Venezualiza-se a Argentina. E o Brasil do Bolsonaro. Ou: Uma vez mais, a história dá-nos prova de que os socialistas sabem, melhor do que ninguém, destruir um país.

Que a Argentina vai de mal a pior, e há umas quatro décadas, não há cristão que ignore. Que se degringola a Argentina, país do tango, embora há quem diga que não seja do tango a Argentina o berço, agora com a tal ministra da economia, mulher cujo nome é a onomatopéia de tapa bem dado em instrumento de percussão, em ritmo aceleradamente mais ameaçador, sabe toda pessoa que se informa por mídias independentes, livres, ao invés de pelos meios de comunicação oficiais, os quais todo mundo conhece e nos quais há gente que insiste em confiar. Não era a Argentina, sob o governo do tal de Fernandez, a terra da promissão?! Não era dos argentinos, nossos queridos hermanos, que para o presidente Jair Messias Bolsonaro são rivais dos brasileiros apenas no futebol – e dizem as criaturas de má-vontade que não tem o presidente, nosso querido Capitão, para alguns compatrícios o admirável, heróico, mitológico Bomnosares, talento diplomático -, que os anti-bolsonaristas tupiniquins diziam ser sortudos porque contavam com um presidente que, num momento histórico inédito, o país ameaçado por uma epidemia cataclísmica, soube como proceder, e proceder com responsabilidade, para enfrentar a ameaça que poderia, se não debelada, vir a dizimar o povo argentino, e, ciente de suas responsabilidades de legítimo representante do seu povo, do povo que nele depositou um voto de confiança, decretou um lockdown de um mês, para cortar pela raiz o mal que atingia o país de Jorge Luis Borges, enquanto seu homólogo do país de Graciliano Ramos assumia postura inconsequente, irresponsável, genocida? E enquanto enalteciam o tal Fernandez, amigo-do-peito da tal Kirchner (um substantivo composto, aqui, e hifenizado, é o apropriado – ou alguém queria que eu o desifenizasse, o que poderia convertê-lo numa locução substantiva? Que se desifenize amigo-do-peito, para ver no que dá), apodavam o nosso querido Capitão Bonoro, que insistia, contra tudo e contra todos, turrão como ele só, chucro como um burro-de-carga, um besta-quadrada, azêmola de duas patas, em não decretar, em todo o território que outrora pertenceu aos familiares de Cunhambebe, um lockdown tão rigoroso quanto o que o seu colega argentino decretou. E descarregaram na cabeça do presidente Jair Messias Bolsonaro trilhões de toneladas de xingamentos e acusações de todo tipo. E hoje assistem ao avanço do Brasil, que, apesar dos pesares, ruma ao progresso, a enfrentar percalços – muitos dos quais lho impõem os esquerdistas – sem conta, e a superá-los, para desgosto da turminha do quanto pior melhor, que orquestram, em vão, a derrocada econômica do Brasil, para alijar, à força, da cadeira de presidente, Jair Messias Bolsonaro, enquanto vêem, e fingem não ver, a queda, no precipício, da Argentina. No Brasil, está a inflação na casa dos 7% anuais; na Argentina, na dos 60%. E no Brasil a taxa de desemprego caiu para menos de 10%; e na Argentina, que o digam os detratores do presidente Jair Messias Bolsonaro. E a moeda brasileira vai bem, obrigado. E a argentina? Que o digam os que difamam o presidente Jair Messias Bolsonaro.
No início deste ano de 2022, declaravam, agourentos, os especialistas, que seguem a ciência econômica e respeitam o que as pesquisas indicam, que era o Real moeda tóxica. E hoje o que eles dizem?! Que eles invistam em Pesos! E está a economia brasileira, no jargão anti-bolsonarista, a despiorar,  a não dar provas de melhoria, pois é o mundo, e não o Brasil, que está a melhorar. E a economia da Argentina a quantas anda? Contou-me um passarinho que ela vai de mal a pior. Não sei se procede a notícia. Que os anti-bolsonaristas nos respondam à pergunta.

Bolsonarismo X petismo. Argentina. Holanda. Rússia X Ucrânia. Bandeira do Brasil. Notas breves.


Noticia-se a morte, por um bolsonarista, de um petista. Desde o princípio desta tétrica história a envolver dois inimigos figadais, não foram poucas as pessoas que, com uma pulga atrás da orelha, e perspicazes, estranharam a celeridade com que a imprensa, ao noticiar o caso, apontou, desavergonhadamente, e sem hesitar, o dedo acusador contra o que se convencionou chamar bolsonarismo e condenou os bolsonaristas pelo crime cometido. Em outras palavras, coletivizou-se o crime. Bastou, no entanto, que, horas depois, os meios de subversão – erradamente denominados meios de comunicação – a fazer uso político inescrupuloso da tragédia, vir a público um caso escabroso a envolver um médico anestesista, que estuprou uma de suas pacientes, grávida, na sala de atendimento, vindo a se saber que tal homem é um petista, e algumas pessoas a destacarem tal detalhe, que aqueles que estavam a cuspir na cara de todo bolsonarista a pecha de culpado pelo assassinato cometido por um delinquente repreenderam, com nenhuma civilidade, quem apontava a identidade política do estuprador, acrescentando que era imoral e desonesto se fazer tal associação. Usou-se, ao se comentar os dois casos, ambos criminosos, de um peso e duas medidas. Ora, se é, no caso mencionado, reprovável atribuir o crime de estupro a todos os petistas, o mesmo se deve  dizer do caso que envolveu o assassinato citado linhas acima. Nos dois casos, indivíduos, e não coletivos, grupos, movimentos, ideologias, partidos, cometeram crimes. Infelizmente, está a se fazer uso político, eleitoral, de tragédias.
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Em 2.020, assim que souberam que o presidente da Argentina, Álberto Fernandez, decretou um lockdown de um mês os anti-bolsonaristas declaram, em tom acusatório, de reprovação, que eram os argentinos sortudos, pois contavam eles com um presidente que deles cuidava, e éramos os brasileiros azarados porque tínhamos um presidente que de nós, de nossa saúde, não se ocupava, tínhamos, dizia-se, e insiste-se em dizer ainda hoje, um presidente que era um genocida. E chegamos aos meados do ano de 2.022. E hoje sabemos que vai o Brasil, sob o comando do tão odiado Jair Messias Bolsonaro, nós a enfrentarmos os nossos problemas, e a superar muitos deles, os brasileiros a usufruírem de bens e serviços melhores – apesar das dificuldades que enfrentamos com a inflação de preços de gêneros alimentícios. E a quantos anda a Argentina? Estão os argentinos a sofrer a escassez de inúmeros produtos, a inflação a bater na casa dos 70% ao ano, o desemprego a bater recordes históricos, e as condições de vida deles a degringolaram a olhos vistos, venezuelando-se.
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Desconheço os detalhes da história que ora se escreve na Holanda a envolver, em papéis antagônicos, o governo holandês e o povo holandês, este a se revoltar contra políticas daquele, decretadas, alega-se, para salvar a natureza, mas que, prevê-se, irá redundar no empobrecimento do holandeses.
O que está a se passar nos países ocidentais? Estão os governos ocidentais a promoverem políticas de extrema violência, a prejudicar, imensa e consideravelmente, os povos cujos interesses e cujo bem-estar, na teoria representando-os, estão a, lutando, defender. E quem se revolta contra os desmandos dos governantes são tachados de extrema-direita nazifascista.
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Parece que as previsões agourentas – para a Rússia, como um todo, e para o Vladimir Putin, em particular – não estão se concretizando. Está a Rússia a avançar território ucraniano a dentro, cada vez mais para o oeste, e a destruir as forças armadas da Ucrânia, e a exterminar a resistência ucraniana, e a exibir resiliência admirável e invejável, e a prejudicar os países que lhe, à Rússia, impuseram sanções econômicas que se previam devastadoras para a economia russa. Parece que os EUA e vários países europeus deram tiros nos próprios pés, deram com os burros n’água, pois, vê-se, os europeus e os americanos os é que estão a colher a desgraça advinda da guerra que se desenrola, há mais de quatro meses, no coração da Europa.
Há um ponto – que quase ninguém aponta, dando a entender que é ele irrelevante -, mas que é esclarecedor do espírito hipócrita, malandro, dos governantes europeus que almejam impôr a agenda verde: os europeus, enquanto discursavam contra os combustíveis de origem fóssil, compravam, da Rússia, gás e petróleo. E agora, outro ponto interessante, estão alguns países europeus, para muitos ecologicamente responsáveis, a aumentarem investimentos na produção de energia a partir de carvão, que é extraordinariamente poluente, e na de energia nuclear. Nada como um golpe de realidade para as pessoas abandonarem as suas ilusões, os seus ideais.
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Li, hoje, uma notícia do balacobaco. Em um estado da federação, uma certa juíza aventou a idéia que consiste em se proibir, durante os dias de campanha eleitoral, a exibição, em certos contextos, da bandeira nacional, pois, assim pensa a digníssima magistrada, a bandeira, ao tornar-se o símbolo de um grupo de pessoas que estão a favor de um certo candidato a presidente, deixou de ser um símbolo pátrio – a sua exibição, portanto, configurar-se-á, se tal idéia de jerico, ganhando corpo, vir a se concretizar, propaganda política irregular, ilegal. É de fazer cair o ‘b’ da boca (Entenda-se o eufemismo).
Há não muito tempo, eu ouvi um absurdo: acusaram anti-bolsonaristas o Jair Messias Bolsonaro de haver usurpado os símbolos nacionais. É uma tolice, sabemos, de quem só sabe brandir bandeiras de partidos políticos e cantar hinos ideológicos. E agora, vê-se, eleva-se o absurdo à enésima potência.

Alarmismo ambiental. Fome. Autoritários. Transhumanismo. Guerra na Ucrânia. Soberania Brasileira. Notas breves.

O alarmismo ambiental é mentiroso, criminoso, nefasto. Os ambientalistas alarmistas assopraram as trombetas do apocalipse, que já ocorreu, e ontem, e os humanos, indiferentes ao destino da Terra, não perceberam. É um fenômeno eterno o fim-do-mundo que os ambientalistas xiitas anunciam, diuturnamente, a conservar suspensa a respiração de quem lhes dá ouvidos. O mundo já acabou, conclui quem se dispõe a fazer de seus ouvidos penicos dos salvadores da Terra.
Em defesa das políticas ambientais suicidas, que redundarão, sabem os sensatos – e a voz destes não sensibiliza os donos-do-mundo -, no fim da Terra, os financiadores das políticas ambientalistas mundiais ocultam de todos as notícias alvissareiras, que, além de lhes contestarem a narrativa, ao mundo mostram que as coisas não estão a ir de mal a pior, os humanos a chegarem ao ponto de dizimar a vida na Terra.
Uma reportagem, de autoria de Luis Dufaur, publicada no site ‘Verde: A Cor Nova do Comunismo’, publicada, no dia 20 de Março deste ano de 2.022, “Mais de 550 Novas Espécies Descobertas em 2.021.”, dá a conhecer notícia que anima quem não se dobrou às mentiras reinantes. Para espanto de muita gente, que, boquiaberta, passeia seus olhos pelas palavras que recheiam o artigo, sabe-se que ainda há muito a se conhecer: não estão catalogadas todas as espécies de seres vivos existentes na Terra. Fala-se na reportagem da descoberta de crustáceos – cuja figura lembra a dos camarões -, criaturas que vivem em lagos, em fossas oceânicas e em outros locais, e da de vespas, e caranguejos, e mariposas, e moscas, e besouros, e anfíbios, e répteis, e plantas. Ao fim da leitura, conclui-se que a ignorância dos humanos acerca da vida na Terra, de sua diversidade, é maior do que se pensa, do que querem dar a entender que é. Que imagine quem tem o dom da imaginação o que há para se conhecer nos oceanos e na floresta amazônica, regiões quase que inteiramente inexploradas pelos seres humanos. Há quem diga que os humanos sabemos mais da Lua do que do fundo dos mares.

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A crise econômica provocada, não pelo coronavírus, mas pelas políticas sanitárias insanas decretadas em escala global, aumenta a escassez de gêneros alimentícios em muitos países e provoca a elevação do preço de alimentos em praticamente todos os países. E em algumas nações, Madagascar, Etiópia, Sudão do Sul e Iêmen, o que já era ruim piora, e a olhos vistos.

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São impressionantes, e assustadoras, a desfaçatez e a violência – verbal, que pode se traduzir em violência física – daqueles que pretendem impor sua visão-de-mundo a todo o mundo; movem eles montanhas para removerem da frente toda e qualquer pessoa que não se prosterna, pusilanimemente, diante deles.

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Klaus Schwab, em um curto vídeo, no Fórum Econômico Mundial, fala do Great Reset e da Quarta Revolução Cultural. E muita gente diz que o Great Reset – da mesma forma que a agenda ONU 2030 – é teoria da conspiração. E é teoria da conspiração, também, a ideologia transhumanista, a interface humano-máquina (cérebro humano e computador interconetados), um trambolho apelidado de Neurolink – alô, Elon Musk! -, idéia, esta, que está no livro “Muito Além do Nosso Eu.”, de Miguel Nicolelis, e a ereção de um Estado Global onipotente, onipresente, omnissapiente. São teorias da conspiração mesmo depois de elas saírem do papel, e concretizarem-se.

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Kassandra Marr informa que o Conselho de Segurança da ONU publica uma declaração, que conta com a assinatura da Rússia, a considerar, num vocabulário de quem pisa em ovos, para não ferir brios do governo russo, um conflito, um conflito, unicamente, a guerra que ora se desenrola aos olhos de meio mundo.

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É a Ucrânia prostituta da OTAN; e a OTAN dos Estados Unidos, declaram alguns dissidentes, seres que se negam a papaguear a narrativa da mídia ocidental. E pergunto: Os Estados Unidos são a prostituta de quem? Os atuais passos do Tio Sam são de estranhar toda pessoa que tem nele um modelo perfeito de defensor da Liberdade, da Justiça e da Democracia, valores universais dos quais, pensa-se, ele não abre mão e em defesa dos quais não titubeia.

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Chamaram a atenção alguns comentaristas de política tupiniquim a uma fala, ou a uma postagem em rede social, não sei, de Luís Inácio Lula da Silva, candidato a presidente do Brasil: a que trazia a informação de que ele, se eleito presidente, irá valorizar a soberania brasileira, e para tanto fortalecerá instituições supranacionais, o Mercosul, a Unasul, a Celac e o BRICS. Viram em tal afirmação asneiras das grossas, a mais rematada tolice. Mas desapaixonadamente, e sem se impelir pelo ódio visceral ao personagem indigitado acima, deve-se perguntar, considerando o contexto político internacional, se ele disse alguma asnice monumental e se pode o Brasil prescindir de alianças com outras nações, com algumas dentre elas agrupadas sob esta ou aquela sigla. Reprovar a opção dele pelo Mercosul, que nenhum bem trouxe ao Brasil – aliás, ao Brasil só trouxe dissabores e aborrecimentos – e à Unasul e à Celac, entendo; são escolhas decididas por identidade ideológica. Mas, e a presença do Brasil no BRICS? A filiação do Brasil ao BRICS favorece, ou não, a soberania brasileira? Não nos esqueçamos que três dos outros quatro países – Rússia, na atualidade a segunda maior potência militar, Índia, potência econômica, militar, cultural e política em ascensão, e China, a maior economia nacional, se se considerar a paridade do poder de compra da sua moeda – são ciosas cada qual da sua soberania nacional, mas não dispensam a aliança, para fazer frente à UE e à OTAN, com os outros membros do BRICS. O Brasil tem recursos para levantar, em nome de sua soberania, vôo solo, dispensar toda e qualquer aliança estratégica, agir tal qual um lobo solitário, orgulhoso de seu poder – que é, sabemos, fruto da imaginação, irrealista, vou assim dizer, de nacionalistas fervorosos, que estufam o peito para cacarejar suas patriotadas impotentes -, e encarar, de peito aberto, as outras nações, principalmente as mais poderosas? Que o Brasil participe, sem abrir mão de sua soberania, de grupos supranacionais, mas que sejam estes os que o fortaleçam, e não os que o enfraquecem. E não se pode deixar de apontar: o presidente Jair Messias Bolsonaro, assim me parece, não é hostil ao BRICS.

Presidente Bolsonaro e o 7 de Setembro de 2.021.

As manifestações democráticas, e populares, de milhões de pessoas pedindo liberdade, justiça, paz, e as ações do presidente Jair Messias Bolsonaro surpreenderam gregos e troianos. Não há, em todo o universo, excetuados o presidente do Brasil e um seu reduzido círculo de aliados, quem saiba o que de fato se deu nos meses que antecederam o já histórico 7 de Setembro de 2.021 e nos dias que logo se lhe seguiram. São incontáveis as teorias que intelectuais, de direita e de esquerda, conservadores e revolucionários, bolsonaristas e anti-bolsonaristas, apresentaram, todos, ouso dizer, certos cada qual de que a que apresenta, sendo a correta, explica o que ocorreu antes, durante e depois da efeméride. Sabe-se que as manifestações do presidente e de seus apoiadores não corresponderam às narrativas que acerca delas aos quatro ventos os anti-bolsonaristas espalharam; não representaram um movimento de golpe às instituições democráticas capitaneado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, cuja personalidade é hostil ao autoritarismo de qualquer espécie, como ele deixou claro em não poucas declarações e em atos inúmeros – o que se viu foi, única e exclusivamente, a exibição de irrivalizado apoio popular ao presidente, que, conquanto a mídia diga o contrário, conserva a sua popularidade intacta e é o político mais influente do Brasil. Muitos formadores de opinião, que, pelo visto, de ninguém forma a opinião, insistiram, todavia, em emprestar-lhes – e insistem em tão reprovável postura, suas interpretações sob influência de idéias que dão o presidente brasileiro um personagem vilanesco, crudelíssimo – ingredientes que elas não possuem, a má-fé, que lhes recheia o espírito, a movê-los, pois eles, embora observem os fatos, e, pode-se supor, os compreendam, bostejam, desavergonhadamente, mal-intencionados, para explicá-los, narrativas mentirosas, que apontam o presidente como um ditador iníquo, um político inescrupuloso, sem jamais ilustrá-las com dados que as corroborem, e as repetem, durante trinta horas por dia, dez dias por semana. Não se vexam os detratores do presidente em mentir descaradamente, mesmo que, e principalmente se, flagrados em pecado. E não foram as manifestações impopulares, a contarem com a participação de, se muito, meia dúzia de gatos pingados – é esta a história que a imprensa insiste em, negando a realidade, e desejando impôr suas narrativas, propagar, o que, aliás, ela faz, despudoradamente, sempre que os bolsonaristas – bolsominions, para os íntimos – se manifestam, e em número imensurável, em apoio ao presidente, cobrindo avenidas inteiras, num espetáculo de espontaneidade inegável, trajados com os indefectíveis verde e amarelo, numa ordem admirável, que jamais desanda em grosserias, ataques aos policiais, quebradeira generalizada de patrimônio público e particular, ações gêmeas dos atos violentos dos anti-bolsonaristas sempre que estes saem à rua, aos punhados. E a imprensa insiste em rotular anti-democráticas e golpistas, de robôs fascistas e nazistas, as manifestações ordeiras e pacíficas dos bolsonaristas, e democráticas, espontâneas, de um povo que pede por liberdade, as barbaridades orquestradas pelos anti-bolsonaristas.

Do ano de 2.021, o ato político emblemático é o da Carta à Nação. Há quem jure, e de pés juntos, que redigiu-a o ex-presidente Michel Temer. É tal carta sua obra-prima. E há quem diga que a escreveram quatro mãos, as do presidente Jair Messias Bolsonaro e as do já mencionado ex-presidente. E chegou-me ao conhecimento que há quem pense que a redigiram as mãos do ex-presidente e as de Alexandre de Moraes, ministro do STF. E para alguns sagazes espécimes do espírito humano, redigiram-la os três protagonistas, acima citados, de nossa aventura, não após o 7 de Setembro, mas antes do primeiro ato deste capítulo da história brasileira ser executado. Não sei quem a redigiu. Conta-se acerca da confeção dela estas quatro versões – e talvez algumas outras, que a imaginação fértil de alguém tenha concebido e não me vieram ao conhecimento.

E acerca de qual foi o papel que cada um dos principais personagens da trama, que se começou a dedenhar meses antes, representou podemos aventar hipóteses. Envolvem-nos conjecturas: o presidente Jair Messias Bolsonaro, após intensificar, no dia 7 de Setembro, ao ministro Alexandre de Moraes as críticas, se viu numa arapuca, e, sem meios de cumprir as ameaças, recorreu ao ex-presidente Michel Temer, suplicando-lhe, humilde, e constrangedoramente, socorro, de cabeça baixa, prosternando-se diante dele, e com zumbais grotescas revelou-se-lhe submisso; o ministro Alexandre de Moraes, vendo-se em maus lençóis, e certo de que o presidente cumpriria as ameaças, que tinham destinatário certo, trêmulo, e apavorado, ao passar as noites anteriores em claro, solicitou ao ex-presidente cujo nome encontra-se, neste artigo, duas vezes, linhas acima, intervenção, um diálogo com o presidente, este, enfurecido, com a faca e o queijo na mão, pronto para cortar o queijo, e entregar a cabeça do ministro, numa bandeja, ao povo brasileiro, ou a este entregá-lo de corpo inteiro, e que o povo lhe concedesse o destino que entendesse lhe fosse merecido, que seria, provavelmente, o escalpelamento, seguido da imolação, em praça pública, numa exibição de selvageria e barbarismo inéditos nos anais da história da civilização; eram muitos os ministros do STF, e senadores e deputados federais, e governadores, e inúmeros outros personagens da política nacional, todos preocupados com o recrudescimento das tensões entre o presidente e, do STF, os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, principalmente agora que o presidente deu ao mundo uma demonstração de assustadora força popular, obrigando-os a reconhecê-lo o personagem mais poderoso da trama, e a brandirem a bandeira branca, ostensivamente, para que ninguém a ignorasse, e a pedirem por um diálogo com o presidente, e o ex-presidente Michel Temer eles o nomearam o interlocutor entre eles e o presidente; os políticos jogaram a toalha, derrotados, humilhados, ao reconhecerem, rendidos à verdade, que sagrou-se vitorioso do embate o presidente, que lhes exigiu a rendição unilateral, incondicional; todos os personagens envolvidos na trama se viram num ponto de inflexão: ou todos recuavam, cada qual de sua posição, ou o conflito será inevitável, e em tal momento estavam, todos, em pé de igualdade, e se fossem para o confronto este seria duradouro e sangrento, e seu fim apenas Deus conhecia, mas nenhum deles quis arcar com as consequências do recrudescimento das agressões mútuas, abrir a caixa de Pandora, e decidiram resolver o imbróglio confabulando amigavel, e diplomaticamente, até chegarem a um denominador comum; o presidente acovardou-se, recuou, de golpista, bruto, acanalhado, de espírito ditatorial, converteu-se em arregão, frouxo, covarde, afinal, tinha, em suas mãos, o poder de decidir sobre a vida e a morte de seus inimigos, mas, não querendo usá-lo, contemporizou; o ministro Alexandre de Moraes e o presidente, aliados, simularam hostilidade recíproca, o ministro a representar o papel de inimigo dos brasileiros, para estimular os bolsonaristas e outros brasileiros, todos indignados com a postura do ministro, a irem em favor do presidente, fortalecendo-o, para que ele simulasse a postura de quem pretendia romper de vez a corda, e assim obter concessões de seus inimigos sem que necessitasse ir às últimas consequências, o que faria, se o desejasse, agora com amplo e irrestrito apoio popular; o presidente pretendia, dentro das quatro linhas da constituição, destituir ministros do STF e punir senadores, deputados e governadores, mas recuou, no último instante, porque não contava com apoio dos militares; o presidente blefou, orquestrou seus movimentos desde o início, em acordo com uma ou duas pessoas. São muitas as hipóteses que dão as razões que levaram o presidente à publicação da Carta à Nação. Qual explica o que de fato se deu? Acredito que, além do presidente, apenas um (talvez dois) personagem conheça a história.

Após a publicação da Carta à Nação, testemunhou-se atos inusitados de agentes públicos, jornalistas, opositores do presidente, apoiadores dele, e supostos apoiadores dele, dentre estes os conservadores revolucionários (que são, na opinião deles mesmos, os mais esclarecidos e ilustrados e intelectualizados homens do universo – e que ninguém ouse emulá-los!), intelectuais que lhe descarregam, sem critério algum, críticas construtivas, pessoas que ambicionam governar o Brasil, mas sem o ônus da responsabilidade que o cargo de presidente cobra, e têm o desplante de sugerirem ao presidente a nomeação deste e daquele personagem para este e aquele cargo da burocracia federal, e atrabiliários, esbravejam, exibindo caras e bocas grotescas, e rodam a baiana, sempre que ele não lhes atende as sugestões, que soam como mandamentos divinos, e tampouco as demandas deles, muitas delas pessoais. Li, de um dos conservadores revolucionários – e não vejo razão para citar-lhe, aqui, o nome, pois entendo que é importante o tipo, e não o indíviduo -, um texto, curto, e risível, que dele exibe orgulhoso desdém pelos bolsonaristas e pelo presidente. Declara o distinto intelectual que são otárias as pessoas que foram às manifestações do dia 7 de Setembro; e em outro texto seu, recria a cena da Independência ou Morte, às margens do Ipiranga, imortalizada na famosa pintura de Pedro Américo, o presidente Jair Messias Bolsonaro fazendo a vez de Dom Pedro I e encerrando sua participação em tal episódio curvando-se, desavergonhada e covardemente, aos lusitanos. Além destes dois textos, li um terceiro, de outro conservador revolucionário – cujo nome dispenso-me de registrar, pelas razões expostas acima – que, aludindo a Winston Churchill, apequena o presidente brasileiro, que, tal qual Nevil Chamberlain, de constrangedora biografia, preferindo à guerra a vergonha, teria a guerra e a vergonha. O que se percebe em tais textos é o uso, por seus autores, de um verniz de erudição; comparam personagens de momentos históricos distintos, mirando um objetivo: difamar o presidente Jair Messias Bolsonaro. Desconsideraram os contextos, caso os conheçam, para emprestar um ar de seriedade às críticas que teceram ao presidente brasileiro, e de autoridade, autoridade de pessoas cultas, superiores porque capazes de evocar personagens e eventos históricos – críticas que, desataviadas de seus paramentos retóricos, revelam-se tão rasas e boçais quanto as que fazem ao presidente os inimigos dele -, e deles transparecem, não frustração e desilução, que pretendem exibir, porque suas sábias exortações não foram contempladas com a atenção presidencial, mas a raiva, que não conseguem conter sempre que contrariados em seus desejos. Entendo que tais conservadores revolucionários – e os conservadores revolucionários são uma legião – querem que o presidente realize o sonho deles, o de pôr abaixo o estamento burocrático, e que ele assuma – só, nu, e com a mão no bolso – as consequências de seu ato intemerato, supostamente heróico, e, ansioso, tenso, amedrontado, viva à espera da reação dos oponentes dele – não são intelectuais abnegados, que se limitam a observar e analisar os eventos; fosse assim, eles não esbravejariam tanto, com tanta raiva, que se esforçam, em vão, para conter, sempre que o presidente assume uma postura que não corresponde à que eles consideram a correta e toma uma decisão que não está em acordo com as diretrizes do manual deles. A postura deles, cômica. Eles se fazem de aliados e apoiadores do presidente, mas estão sempre constrangendo-o com  críticas construtivas, que não têm efeito prático, e teorias que a realidade da política brasileira do dia-a-dia rejeita.

E o que dizer dos inimigos do presidente? Até a véspera da publicação da Carta à Nação, eles declaravam aos quatro ventos que era ele um ditador, um golpista, que iria, agora, com a sua exibição de força popular (o que contrastava com a narrativa midiática que indicava que fôra pouca, minúscula, ou nenhuma, a adesão popular às manifestações, e, portanto, ao presidente, e com a que, há meses imprensa, institutos de pesquisa e políticos de oposição publicavam, a de que ele perdia apoio popular e aumentava-lhe a rejeição), exibindo suas garras anti-democráticas, autoritárias, golpistas, ditatoriais, totalitárias, encerrar, em definitivo, as atividades do STF, do Senado e da Câmara dos Deputados, e assumir plenos poderes, a sustentar-lhe a autoridade absoluta as Forças Armadas. A imprensa nacional e a internacional já tinham prontos os discursos de condenação às ações disruptivas do ditador brasileiro, para os inimigos dele um ser híbrido de Hitler e Mussolini, pior que ambos. A campanha difamatória estava pronta. Aguardavam os inimigos do presidente, ansiosos, a lamber os beiços de prazer, a prelibar a conquista, o presidente decidir pela prisão de algum ministro do STF, ou de algum governador; ele, todavia, se lhes opôs às expectativas, silenciando-os. Diante da inesperada, imprevisível decisão presidencial, restou-lhes alcunhá-lo covarde, frouxo, arregão, e difamá-lo. Era-lhes visível a frustração. Agora, não tinham eles o crime, o de atentado à Democracia, a imputar ao presidente Jair Messias Bolsonaro. E encerrou-se o capítulo 7 de Setembro de 2.021, cujo ato derradeiro foi o da Carta à Nação. E dá-se continuidade à história, agora em um novo capítulo.

Qual foi o ato inicial do capítulo que se encerrou com a publicação da Carta à Nação? Não sei. Em retrospectiva, observo os atos que recheiam tal capítulo, e vou retrocedendo até os estertores do mês de março do seminal ano de 2.021, ano emocionante, repleto de reviravoltas, fenômenos fantásticos, ano de vibrar de entusiasmo o coração dos homens, e vejo um ato: o da substituição, pelo presidente, do comando das três Forças Armadas. E, após retirar duas folhas do calendário, no mês de maio, dia 7, vejo o passeio, de moto, do presidente, este a levar a tiracolo o ministro da Infra-estrutura, Tarcísio Gomes de Freitas (Tarcisão do Asfalto, para os íntimos; Thorcísio, para os fãs de histórias em quadrinhos), na ponte de Abunã, sobre o Rio Madeira, fronteira do estado do Acre com o de Rondônia. Após estes dois atos, nota-se uma alteração na postura do presidente. Dias depois, a inspirá-los o que se viu sobre o Rio Madeira, apoiadores e admiradores do presidente o convidaram para um passeio de moto pelas largas e extensas avenidas de Brasília – e ele não se fez de rogado. Esta é a narrativa oficial. Pergunto-me, no entanto, se os apoiadores do presidente haviam, de antemão, confabulado, amistosamente, com membros da equipe presidencial a respeito do passeio em Brasília e dos outros que se lhe seguiriam, e antes, mesmo, do ato que o presidente e seu popular ministro protagonizaram na ponte que conecta o Acre à Rondônia (e não é tolice pensar que muitos motoqueiros pertencem à equipe do presidente). Emprestaram aos passeios de moto, fenômenos de popularidade, cores de ações espontâneas, a trama assumindo ares de iniciativa popular, e não de uma orquestração minuciosa de uma atividade política de grande envergadura, que ia em favor do presidente, sem que o indigitassem o seu patrocinador. Apenas os personagens que participaram da confecção da trama podem, dela, dar testemunhos fidedignos. Que tenham sido os passeios de moto ação política orquestrada pela equipe do presidente; que tenham sido atos de iniciativa popular de apoiadores e admiradores dele, o resultado o conhecemos, ou acreditamos conhecê-lo. 

Seguiu-se ao passeio de moto na ponte de Abunã o pelas avenidas do Distrito Federal, o na cidade do Rio de Janeiro, e outros, em outras capitais estaduais, e, enfim, o na cidade de São Paulo, o que mais contou com participantes. E os meios de comunicação – na verdade, de subversão – a declararem que foram os passeios de moto fracassos retumbantes e a apontarem, com o apoio de institutos de pesquisas, que perdia o presidente apoio popular e a alcunharem os bolsonaristas com os epitetos mais depreciativos que a maledicência humana jamais concebeu. Sucedendo-se os passeios de moto, o presidente intensifica as críticas, não ao STF, mas a dois de seus ministros neles concentrando-as, e sempre com mais vigor, criando, deles, no imaginário popular, a figura de criaturas repulsivas, e assim voltando para eles a atenção do povo, anula o discurso midiático, que lhe faz a caveira; e quanto mais ele eleva o tom de voz, quanto mais ele aumenta o engajamento popular nas manifestações a seu favor, mais a imprensa vende a idéia, que pouca gente compra, que ensina que é ele e os bolsonaristas anti-democráticos, e que está ele, com apoio deles, irrestrito, a preparar um golpe militar. O recrudescimento das tensões, os beligerantes a sinalizarem que não recuariam nem sequer um passo, a mídia o interpretava como ato de agressão exclusivo do presidente, ele, unicamente ele, a desrespeitar as instituições democráticas com o objetivo de provocar uma ruptura institucional, que faria da terra inferno.

E chegamos ao fatídico dia 7 de Setembro de 2.021. Na antevéspera, o presidente Jair Messias Bolsonaro visita o estado de Pernambuco, berço do seu principal rival nas eleições de 2.022, e multidão em festa acolhe-o de braços abertos, alvoroçada, entusiasmada. Na véspera publica-se uma carta, assinada por mais de uma centena de sumidades, intelectuais, ex-presidentes, ex-primeiro-ministros, todos de esquerda, a alertar o mundo para a corrosão da democracia brasileira, para as ameaças anti-democráticas que o presidente brasileiro representava às liberdades, e manifestantes, à noite, em Brasília, removem das avenidas as barricadas que impediam veículos de se aproximarem da Esplanada dos Ministérios e da dos Três Poderes – o trovejante soar das buzinas de caminhões e carros, ensurdecedor, petrificou os inimigos do presidente, que previram que ele executaria uma ação de força, e com amplo e irrestrito apoio popular, a escudarem-lo as Forças Armadas e a Polícia Militar. O presidente iria, enfim, converter-se no ditador que seus inimigos tanto temiam. Foi esta a conclusão à qual chegaram antes de os relógios baterem as vinte e quatro horas do dia 6 de Setembro. E no dia 7 de Setembro, discursa o presidente duas vezes, primeiro, em Brasília, diante de multidão de apoiadores, e, segundo, em São Paulo, cidade, na Avenida Paulista, para multidão maior do que aquela que o ouvira em Brasília. O sucesso de seus discursos, retumbante, inegável. E concentra o presidente as críticas, nestas duas ocasiões, a um ministro do STF, Alexandre de Moraes. Encerrado o dia 7 de Setembro, ao alvorecer do dia 8, amigos e inimigos do presidente aguardaram, ansiosos, impacientes, dele, o anúncio de medidas de força – os amigos as desejavam porque as entendiam justas e corretas, os inimigos as repudiavam, mas queriam que ele as tomasse para alcunhá-lo ditador e mover contra ele as engrenagens de organizações políticas e midiáticas mundiais. E o presidente publica a Carta à Nação. E a história assume contornos inesperados. O que se viu foi o espanto inicial de todos os brasileiros e a multiplicação milagrosa de explicações de infinitas tendências, das mais inusitadas origens, uma cornucópia de comentários, que revelavam, não segurança, inexistente, que muitos desejavam manifestar, mas confusão.

As explicações que aventaram gregos e troianos para a redação da Carta à Nação, inúmeras; e ninguém sabe, mesmo que, de peito estufado, diga que sabe, o que fez o presidente dá-la a público em vez de executar as medidas de força que os brasileiros dele esperávamos. Muitos são os que presumem saber o que vai dentro da cabeça do presidente. Não há viva alma que lhe antevira a decisão; mente quem diz que sabia, ou intuía, que ele enviaria à nação uma carta.

Antes, alcunhavam o presidente autoritário, antidemocrático, ditador e golpista; agora, chamam-lo arregão, covarde e frouxo. Sonharia quem esperasse que os inimigos dele reconhecessem que sempre mentiram-lhe a respeito, que lhe criaram imagem que não corresponde à realidade apenas para, cuspindo na imagem que lhe criaram, atacarem-lo, sem que ele possa se defender, e destruí-lo. O presidente quebrou-lhes a espinha dorsal, no último instante.

O presidente Jair Messias Bolsonaro não atendeu os anseios dos seus inimigos declarados, e aos dos dissimulados, que lhe apertam as mãos, amicíssimos, e lhe declaram lealdade imarcescível: o de atuar com força, destituindo de seus cargos ministros do STF e governadores. A Carta à Nação, ducha de água fria sobre os inimigos do presidente, que estavam em posicão de ataque, prontos para cantar aos quatro ventos que é ele um político inescrupuloso, um ditador, um golpista, agora a ilustrar-lhes a narrativa algo de concreto (e nada me tira, nem à fórceps, da cabeça, que estavam os conservadores revolucionários prontos para cuspir na cara do presidente a responsabilidade exclusiva pelo caos que se seguiria à ação de força presidencial, e abandoná-lo às hienas, que o atacariam, de todos os lados, com tal voracidade que ao ataque ele não resistiria um dia sequer).

Não sei o que se conversa no círculo de homens de confiança do presidente. Não sei quantos são os personagens nele inscritos. São poucos, presumo. Além do presidente, o general Heleno, penso, e, talvez, mais um. A Laurinha Bolsonaro, acredito – ela não é um homem, mas é da confiança de Jair Messias Bolsonaro.

E inicia-se outro capítulo da história do Brasil.

PT, Cuba, e charutos.

É o título deste meu artigo “PT, Cuba, e charutos.” Eu poderia intitulá-lo, também, e, penso, com mais propriedade, e com recheio joco-sério, assim: “Três bilhões e seiscentos milhões de motivos para o presidente Jair Messias Bolsonaro perdoar a dívida cubana.” O leitor entenderá a minha observação ao ler as palavras a seguir.
Diz o presidente Jair Messias Bolsonaro que, nos anos em que o PT desgovernava o Brasil, assinaram um contrato, pra lá de camarada, os governos do Brasil e de Cuba, contrato que contemplava a entrega, pelo Brasil, à Cuba – melhor, ao governo de Cuba – de algumas moedinhas que a cornucópia tupiniquim criava a partir do nada (é tal cornucópia um maquinismo de moto-perpétuo), moedinhas que nenhuma falta fariam ao Brasil, que é, afinal, todos sabemos, um país cujo povo nada em dinheiro tal qual o muquirana mais amado em todo o mundo, o Tio Patinhas. E todas as moedinhas, somadas, chegam a míseros três bilhões de reais e alguns cascalhos. Mas não temos os brasileiros com o que nos preocupar, afinal o governo do país caribenho, a ilha-cárcere, sob administração humanitária dos Castro, comprometeu-se a honrar, num prazo de vinte e cinco anos, o seu compromisso, entregando ao povo brasileiro charutos, muitos charutos, e não quaisquer charutos, como afirmam os detratores dos Castro, não! mas charutos cubanos, os mais cobiçados de todo o universo. Todavia, soube-se, o governo da ilha de Fidel, para surpresa de todos, decidiu não entregar ao Brasil os charutos prometidos. Algumas pessoas – contou-me um passarinho – exortaram o excelentíssimo presidente do Brasil, o senhor Jair Messias Bolsonaro, que desejava ir às vias de fato contra o governo cubano e cobrar-lhe a dívida acordada, a resignar-se, entender que o Brasil já tomou o calote, perdeu três bilhões de reais e alguns trocados. E que se desse por satisfeito, e feliz, pois, embora considerável o prejuízo brasileiro, deve-se saber que, caso o Brasil recebesse de Cuba os charutos, o prejuízo dos tupiniquins poderia se decuplicar, ou, pior ainda, elevar-se à enésima potência, afinal não se sabe quais são os ingredientes da “moeda” cubana.

Tipos Humanos Autenticamente Brasileiros.

É o Brasil o país da mistureba racial, fenômeno civilizatório que os sociólogos, os antropólogos, os etnólogos e os paleontólogos denominam miscigenação, que, não se sabe com exatidão porquê cargas-d’água, manifesta-se, não com exclusividade, na terra do mico-sagui e da vitória-régia, com intensidade infinitamente superior à que se vê em outros países, e desde que nas suas terras pisaram os lusitanos Pedro Álvares Cabral e Pero Vaz de Caminha – contou-me um passarinho (e estou a vender o peixe pelo preço que dele eu o comprei – a sequência de três palavras com inicial em ‘p’ não é do meu agrado, mas fica) que estes dois ilustres personagens da história da Ilha de Vera Cruz não pisaram nas terras do país do carnaval e do futebol (que naquela era imemorial eram desconhecidos por estas plagas), mas ocuparam-se, unicamente, de pisar nas areias do litoral da Bahia.

Nesta terra em que se plantando tudo dá, até foca de cabelo colorido e ser híbrido de traíra e marreco – duas quimeras a pedirem nome de batismo, científico, em latim -, germinaram inúmeros tipos humanos de características inexistentes nas outras duzentas e tantas nações que ocupam as terras emersas do planeta Terra. E eu vim a da existência deles inteirar-me após décadas de dedicação (não me agrada esta sequência de três palavras com inicial em ‘d’, mas fica) ao estudo de tão inusitado fenômeno, único, singular, em toda a longa história da espécie humana. Compulsei calhamaços pesadíssimos e alfarrábios vetustos, impressos, estes e aqueles, quando Matusalém era um bebê mimoso e rechonchudo, cujos vagidos encantavam sua progenitora, e estudei arte rupestre encontrada em dezenas de cavernas espalhadas pelos rincões do Brasil, e manuscritos com caligrafia esmerada e floreada de inextrincável emaranhado de atavios, até que, enfim, compensando todo o meu esforço e a minha dedicação – inéditos na história da humanidade, digo, sem falsa modéstia, e sem me vangloriar, e sem me vexar, pois é o que digo a mais pura verdade -, consegui – fui bem-sucedido em meu propósito – elaborar uma lista, que dou a conhecer aos interessados em tão intrigante assunto, nas linhas abaixo da que encerra este parágrado (Eu escrevi “intrigante tema”, que não fica, pois a junção da última sílaba de “intrigante” com a primeira de “tema” não me agradou, não me soou bem aos ouvidos – feriu-mos), com todos os tipos humanos autenticamente brasileiros que identifiquei em todas as obras literárias que me chegaram ao conhecimento – as gravadas em papel e as gravadas em pedras e as gravadas nas paredes e nos tetos e no chão de cavernas. Caso o leitor, se estudioso da história da civilização, jamais deixa de cumprir as suas incumbências intelectuais, notar, na lista que eu forneço a seguir, a ausência de algum tipo humano autenticamente brasileiro, que me faça a gentileza de mencioná-lo, chamando-me a atenção para a minha negligência imperdoável. Eis a prometida lista de tipos humanos autenticamente brasileiros:

1) afro-brasileiro;

2) euro-brasileiro;

3) americano-brasileiro;

4) asiático-brasileiro;

5) australopiteco-brasileiro;

6) asteca-nipônico-brasileiro;

7) etíope-viking-brasileiro;

8) boliviano-árabe-brasileiro;

9) franco-sifilítico-magiar-brasileiro;

10) eslavo-troiano-kriptoniano-brasileiro;

11) neozelândes-tártaro-shakesperiano-brasileiro;

12) aimoré-anglo-saxônico-equino-brasileiro;

13) sírio-jupiteriano-nórdico-brasileiro;

14) turco-burlesco-nudista-estóico-brasileiro;

15) lusitano-maia-hipocondríaco-saariano-brasileiro;

16) otomano-pigmeu-paquistanês-ungulado-brasileiro;

17) angolano-marsupial-albino-suburbano-brasileiro;

18) guatemalteco-sioux-achocolatado-insosso-brasileiro;

19) argelino-paraquedista-faquir-elefantino-brasileiro,

20) são-paulino-vietnamita-paraplégico-bérbere-arborícola-brasileiro;

21) helênico-gótico-frankensteiniano-cosmonauta-leporino-brasileiro;

22) moçambicano-carijó-belfo-calipígio-ovíparo-brasileiro;

23) taiwanês-neurótico-valetudinário-elegíaco-sudanês-brasileiro;

24) chileno-bielorusso-polissilábico-seráfico-caboverdiano-brasileiro;

25) argentino-iraquiano-lacônico-peripatético-prognato-brasileiro;

26) marroquino-ucraniano-anfíbio-selenita-afegão-brasileiro; e,

27) paraguaio-vulpino-rubro-negro-napoleônico-arabesco-netuniano-crocodiliano-rocambolesco-plutônico-ermitão-palmeirense-cigano-romeno-brasileiro.

Crise econômica. Genocídio. Cultura brasileira. Mengele. Picolé. Fim da epidemia. Notas breves.

Quem é o culpado pela crise econômica?
Quem é o culpado pela crise econômica na Argentina? O Alberto Férnandez? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica no Canadá? O Justin Trudeau? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica na França? O Emmanuel Macron? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica na Alemanha? A Ângela Merkel? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica nos Estados Unidos? Em 2.020, o Donald Trump; em 2.021, o coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica no Brasil? O coronavírus? Não. O Bozonaro.
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Quem é genocida?
Na Alemanha, muita gente morreu de covid.
No Canadá, muita gente morreu de covid.
Na Argentina, muita gente morreu de covid.
Na França, muita gente morreu de covid.
Nos Estados Unidos, em 2.020, Donald Trump, o genocida, matou muita gente, e, em 2.021, muita gente morreu de covid.
No Brasil, o Bozonaro, o genocida, matou muita gente.
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Bolsonaro destrói brasileiríssimas educação e cultura.
Dizem por aí que o presidente Jair Messias Bolsonaro está destruindo a educação e a cultura brasileiras. Qual cultura está o presidente a destruir? A do Golden Shower?! A do Macaquinhos?! E ele está a destruir qual educação? A dos 50%, ou mais, dos alunos que, aos dezoito anos, de posse de diploma escolar do segundo grau, revelam-se incapazes de entender uma simples frase e de somar dois e dois?
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Eleitores do Alckmin, vergonha.
Constrangedores os malabarismos retóricos dos eleitores do Geraldo Alckmin em favor do Lula e da aliança do ex-tucano com o líder máximo do PT. Os alckministas repreendem, com a elegância dos ostrogodos, os bolsonaristas, que apóiam o Mito, aliado do Centrão, e não se vexam de ver seu herói na companhia daquele que até ontem tinham na conta de ser abjeto, desprezível, iníquo, um crápula legítimo.
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Josef Mengele ressurge.
Josef Mengele, seguidor da ciência, médico renomado, que segue o que as pesquisas indicam, atende, de segunda à sexta, das 7,00 às 11,00 e das 13,00 às 16,00, no seu consultório, situado, na rua Experimento Científico, número 666, décimo terceiro andar, sala número 171.
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Um cientista sabe como dar fim à epidemia.
Declara o especialista, em conformidade com o que as pesquisas indicam: Para dar fim ao coronavírus, faz-se urgente cortar as asas de todos os tatus, animais mastodônticos, dotados, na extremidade anterior de seu corpanzil, de um nariz amangueirado, flexível, grosso, cheio de dobras, de uma cauda, pequena, na extremidade posterior do imenso corpo, de dois grandiosos dentes, e de duas asas, proeminências maleáveis encontradas, uma, à lateral direita da cabeça, outra, à lateral esquerda.

Meios de comunicação!? Bolsonaro, a vacina e a máscara. Fauci e Wuhan. E outras notas breves.

Os meios de comunicação comunicam o quê? Dizem por aí que transmitem informações a respeito de fatos, fatos verídicos, sem distorcê-los, sem interpretá-los. Há quem acredite ser verdadeira tal sentença. Um truismo. Na minha outra vida, eu, um ingênuo que mal suspeitava da hombridade dos profissionais dos meios de comunicação, acreditava que era real a imagem de nobreza, confiança, dos assim chamados meios de comunicação – jornais, revistas, televisão. Sei, hoje, que eles não são nada além de meios de subversão.

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Enquanto em alguns blogs e sites nacionais, poucos, e, principalmente, nos americanos, fala-se de Anthony Fauci, da fuga, facilitada, ou não, tal questão está em aberto, do vírus chinês de um laboratório de virologia de Wuhan, a grande mídia tupiniquim dorme, num universo paralelo, em berço esplêndido. Não toma conhecimento do assunto que está agitando sites e blogs independentes. Melhor: conhecimento da questão os profissionais da mídia têm, mas eles não têm interesse em fazê-la cair na boca do povo. Que o povo nunca venha a saber de Fauci, do laboratório de virologia de Wuhan, do aumento de função do vírus, que, artificial, foi criado em laboratório, e coisa e tal.

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Há um ano, no primeiro capítulo da Epidemia – Fraudemia, digamos a verdade – do Coronavírus – Mocorongovírus, segundo o Barnabé Varejeira, meu amigo – anunciava-se: a vida voltará ao normal assim que tivermos a vacina – e as pessoas se vacinarem, é óbvio. Deixariam, então – o futuro alvissareiro prometido pelos onipresentes especialistas da Medicina e da Ciência -, de haver razão para se conservar restrições à movimentação de pessoas em locais públicos, aglomerações no interior de propriedades privadas, atividade comercial, e para a obrigatoriedade de uso de máscaras. Mas, mas… O presidente Jair Messias Bolsonaro – nas palavras de um homem de mãos calejadas, Bomnosares – o nosso querido Capitão Bonoro, resolveu – e tinha de ser ele, ó meu Deus! – dizer, em público, em ato e bom som, que as pessoas já vacinadas e as que já foram infectadas com o mocorongovírus não têm de ser obrigadas a usarem máscaras em locais públicos. E não é que os onipresentes, e também omnissapientes, especialistas, reprovaram-lhe as palavras! Ora, se as vacinas, dizem por aí, imuniza as pessoas vacinadas, que, agora, não transmitem vírus e não são mais por ele infectadas, por que têm elas de usarem na cara a máscara?!

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Com a vacinação – foi o que se disse desde que o mundo é mundo -, reduzir-se-ia os casos de infecção e morte por vírus chinês. E não mais seriam necessárias medidas restritivas ao comércio e à circulação de pessoas em locais públicos. Dá o que pensar a manutenção e, em alguns casos, a ampliação, de medidas restritivas – quarentena, lockdown, fica ao gosto do freguês – por presidentes de países cuja população está quase que em sua metade vacinada. Cito o Chile e o Uruguai, que decretaram novos lockdowns.

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O presidente da Argentina, Alberto Férnandez, decreta lockdown, após meses de lockdown, para conter o avanço da pandemia, que os lockdowns anteriores não contiveram. E na cidade brasileira de Araraquara, umas das mais severas na aplicação de restrição à livre movimentação de pessoas, não se vê os prometidos bons resultados dos lockdowns e quarentenas. Enquanto isso, no Texas, um dos estados dos Estados Unidos, toda restrição à livre circulação de pessoas foi suspensa e foi eliminada a obrigatoridade ao uso de máscara, e os casos de morte pelo vírus despencou de um dia para o outro, para surpresa de todos. E os onipresentes e omnissapientes especialistas em segurança sanitária não tomaram conhecimento de tais informações.

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Disseram que a vacina é um produto pronto e acabado. E eu vi, dias atrás, numa reportagem, que um grupo de mais de trezentas mulheres grávidas participam de uma pesquisa para analisar os efeitos da vacina em gestantes. Epa! Parem a Terra, que eu quero descer. A vacina ainda está em fase experimental?! Estão testando os efeitos dela em mulheres grávidas?! E eu, e só eu, estranhei o teor da reportagem?!

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Há quem proponha que o Estado deva punir com cárcere privado numa fétida enxovia todo e qualquer cidadão da selva brasílica que ousar dizer que a vacina é uma porcaria e que o tratamento precoce salva vidas. E quem propõe tal política tem em mente o bem-estar da humanidade, é claro. Pergunto-me onde fica o debate científico aberto, franco, na cabeça de tal gente.

Governo Federal, boas notícias. Lei de Diretrizes Orçamentárias, algumas notas. Passaporte sanitário. E China. E outras notas breves.

Da SECOM, Serviço de Comunicação do Governo Federal, duas notícias: O Governo Federal investirá mais de trinta milhões de reais em obras de saneamento no Distrito Federal e em treze estados da federação, nas cinco regiões do território nacional; e, o crescimento da movimentação portuária, informa a Agência Nacional de Transportes Aquaviários no Painel Estatístico Aquaviário, neste ano, foi da ordem de 9,3%.

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Raquel Brugnera, em sua página do Facebook, hoje, 19/07/2021, dá uma síntese da substância da Lei de Diretrizes Orçamentárias (conjunto de regras – e não o orçamento federal anual, como muita gente pensa – para o uso do dinheiro público no ano seguinte à sua assinatura) publicada neste 2021 e seus dois pontos polêmicos, o que discute o salário mínimo e o do Fundo Eleitoral (o famigerado Fundão), e fala da manobra empreendida por Marcelo Ramos, que está presidente da Câmara na ausência de Arthur Lira, de recesso.

Explica Raquel Brugnera que os recursos que se discutem na LDO convertem-se em Orçamento após concretização das regras discutidas, que, aprovadas, participam da LOA (Lei Orçamentária Anual). Neste 2021, foram votadas 57 programas e 223 ações, que deputados, senadores e comissões do Poder Legislativo e Bancadas Estaduais sugeriram, e mais 773 emendas. Dentre os objetos de discussão, determinou-se que municípios com população de até cinquenta mil habitantes, estando inadimplentes, podem recorrer ao Governo Federal e obter recursos para honrar os seus compromissos; e que dar-se-á prioridade aos programas habitacionais, aos de vacinação, aos de tratamento de câncer, e às creches; e que para o Censo, às Polícias, ao ensino integral, aos programas de inclusão digital e ao estímulo ao agronegócio não se promoverá redução de valores.

As duas polêmicas, citadas linhas acima, resumem-se ao Salário Mínimo e ao Fundo Eleitoral, sendo que este está a engendrar debate popular acalorado. E a autora dos textos informa que o parágrafo que menciona o aumento dos recursos para o Fundão, da ordem das unidades de bilhões de Reais, de 2 para 5,7, contou com a rejeição da base do Governo, base que queria votá-lo em separado, mas, voto vencido, ao votar para a aprovação da LDO, acabou por aceitar o Fundão, ciente, no entanto, que o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, poderá vetá-lo. E conclui a autora que as Casas Legislativas podem derrubar o veto presidencial.

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Nesta nota breve, um apanhado de informações que colhi de dois textos, cada um de um autor, ambos publicados no Facebook, e de um artigo de site. Este, de autoria de Will R. Filho, dado ao público, sob o título “Embaixador da China no Brasil contraria a fé cristã em postagem: “O Povo é Deus.” “, no site do jornal Opinião Crítica; e aqueles são, um, de autoria de Neto Curvina, o outro, de Patrick Alves, ambos de 19/07/2021.Reúno o teor dos três textos, em síntese, nesta nota breve, em vez de comentar cada um deles em uma nota separada, porque tratam os três de assuntos que se complementam. O de Neto Curvina, prende-se à política de passaporte sanitário, que está a se exigir em inúmeros países, mas é rejeitado pela população – embora parcela considerável dela a aceite bovinamente. Comenta o autor que tal passaporte nada tem de objetivo sanitário, sendo, unicamente, medida autoritária a atender uma agenda política de uma ditadura sanitária globalista. Com tal passaporte, e a vacinação obrigatória, que não poucas pessoas estão a rejeitar, o setor de turismo de países inteiros irá colapsar, e sabendo-se que países como França, Israel e Portugal dependem dele, estes países sofreram um bocado. E ao final afirma que logo iremos todos mendigar migalhas aos chineses. E é a China o elo  deste texto de Neto Curvina com o de Patrick Alves e o artigo de Will R. Filho. Patrick Alves acompanha seu texto, curto, de um mapa com a indicação dos países com maiúsculo investimento chinês. E é assustador: toda a África, toda a Ásia, quase toda a América do Sul e quase toda a Europa é, ou está na iminência de ser, colônia chinesa. E no Brasil tem a China hidrelétricas, escolas, rodovias, e está em vias de possuir redes de transmissão de energia. E tem muitos políticos, políticos brasileiros. E quantas moedas chinesas estes receberam pelos serviços prestados aos mestres do kung-fu? E Will R. Filho fala da manifestação pública do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanning, que escreveu, e deu a público: “Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.” Em um país de cristão, a manifestação do embaixador é um acinte. Além de reproduzir tais palavras do embaixador chinês, evoca o autor alguns fatos histórios dramáticos e trágicos da história chinesa (o Grande Salto Adiante, que matou de fome quarenta milhões de chineses; e o banho de sangue perpetrado por estudantes chineses, que mataram familiares, professores e intelectuais), e explica: Na cultura comunista é o líder do Partido Comunista da China a encarnação do Povo, portanto, ao dizer “O Povo é Deus” entenda-se que está a declarar que Xi Jinping é Deus, melhor deus, um deus político, ideológico, comunista.

Relembro: há poucas semanas li, de Maurício Alves, textos em que ele afirma que o dragão oriental não tem o poder que ele acredita possuir e o que a mídia lhe atribui, e que os Estados Unidos estão, neste momento, a quebrar-lhe a espinha dorsal. Não sei como encaixar tais dados naqueles que colhi dos dois textos e do artigo os quais tratei nesta nota breve.

E uma recordação: Jair Messias Bolsonaro, ainda candidato à presidência do Brasil alertava: A China está comprando o Brasil. E ele, se presidente, iria permitir que a China comprasse do Brasil. Pergunto: ainda estamos em tempo de evitar tornarmo-nos uma colônia chinesa?

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 Silas Feitosa publicou, hoje, 19/07/2021, um texto que esposa uma idéia que li em outro texto cujo autor não me lembro – não anotei, dele, o nome, na ocasião: os ambientalistas estão a forçar o aumento do preço dos combustíveis de origem fóssil, em atendimento à agenda ONU 2030. O projeto, de substituir a matriz energética atual pela chamada de energia limpa, renovável. No texto ao qual fiz alusão, e que, dias atrás, tratei, aqui, diz o autor que a produção da chamada energia limpa não é, na comparação com a de origem fóssil, economicamente vantajosa, daí a ocorrência, suspeita, de explosões, no Oriente Médio, de gasodutos em dois ou três países produtores de petróleo, o que ocasionaria a redução, no mercado internacional, da oferta do ouro negro, e, automaticamente, o aumento do preço deste, que, na comparação com os dos concorrentes ditos de origem limpa, seria desvantajoso.

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Dois textos, um de Kleber Sernik, um de Carlo Manfredini, ambos do dia dezoito do corrente mês, a versar sobre Cuba, sua história recente. O de Kleber Sernik, sob o título “Cuba: Como era antes do comunismo e como ficou.” oferece informações interessantes; e o de Carlo Manfredini resume-se a comentários ligeiros e condenação aos que beijaram os pés dos Castro.

No texto de Kleber Sernik, dentre outras informações, lê-se: Em 1958, Cuba tinha população de 6,5 milhões de habitantes, PIB per capita maior que o da Irlanda, da Áustria, da Espanha e do Japão, médicos e dentistas per capita superior ao da Grã-Bretanha, mortalidade infantil inferior ao da França e da Alemanha, e era a vigésima nona maior economia do mundo. Feita a revolução, em 1959, o governo cubano confiscou 382 empresas americanas, sem indenizar os proprietários delas. E Cuba foi subsidiada pela URSS, que lhe comprava açúcar pelo quintuplo do preço de mercado, assim criando, na mais famosa ilha caribenha, a monocultura açúcareira. E financiou, para agradar os seus credores, os comunistas soviéticos, guerras no Congo, e na Etiópia, na Nicarágua e na Bolívia, e em Angola e em El Salvador, além de outros países. E caiu o muro de Berlim. E a Rússia suspendeu os subsídios à ilha-cárcere. E veio a Venezuela a amparar os Castro, mas a política de Chaves e Maduro provocaram a ruína da Venezuela. E a política de Donald Trump foi pá de cal sobre os carrascos cubanos. Presume-se. E o povo cubano está a comer o pão que o diabo amassou.

Argentinos, sortudos; brasileiros, azarados. Voto auditável, impresso, e apuração pública. Governo Bolsonaro, heróico. E outras notas breves.

Na página de Kleber Sernik, li que a Argentina vai de mal a pior. Os nossos hermanos, que, segundo os nossos compatrícios anti-bolsonaristas – sócios do Covid Clube Desportivo, torcedores fanáticos, insanos, do Fique Em Casa Futebol Clube, seres que seguem a ciência, dotados dos mais requintados talentos intelectuais e dos mais sapienciais dons morais e éticos – gozaram, no ano de 2.020, de uma política, implementada pelo preposto de Cristina Kirchner (alcunha pelos maledicentes – que maldosos! – de Cretina Kirchner), Alberto Fernadéz, responsável, humanista, de combate ao coronavírus (mocorongovírus, diria meu amigo Barnabé Varejeira), estão, agora, em maus lençóis, comendo o pão que o diabo amassou. Eram os irmãos do Maradona felizardos, pois contavam com um presidente comprometido com o bem-estar deles. Tristes eram os brasileiros, que viviam, então, sob o tacão de um nazifascista genocida que atende pelos nomes de Bozo e Bozonazi. E um mês de lockdown – dizia-se, então, quarentena – foi a fórmula mágica que Fernandéz encontrara para conter o avanço da infecção pelo vírus que é hoje o bode expiatório de todos os desmandos governamentais (e empresariais, também; não se pode ignorar que muitos governantes comem nas mãos de empresários poderosos). E passado um ano o que se vê? A Argentina despencando em todos os aspectos. O PIB, conta-nos Kleber Sernik, do país ao sul do Brasil despenca 10% em 2.020 e os casos de mortes pelo Covid chegam a 100.000. E mais lockdown implementa-se para frear o avanço do vírus, que não encontra obstáculos. E o Brasil, apesar dos pesares, sob o comando do Capitão Bonoro, também conhecido por Jair Messias Bolsonaro, segue vivo e forte, recompondo-se do golpe que as criaturas do pântano, os seres das trevas, lhe aplicaram.

E um adendo, de minha lavra: Na comemoração do título do time de Messi pela Copa América eram tantos os argentinos nas ruas de Buenos Aires, que o Covid (Mocorongovírus, diz Barnabé Varejeira), assustado, recolheu-se ao seu bunker, e só deu as caras em áreas públicas após o fim da festança.

E de Kleber Sernik, em outra publicação, uma informação, esta tratando de Cuba. O presidente americano, Joe Biden, que até outro dia dizia que nas relações da terra do Tio Sam com a do Fidel aplicaria políticas, que seguiriam os passos da de Barack Hussein Obama, favoráveis aos políticos que governam, com foices e martelos, cortando o pescoço dos cubanos, e esmagando-lhes as cabeças, a ilha-prisão, está, agora, após mudança de rumo de 180 graus, a aplicar políticas à Cuba prejudiciais, seguindo a política de seu antecessor tão mal falado pela imprensa mundial, Donald Trump.

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Brasileiros pedem pelo voto auditável, impresso, e pela apuração pública dos votos, enquanto políticos, jornalistas, artistas pedem a manutenção do sistema atual. Ora, toda pessoa séria quer um sistema que possa ser auditado, para se evitar conflagração interminável devido à impossibilidade de se conhecer a verdade, quantos votos recebeu Fulano e quantos Beltrano. Mas há quem não quer um ambiente favorável à decência eleitoral. Maurício Mühlmann Erthal, em sua página no Facebook, informa que os líderes de partidos políticos eram favoráveis ao voto impresso, auditável, mas após reuniões com ministros do S.T.F. mudaram de idéia, inexplicavelmente.

E Fernando Vaismann explica, num vídeo, o Voto Proporcional, o Distritão e o Distrital, e diz porque é o Distrital o ideal, e, em um texto, projeta luz na questão do Fundão, cujo valor criticou, e tece críticas ferinas aos histéricos apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro, pessoas que, mal-informadas, compram, sem negociar, e por um alto preço, as narrativas dos anti-bolsonaristas. E fala da Lei das Diretrizes Orçamentárias. Tal assunto também é tema de um texto de Guillermo Federico Piacesi Ramos, que menciona Julio Ribeiro, de quem reproduz um curto texto. Seus argumentos convergem com os de Fernando Vaismann, inclusive nas críticas aos desavisados apoiadores do presidente.

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O governo do presidente Jair Messias Bolsonaro faz das tripas coração, e só recebe pauladas, de todos os lados. E muitos daqueles que o apoiavam estão agora a atacá-lo, insuflados pela mídia. São sugestionáveis. Seduzidos pelo canto das sereias dos chamados meios de comunicação tradicionais, única fonte de informação que eles conhecem, desapegados da realidade, adotam a postura de quem está acima do chão que pisa, a pairar, como um ser superior, acima do mundanismo dos bolsonaristas, dos bolsominions, dos, repetindo o vocabulário dos mais fanáticos anti-bolsonaristas, gado bozonazi. É lastimável.

Em meio ao caos reinante, à iminência de vir o Brasil a cair no precipício, ao anúncio do Apocalipse (ou Ragnarok, para os que cultivam a mitologia nórdica), o governo Jair Messias Bolsonaro apreende toneladas e mais toneladas de drogas e reduz consideravelmente os casos de assassinatos. Os índices de criminalidade despencam no Brasil. E não podemos deixar de lembrar que é o Brasil o paraíso dos bandidos. Há, nestas terras, bandidólatras, juristas, intelectuais, escritores. A bandidolatria é, em terras dos descendentes de Peri e Ceci, uma religião.

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Há, hoje em dia, dois tipos de pessoas: As não-vacinadas e as vacinadas. As não-vacinadas podem ser infectadas pelo Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas podem infectar outras pessoas. As vacinadas também. As não-vacinadas podem morrer de Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas tem de usar máscaras. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de evitar aglomerações. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de usar álcool-em-gel. As vacinadas também. Afinal, há alguma diferença entre as não-vacinadas e as vacinadas? Sim. Há. As não-vacinadas não sofrem de efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

Nota de rodapé: Os vacinófilos coronalovers não queriam porque não queriam saber da Hydroxicloroquina porque ela causava efeitos colaterais, e agora suplicam pela vacina, que também provocar efeitos colateriais.

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Paulo Cursino chama a atenção para o silêncio retumbante dos esquerdistas brasileiros, que não dão nenhum pio a respeito do que se passa em Cuba, do levante popular do povo cubano contra o governo de Havana. Compreensível, o silêncio dos defensores da liberdade.

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E o Afeganistão desanda.

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Durante este ano e poucos meses de desgovernos estaduais e municipais que, sob pretextos de se combater um vírus que veio sabe-se lá de onde (diziam que da China), decretam políticas que estão a arrasar empresas pequenas e micros, o governo Jair Messias Bolsonaro cria o Pronampe, programa de empréstimo a micro e pequenas empresas, salvando muitas delas da extinção. E as almas penadas dizem que o presidente Jair Messias Bolsonaro nada fez e nada faz para amparar os brasileiros neste momento de grande agitação e desespero de muitos.

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Nos Estados Unidos, a política de desinvestimentos na polícia provoca, para surpresa de ninguém, aumento dos índices de criminalidade. E a política migratória de Joe Biden vai de mal a pior, e causa uma crise sem precedentes na fronteira dos Estados Unidos com o México.

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Nos site Contra os Impugnantes há bons textos de Sidney Silveira, filósofo. E no Permanência, de Gustavo Corção.

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Dentre os ótimos escritores que publicam seus textos na rede social Facebook estão: Claudio Kezen, Melquisedeque Galdino, Renato Valle Castro, Glauco Paludo Gazoni e Silas Feitosa. Leio-os, atentamente, sempre que posso. São as redes sociais, e a internet, fontes inesgotáveis de conhecimento. Muitas pessoas inteligentes e cultas publicam seus textos e vídeos em site e blogs e redes sociais; pessoas que jamais teriam espaço nos meios tradicionais de comunicação. Para a felicidade de quem não se dispõe a se curvar diante dos mandões de plantão.

O Despioramento da Economia Brasileira. Boas notícias, infelizmente. Tio Sam Desgovernado. E outras notas breves.

No Brasil, se as coisas não vão de mal a pior, vão de pior a mal, não importa o que ocorra, se o homem público que ocupa a cadeira de presidente, na companhia de seres iníquos, de alma carcomida, não bebe champagne e não come caviar, em banquetes nababescos financiados com o dinheiro suado do povo brasileiro, em suntuosos salões aristocráticos paramentados com obras de profundo mal gosto, de dar engulhos em toda e qualquer pessoa que tenha no espírito, conservada, a consciência do que é belo, de bom-gosto. E se aquele que, no cumprimento de seu dever cívico, contra poderosas forças disruptivas, movimentos revolucionários subversivos, supera dificuldades inimagináveis e obtêm sucesso considerável na Economia do país, produzindo riqueza e gerando emprego, atende pelo nome de Jair Messias Bolsonaro, do fruto do trabalho dele e de sua equipe se diz que é algo que despiorou o que ele mesmo, o presidente indigitado, havia piorado, que era a Economia que ele herdou de seus antecessores, que, sabe toda pessoa minimamente informada, administraram com zelo admirável o rico dinheirinho do povo brasileiro.

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De boas notícias, o inferno está cheio. Por que há de dar boas notícias a mídia aos brasileiros, se é mais vantajoso aterrorizá-los com más notícias, que os deixam com os cabelos em pé, a passarem noites em branco, atormentados por insônias desvigorantes, ou, se eles caem em sono profundo, a perturbá-los com pesadelos assustadores. O PIB nacional cresceu razoavelmente bem no primeiro trimestre do corrente ano e se prevê que irá crescer em torno de quatro por cento, neste ano, em relação ao ano passado. Que triste é para os infelizes cavaleiros do apocalipse tão boa notícia.

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Está Joe Biden – Dodô Bidê, para os íntimos -, o presidente americano, a desgovernar a casa do Tio Sam, nosso querido parente do norte. Há crise na divisa territorial da grande nação com a terra dos astecas. Lá imigrantes são barrados, presos – e a vice-presidente americana, em viagem à Guatemala, solta uma pérola de fazer cair o queixo daqueles que, de tão ingênuos, acreditam que os burros azuis e vermelhos amam os sobrinhos do Tio Sam e lutam pelo bem-estar deles.

E o resultado da política de desinvestimento na polícia se faz conhecer: aumento da violência em boa parte dos EUA.

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Os carinhas dizem seguir a ciência. Alguns ignoram solenemente a existência de Didier Raoult e Luc Montagnier, dois cientistas de primeiro time que não subscrevem a ladainha reinante na imprensa de todo o mundo. Outros, conhecendo-os, e acerca deles ouvindo comentários, poucos, torcem o nariz e rejeitam terminantemente qualquer idéias saídas da boca deles. São ambos negacionistas, nas palavras dos seguidores da ciência, gente que jamais ocupou sequer um segundo de sua humilde existência ao nobre estudo da ciência.

Quanto a ouvir idéia diferentes daquelas que defendem, os carinhas que seguem a ciência não querem nem saber. Que!? Confrontar hipóteses, eu!? Tá doido, tio. Adoto como verdadeiramente científica, ou cientificamente verdadeira, a que os heróis midiáticos, aqueles cientistas e médicos renomados alçados ao píncaro do estrelato pela imprensa, afirma ser a correta.

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É possível construir-se um muro na divisa territorial dos Estados Unidos com o México. É impossível construir-se um muro na divisa territorial do Brasil com o México, pelas razões óbvias – mas Geografia não é o forte de um certo político tupiniquim.

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Onde estão os humoristas brasileiros? De férias? São tantos os disparates da classe política, da artística, que dá para se criar um sem fim número de anedotas e piadas.

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Os remédios cujos nomes não podem ser citados, remédios que compõem um tratamento que não pode ser veiculado, estão salvando muitas vidas, vidas de pessoas que, se se deitassem em berço esplêndido à espera de cuidados de profissionais que trabalham em órgãos competentes, morreriam intubados num leito de UTI.

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Enquanto isso, na divisa entre Brasil e México, uma sublevação social na Colômbia, que, segundo consta nos livros de geografia de um certo político, faz divisa com o Canadá.

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As figurinhas carimbadas da política e do showbusiness nacional já ensinaram aos ignaros descendentes de Peri e Ceci que na Amazônia há girafas e que Brasil e México são países vizinhos. Não está longe o dia em que lhes ensinarão o Teorema de Pitágoras e a Sequência de Fibonacci. E quem criou o Teorema de Pitágoras? E a sequência de Fibonacci?

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E da Bielorússia nenhuma notícia. E nem da Ucrânia. E ninguém fala das peripécias bélicas do Putin. E o Afeganistão é um país distante, muito distante. E a China e a Austrália estão em rota de colisão. E a China e as Filipinas estão em rota de colisão. E a China e Taiwan estão em rota de colisão. E a China e os Estados Unidos estão em rota de colisão. A China, parece-me, está em rota de colisão com todos os outros países.

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As mais avançadas tecnologias que temos à nossa disposição estão obsoletas. As mais avançadas das mais avançadas são de uso exclusivo das forças armadas das nações mais poderosas do mundo e de alguns, poucos, miliardários universais de antigas dinastias.

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E já se fala em uma nova onda de infecção por coronavírus, agora de uma variante que nasceu no Vietnã. Nem bem nos livramos da hindu, e já temos que enfrentar a vietnamita. Farei algumas pesquisas, rápidas, de geopolítica. O Vietnã está confrontando a China em algum campo de interesse do governo comunista deste país?

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Pesquisas de intenções de votos, não faz muito tempo, apontavam Bolsonaro em maus lençóis. E dizia-se aos quatro ventos que ele perdia popularidade. Mas aí, o Capitão Bonoro inventou de passear de moto, em Brasília, no Rio, e em São Paulo. Assim, ele derrubou duas narrativas: a de que perde para os seus adversários num confronto eleitoral e a de que não tem popularidade, perdeu-a, é impopular. E os seus principais oponentes, em particular o Nove Dedos, também chamado de Nine Molusco, não dão a cara à rua. E não mais se publica na nossa tão confiável impressa pesquisa de intenções de voto.

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E da terra do Tio Sam, notícia do Arizona, condado de Maricopa. Dá-se os últimos retoques na auditoria dos votos das eleições americanas de 2.020. Há novidades por aí. E a mídia brasileira a ignorar o assunto, do mesmo modo que ignora Faucy, laboratório de Wuhan, fogo em embarcação iraniana, rebeldes ganhando espaço no Afeganistão…

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Todos os que andamos hoje em dia pela face da Terra temos a disposição infinitas fontes de informações. Infelizmente, muitos de nós não desgrudam os olhos da telinha da televisão, sintonizada nos canais de sempre.

Epidemia. Fraudemia. 1984. Admirável Mundo Novo.

Desde o início do capítulo A Epidemia do Covid-19 muitos estudiosos alertaram: tal história é um experimento social. No transcurso dos últimos duzentos e quarenta dias, inúmeros eventos reforçaram, nas pessoas menos sugestionáveis, que não estão sob a influência dos meios de comunicação – ou, se estão, resistiram, e bravamente, à agressão midiática -, a percepção e a convicção de que a epidemia, ou pandemia, foi uma fraude – que já recebeu o título jocoso de Fraudemia – arquitetada para destronar Jair Messias Bolsonaro da cadeira de presidente do Brasil e impedir a reeleição, nos Estados Unidos da América, de Donald Trump, e, com a queda destes dois colossos, aguerridos combatentes da soberania de suas respectivas nações, obter a submissão de todos os povos ao poder totalitário global, de matriz anti-cristã, sustentado pela fortuna faraônica de capitalistas multibilionários (metacapitalistas, no neologismo cunhado por Olavo de Carvalho – isto é, ricaços que, tão podres de rico, não querendo mais respeitar as regras do livre mercado, o que lhes põe em risco a fortuna nababesca tão arduamente amealhada, associam-se com os Estados nacionais e organizações mundiais tendo em mente a implementação de um arcabouço legal que elimina a concorrência indesejada) e conservado pelo exército chinês – com, a depender de quem seja o presidente dos Estados Unidos pelos próximos quatro anos, a participação das forças armadas americanas. Para muita gente, e gente de primorosa formação intelectual e de moral ilibada, não restam dúvidas de que enfrentamos um dos maiores blefes, se não o maior, da história da civilização – e seus promotores almejam remover do coração dos homens os valores que, bem e mal, sustentam a civilização, e neles inserir outros, que irão desumanizá-lo.

Logo no início deste capítulo cujos eventos estamos vivenciando, a duplicidade dos agentes encastelados em organizações globais e em governos nacionais, estaduais e municipais mundo afora, revelou-se em não raros momentos. Ora tais personagens declaravam que o Covid-19 provoca uma gripe comum – e para dela nos proteger, bastaria que nos alimentássemos bem, nos expuséssemos ao sol, praticássemos exercícios físicos ao ar livre; ora que ele era assustadoramente letal aos humanos; ora que ele não se transmitia de humanos para humanos; ora que ele só se encontrava em morcegos e que não havia a mais remota possibilidade de deles saltar para os humanos, e os infectar – tal possibilidade, asseguraram, estava descartada; ora que ele tem uma elevada velocidade de transmissão de humanos para humanos; ora que medidas drásticas, que consistiam na suspensão de toda a atividade econômica mundial e no confinamento de oito bilhões de seres humanos em suas casas, eram imprescindíveis para o correto combate à disseminação de criatura tão infinitesimal, mortal, capaz de dizimar cidades inteiras, nações inteiras. Poder-se-ia alegar ignorância, acerca da real natureza do Covid-19, dos cientistas, médicos e agentes políticos, econômicos e midiáticos, para explicar todas as controvérsias envolvidas neste capítulo da nossa história, toda a confusão e todos os erros que resultaram em políticas prejudiciais aos humanos e capazes de promover uma ruptura civilizacional; todavia, observando-se, atentamente, os eventos, que se sucederam, como vagalhões devastadores, contra o nosso bem-estar, e avaliando a biografia das personagens instaladas na cúpula de organizações globais e de governos e de megacorporações capitalistas, obrigamo-nos a concluir que tudo não passou de uma peta – diria a personagem mais traquinas de Monteiro Lobato – uma peta global, uma peta universal; e muita gente trabalhadora, honesta, engoliu-a, adotou-a como verdade, pois os que a contaram conseguiram atingir-lhe o ponto fraco: o medo de morrer.

Com o passar dos dias, o que era uma medida passageira, a quarentena, proposta, e implementada, apenas para, desacelerando a velocidade do contágio de pessoas pelo Covid-19 e erguer hospitais de campanha, evitar o colapso do sistema de saúde, incapaz, então, dizia-se, de acolher, de um dia para o outro, milhões de pessoas infectadas pelo Covid-19, assumiu ares de política eterna, gênese do Novo Normal, uma nova era civilizacional, que terá no confinamento residencial, no distanciamento social, no uso perpétuo da máscara e na vacinação compulsória (sob a perspectiva de se tornar um pária quem se recusar a deixar-se vacinar contra o Covid-19) a cultura vigente.

Seriam as medidas de combate ao Covid-19 eficientes? Pesquisas realizadas, nos Estados Unidos, há três, quatro meses, indicaram que 60% (sessenta por cento) dos infectados pelo Covid-19 o foram no interior de suas residências, e que mais de 90% das pessoas, assintomáticas, são imunes ao vírus e não os transmitem para outras pessoas – podem tais pessoas, portanto, tomando medidas profiláticas simples e comuns, como o hábito de lavar as mãos com água e sabão, exercer as suas tarefas sociais diárias. Sendo assim, não há motivos para tanta celeuma em torno do Covid-19 – mas as pessoas, trituradas pelas notícias, assustadoramente apocalípticas, que recolhem dos meios de comunicação, e derrotadas pelo medo, são hostis ao chamado da razão. Deve-se enfrentar, declaram não poucos médicos, o Covid-19 com os mesmos cuidados, as mesmas cautelas, as mesmas precauções, como se enfrenta qualquer vírus transmissor da gripe.

Ocupo-me, agora, com os eventos que se sucederam no Brasil. Obrigo-me a concluir que os brasileiros somos vítimas de agentes públicos e privados descompromissados com o nosso bem-estar, personagens que envidam todos os esforços para de nós subtrair os mais valiosos bens, e não me refiro aos materiais, embora estes eles também estejam a nos surrupiar; querem nos reduzir a bonecos acéfalos, manipuláveis, incapazes de lhes esboçar resistência aos planos maléficos que ambicionam concretizar. Negaram aos brasileiros já infectados pelo Covid-19 tratamento precoce com remédios já há décadas do conhecimento público – e muitos médicos, movidos pelas mais variadas (e reprováveis) razões, acataram, servilmente, as ordens de governadores e prefeitos, e nas receitas aviadas não incluem tais remédios, pois eles provocam efeitos colaterais em quem os toma, podendo, inclusive, ocasionarem-lhes a morte. E em nenhum momento apresentaram casos de pessoas falecidas em decorrência da ingestão de tais remédios, casos documentados, na literatura médica, antes da apresentação do coquetel de remédios como um recurso de tratamento dos infectados. Prometeram a suspensão das medidas restritivas assim que estivesse à disposição de todos a vacina milagrosa, que salvaria a humanidade. Neste estágio da história, já haviam esquecido que o Covid-19 se disseminaria, naturalmente, de pessoa para pessoa, até atingir a tal da imunidade de rebanho, e da importância, para a saúde de todos, dos indispensáveis exercícios físicos ao ar livre, banho de sol e boa alimentação; teriam, agora, as pessoas de se conservarem, recolhidas às suas casas, até o advento da vacina milagrosa. E o que era uma política – a quarentena – passageira converteu-se numa política perpétua. E veio a máscara, onipresente. E as ameaças às pessoas que se recusassem a estampá-la na face, em ambiente público e no interior de estabelecimentos comerciais e órgãos públicos. E amedrontadas as pessoas acolheram tal política, servilmente. E a quarentena recebeu um nome pomposo: Lockdown. E sucedem-se as ameaças de multa e prisão àqueles que resistem às ordens dos agentes públicos. E a própria sociedade, aterrorizada, torturada, martiriza os indivíduos que ousam erguer a cabeça e encarar o monstro que a todos pretende devorar. E anunciam uma segunda onda, que aqui, nestas plagas encontradas por Pedro Álvares Cabral, chegará da Europa, da decadente Europa discritianizada. E as pessoas, assustadas, atendendo ao apelo do medo que as consome, resignam-se: submeter-se-ão à rodada, agora não de uma inofensiva quarentena, mas de um nocivo lockdown, que será implementado, dizem, não porque governantes inescrupulosos, autoritários, que estão apenas agindo em defesa dos seus vis interesses pessoais, mas porque há muita gente irresponsável que não obedece às orientações de autoridades constituídas e de renomados médicos e cientistas.

Esquecia-me: as pessoas que não acolheram os apelos da galerinha do Fique Em Casa foram, por membros de tal galerinha, vilipendiadas, crucificadas em praça pública, cuspidas, achincalhadas, alcunhadas irresponsáveis; ora, as pessoas que, sem um centavo no bolso para comprar o arroz e o feijão de cada dia, saíram de suas casas, todo santo dia, com medo de, se infectadas pelo Covid-19, partirem desta para a melhor, para plantar, cultivar, colher, beneficiar, empacotar, transportar o arroz e o feijão que a galerinha do Fique Em Casa comeu todo dia, receberam, de tal galerinha, o desprezo, o desdém, a ingratidão, e dela ouviram xingamentos impublicáveis, ofensas irreproduzíveis. A galerinha do Fique Em Casa lhes devota ódio insano, assassino.

Os eventos políticos que se sucederam, no Brasil, são de embasbacar todo filho de Deus. Pessoas, sozinhas, numa ampla avenida de uma capital de estado, ou na praia, ao ar livre, foram abordadas por homens truculentos, trajados com a farda da Polícia Militar – recuso-me a chamá-los de policiais -, que as agarraram, as enfiaram, à força, numa viatura policial. E prefeitos mandaram agentes públicos soldarem portas de estabelecimentos comerciais; e governadores assinaram decretos proibindo médicos de receitarem remédios para o tratamento da doença provocada pelo Covid-19, e criaram sistema de monitoramento de sinais de telefones celulares cujo único fim foi o de obter-se a localização das pessoas, para controlar-lhes os movimentos, alegando o fim de inibir, para o bem-estar de todos, aglomerações; e determinaram a obrigatoriedade de realização de testes rápidos em todas as pessoas que falecessem durante a epidemia, para identificação de Covid-19, e, se positivo o teste, declarar a causa da morte o Covid-19 (medida, esta, denunciam, que inflou o número de casos de morte por Covid-19); e proibiram autópsias de pessoas cuja morte foi imputada ao bode expiatório de hoje em dia, o Covid-19 (politicamente muito conveniente tal medida, justificada, cinicamente justificada, como necessária para se evitar a disseminação do vírus).

Abismados, apalermados, assustados, aterrorizados, assistimos a um circo de horrores. E não poucas pessoas, mesmerizadas por imagens horrendas transmitidas pelos meios de comunicação, curvaram-se, servis, aos tiranetes de plantão, e, impotentres, desfibradas, suplicaram-lhes medidas restritivas: que os tiranetes lhes impusessem um conjunto de normas que as protegessem, acreditaram, movidas pelo medo torturante, da irresponsabilidade de indivíduos descompromissados com o bem-comum, egoístas, egocêntricos, individualistas impenitentes. E assim tais pessoas, tiranizadas, curvaram-se ao garrote daqueles que os seviciavam e entregaram-lhes um pouco da liberdade da qual ainda gozavam, liberdade que não tinham conquistado com o sacrifício de seu próprio sangue, liberdade que herdaram de seus antepassados, que lutaram, bravamente, para, com o próprio sangue, conquistarem-la, liberdade que, agora, desprezada, rejeitada, jaz inerte, abandonada por pessoas intimidadas, não pelo Covid-19, mas por políticos conluiados com os meios de comunicação, esta engrenagem de tortura psicológica de cujos mecanismos poucas pessoas escapam.

E agora é outro o cenário: Estados Unidos. Os mais recentes eventos sucedidos nos Estados Unidos indicam, para quem deseja ver, que a epidemia promovida por Covid-19 foi uma farsa universal razoavelmente, e não plenamente, bem arquitetada, com o fim, e não o único fim, de impedir a reeleição de Donald Trump, homem que, altivo, encara, praticamente sozinho, os inimigos dos Estados Unidos, e enfrenta-os onde quer que eles estejam; inclusive, e principalmente, os que se encontram encastelados no coração da América. E o epônimo Donald Trump está a drenar o pântano, o Deep State, que almeja pôr na Casa Branca o tal de Joe Biden, que, em não poucas aparições públicas, revelou claros sinais de demência e sobre o qual pesam acusações de pedofilia, duas razões que podem vir a, caso ele assuma, de fato, o cargo de presidente dos Estados Unidos da América, serem aventados para alijarem-lo do Salão Oval.

As infinitas denúncias de fraude eleitoral, em sua maioria envolvendo os votos enviados pelo correio, dão razão às vozes que, há meses, anteviram o espetáculo grotesco e arabesco ao qual estamos, perplexos, incrédulos, assistindo. Daí persistirem nas políticas restritivas até o dia das eleições e bombardearem os americanos com notícias desencontradas, confundindo-os, atormentando-os, perturbando-os, assim paralisando-os. Todavia, contrariando as ambições dos cavaleiros do apocalipse e dos artífices do governo global, que almejam a queda do Tio Sam, o que lhes seriam de inestimável valor, afinal, terão, se bem sucedidos em tão diabólica empreitada, à disposição, o maior e mais poderoso aparato bélico e tecnológico, contra o qual nenhum povo, lutando pela sua liberdade e pela soberania de sua nação, poderia impor resistência, a América resiste. Temos, após todos os eventos que ora testemunhamos, de louvar o povo americano, que, apesar dos múltiplos inimigos que enfrenta, resiste, heroicamente, e ousa sair em defesa de sua nação – o mesmo deve-se dizer do povo brasileiro, que, ao seu modo meio atabalhoado, não sucumbiu ao terror proclamado pelos cavaleiros do apocalipse e pela escória da política nacional.

Há muito para se falar do Capítulo Epidemia do Covid-19. Não tenho a ambição de encerrar assunto tão complexo, de difícil, impossível, mensuração, num simples artigo, que já assume dimensões não antevistas originalmente, rabiscado, às pressas, em folhas de sulfite, com lápis. São muitas as informações que me vêm, caoticamente, num roldão asfixiante, à mente; e os pensamentos que tal assunto me inspira, inúmeros; para organizá-los, anoto-os em folhas à parte, e consulto as anotações, delas retirando, para a redação deste artigo, as que me servem; esforço-me para não escrever um artigo prolixo, bagunçado, direi; e sei que meu esforço não foi inteiramente vão, pois consegui, bem ou mal, emprestar certa ordem à exposição das minhas idéias.

Sei que o artigo vai extenso, mas tenho algumas coisinhas mais para dizer, sem as quais ele ficará incompleto.

Vê-se que muitas pessoas, que se curvaram, acriticamente, sem esboçar resistência, aos ditames das autoridades sanitárias, servis a políticos inescrupulosos, que se revestiram de poderes infinitos, autoritários, agora, mais assustadas do que nunca, suplicam aos governadores e prefeitos, que delas abusam da boa-vontade, segunda rodada de restrições abusivas, arbitrárias, para impedir a segunda onda de disseminação do Covid-19. Esta história de segunda onda é uma peta, diria a Emília, e tão mal contada, que faz muitas pessoas, torturadas pela engrenagem demoníaca dos meios de comunicação, nela acreditarem, piamente; e tais pessoas ouvem, uma vez mais, as vozes do apocalipse, vozes que, há meses, vaticinam, oráculos agourentos, o fim do mundo – que não veio na primeira onda, mas virá, é certo, na segunda (e caso não se dê, na terceira; ou na quarta; ou na quinta; ou na sexta; ou na sétima…). E suplicam tal política porque, alegam, convictas do que pensam, pessoas irresponsáveis não respeitam as ordens das autoridades constituídas, médicos e cientistas e políticos. E quais médicos e cientistas? Os midiáticos. Os que a imprensa elegeu autoridades infalíveis. Há um quê de religiosidade na credulidade das pessoas que se genuflexionam, reverentes, diante de tais sumidades médicas e científicas; e tais pessoas, convertidas em jihadistas, têm na conta de impenitentes hereges quem não lhes dedicam culto e não os obediecem automática, e irracionalmente. É assustador, e preocupante – para dizer o mínimo. Tais pessoas não percebem que obedecem quem os oprime, e estão a entregar o machado ao carrasco, que lhes irá cortar, sem hesitar, na primeira oportunidade, o pescoço, e se vangloriar do ato feito, e ofendem, maltratam, desprezam aqueles que, conscientes do que se passa e antevendo perigos maiores, se dispõem a lutar pelo bem comum.

Para muitas pessoas não resta dúvida de que toda a parafernália empregada na luta contra o chinavírus atende a interesses escusos de personagens poderosas, sem rosto, personagens acomodadas nos seus castelos suntuosos, de magnífico esplendor, neles ilhadas, isoladas dos homens comuns, a estes inacessíveis. E tampouco a epidemia existe; é a epidemia uma peça política de alcance global; e as orientações para o combate ao Covir-19 são, na verdade, dispositivos de controle social. O uso de máscara, a quarentena e a vacina, medidas alegadamente tomadas para impedir a disseminação do vírus, já se revelaram inúteis, contraproducentes. E já se antevê males ainda maiores do que os que se pretendia com tais medidas evitar: O aumento considerável de mortes por fome e suicídio; a crise econômica, que produzirá caos social inédito; aumento dos casos de depressão e outros distúrbios psicológicos, e dos casos de doenças relacionadas ao sedentarismo; e o prejuízo à educação e à saúde física e mental das crianças. Hoje, para evitar a disseminação de um vírus – que já se revelou de baixíssima letalidade -, e, consequentemente, o colapso do sistema de saúde, implementaram – e com sucesso, total em alguns países, estados, cidades, e relativo em outros – políticas autoritárias, de cerceamento da liberdade dos indivíduos, sacrificados, estes, em holocausto, no altar da coletividade. E não é insensatez, tolice, prever que, num futuro não muito distante, as personagens que financiaram a epidemia do Covid-19, financiarão outra epidemia, a do Covid-30, ou a do Covid-40, certos de que muitas pessoas, hipnotizadas pelos meios de comunicação, que insistirão em disseminar idéias coletivistas, se curvarão, reverentes, e aterrorizadas, diante das sumidades científicas e médicas eleitas entidades celestiais infalíveis, omnissapientes, e acolherão ordens (dadas em tom de simples orientações), que lhes soarão aos ouvidos como de origem divina, ainda mais desumanas do que as ditas neste ano de 2.020. E dentre tais medidas, não é absurdo cogitar, estarão a supressão da propriedade privada e a da integridade do corpo humano (recursos dos quais os Senhores do Mundo abusarão ao seu bel prazer) – estará consagrada, na carta magna do império global, o sacrifício de pessoas que, além de dispenderem recursos públicos escassos, não contribuem para a produção econômica: enfermos, velhos, e crianças (as ainda em estágio intra-uterino e as recém-nascidas – já se fala em aborto pós-parto, tema, este, magistralmente tratado, por Hélio Angotti Neto, no livro A Morte da Medicina). O futuro que os Senhores do Mundo nos reservam será o inferno na Terra; e muita gente entenderá que é o inferno o paraíso. Será um mundo orwelliano, atualmente gestado, onde a semântica sofrerá uma revolução, fenômeno, este, que já presenciamos, e do qual muitas pessoas não se dá conta, tão perturbadas estão sob o bombardeio das orientações que desorientam e das ordens que lhes desordenam o espírito. Hoje, o cerceamento da liberdade é ação libertária; as políticas de confinamento, obrigatórias e prejudiciais à saúde, ações de proteção da saúde, da sociedade; encolher-se, amedrontado, dentro de uma casa, é coragem; a disposição para trabalhar, para se sustentar e a família, atitude irresponsável, de gente que só pensa em si mesma. Já se realizou a revolução semântica, que produz, e reproduz, a revolução de valores. O mundo está de cabeça para baixo, e há muita gente que, andando de quatro, acredita que conserva íntegro o ser de sua condição humana.

Em Hitler e os Alemães, Eric Voegelin diz que Dom Quixote vive numa segunda realidade, um mundo só dele, e que sua convicção torna-o tão persuasivo na defesa de seu mundo fictício, dando-o como o mundo real, a primeira realidade, que faz seu fiel escudeiro, Sancho Pança, homem realista, pragmático, oscilar entre a primeira realidade, a do nosso mundo, e a segunda realidade, a do mundo imaginário, no caso o concebido pela mente adoentada de seu senhor Dom Quixote, o Cavaleiro da Triste Figura.

Muitas pessoas honestas estão, neste momento, sob forte impacto da narrativa da Epidemia de Covid-19, oscilando entre a segunda realidade, a distopia que se criou no bojo do Covid-19, e a primeira realidade, e não poucas, de religiosidade epidérmica, de nenhuma espiritualidade, mergulharam, e de cabeça, no mundo fictício, distópico, engendrado por engenheiros sociais que estão erigindo o admirável mundo novo do livro de Aldous Huxley. Tais pessoas revelam fragilidade psicológica, espiritualidade de ocasião, materialismo raso, pragmatismo interesseiro, relativismo moral, apego ao dinheiro, acomodação ao conforto e às facilidades que a civilização oferece. São facilmente cooptadas pelas forças do mal, corruptoras, e não lhes impõe resistência. Oferecem-se de alimento ao monstro escatológico, insaciável devorador de alma humana, e acreditam que estão denodadamente lutando com ele.

Este é o cenário que se me desvela. O futuro que nos aguarda não me parece o paraíso que muita gente profetiza, paraíso que se concretizará, acredita-se, se nos submetermos às ordens dos Senhores do Mundo.

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