As Aventuras de Sherlock Holmes – série de televisão – Os Seis Napoleões (The Adventures of Sherlock Holmes).

Sherlock Holmes (Jeremy Brett) e seu fiel escudeiro, o doutor John Watson (David Burke), investigam o caso de invasões de residências por um homem que furtava bustos de Napoleão Bonaparte e quebrava-os à marteladas.
No início, Pietro Venucci, atrabiliário, verborrágico, escandaloso, discute com sua irmã, Lucrezia, na presença do pai de ambos, desanca-a, ofende-a, humilha-a com insultos impublicáveis, e encara seu pai, que lhe ordena o fim das ofensas à irmã, e vai, passos firmes, até onde se encontra Beppo, o homem que a desonrara, e ameaça-o. E os dois homens lutam, com facas. Beppo esfaqueia Pietro, que sobreviveria, e foge, e adentra um depósito de estatuetas, onde há, dentre muitas, as seis que representam Napoleão Bonaparte. Policiais o capturam, e prendem-lo.
O que havia em tais estatuetas, que despertava o interesse obsessivo de quem as furtava das residências, e, à marteladas, as reduzia à pó? Intrigava o mistério Sherlock Holmes, que se dedica à investigação do caso até seu término. E ao final, dá-se a explicação da trama assim que o morador do número 221B da Baker Street tem às mãos dos seis bustos de Napoleão o único que não havia sido quebrado. O que havia nas estátuas de tão valioso?

Poirot – série de televisão – A Caixa de Chocolates – episódio 6, temporada 5 (Agatha Christie’s Poirot – The Chocolate Box – 1993)

Está Hercule Poirot (David Suchet), num restaurante, na companhia de um querido amigo, Chantalier (Jonathan Hackett), e do inspetor chefe Japp (Philip Jackson), a reconstituir, nostálgico, um antigo caso, que havia investigado, quando cruza seu caminho o conde Xavier St. Alard (Geoffrey Whitehead), seu desafeto. Hercule Poirot, após evento tão constrangedor, segue a narrar o antigo caso para o inspetor Japp e para Chantalier, e é um dos personagens de tal história Xavier St. Alard, homem sobre o qual o detetive mais famoso da Bélgica havia lançado suspeitas infundadas. Tal episódio da vida de Hercule Poirot se deu quando era ele um aspirante à oficial. Sua intuição o havia impelido a contrariar uma ordem de seu superior, e a dedicar-se a investigar a morte de Paul Deroulard (James Coombes) após testemunhar, em um tribunal, Virginie Mesnard (Anna Chancellor) levantar-se para clamar aos quatros ventos que Paul Deroulard, viúvo de sua prima Marianne Deroulard (Lucy Cohu), não havia morrido devido ao infarto que, concluíra-se, lhe ceifara a vida. E dedica-se Hercule Poirot à investigação, e com sua proverbial perspicácia de investigador, que não se revela infalível, depara-se com detalhes que lhe apontam uma explicação para o caso que não corresponde à conclusão a que chegara a polícia ao fim de suas investigações. Uma caixa de chocolates pôs-se no caminho de Hercule Poirot; e os restos de chocolate reunidos no fundo da caixa ele os levou a um amigo, para que este os examinasse à procura de veneno. Depois de se deparar com alguns contratempos, e saber que se equivocara em certas respostas que dera a algumas perguntas que havia aventado, e manter um relacionamento platônico com Virginie Mesnard, Hercule Poirot conclui as investigações, o caso da morte de Paul Deroulard esclarecendo-se, e, por consequência, o da de Marianne Deroulard. Ao fim, encerrado o relato do antigo caso, o filme prende-se ao tempo presente. E após muitos anos encontra-se Hercule Poirot com Virginie Mesnard, mulher de sorriso deslumbrante, que tanto o havia cativado.

Chicago Fire: Heróis Contra o Fogo – temporada 5, episódio 6: Aquele Dia – 2.016.

O evento que marcou a história recente, o ataque terrorista aos dois prédios do World Trade Center – as chamadas Duas Torres, ou Torres Gêmeas -, então os prédios mais altos do mundo, em Nova Iorque. De triste e aterrorizante lembrança, é o tema central deste episódio, conquanto a ele se faça menção apenas nas cenas finais.
Narra o episódio, aventuras envolvendo bombeiros e paramédicos do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago. Em uma delas, envolvem-se as paramédicas Gabriella Dawson (Monica Raymund) e Sylvie Brett (Kara Killmer); em outra, estão envolvidos os bombeiros Matthew Casey (Jesse Spencer) e Kelly Severide (Taylor Kinney). E há tramas secundárias. As paramédicas envolvem-se em um acidente, enquanto rumavam, de ambulância, Gabriella Dawson ao volante, para o local em que uma jovem, ferida, pedia por socorro. Gabriella Dawson atropela um idoso; é investigada; e um rábula pode vir a processá-la; atormenta-a a culpa, mesmo ciente de sua inocência. E os bombeiros Casey e Severide investigam um incêndio, aquele, certo de que fôra o incêndio criminoso, bate-se com seu amigo e colega. Ao final, estas duas aventuras chegam a bom termo.
Repetindo o que eu disse no primeiro parágrafo, é o tema principal deste episódio o ataque terrorista que pôs o mundo em suspenso há vinte anos. Walter Boden (Eamon Walker), o chefe do Batalhão 51, é abordado por um seu colega, que o convida para um evento na cidade de Nova Iorque, mas ele resiste: não quer ir lá, pois as lembranças o atormentam, a ele, Walter Boden, um dos bombeiros que lá estiveram logo após a derrubada das Torres Gêmeas. Enfim, ele decide, acompanhado de Matthew Casey e Kelly Severide, ir a Nova Iorque, onde encontra amigos seus, bombeiros que, tal qual ele, estiveram naquela cidade logo após a tragédia. E visitam o memorial às vítimas do atentado terrorista.
A cena em Nova Iorque, as atitudes das personagens, suas expressões, deixam transparecer a amargura, a tristeza, que o arrasador ataque terrorista inspirou aos americanos, traumatizados ainda hoje com o apocalíptico episódio. E o mundo nunca mais foi o mesmo.

Viagem ao Fundo do Mar (Voyage to the Bottom of the Sea – 1965) – episódio 1 – Jonas e a Baleia

Durante uma pesquisa, está Alexi, no interior de um batiscafo, em pleno mar, submerso. Ataca-o uma baleia gigantesca, de tamanho incomum, que pôs a todos os cientistas boquiabertos. No ataque da baleia à embarcação submarina Alexi vem a morrer afogado. Não desistem os cientistas em resgatá-lo, à frente o almirante americano Harriman Nelson (Richard Basehard), sempre prudente, de bom-senso, a pedir calma à sua rival, a cientista russa, doutora Katya Markova (Gia Scala), mulher de temperamento agressivo. Envolvem-se em rusgas enervantes o almirante e a cientista, digladiam-se em palestras hostis, aquele, sensato, esta, insensata, aquele, a dar à cada vida humana valor inestimável, esta, a revelar-se crua e nua materialista intransigente. Mal o cadáver de Alexi havia se esfriado, devido à insistência da doutora Katya Markova, o almirante Harriman Nelson, acompanhado pela cientista russa, empreende nova expedição ao fundo do mar. Submersos, a baleia que dias antes atacara o batiscafo, ataca-o, e engole-o. No interior do veículo, que está no estômago do imenso animal marinho, conflagram-se em discussões acaloradas o almirante e a cientista, e durante as discussões, além da exposição dos dois temperamentos impermeáveis, revelam-se – sendo eles os símbolos – a mentalidade dos americanos e a dos russos – os estereótipos que o filme vende, a mentalidade americana, que dá valor à vida de toda pessoa, e a russa, que não entende ser um mal o sacrifício de algumas vidas em nome do progresso científico. Ao fim – o que não é de surpreender – resgatam o almirante Harriman Nelson e a doutora Katya Markova.
É uma aventura despretensiosa este episódio de uma das séries de televisão mais populares há cinquenta anos.

Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais (Law & Order: Special Victims Unit – Temporada 18; episódios 20, Sonho Americano (American Dream), e 21, Santuário (Sanctuary)

Na trama, desenrolada em dois episódios, 20 e 21, respectivamente, Sonho Americano (American Dream) e Santuário (Sanctuary), da temporada 18, a equipe da SVU, Unidade de Vítimas Especiais (Special Victims Unit), de Nova Iorque, liderada pela tenente Olívia Benson (Mariska Hargetay) e que tem entre seus membros os detetives Odafin Tutuola (Ice-T), Amanda Robbins (Kelli Giddish) e Dominick “Sonny” Carisi Jr. (Peter Scanavino), empreende uma caçada aos estupradores de duas mulheres, ambas imigrantes, árabes, muçulmanas, e ao assassinato de uma delas. De início, as suspeitas recaem sobre um parente delas, que, além de muçulmano, é homossexual e imigrante ilegal, e, simultaneamente, e sucessivamente, sobre um porto-riquenho, também imigrante ilegal, marido e pai de duas filhas. O árabe muçulmano e homossexual temia sua deportação para o seu país, pois, sabia, ao pôr, nele, os pés, comeria o pão que o diabo amassou; e os porto-riquenhos temiam serem deportados, pois a familia se desfaria, afinal os pais seriam deportados, e as filhas, nascidas na terra do Tio Sam, ficariam em solo americano. Enfim, os investigadores, escudados pelo promotor-assistente de Nova Iorque, Rafael Barba (Raúl Esparza), encontram os autores dos horrendos crimes originalmente imputados aos imigrantes ilegais, o árabe homossexual e ao porto-riquenho casado e pai de duas filhas: dois norte-americanos, ambos brancos.

Chamaram-me a atenção, sem que houvessem me surpreendido, a caracterização dos suspeitos e a dos crimininosos: os suspeitos, imigrantes ilegais, vítimas, nos Estados Unidos, de uma política imigratória (os episódios são de 2017, não me escapou tal informação – e Donald Trump já era o presidente dos Estados Unidos) alcunhada xenófoba, e tida como sórdida, cruel, desumana, são bons, pacatos; e os criminosos, ambos, repito, americanos e brancos, destilam ódio aos imigrantes e exibem, abertamente, seus sentimentos supremacistas.

O filme vende idéias prejudiciais à imagem, não apenas do presidente americano, objeto de ódio de onze em cada dez esquerdistas, dos Estados Unidos enquanto nação e dos americanos enquanto povo. O emblema do mal está colado na testa dos homens brancos.

O árabe muçulmano temia a deportação, pois, sabia, assim que pisasse em solo de seu país de origem, seria escorraçado; aqui, nesta questão, pedia-se uma condenação dos produtores do filme aos muçulmanos, que maltratam, segundo o que se apreende do roteiro, os homossexuais, mas o que se vê é condenação ao governo americano, que, indiferente ao destino dele, deporta-o. Fica-se com a sensação de que são os vilões da história os Estados Unidos, reduzidos à pessoa do presidente Donald Trump, os americanos, povo crudelíssimo, e os homens brancos, seres iníquos por natureza.

É tal estória uma panfleto ideológico anti-americano; para olhos atentos, é uma descarada, desabusada propaganda anti-americana que induz muitos americanos a se envergonharem de sua pátria e os outros povos a verem, nos americanos, homens desprovidos dos mais nobres sentimentos humanos.

Poirot – série de televisão – episódio 5, temporada 3 – A Tragédia na Mansão Marsdon (Agatha Christie’s Poirot – The Tragedy at Marsdon Manor – 1991).

Chamado à vila de Marsden por um dono de um hotel, Samuel Naughton (Desmond Barret), que lhe solicita ajuda na investigação de um caso policial, caso inusitado e intrigante, Hercule Poirot (David Suchet) – a acompanhá-lo o capitão Arthur Hastings (Hugh Fraser) -, ao receber das mãos dele papéis com o relato do caso, com todas as minúcias, e inteirado de sua natureza, contrariado, e visivelmente irritado, rejeita a proposta, mas, instado por Samuel Naughton, dedica-se a investigá-lo, e em pouco tempo, com pouca, ou nenhuma, dificuldade, resolve-o. E fala de sua descoberta a Samuel Naughton. E diz-lhe quem é o autor do crime. E chega aos ouvidos do êmulo de Sherlock Holmes notícia da morte de Jonathan Maltravers (Ian McCulloch). E dedica-se o investigador a estudá-la. Visitara, pouco antes, uma casa de bonecos de cera, onde, ao encerramento do filme, já concluída a investigação, dá-se uma cena de humor divertidíssima, que só não é mais divertida do que a história – esta, impagável – que Samuel Naughton protagoniza. No princípio da investigação do caso da morte de Jonathan Maltravers, contam-lhe a triste história da morte trágica de uma mulher, que havia saltado, para a morte, do alto de uma árvore, e cujo fantasma aterrorizava Miss Robinson (Anita Carey). Movido por sua inigualável perspicácia, não acolhe de imediato a conclusão dada ao caso. Intrigado, e a secundá-lo o capitão Arthur Hastings e o inspetor-chefe Japp (Philip Jackson), investiga-o até chegar à resposta certa. E a verdadeira causa da morte de Jonathan Maltravers vem à tona.
A trama é simples; mais do que ela, e a recriação do ambiente da época em que se dá a história, o que mais me agradou foi o cômico Samuel Naughton, personagem divertidíssimo.

Poirot – série de televisão – episódio 1, temporada 1 – A Aventura da Cozinheira de Clapham (Agatha Christie’s Poirot – The Adventure of the Clapham Cook – 1989)

Recorre ao detetive Hercule Poirot (David Suchet) a senhora Todd (Katy Murphy), preocupada com o desaparecimento de Eliza Dunn (Freda Dowie), sua cozinheira, e solicita-lhe que investigue o caso. De início, o famoso investigador belga recusa-se a empreender tal aventura, que, segundo ele, está muito aquém de seus talentos inigualáveis. Diante da persistente senhora Todd, um tanto quanto constrangido, e despeitado, a secundá-lo Arthur Hastings (Hugh Fraser), Poirot decide atender-lhe o pedido, e não demora para ir até a residência dela, e executar um exame minucioso do local. E dá tratos à bola. Logo vem a saber, usando de um artifício sutil, onde encontrava-se Eliza Dunn, vai até ela, e com ela mantêm uma palestra esclarecedora, vindo a saber, então, da existência do personagem chave do caso, certo de que ele, além de ludibriá-la com uma história sedutora, preparava viagem para a Bolívia. O caso que Hercule Poirot Investiga cruza-se, por obra do destino, com o qual o inspetor chefe Japp (Philip Jackson) ocupava-se. Estranham-se os dois investigadores. E não demora para que eles se entendam. E resolvem-se os dois casos. E é na iminência do encerramento da trama, que Poirot, intrigado, diante de uma surpresa que o incomoda, a suspeitar que se enganara, relembra um detalhe, que quase lhe escapara, e que lhe coça o cérebro, e que lhe permite chegar à solução para o caso que investigava.
O criminoso iria para a Bolívia, ou para outro país da América do Sul?

Padre Brown, detetive – (Father Brown) – série de televisão – temporada 6, episódio 4, O Anjo da Misericórdia (The Angel of Mercy).

“Morte digna” é o eufemismo que à eutanásia se dá, hoje em dia.
Os defensores da eutanásia, ou morte assistida, entendem que cabe a cada pessoa decidir quando, e como, querem morrer, principalmente as pessoas que enfrentam doenças incuráveis, que lhes causam dores sem fim, insuportáveis. É este o tema central deste episódio de Padre Brown, detetive (Father Brown), série da televisão britânica inspirada nos contos do personagem homônimo de G. K. Chesterton. E em apoio ao tema central, o secundário: se tem autoridade, e superioridade, moral quem, se dando o direito de assumir o papel de anjo da morte, atende aos pedidos – ou, em não raros casos, às súplicas – das pessoas que desejam, por razões as mais diversas, retirarem-se à vida.
Freda Knight (Janet Dale), acamada, debilitada por câncer, suplica à Mrs. McCarthy (Sorcha Cusak), sua amiga, que a sufoque com um travesseiro, e ela, contrariando-lhe a vontade, aterrada, rejeita-lhe, terminantemente, o pedido. Horas depois, chega ao conhecimento de Mrs. McCarthy a notícia da morte, misteriosa, de Freda Knight. E Mrs. McCarthy recorre ao Padre Brown (Mark Williams), que lhe dedica atenção. E entram em cena Bunty (Emer Kenny) e o Inspetor Mallory (Jack Deam), que, com Mrs. McCarthy, compõem uma galeria de personagens onipresentes na série, e Caitlin O’Casey (Roisin O’Neill), Ellen Jennings (Wanda Ventham) e Seth Knight (Daniel Hawksford), e personagens de menor expressão. Durante o desenrolar das investigações, sucedem-se outras mortes misteriosas, todas de pessoas que, tal qual Freda Knight, sofria de grave doença.
Enfim, com a desenvoltura de um investigador infalível, para contrariedade do inspetor Mallory, cujas teorias se revelaram incorretas, Padre Brown resolve o caso: uma das personagens que animam a trama havia atendido ao pedido de Freda Knight e de outras pessoas que desejam morrer.
O anjo da misericórdia, pessoa que entendia executar um bem, um bem inestimável, às pessoas que lhe pediam – melhor, suplicavam – que lhes tirasse a vida, justificou, nos derradeiros momentos do drama, sua ação, ação meritória, de amor à vida, acreditava.
Pessoas que, de tão doentes, e de tão tristes, desesperançadas, e sem razôes, nem vontade, para prolongar suas vidas, têm o direito de decidir irem-se desta existência, por seus próprios meios, ou por ações alheias?

Seal Team (série de televisão) – temporada 2; episódios 6, 7, 8, 9 e 10.

Para empreender uma caçada a Andres Doza (Yul Vazquez), poderoso e influente narcotraficante que aterroriza os mexicanos e mantêm muitos homens sob sua folha de pagamentos, inclusive funcionários do Estado mexicano, que lhe comem nas mãos, o governo mexicano recorre ao governo americano.

Andres Doza tem um poder tão avassalador que intimida o governo mexicano. Dono de uma fortuna de fazer inveja aos faraós, controla o submundo do México, conserva sob seu domínio pessoas insuspeitas, muitas delas lhe obedecem sob chantagens e ameaças. É uma entidade onipresente, onipotente, no imaginário do povo da Cidade do México. O governo americano, atendendo ao pedido do seu congênere asteca, envia ao México, para uma operação militar secreta em associação com militares mexicanos, uma equipe de fuzileiros navais, Seals, a Equipe Bravo – capitaneada por Jason Hayes (David Boreanaz), que é secundado por Raymond “Ray” Perry (Cornelius C. Brown Jr.), seu braço direito, e coadjuvado por Clay Spenser (Max Thieriot), Sonny Quinn (A. J. Buckley), Eric Blackturn (Judd Lormand), e alguns outros homens, poucos – cujas incursões, muitas delas empreendidas em território de países que não o dos Estados Unidos, contam com a preparação política de Amanda “Mandy” Ellis (Jessica Paré), analista da CIA, e Lisa David (Toni Trucks), diretora de logística.

Em território mexicano, reúne-se a Equipe Bravo com uma equipe de fuzileiros navais mexicanos. É visível o desconforto inicial entre os fuzileiros das duas nações. E sucedem-se os atritos entre os membros da equipe americana e os da equipe mexicana. E dá-se rusgas entre os integrantes da Equipe Bravo durante as controvérsias que envolvem a operação de caça a Andres Doza. E não são poucos os contratempos que os fuzileiros enfrentam durante empresa tão arriscada; enfrentavam, eles sabiam, um homem que possuía o poder de um exército, um homem que intimidava o governo de um país de mais de cem milhões de habitantes.

Após longas e tensas jornadas pelas ruelas de cidades mexicanas; após embrenharem-se numa floresta; após a morte de um militar mexicano, num capítulo trágico; e após a revelação de um traidor no seio da equipe mexicana, os seals da Equipe Bravo chegam, enfim, ao quartel-general de Andres Doza, uma suntuosa mansão, onde o encontram. Enfrentam os fuzileiros americanos, auxiliados por um fuzileiro mexicano, Tenente Juan Lopez (Bobby Daniel Rodriguez), os criminosos à mando de Andres Doza. E dá-se o inevitável.

A história da caçada a Andres Doza pela Equipe Bravo arrasta-se por cinco episódios; é, pode-se dizer, um longa-metragem de três horas. Desconsiderando as tramas secundárias, resíduos dos episódios anteriores ao sexto, revela o estado preocupante do México, país dominado por narcotraficantes, que estão a destruir a sociedade mexicana. Apresenta um retrato de uma sociedade de pessoas amedrontadas, aterrorizadas, inseguras, que mal podem contar com a ajuda do governo que supostamente existe para oferecer-lhes segurança.

Durante os confrontos entre os fuzileiros e os traficantes, destes são muitos os que tombam, mortos, alvejados por um ou mais tiros que aqueles lhes disparam com a frieza de homens treinados para matar.

É uma história emblemática a narrada nos episódios 6, 7, 8, 9 e 10 da segunda temporada de Seal Team, série de televisão que já presenteou com episódios memoráveis as pessoas que acompanham, desde seu episódio inaugural, as aventuras da equipe de fuzileiros americanos comandada por Jason Hayes.

Vida longa à Equipe Bravo.

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Títulos originais dos cinco episódios:

6, Hold What You Got

7, Outside the Wire

8, Parallax

9, Santa Muerte

10, Prisioner`s Dilemma

Dois Birutas na Legião Estrangeira (Beau Hunks – 1931) – com O Gordo e o Magro

Dizem os saudosistas que hoje em dia não se faz comédias como antigamente. E eles estão corretos; não há o que se lhes refutar: as comédias modernas, inclusive as animadas por atores engraçados, são apelativas; constrangem familiares tímidos, acanhados, se a família, avós, pais, filhos e netos, assistem ao filme, em casa, na sala, reunidos, num dia de confraternização. O mesmo não se pode dizer dos filmes de O Gordo e o Magro, personagens interpretados, respectivamente, por Oliver Harvey e Stan Laurel, a dupla mais atrapalhada, divertida e engraçada da história do cinema, ícones da sétima arte, figuras que só encontram rivais nos comediantes seus contemporâneos: Charles Chaplin, Harold Lloyd, Buster Keaton, e os Três Patetas, Moe, Curly e Larry.

Neste Dois Birutas na Legião Estrangeira, Ollie e Stan, sob a direção de James W. Horne, seguindo roteiro de H. M. Walker, por vias não muito nobres, vão ter a um posto da Legião Estrangeira. Moveu-os ao alistamento uma desilusão amorosa de Ollie, cuja amada, Jeannie-Weenie (Jean Harlow), mulher que viajou pelo mundo inteiro e era amada por todos, via telegrama, informou-o o rompimento do noivado. Ollie, desgostoso, desiludido, decidido a afagar as suas mágoas, a dedicar-se a tarefas que lhe ocupem os pensamentos, desviando-os da mulher que lhe destroçara o coração, arrasta consigo Stan ao posto da Legião Estrangeira, e alistam-se. E não tardam as atrapalhadas da dupla mais divertida do cinema. E tão logo veio a descobrir, no alojamento dos legionários, que a sua querida Jeannie-Weenie não era a santa, meiga e correta, imaculada mulher que ele, em sua ilusão de homem doentiamente apaixonado, acreditava ser, ciente, agora, de que ela era amada por todos, sofre Ollie segunda desilusão; e na companhia de seu companheiro de todas as horas, dirige-se à sala do comandante e pede-lhe o desligamento, dele, Ollie, e de Stan, da Legião Estrangeira. E do comandante os dois atrapalhados legionários ouvem uma resposta que não os agradou, que os descontentou: Ollie e Stan seguiriam alistados na Legião Estrangeira. E na sala do comandante viram Ollie e Stan, à parede, uma foto de Jeannie-Weenie, igual à que ela enviara a Ollie. E seguem-se cenas hilárias, encantadoramente engraçadas, de fazer dobrar-se de rir a estátua de Moisés esculpida por Michelângelo.

Anunciado o cerco, por muçulmanos, do Forte Árido, ruma os legionários, pelo deserto, chamados a cumprir o dever de irem em socorro a outros legionários, e no deserto Ollie e Stan exibem toda a sua extraordinária falta de destreza no manejo de equipamentos úteis ao avanço dos legionários pelo deserto violento, rigoroso. Durante uma tempestade de areia, enceguecidos, perdem Ollie e Stan a trilha, desgarram-se da companhia de legionários, e andam em círculos; mesmo assim, saem do lugar, sabe-se lá por quais meios, e alcançam o Forte Árido, um feito inusitado, inédito, inexplicável, fantástico, fabuloso, extraordinariamente absurdo. E no Forte Árido sucedem-se as atrapalhadas dos dois novos recrutas. E invadem os muçulmanos o Forte Árido. E dá-se o conflito entre os legionários e os invasores. E o desenlace da picaresca aventura é surpreendentemente cômico, graciosamente engraçado, irresistivelmente divertido.

Neste filme de um pouco menos de quarenta minutos, Oliver Hardy e Stan Laurel oferecem momentos de humor irresistível, cenas impagáveis de tão disparatadas.

E pensar que a divertida aventura começou com uma desilusão amorosa!

Criminal Minds – episódio 12, “Profiler, profiled” da temporada 2

No episódio 12, “Profiler, profiled”, da temporada 2, de Criminal Minds, Derek Morgan (Shemar Moore), em visita à sua família, em Chicago, vai ao túmulo de um jovem desconhecido, indigente, morto muito tempo antes, e cujo cadáver ele havia, casualmente, encontrado; e assiste, no Upward Youth Center, um centro comunitário, a jogo de futebol de jovens. Encontra-se com um jovem seu conhecido, James, que lhe apresenta Damien, amigo dele. Na casa de sua família, comemorando o aniversário de sua mãe, recebe a visita do policial Gordinski (Skipp Sudduth), que lhe dá a notícia da morte de Damien, acusa-o do crime, e o conduz à delegacia. É chamada, então, a Chicago, a equipe da Unidade de Análise Comportamental, do FBI, sediada em Quantico, cujo um de seus membros é Derek Morgan.
Dirigem-se a Chicago Jason Gideon (Mandy Patinkin), Aaron ‘Hotch’ Hotchner (Thomas Gibson), Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler), Jennifer ‘J. J.’ Jareau (A. J. Cook) e Emily Prentiss (Paget Brewster), permanecendo, na sede, em Quantico, Penelope Garcia (Kirsten Vangsness), entre os computadores, com os quais tem uma ligação, dir-se-ia, telepática.
No transcurso da investigação, os detetives pesquisam o passado de Derek Morgan, a contragosto dele, que se recusa a narrar-lhes eventos sucedidos quase vinte anos antes, o que, suspeita-se, é indício de que em sua biografia, no capítulo que narra a sua juventude, ele havia incorrido em transgressões de cujas existências quer manter todos seus colegas na ignorância. Os detetives revelam-se incomodados com a postura que assumiram, a de, para benefício de Derek Morgan, escrutinar-lhe o passado, situação desconfortável revelada, em um curto diálogo, via telefone, entre Jennifer ‘J.J.’ Jareau e Penelope Garcia.
Os detetives do FBI não tinham escolha: viram-se obrigados, à intransigência de Derek Morgan em não lhes revelar o seu passado, a pôr em risco a confiança que ele neles depositava. Era o único meio, acreditavam, de livrá-lo da condenação por três assassinatos, e ser arremessado, por Gordinski, obcecado em prendê-lo, à prisão. Sempre que Aaron ‘Hotch’ Hotchner confrontava-o, solicitando-lhe o relato de episódios de sua juventude, Derek Morgan negava-se a atender-lhe à solicitação, que em alguns momentos soavam como súplicas, sublinhando a sua postura com a afirmação categórica de ser um direito seu conservar consigo certos capítulos de sua história. Pouco depois, Penelope Garcia, singrando o oceano de documentos digitais, descobre que Derek Morgan incorrera em transgressões, em sua juventude erradia, e que era ele personagem de uma ficha criminal, e que as acusasões contra ele haviam sido canceladas devido ao depoimento de Carl Buford (Julius Tennon), líder e herói da comunidade. A existência de tal documento surpreende Derek Morgan, que, incrédulo, persiste em sua atitude arredia, exibindo desconforto, constrangimento, visivelmente irritado, surpreso com a peça que o destino lhe pregava.
Na delegacia, Gordinski apresenta aos detetives do FBI os resultados que obteve em sua investigação de três casos de assassinato, cujo autor, estava convicto, era Derek Morgan. Na sua explanação, declarou que se persuadiu de que era Derek Morgan o assassino após consultar Jason Gideon, fornecendo-lhe informações de uma investigação a qual se dedicava e dele receber uma análise criteriosa do perfil da personalidade do criminoso, que, em abstrato, correspondia, acreditava, a Derek Morgan. Tal cena reforça a suspeita contra Derek Morgan, um homem de passado nebuloso, passado que ele escondia de seus colegas, seus amigos; e tal suspeita é contrabalançada por ponderações de Jason Gideon, Dr. Spencer Reid e Jennifer ‘J. J.’ Jareau, que declaram, em mais de uma ocasião, que Gordinski se embaralhava ao associar o personagem perfilado (no linguajar dos agentes do FBI, o personagem perfilado tem os seus traços de personalidade definidos, segundo estudos documentados de psicólogos criminais), por Jason Gideon, com Derek Morgan, pois a identidade entre o tipo definido, no perfil, e a personalidade de Derek Morgan era o produto da obceção de Gordinski em prender Derek Morgan, e não de uma postura racional.
Após uma entrevista, na sala de interrogatórios, entre Aaron ‘Hotch’ Hotchner e Derek Morgan, e a visita de Emily Prentiss e do Dr. Spencer Reid à casa da família do acusado, e estes já regressados à delegacia, Dennison, um policial, braço direito de Gordinski, encontra, vazia, a sala de interrogatório, e Gordinski acusa Aaron ‘Hotch’ Hotchner de haver favorecido Derek Morgan ao facilitar-lhe a fuga. Neste ponto, está claro que há, de fato, na vida de Derek Morgan, algum fato nebuloso, e que não é Derek Morgan o vilão da história, e que não é ele um criminoso, um assassino, mas algum outro personagem, suspeita-se. E a trama, urdida, por alguma outra personagem, em desfavor de Derek Morgan, aproxima-se do seu desfecho.
E os policiais saem à caça de Derek Morgan. Este, chega na quadra da comunidade, onde James o aguarda. Nesta cena, o tom narrativo é distinto do do restante do episódio. É intimista. Derek Morgan e James conservam-se um do outro à distância considerável, e entabulam diálogo repleto de reticências, para não se machucarem com palavras inconvenientes – é possível prever que ambos os dois personagens irão revelar o segredo do qual Derek Morgan é tão cioso, o qual reserva religiosamente consigo. Enquanto desenrola-se o diálogo, Derek Morgan aproxima-se de James, lenta, e timidamente, os dois a lançarem-se um para o outro, alternadamente, uma bola de futebol americano. E Derek Morgan pergunta a James se Carl Buford levara-o à cabana. Aqui já está revelado o segredo de Derek Morgan: é Carl Buford, herói da comunidade, um abusador sexual de jovens, e ele, Derek Morgan, uma de suas vítimas. E assim que se põe bem diante de James, então ao alcance de suas mãos, Derek Morgan fala-lhe do abuso que sofreu na juventude, e de Carl Buford, o abusador.
Logo depois, na sala de Carl Buford, Derek Morgan confronta Carl Buford (diante de Gordinski, Dennison, e de Aaron ‘Hotch’ Hotchner e Jason Gideon, estes quatro ocultos). É a cena pungente. Carl Buford desmascarado, Gordinski e Dennison, e Aaron ‘Hotch’ Hotchner e Jason Gideon apresentam-se à cena. E Gordinski, enquanto dirige-se para a porta da sala, Carl Buford, algemado, sob seu domínio, olha, constrangido, para Derek Morgan, então em choro contido, ao passar por ele. E entrecruzam-se no meio do caminho o olhar de Derek Morgan com o de Jason Gideon e o de Aaron ‘Hotch’ Hotchner. E Derek Morgan, lágrimas nos olhos, abaixa, ligeiramente, a cabeça, e cerra as pálpebras.
No final, estão os personagens em um cemitério, diante de duas lápides, uma do túmulo de um jovem de identidade desconhecida, jovem que Derek Morgan homenageia, todo ano, com a sua visita, jovem cujo cádaver ele encontrara, acidentalmente, na idade de quinze anos, lápide que tem inscritos os seguintes dízeres: “Às crianças perdidas. Nós as amamos e sentimos saudades”, e a outra, do de Damien, que, sabe-se agora, fôra assassinado por Carl Buford.
É “Profiler, profiled” um episódio emblemático. Dá à discussão um tema sobre o qual pouco se fala com a seriedade merecida, o do abuso sexual de jovens imberbes por homens feitos. O sofrimento da vítima de abusos sexuais, e no episódio tal valor está explícito, persegue-a no transcurso de toda sua vida. É um monstro que a transtorna, a perturba, a atormenta durante toda a existência, e da qual ela não pode escapar. Derek Morgan não superou a dor de saber-se vítima de abuso, e por uma pessoa em quem depositava confiança irrestrita, pessoa em cuja integridade todos os moradores da comunidade acreditavam. Embora bem-sucedido em seu trabalho de agente do FBI, profissional respeitado, os fantasmas de seu passado o atormentam.

NCIS – episódio 24 da temporada 16

No derradeiro episódio da temporada 16 de uma das séries mais populares da televisão americana – que já contou em sua galeria de personagens com os icônicos Anthony DiNozzo (Michael Weatherly), Abigail “Abby” Sciutto (Pauley Perrette) e Ziva David (Maria José de Pablo – Cote de Pablo), os três de tão grande popularidade que eclipsam as personagens que as substituíram, respectivamente Nick Torres (Wilmer Eduardo Valderrama), Kasie Hines (Diona Reasonover) e Eleanor Bishop (Emily Wickersham) -, Leroy Jethro Gibbs (Thomas Mark Harmon) e sua equipe, Nick Torres, Timothy McGee (Sean Murray) e Eleanor Bishop deparam-se com um caso que adquire um tom pessoal a Leroy Jethro Gibbs, que se vê obrigado a transgredir uma das suas proverbiais regras, a 10, que o dissuade de se envolver em seus casos, emprestando-lhe um caráter pessoal. Principia o episódio cena em que dois jovens, um moço e uma moça, em um carro, ele a dirigi-lo, rumam, em alta velocidade, para o hospital; apressam-los a iminência de uma tragédia: a morte de Emily Fornell (Juliette Angelo), filha de Tobias Fornell (Joseph Peter “Joe” Spano), ex-agente do FBI e investigador particular, e de Diane Sterling (uma das ex-esposas de Leroy Jethro Gibbs, já falecida, com cujo “fantasma” Gibbs conversa). Esta a razão de Leroy Jethro Gibbs atormentar-se em diálogos imaginários com Diane Sterling, que o repreende, e, praticamente, dá-lhe uma ordem: que ele desconsidere a regra 10, em cuja transgressão ele incorrera em outras situações, e investigue o caso que quase vitimou Emily Fornell. Leroy Jethro Gibbs, escudado pelo Doutor Donald “Ducky” Mallard (David Keith McCallum, Jr.) e autorizado pelo diretor Leon Vance (Roscoe “Rocky” Carroll), lidera a sua equipe. A trama é simples, de nenhuma complexidade artificial; as personagens executam suas respectivas tarefas, representam os papéis que lhes competem. O ponto nuclear do episódio não é o desenrolar da trama investigativa, quase inexistente, tampouco o seu desenlace, mas, sim, um flagelo que hoje em dia assola os Estados Unidos, aterrorizando os americanos: o do consumo de opioides pelos filhos do Tio Sam, uma enfermidade social sangrenta que ceifa, nos EUA, a vida de sessenta mil almas por ano.
Emily Fornell, descobre-se, sucumbira aos prazeres proporcionados pela substância, o opioide, e fica a ponto – é a cena representada no início do episódio – de partir desta para a melhor, separando-a da morte uma linha tênue, bem tênue, quase invisível. Sobrevive, milagrosamente, à overdose. Sabe-se, posteriormente, que ela está viciada em tal composto químico.
Chama a atenção um ponto: em nenhum momento, Emily Fornell é apresentada como uma criminosa; ao contrário, ela é exibida como uma vítima, que, jovem, deixara-se seduzir por uma cultura hedonista e inconsequente propagandeada como fornecedora de felicidade eterna que tantas alegrias promete – mas que entrega, unicamente, tristeza, sofrimento e miséria. Tobias Fornell trata sua filha com desvelo, carinho, dedicação de pai amoroso, devota-lhe todo o amor do mundo, conquanto ela, de comportamento alterado e fisionomia irreconhecível (e aqui os realizadores do episódio foram felizes ao emprestar-lhe um ar ensandecido, de uma pessoa possuída, não é exagero dizer, pelo demônio), lhe exiba desprezo e desdém. E entende que, mesmo protetor, não pôde impedi-la de ser atingida pelos perigos que o mundo oferece aos homens, o que dá-lhe sensação de impotência, obrigando-o a reconhecer que os pais não são onipotentes, onipresentes, oniscientes. Confrontado pela filha, que, desvairada, exibe-lhe desprezo, abre os braços, oferecendo-lhe amparo; e ela, então, se reconhece uma pessoa em desgraça, necessitada de ajuda, ajuda que ele lhe oferece ao acolhê-la aos braços.
O consumo de opioides, nos Estados Unidos, assumindo ares de epidemia, tão preocupante, recebe, da administração de Donald Trump, atenção especial. Dezenas de milhares de vidas se perdem todo ano. E neste episódio, que é o último da décima sexta temporada, toca-se em tal ferida social.
Os realizadores de NCIS foram felizes em tratar a questão com a seriedade e sensibilidade pedidas.
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