Venezualiza-se a Argentina. E o Brasil do Bolsonaro. Ou: Uma vez mais, a história dá-nos prova de que os socialistas sabem, melhor do que ninguém, destruir um país.

Que a Argentina vai de mal a pior, e há umas quatro décadas, não há cristão que ignore. Que se degringola a Argentina, país do tango, embora há quem diga que não seja do tango a Argentina o berço, agora com a tal ministra da economia, mulher cujo nome é a onomatopéia de tapa bem dado em instrumento de percussão, em ritmo aceleradamente mais ameaçador, sabe toda pessoa que se informa por mídias independentes, livres, ao invés de pelos meios de comunicação oficiais, os quais todo mundo conhece e nos quais há gente que insiste em confiar. Não era a Argentina, sob o governo do tal de Fernandez, a terra da promissão?! Não era dos argentinos, nossos queridos hermanos, que para o presidente Jair Messias Bolsonaro são rivais dos brasileiros apenas no futebol – e dizem as criaturas de má-vontade que não tem o presidente, nosso querido Capitão, para alguns compatrícios o admirável, heróico, mitológico Bomnosares, talento diplomático -, que os anti-bolsonaristas tupiniquins diziam ser sortudos porque contavam com um presidente que, num momento histórico inédito, o país ameaçado por uma epidemia cataclísmica, soube como proceder, e proceder com responsabilidade, para enfrentar a ameaça que poderia, se não debelada, vir a dizimar o povo argentino, e, ciente de suas responsabilidades de legítimo representante do seu povo, do povo que nele depositou um voto de confiança, decretou um lockdown de um mês, para cortar pela raiz o mal que atingia o país de Jorge Luis Borges, enquanto seu homólogo do país de Graciliano Ramos assumia postura inconsequente, irresponsável, genocida? E enquanto enalteciam o tal Fernandez, amigo-do-peito da tal Kirchner (um substantivo composto, aqui, e hifenizado, é o apropriado – ou alguém queria que eu o desifenizasse, o que poderia convertê-lo numa locução substantiva? Que se desifenize amigo-do-peito, para ver no que dá), apodavam o nosso querido Capitão Bonoro, que insistia, contra tudo e contra todos, turrão como ele só, chucro como um burro-de-carga, um besta-quadrada, azêmola de duas patas, em não decretar, em todo o território que outrora pertenceu aos familiares de Cunhambebe, um lockdown tão rigoroso quanto o que o seu colega argentino decretou. E descarregaram na cabeça do presidente Jair Messias Bolsonaro trilhões de toneladas de xingamentos e acusações de todo tipo. E hoje assistem ao avanço do Brasil, que, apesar dos pesares, ruma ao progresso, a enfrentar percalços – muitos dos quais lho impõem os esquerdistas – sem conta, e a superá-los, para desgosto da turminha do quanto pior melhor, que orquestram, em vão, a derrocada econômica do Brasil, para alijar, à força, da cadeira de presidente, Jair Messias Bolsonaro, enquanto vêem, e fingem não ver, a queda, no precipício, da Argentina. No Brasil, está a inflação na casa dos 7% anuais; na Argentina, na dos 60%. E no Brasil a taxa de desemprego caiu para menos de 10%; e na Argentina, que o digam os detratores do presidente Jair Messias Bolsonaro. E a moeda brasileira vai bem, obrigado. E a argentina? Que o digam os que difamam o presidente Jair Messias Bolsonaro.
No início deste ano de 2022, declaravam, agourentos, os especialistas, que seguem a ciência econômica e respeitam o que as pesquisas indicam, que era o Real moeda tóxica. E hoje o que eles dizem?! Que eles invistam em Pesos! E está a economia brasileira, no jargão anti-bolsonarista, a despiorar,  a não dar provas de melhoria, pois é o mundo, e não o Brasil, que está a melhorar. E a economia da Argentina a quantas anda? Contou-me um passarinho que ela vai de mal a pior. Não sei se procede a notícia. Que os anti-bolsonaristas nos respondam à pergunta.

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China, chuvas, enchentes, a hidrelética de Três Gargantas e o aquecimento global. Bolsonaro e Argentina. Ministro Tarcísio e o Ferrogrão. E outras notas breves.

Notícias exibem cenas dramáticas sucedidas em território chinês após a tempestade torrencial que desabou no país do Bruce Lee. E dá-se a conhecer que a precipitação de água desta vez superou todas as expectativas. Foi um volume tão grande de água que o fenômeno pode ser comparado a um dilúvio. Há quem pense que não é inteiramente correto atribuir à chuva inesperada a catástrofe que se abateu sobre a China, pois suspeita-se que a causa da tragédia deve-se à frágil estrutura das hidrelétricas situadas em território chinês. E avizinha-se dos chineses uma tragédia cataclísmica, suspeitam estudiosos; é o que se lê nos artigos “O rompimento da hidrelética das Três Gargantas na China irá causar uma calamidade global.”, de Renato Cunha, publicado, dia 12/05/2021, no site Stylourbano, e “Barragem pode se romper a qualquer momento na China (Exército)”, publicado, sem nome do autor, no site do Estado de Minas, dia 20/07/2021.

No primeiro artigo aqui mencionado, informa o autor, evocando recentes fatos histórios sucedidos na China desde há um pouco mais de vinte anos, que a construção da hidrelétrica de Yangtsé está envolta de suspeitas de corrupção desde a apresentação do seu projeto pelo governo chinês e é tal obra faraônica uma peça de propaganda do governo chinês, comunista. E o risco de um rompimento da barragem não pode ser descartado. No segundo artigo acima mencionado, fala-se do rompimento da barragem de Luoyang. Não podemos, sabemos, confiar nas palavras do governo chinês, cuja desonestidade é proverbial – nada que nos surpreenda, afinal é o governo chinês comunista.

A tempestade que ora atinge a China vem bem a calhar para o governo chinês e para os ambientalistas alarmistas. Sendo verdadeira a história da fragilidade da hidrelétrica das Três Gargantas, o resultado será uma catástrofe apocalíptica, com milhões – fala-se em centenas de milhões – de chineses mortos. E o governo da China já estaria a criar um bode expiatório, eximindo-se de suas responsabilidades: o aquecimento global, que, alterando significativamente o clima terrestre, causou a tragédia. E os ambientalistas alarmistas, xiitas, comunistas verdes (diria Luís Dufaur), estão prontos para sacar as suas armas retóricas para condenar os seres humanos, para eles o câncer da Terra, e exigir dos estados nacionais submissão à uma agenda global de combate ao aquecimento global de origem antropocêntrica chancelada por uma organização mundial, que a todos os povos do mundo irá impor, em nome do bem da Terra, uma política totalitária, que engendrará miséria inimaginável e mortes incalculáveis.

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O presidente Jair Messias Bolsonaro publicou, hoje, em sua página no Facebook, um vídeo. Vídeo que apresenta o testemunho de um argentino, que não tem seu rosto exibido, acerca do que se passa na Argentina. E o presidente Jair Messias Bolsonaro, na sequência, fala de uma conversa sua com Maurício Macri, antecessor de Alberto Fernandez na cadeira da Casa Rosada, e do alerta que vem fazendo desde há dois anos, a de que retormando o poder as esquerdas o Brasil viverá o inferno na Terra, e falou da crise econômica e social argentina, e, evocando o exemplo dos venezuelanos que migram para o norte do Brasil, do fluxo migratório de argentinos para o sul do Brasil. Falou um pouco do Voto Impresso, de sua importância, inprescindível para o bom andamento das eleições brasileiras, e de um ministro do STF, Luis Roberto Barroso, e de Lula, sem deste citar o nome. E repetiu uma de suas costumeiras frases, a que diz que ele, presidente Jair Messias Bolsonaro, joga dentro das quatro linhas da Constituição.

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O ministro da Infra-estrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, bate-se contra ambientalistas militantes, informa Fábio Matos, no artigo “Tarcísio volta a defender o Ferrogrão e afirma que ativistas não conhecem o projeto.”, publicado, dia 20/07/2021, no site da Revista Oeste.Critica, e duramente, com as suas civilidade e pacatez costumeiras, o já lendário ministro da Infraestrutura, galardoado pelos brasileiros com um apelido carinhoso, Tarcísio do Asfalto, os ativistas ambientalistas que, não se contentando em defender a natureza, almejam emperrar a construção de obras benéficas aos humanos. É o Ferrogrão extensa linha ferroviária de mais de novecentos quilômetros, que vai de Sinop, Mato Grosso, até Itaituba, Pará, no porto de Miritituba, às margens do Rio Tapajós. Escoará a produção de grãos do Centro-Oeste, pela BR-163, que recebe obras de melhoria, até o Pará.

Há um imbróglo no projeto do Ferrogrão. Envolve a legenda do Psol, e o ministro do STF Alexandre de Moraes, e o Governo Federal, além de outros personagens; e diz respeito ao Parque Nacional do Jamanxim, no Pará.

O projeto contará com conexões de ferrovia, hidrovia e portos, e elimina a dependência que têm da malha rodoviária os produtores de grãos. Trará muitos ganhos para o agronegócio brasileiro, e para o Brasil como um todo.

Li, há pouco, um artigo, “Escoamento de Grãos de MT para o porto de Miritituba- PA deve crescer 20% em 2021”, escrito por Luiz Patroni, publicado, no blog Canal Rural, dia 04/01/2021. Traz importantes informações.

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Fernando Vaismann, sob o codnome Bituka du Bronx, manifesta a desconfiança que nutre por Abraham Weintraub, Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio, e por deputados federais que, recém-eleitos, excurcionaram pela China, ciceroneados por atenciosos e prestativos guias turísticos de olhos puxados, e por Janaína Paschoal, deputada estadual por São Paulo. Muitos brasileiros, em especial os bolsonaristas, até hoje não engoliram as desculpas que os patriotas deputados federais apresentaram ao se verem de calças arriadas. Para não poucos são as desculpas esfarrapadas. E os bolsonaristas, com uma pulga atrás da orelha, os fitamos com o canto dos olhos, um pé para trás.

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Neto Curvina publica uma informação que dá o que falar e deixa a todos de cabelos em pé. Diz ele que se dissemina pelos quatro cantos do planeta uma idéia do balacobaco: agências de notícias informam que com o fim das restrições à movimentação econômica e ao livre exercício de atividades públicas dos indivíduos, aumentar-se-á o efeito estufa, automaticamente avolumando-se, e perigosamente, os ingredientes que favorecem o aquecimento global. Aqui, dá-se como certo que o fenômeno cataclísmico que profetizam os ambientalistas fanáticos tem sua origem na atividade econômica humana, pior, na existência do ser humano.

No ano passado, li reportagem que informava que as quarentenas e os lockdowns haviam beneficiado a natureza; que os rios e o ar e o mar estavam menos poluídos. Na ocasião cocei a cabeça, intrigado. Agora, à insinuação de que a retomada das atividades econômicas redundará em prejuízo à Terra, percebo que cocei, e com razão, a cabeça, a pensar com os meus botões. Inserindo tal detalhe, a informação dada por Neto Curvina, num cenário, percebe-se que se está a preparar os homens para a aceitação de medidas de restrição econômica, em nome do bem das tartarugas marinhas, dos ursos polares e dos ursos pandas, e da Terra, a mãe Gaia, como um todo, medidas que erguerão uma civilização mais humanitária porque menos populosa, quase desabitada. É difícil equacionar a questão ambiental. É o homem um personagem da Terra. E muitos ambientalistas desdobram-se com seriedade ímpar no estudo da questão ambiental; infelizmente, são os inescrupulosos que, barulhentos, estão sob os holofotes.

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Nicolas Carvalho de Oliveira, na sua página do Facebook, hoje, dia 23, tece comentários percucientes a respeito da mentalidade dos conservadores, mentalidade com trinta anos de obsolescência. Estão os conservadores cegos para as questões atuais, prementes, dentre outras a conexão deletéria entre capitalismo de consumo e marxismo cultural, a guerra espacial, e a ditadura das High-Tech. Está com a razão Nicolas ao apontar o consumismo e o entretenimento hedonista como sustentáculos do despotismo dos Estados.

Argentinos, sortudos; brasileiros, azarados. Voto auditável, impresso, e apuração pública. Governo Bolsonaro, heróico. E outras notas breves.

Na página de Kleber Sernik, li que a Argentina vai de mal a pior. Os nossos hermanos, que, segundo os nossos compatrícios anti-bolsonaristas – sócios do Covid Clube Desportivo, torcedores fanáticos, insanos, do Fique Em Casa Futebol Clube, seres que seguem a ciência, dotados dos mais requintados talentos intelectuais e dos mais sapienciais dons morais e éticos – gozaram, no ano de 2.020, de uma política, implementada pelo preposto de Cristina Kirchner (alcunha pelos maledicentes – que maldosos! – de Cretina Kirchner), Alberto Fernadéz, responsável, humanista, de combate ao coronavírus (mocorongovírus, diria meu amigo Barnabé Varejeira), estão, agora, em maus lençóis, comendo o pão que o diabo amassou. Eram os irmãos do Maradona felizardos, pois contavam com um presidente comprometido com o bem-estar deles. Tristes eram os brasileiros, que viviam, então, sob o tacão de um nazifascista genocida que atende pelos nomes de Bozo e Bozonazi. E um mês de lockdown – dizia-se, então, quarentena – foi a fórmula mágica que Fernandéz encontrara para conter o avanço da infecção pelo vírus que é hoje o bode expiatório de todos os desmandos governamentais (e empresariais, também; não se pode ignorar que muitos governantes comem nas mãos de empresários poderosos). E passado um ano o que se vê? A Argentina despencando em todos os aspectos. O PIB, conta-nos Kleber Sernik, do país ao sul do Brasil despenca 10% em 2.020 e os casos de mortes pelo Covid chegam a 100.000. E mais lockdown implementa-se para frear o avanço do vírus, que não encontra obstáculos. E o Brasil, apesar dos pesares, sob o comando do Capitão Bonoro, também conhecido por Jair Messias Bolsonaro, segue vivo e forte, recompondo-se do golpe que as criaturas do pântano, os seres das trevas, lhe aplicaram.

E um adendo, de minha lavra: Na comemoração do título do time de Messi pela Copa América eram tantos os argentinos nas ruas de Buenos Aires, que o Covid (Mocorongovírus, diz Barnabé Varejeira), assustado, recolheu-se ao seu bunker, e só deu as caras em áreas públicas após o fim da festança.

E de Kleber Sernik, em outra publicação, uma informação, esta tratando de Cuba. O presidente americano, Joe Biden, que até outro dia dizia que nas relações da terra do Tio Sam com a do Fidel aplicaria políticas, que seguiriam os passos da de Barack Hussein Obama, favoráveis aos políticos que governam, com foices e martelos, cortando o pescoço dos cubanos, e esmagando-lhes as cabeças, a ilha-prisão, está, agora, após mudança de rumo de 180 graus, a aplicar políticas à Cuba prejudiciais, seguindo a política de seu antecessor tão mal falado pela imprensa mundial, Donald Trump.

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Brasileiros pedem pelo voto auditável, impresso, e pela apuração pública dos votos, enquanto políticos, jornalistas, artistas pedem a manutenção do sistema atual. Ora, toda pessoa séria quer um sistema que possa ser auditado, para se evitar conflagração interminável devido à impossibilidade de se conhecer a verdade, quantos votos recebeu Fulano e quantos Beltrano. Mas há quem não quer um ambiente favorável à decência eleitoral. Maurício Mühlmann Erthal, em sua página no Facebook, informa que os líderes de partidos políticos eram favoráveis ao voto impresso, auditável, mas após reuniões com ministros do S.T.F. mudaram de idéia, inexplicavelmente.

E Fernando Vaismann explica, num vídeo, o Voto Proporcional, o Distritão e o Distrital, e diz porque é o Distrital o ideal, e, em um texto, projeta luz na questão do Fundão, cujo valor criticou, e tece críticas ferinas aos histéricos apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro, pessoas que, mal-informadas, compram, sem negociar, e por um alto preço, as narrativas dos anti-bolsonaristas. E fala da Lei das Diretrizes Orçamentárias. Tal assunto também é tema de um texto de Guillermo Federico Piacesi Ramos, que menciona Julio Ribeiro, de quem reproduz um curto texto. Seus argumentos convergem com os de Fernando Vaismann, inclusive nas críticas aos desavisados apoiadores do presidente.

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O governo do presidente Jair Messias Bolsonaro faz das tripas coração, e só recebe pauladas, de todos os lados. E muitos daqueles que o apoiavam estão agora a atacá-lo, insuflados pela mídia. São sugestionáveis. Seduzidos pelo canto das sereias dos chamados meios de comunicação tradicionais, única fonte de informação que eles conhecem, desapegados da realidade, adotam a postura de quem está acima do chão que pisa, a pairar, como um ser superior, acima do mundanismo dos bolsonaristas, dos bolsominions, dos, repetindo o vocabulário dos mais fanáticos anti-bolsonaristas, gado bozonazi. É lastimável.

Em meio ao caos reinante, à iminência de vir o Brasil a cair no precipício, ao anúncio do Apocalipse (ou Ragnarok, para os que cultivam a mitologia nórdica), o governo Jair Messias Bolsonaro apreende toneladas e mais toneladas de drogas e reduz consideravelmente os casos de assassinatos. Os índices de criminalidade despencam no Brasil. E não podemos deixar de lembrar que é o Brasil o paraíso dos bandidos. Há, nestas terras, bandidólatras, juristas, intelectuais, escritores. A bandidolatria é, em terras dos descendentes de Peri e Ceci, uma religião.

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Há, hoje em dia, dois tipos de pessoas: As não-vacinadas e as vacinadas. As não-vacinadas podem ser infectadas pelo Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas podem infectar outras pessoas. As vacinadas também. As não-vacinadas podem morrer de Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas tem de usar máscaras. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de evitar aglomerações. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de usar álcool-em-gel. As vacinadas também. Afinal, há alguma diferença entre as não-vacinadas e as vacinadas? Sim. Há. As não-vacinadas não sofrem de efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

Nota de rodapé: Os vacinófilos coronalovers não queriam porque não queriam saber da Hydroxicloroquina porque ela causava efeitos colaterais, e agora suplicam pela vacina, que também provocar efeitos colateriais.

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Paulo Cursino chama a atenção para o silêncio retumbante dos esquerdistas brasileiros, que não dão nenhum pio a respeito do que se passa em Cuba, do levante popular do povo cubano contra o governo de Havana. Compreensível, o silêncio dos defensores da liberdade.

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E o Afeganistão desanda.

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Durante este ano e poucos meses de desgovernos estaduais e municipais que, sob pretextos de se combater um vírus que veio sabe-se lá de onde (diziam que da China), decretam políticas que estão a arrasar empresas pequenas e micros, o governo Jair Messias Bolsonaro cria o Pronampe, programa de empréstimo a micro e pequenas empresas, salvando muitas delas da extinção. E as almas penadas dizem que o presidente Jair Messias Bolsonaro nada fez e nada faz para amparar os brasileiros neste momento de grande agitação e desespero de muitos.

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Nos Estados Unidos, a política de desinvestimentos na polícia provoca, para surpresa de ninguém, aumento dos índices de criminalidade. E a política migratória de Joe Biden vai de mal a pior, e causa uma crise sem precedentes na fronteira dos Estados Unidos com o México.

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Nos site Contra os Impugnantes há bons textos de Sidney Silveira, filósofo. E no Permanência, de Gustavo Corção.

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Dentre os ótimos escritores que publicam seus textos na rede social Facebook estão: Claudio Kezen, Melquisedeque Galdino, Renato Valle Castro, Glauco Paludo Gazoni e Silas Feitosa. Leio-os, atentamente, sempre que posso. São as redes sociais, e a internet, fontes inesgotáveis de conhecimento. Muitas pessoas inteligentes e cultas publicam seus textos e vídeos em site e blogs e redes sociais; pessoas que jamais teriam espaço nos meios tradicionais de comunicação. Para a felicidade de quem não se dispõe a se curvar diante dos mandões de plantão.

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