reflexões de uma criança de seis anos (ou as de um adulto, Bill Watterson, com alma de criança), reflexões cujas conclusões nem sempre são as óbvias; muitas, ilógicas, provocam riso. E sério porque tal criança trata, em sua ingenuidade, de questões que incomodam, e atormentam, os homens – sempre envoltos por coisas que lhes inspiram sentimentos e pensamentos confusos, vagos, inconsistentes, contraditórios – que se vêem personificados no Calvin.
Aqui, entendo, misturam-se, e confundem-se, os pensamentos de Bill Watterson, o criador, e os de Calvin, a criatura.
Como toda criança saudável, Calvin é birrento, detesta tomar banho, faz brincadeiras nojentas, gosta de histórias arrepiantes e não quer saber da escola; e o seu universo não coincide com o dos adultos – são inconciliáveis os dois universos.
Quanto à questão escolar, há, nas histórias de Calvin, uma crítica contundente, que traduz uma que muita gente faz ao sistema de ensino moderno: os alunos aprendem o que os adultos querem que eles aprendam, e não o que eles querem aprender. Calvin gosta de dinossauros, em muitas de suas aventuras imaginárias ele se vê um tiranossauro rex, um pteranodonte, e é um leitor dedicado de livros sobre dinossauros. Se gosta tanto de ler acerca dos dinossauros, por que, então, pergunta-lhe a mãe, ele não gosta de ir à escola. Porque na escola, responde Calvin, não se fala de dinossauros. Aqui entra em colisão o desejo das crianças e os interesses dos adultos, e são estes que decidem o que aquelas têm de aprender; os adultos decidem o que é importante para as crianças, e não elas, que não têm a liberdade para fazer as suas escolhas, afinal são crianças, e crianças são imaturas, inexperientes, não conhecem a vida; num mundo mecanicista, tecnocrata, materialista, as crianças têm sua imaginação destruída; são inconciliáveis a mentalidade rica de fantasias da criança e a da civilização mecatrônica, digital, em que ela está inserida, e no confronto entre elas é destruída a das crianças, que são frágeis.
Linhas acima, eu afirmei que são inconciliáveis os universos da criança e o do adulto. E são, de fato; e ninguém o ignora. O que para a criança é diversão, para o adulto é incompreensível, e vice-versa. O mundo de responsabilidades e compromissos do adulto é incompreensível para as crianças. E nas aventuras de Calvin e Haroldo está contemplado, dirrei, tal guerra, guerra eterna entre seres de dois universos paralelos. Estranham-se crianças e adultos, Calvin e seus pais. Seu pai, nas férias, levou-o, e à esposa, a um acampamento, e apenas ele, pai, diverte-se (e aqui se revela as inconciliáveis personalidades do homem e da mulher); ele pesca; e Calvin está, sempre emburrado. Todo adulto já foi criança um dia, mas esquece-se que o foi, e indispõe-se com as crianças. Que as crianças não compreendam os adultos é fácil de entender, e compreensível; que os adultos estranhem as crianças, não; ou é? afinal, os adultos se esquecem de suas fantasias, de suas brincadeiras, de suas traquinagens, de suas aventuras infantis, do que pensavam enquanto crianças; embora todas as suas experiências estejam em sua biografia, delas não se lembram, mesmo que puxem pela memória; esforçam-se para acessá-las, mas elas perderam-se-lhes nos escaninhos da mente.
Bill Watterson soube, com singeleza, destreza de um narrador talentoso e sensível, de um desenhista primoroso e despretensioso, revelar, em seus quadrinhos, os dois universos, o do adulto e o da criança, em atrito, sem descambar para discursos de condenação à família, aos pais. Revela os meandros da alma da criança em suas descobertas. É Calvin uma personagem complexa em sua simplicidade, poliforme em sua única forma; seu criador não o reduziu a uma caricatura, não fez dele um objeto de discurso planfetário; tratou-o com respeito. Ama-o. É Calvin uma criança de carne e osso, uma criança em toda a sua integridade, sua inocência, sua pureza; e Bill Watterson, seu criador, um artista extraordinário, irrivalizado, de alma de  criança, foi bem-sucedido em descrever-lhe o universo.
E deixo para o final duas notas: repete-se, nas aventuras de Calvin e Haroldo, uma cena hilária: sempre que da escola chega à sua casa, Calvin é atacado, à porta da casa, por Haroldo; e Haroldo lê gibis que pertencem a Calvin e gosta de atum.

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