Bolsonaro, a economia, o “depois”. O “depois” é agora. E Putin. E a China. Notas breves.

E para surpresa de ninguém os antibolsonaristas, que até outro dia esgoelavam “Fique em Casa; a economia a gente vê depois.”, agora que o “depois” chegou jogam a batata quente nas mãos do presidente Jair Messias Bolsonaro, e, não se pode deixar de dizer, do ministro Paulo Guedes. Mas foram as medidas do presidente que prejudicaram a economia brasileira? Não. Foram as de governadores e prefeitos, que restringiram atividades comerciais ditas não-essenciais e paralisaram, por meses, a economia de estados e cidades inteiras em nome de uma política sanitária, que se revelou inconsequente – para dizer o mínimo. E tais medidas não tiverem impacto negativo no desempenho da economia nacional? Segundo os inimigos do presidente Bolsonaro, não. E não estou me referindo apenas aos famosos inimigos dele. Para os antibolsonaristas, é o presidente culpado pelo aumento do preço dos combustíveis e dos alimentos – e no mundo inteiro, é óbvio, pois tal fenômeno está a se ver em todos os países. E a China enfrenta uma crise no setor de energia que está a prejudicar imensamente a produção de inúmeros produtos naquele país cuja matriz energética depende imensamente do carvão, que está em estoque mínimo, o que obrigou o governo chinês a paralisar inúmeras fábricas, produzindo, consequentemente, crise de abastecimento de produtos em todo o mundo. E as energias limpas não suprem a demanda; não substituem a “energia suja”. E a Europa está nas mãos de Vladimir Putin, que pode fechar a torneira dos gasodutos se assim o desejar. Brincaram de “Fique em Casa”, uma espécie de esconde-esconde dos adultos; e agora que a brincadeira está para acabar – presume-se – os que se divertiram durante estes quase dois anos não querem saber de assumir suas responsabilidades – é mais fácil apontar o dedo acusador para o presidente Jair Messias Bolsonaro.

A corrupção da linguagem. Femenagem. Pessoas sem vagina. Mulheres. E outras notas breves.

Toda pessoa já percebeu, acredito, que ultimamente faz-se uso de certas palavras – e de sequência de letras que, pensam muitos, são palavras – que parecem saídas da cabeça de gente insana. Fazem uso das estranhas, bizarras, palavras intelectuais que a imprensa tem na conta de donas de intelecto poderoso e autoridades morais e sábios autênticos. E coça a cabeça muita gente, com um risinho no canto da boca, perguntando-se porque se usa tais palavras, tão escalafobéticas. De que palavras trato, afinal? Quem nunca ouviu falar de feminicídio, que indica assassinato de mulheres, diferente de homicídio, assassinato de homens, e femenagem, homenagem às mulheres, distinto de homenagem, homenagem aos homens – aliás, não se pode dizer que femenagem é homenagem às mulheres. E quem nunca leu por aí “pessoas sem vagina” e “pessoas com vagina”. E aos ouvidos ou aos olhos de quem nunca chegaram “alune”, “menine” e outras bizarrices. E quem nunca leu em algum documento “alunx”. Que alguém me faça a gentileza de pronunciar “alunx”. É impossível, pois é “alunx” uma sequência de letras, e não uma palavra. Mal sucedidos no esforço de emplacar sequência de letras como substantivos neutros – meninx, etc. – e adjetivos neutros “bonitx”, etc. -, reconsideraram a política de destruição da linguagem, e, por consequência, da inteligência, e inventaram de enfiar um “e” onde se escrevia um “o” ou um “a”. E tal insanidade é criada, e não por gente insana, em laboratórios de engenheiros sociais, e repetida, mecanicamente, por justiceiros sociais, pessoas que se têm na conta de superiores morais e intelectuais.

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Muda-se o discurso conforme a narrativa. Até alguns dias atrás, feministas defendiam o direito de as mulheres andarem para cima e para baixo sem que fizessem uso, durante o período menstrual, de absorventes íntimos, e se manchassem de sangue, pois, entendia-se então, era direito delas não se submeterem à cultura da tal sociedade patriarcal opressora. Agora, diz-se, para constranger o presidente Jair Messias Bolsonaro, que tem o Governo Federal de distribuir, e gratuitamente, absorventes femininos para as mulheres de baixa renda – é sempre assim: sempre que desejam constranger seus oponentes políticos, os politicamente corretos amparam suas idéias estúpidas, demagógicas, numa alegação: é em benefício dos pobres, das minorias, que são injustiçadas pela sociedade burguesa, capitalista, ocidental.

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Os bem-pensantes dizem que têm as mulheres o direito de decidirem que tipo de vida levam, mas cospem na cara das que decidem viver uma vida pacata de filha, esposa e mãe. É a mulher esposa dedicada? Que horror! Antiquada, e quadrada, não tem consciência de que o seu marido a oprime. Dedica-se a amamentar seu filho, a mantê-lo sempre bem asseado, e não se perde, com estupefacientes, nas discotecas e bocas de fumo? Que horror! Respeita pai e mãe? Que horror! São femininas? Que horror!

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,,, e a China faz água. Maurício Alves e Ruy Pratini, dedicados a pensar o mundo, entendem que está o país dos mandarins em crise, e crise séria. A expulsão, da bolsa de valores de Nova Iorque, das empresas chinesas, que não apresentaram demonstrativos contábeis que possam ser submetidos à auditoria, foi a pá de cal no túmulo do Xi Jinping.

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Artistas brasileiros – os famosos (pincipalmente os famosos que ninguém conhece) – acreditam que os brasileiros estamos em débito com eles. Presunçosos, superestimam-se.

Declínio dos Estados Unidos e ascensão da China. Ex-bolsonaristas anti-bolsonaristas. Borba Gato e os revolucionários. Transhumanismo. E outras notas breves.

Em sua página no Facebook, Maurício Alves sugere um interessante exercício de imaginação. Observador perspicaz, projeta luz sobre o que se conta acerca do caos que nos aflige. Penetrante em suas análises, apresenta, de um ponto de vista inusitado – dir-se-ia uma teoria da conspiração (às idéias dele talvez assim se refiram pessoas que nada sabendo do assunto e nada desejando saber declaram que de tudo estão inteirados, tecem a respeito comentários infundados, pior, escabujando de ódio ou simulando tranquilidade de espírito, limitam-se a ofendê-lo).

Não é Maurício Alves um replicador de informações, tampouco um disseminador de análises ideologicamente enviesadas. Diz ele que o flagelo que nos atormenta é obra de homens que almejam a derrocada dos Estados Unidos da América e a ascensão da China à superpotência mundial; dentre tais homens, além, é óbvio, dos membros do Partido Comunista Chinês, estão bilionários ocidentais e políticos do Partido Democrata americano. É o objetivo dos inimigos da América, e, por extensão, do mundo livre, demolir as instituições americanas, que são a salvaguarda do poder do Dólar como a moeda do comércio internacional, moeda cujo lastro é a confiança que o mundo deposita nas instituições democráticas criadas pelo Tio Sam. Compra-se Dólar porque confia-se que o Tio Sam honra os seus compromissos.

As restrições ao comércio, a fraude eleitoral nas eleições americanas de 2020, as políticas sanitárias iníquas, e as políticas de passaporte sanitário e a consequente obrigatoriedade da vacinação contra o Covid-19 concorrem para o mesmo objetivo: enfraquecer os Estados Unidos da América.

E estão com pressa os inimigos dos Estados Unidos, afinal, poderá em 2022 Donald Trump obter a maioria nas duas casas legislativas; e a auditoria das eleições americanas, de 2020, no Arizona e em outros estados americanos tem para revelar segredos que muitos não desejam que venham a público, o mesmo se pode dizer da investigação da origem do coronavírus, investigação que revelará o papel de Anthony Fauci e outros ilustres personagens na condução da pandemia.

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Ricardo Santi e Guillermo F. Piacesi Ramos atentam para o erro que não poucos bolsonaristas cometem ao respeitarem as opiniões de youtubers que nada entendem de política e que atuam sempre em defesa de seus interesses pecuniários – nem sempre com a verdade, a justiça, lançando mão de expedientes reprováveis com o objetivo de ampliar seu público, ter seus vídeos popularizados – em vez de confiar no presidente Jair Messias Bolsonaro, cuja experiência política não é desprezível, e além disso, tem ele informações que lhe dão uma idéia melhor da situação, informações que nenhum outro brasileiro, por mais perspicaz que seja, pode imaginar quais sejam.

Quem também repreende tais bolsonaristas é Fernando Vaismann, que trata como ingênuos, imaturos, quem pede por intervenção militar, a aplicação do artigo 142 da Constituição Federal, e suplica ao Exército a prisão de vândalos e personagens folclóricos da política brasileira.

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E pela segunda vez trato de comentários de Maurício Alves aqui nesta edição das minhas Notas Breves. Em uma de suas publicações feicebuquianas (ou facebookianas?), ele, ao falar do ato vandálico contra a estátua do bandeirante Borba Gato, prevê a ocorrência possível de conflitos em futuro próximo, o que justificaria, pelo STF, um golpe branco, e assim estaria alijado o presidente Jair Messias Bolsonaro da cadeira de presidente do Brasil. Não é o único brasileiro que chama a atenção para o recrudescimento dos atritos entre os apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro e os inimigos dele; estão os nervos à flor da pele, e basta um estopim para que a dinamite social exploda, o que obrigará as Forças Armadas a agirem no intuíto de restabelecer a lei e a ordem. Está por um fio, prevê-se, o conflito. Fernando Vaismann (o Bituka du Bronx) é um dos que alertam para o perigo da ocorrência de convulsão social no Brasil. E os sinais que evidenciam a sua iminente eclosão estão diante dos olhos de todos, mas apenas os treinados podem vê-los.

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O transhumanismo, pensa Neto Curvina, hoje, 25/07/2021, no Facebook, acompanhado da Agenda 2030 (da ONU) e do Great Reset (Grande Reinício), está no âmago de política satânica que redundará na ruína do Homem.

A criação de seres híbridos humanos-animais e humanos-máquinas, em gradativo aprimoramento, é, diz Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, a última tentação do homem. Já em andamento o hibridismo, preparam os Senhores do Universo os povos para a aceitação do novo ser que nascerá da mistura de homens, animais e máquinas num mesmo organismo. E os monstros serão, é certo, inúmeros. Dentro de poucos anos, conviveremos com minotauros, quimeras, centauros, equidnas, esfinges e sátiros.

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Somos os humanos ratos de laboratório, segundo Welton Nehemiah, ontem, 24/07/2021, em sua página do Facebook. Para ele, os humanos desessencializados, corrompem-se em sua integridade, em seu espírito, em seu ser, em sua natureza original, a humana, para se converter em sabe-se lá o que. Em nome da saúde eterna, de uma idéia fantasiosa de saúde, estão a se curvar perante os que os oprimem. Não todos os humanos, é claro, mas aqueles, que são muitos, que acolhem, bovinamente, as ordens de seus algozes e condenam ao ostracismo e ao fogo do inferno os que se dignam a se respeitarem em sua condição humana. O pensamento de Welton Nehemiah coincide com o meu e com o de outras pessoas, que não são poucas.

E pergunto-me se se avizinha de nós o mais desumano e assassino governo da história. Há quem já o vislumbre, ao longe; e há quem afirme que estamos no, dele, átrio de entrada, ao enquadramento da porta principal; e para outros já estamos dentro dele, e ele está a nos massacrar, mas, anestesiados pelas comodidades modernas, a gozar de uma vida de entretenimento e descompromisso e de prazeres ilimitados, desenssibilizados, não nos damos conta da nossa situação deplorável.

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Davi Marciglio informa que o governo francês criou um comitê interministerial para proteger do islã em sua vertente fanática a República; para os franceses é o secularismo inegociável.

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Alfredo Vieira é um pintor brasileiro. Suas obras, de óleo sobre tela, reproduzem as coisas com realismo estonteante – diz-se escola hiper-realista. Na sua pintura “Casebre”, ele retrata uma casa antiga, rústica, em área rural, à volta chão de terra e à frente uma cerca de madeira; ao fundo, colinas cobertas de vegetação verde, rasteira, e árvores. É uma pintura que agrada aos olhos. Bucólica.

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Bill Watterson era dono de sensibilidade incomum. Nas estórias de seu mais famoso personagem, Calvin, que está sempre acompanhado de Haroldo, seu tigre de pelúcia, ele é bem-sucedido em reproduzir a alma de uma criança em toda as suas simplicidade e complexidade, traduzindo-lhe, numa associação perfeita de desenhos e textos, a casmurrice, a ingenuidade, a tristeza, a alegria, a euforia, enfim, todos os sentimentos que fazem de um ser humano ser humano.

Em uma das curtas estórias protagonizadas pelo menino Calvin, de quatro quadrinhos, vê-se, no primeiro, Calvin a tropeçar em uma pedra; no segundo, ele, enraivecido, a dar-lhe um pontapé, arremessando-a longe; no terceiro, a pedra a acertá-lo na cabeça; e, no quarto, Calvin com a cara enfiada no chão. O conto narrado nestes quatro quadrinhos é simples; os desenhos de Bill Watterson confere-lhe o tom cômico, a graça; é uma prova, e bem simples, de que o importante não é a estória que se conta, mas como se conta a estória.

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Quatro pinturas que admirei na página Ars Europe. Uma de cada um dos seguintes pintores: Jan van Balen; Titian; Gianantonio Guardy; e, Bartolomeo Veneto. A de Jan van Balen, Feast os Bacchus, um óleo sobre tela, representa uma cena, num bosque, dionisíaca. Adornam a cena cupidos. Era o pintor um colaborador de Jan Bruegel. E sua obra insere-se no período barroco. Titian, italiano, num óleo sobre tela, apresenta “Worship of Venus”, um rito romano à deusa que dá título à obra. Estão presentes na pintura crianças com asas. Em sua pintura, Gianantonio Guardy ilustra uma cena do poema de Torquato Tasso; estão representados Ermínia, Valfrino, e Tancredi, este, ferido, estirado no chão. E por último, um quadro animado por Maria, e Jesus, criança, ao Seu colo. Ao fundo, vê-se camponeses, animais e um cavaleiro montado em um cavalo; e mais ao fundo, montanhas e construções.

Acompanha cada uma das quatro pinturas um texto curto que dá notícia do pintor e do tema da pintura.

Embora não tenhamos acesso às pinturas originais, podemos admirar réplicas em formato digital; podem muitos alegar que a experiência de admirar réplicas de pinturas numa tela de computador não se iguala à, superior, insubstituível, de admirá-las em seu estado original; pode-se concordar com tal afirmação, mas há de se reconhecer que muitas pessoas jamais terão diante de seus olhos as pinturas originais; portanto, as réplicas, incluídas as reproduções digitais, têm o seu valor; da mesma forma as reproduções em vinil, fita-cassete e digital de espetáculos de música, e em vídeo de apresentações teatrais.

China, chuvas, enchentes, a hidrelética de Três Gargantas e o aquecimento global. Bolsonaro e Argentina. Ministro Tarcísio e o Ferrogrão. E outras notas breves.

Notícias exibem cenas dramáticas sucedidas em território chinês após a tempestade torrencial que desabou no país do Bruce Lee. E dá-se a conhecer que a precipitação de água desta vez superou todas as expectativas. Foi um volume tão grande de água que o fenômeno pode ser comparado a um dilúvio. Há quem pense que não é inteiramente correto atribuir à chuva inesperada a catástrofe que se abateu sobre a China, pois suspeita-se que a causa da tragédia deve-se à frágil estrutura das hidrelétricas situadas em território chinês. E avizinha-se dos chineses uma tragédia cataclísmica, suspeitam estudiosos; é o que se lê nos artigos “O rompimento da hidrelética das Três Gargantas na China irá causar uma calamidade global.”, de Renato Cunha, publicado, dia 12/05/2021, no site Stylourbano, e “Barragem pode se romper a qualquer momento na China (Exército)”, publicado, sem nome do autor, no site do Estado de Minas, dia 20/07/2021.

No primeiro artigo aqui mencionado, informa o autor, evocando recentes fatos histórios sucedidos na China desde há um pouco mais de vinte anos, que a construção da hidrelétrica de Yangtsé está envolta de suspeitas de corrupção desde a apresentação do seu projeto pelo governo chinês e é tal obra faraônica uma peça de propaganda do governo chinês, comunista. E o risco de um rompimento da barragem não pode ser descartado. No segundo artigo acima mencionado, fala-se do rompimento da barragem de Luoyang. Não podemos, sabemos, confiar nas palavras do governo chinês, cuja desonestidade é proverbial – nada que nos surpreenda, afinal é o governo chinês comunista.

A tempestade que ora atinge a China vem bem a calhar para o governo chinês e para os ambientalistas alarmistas. Sendo verdadeira a história da fragilidade da hidrelétrica das Três Gargantas, o resultado será uma catástrofe apocalíptica, com milhões – fala-se em centenas de milhões – de chineses mortos. E o governo da China já estaria a criar um bode expiatório, eximindo-se de suas responsabilidades: o aquecimento global, que, alterando significativamente o clima terrestre, causou a tragédia. E os ambientalistas alarmistas, xiitas, comunistas verdes (diria Luís Dufaur), estão prontos para sacar as suas armas retóricas para condenar os seres humanos, para eles o câncer da Terra, e exigir dos estados nacionais submissão à uma agenda global de combate ao aquecimento global de origem antropocêntrica chancelada por uma organização mundial, que a todos os povos do mundo irá impor, em nome do bem da Terra, uma política totalitária, que engendrará miséria inimaginável e mortes incalculáveis.

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O presidente Jair Messias Bolsonaro publicou, hoje, em sua página no Facebook, um vídeo. Vídeo que apresenta o testemunho de um argentino, que não tem seu rosto exibido, acerca do que se passa na Argentina. E o presidente Jair Messias Bolsonaro, na sequência, fala de uma conversa sua com Maurício Macri, antecessor de Alberto Fernandez na cadeira da Casa Rosada, e do alerta que vem fazendo desde há dois anos, a de que retormando o poder as esquerdas o Brasil viverá o inferno na Terra, e falou da crise econômica e social argentina, e, evocando o exemplo dos venezuelanos que migram para o norte do Brasil, do fluxo migratório de argentinos para o sul do Brasil. Falou um pouco do Voto Impresso, de sua importância, inprescindível para o bom andamento das eleições brasileiras, e de um ministro do STF, Luis Roberto Barroso, e de Lula, sem deste citar o nome. E repetiu uma de suas costumeiras frases, a que diz que ele, presidente Jair Messias Bolsonaro, joga dentro das quatro linhas da Constituição.

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O ministro da Infra-estrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, bate-se contra ambientalistas militantes, informa Fábio Matos, no artigo “Tarcísio volta a defender o Ferrogrão e afirma que ativistas não conhecem o projeto.”, publicado, dia 20/07/2021, no site da Revista Oeste.Critica, e duramente, com as suas civilidade e pacatez costumeiras, o já lendário ministro da Infraestrutura, galardoado pelos brasileiros com um apelido carinhoso, Tarcísio do Asfalto, os ativistas ambientalistas que, não se contentando em defender a natureza, almejam emperrar a construção de obras benéficas aos humanos. É o Ferrogrão extensa linha ferroviária de mais de novecentos quilômetros, que vai de Sinop, Mato Grosso, até Itaituba, Pará, no porto de Miritituba, às margens do Rio Tapajós. Escoará a produção de grãos do Centro-Oeste, pela BR-163, que recebe obras de melhoria, até o Pará.

Há um imbróglo no projeto do Ferrogrão. Envolve a legenda do Psol, e o ministro do STF Alexandre de Moraes, e o Governo Federal, além de outros personagens; e diz respeito ao Parque Nacional do Jamanxim, no Pará.

O projeto contará com conexões de ferrovia, hidrovia e portos, e elimina a dependência que têm da malha rodoviária os produtores de grãos. Trará muitos ganhos para o agronegócio brasileiro, e para o Brasil como um todo.

Li, há pouco, um artigo, “Escoamento de Grãos de MT para o porto de Miritituba- PA deve crescer 20% em 2021”, escrito por Luiz Patroni, publicado, no blog Canal Rural, dia 04/01/2021. Traz importantes informações.

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Fernando Vaismann, sob o codnome Bituka du Bronx, manifesta a desconfiança que nutre por Abraham Weintraub, Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio, e por deputados federais que, recém-eleitos, excurcionaram pela China, ciceroneados por atenciosos e prestativos guias turísticos de olhos puxados, e por Janaína Paschoal, deputada estadual por São Paulo. Muitos brasileiros, em especial os bolsonaristas, até hoje não engoliram as desculpas que os patriotas deputados federais apresentaram ao se verem de calças arriadas. Para não poucos são as desculpas esfarrapadas. E os bolsonaristas, com uma pulga atrás da orelha, os fitamos com o canto dos olhos, um pé para trás.

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Neto Curvina publica uma informação que dá o que falar e deixa a todos de cabelos em pé. Diz ele que se dissemina pelos quatro cantos do planeta uma idéia do balacobaco: agências de notícias informam que com o fim das restrições à movimentação econômica e ao livre exercício de atividades públicas dos indivíduos, aumentar-se-á o efeito estufa, automaticamente avolumando-se, e perigosamente, os ingredientes que favorecem o aquecimento global. Aqui, dá-se como certo que o fenômeno cataclísmico que profetizam os ambientalistas fanáticos tem sua origem na atividade econômica humana, pior, na existência do ser humano.

No ano passado, li reportagem que informava que as quarentenas e os lockdowns haviam beneficiado a natureza; que os rios e o ar e o mar estavam menos poluídos. Na ocasião cocei a cabeça, intrigado. Agora, à insinuação de que a retomada das atividades econômicas redundará em prejuízo à Terra, percebo que cocei, e com razão, a cabeça, a pensar com os meus botões. Inserindo tal detalhe, a informação dada por Neto Curvina, num cenário, percebe-se que se está a preparar os homens para a aceitação de medidas de restrição econômica, em nome do bem das tartarugas marinhas, dos ursos polares e dos ursos pandas, e da Terra, a mãe Gaia, como um todo, medidas que erguerão uma civilização mais humanitária porque menos populosa, quase desabitada. É difícil equacionar a questão ambiental. É o homem um personagem da Terra. E muitos ambientalistas desdobram-se com seriedade ímpar no estudo da questão ambiental; infelizmente, são os inescrupulosos que, barulhentos, estão sob os holofotes.

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Nicolas Carvalho de Oliveira, na sua página do Facebook, hoje, dia 23, tece comentários percucientes a respeito da mentalidade dos conservadores, mentalidade com trinta anos de obsolescência. Estão os conservadores cegos para as questões atuais, prementes, dentre outras a conexão deletéria entre capitalismo de consumo e marxismo cultural, a guerra espacial, e a ditadura das High-Tech. Está com a razão Nicolas ao apontar o consumismo e o entretenimento hedonista como sustentáculos do despotismo dos Estados.

Governo Federal, boas notícias. Lei de Diretrizes Orçamentárias, algumas notas. Passaporte sanitário. E China. E outras notas breves.

Da SECOM, Serviço de Comunicação do Governo Federal, duas notícias: O Governo Federal investirá mais de trinta milhões de reais em obras de saneamento no Distrito Federal e em treze estados da federação, nas cinco regiões do território nacional; e, o crescimento da movimentação portuária, informa a Agência Nacional de Transportes Aquaviários no Painel Estatístico Aquaviário, neste ano, foi da ordem de 9,3%.

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Raquel Brugnera, em sua página do Facebook, hoje, 19/07/2021, dá uma síntese da substância da Lei de Diretrizes Orçamentárias (conjunto de regras – e não o orçamento federal anual, como muita gente pensa – para o uso do dinheiro público no ano seguinte à sua assinatura) publicada neste 2021 e seus dois pontos polêmicos, o que discute o salário mínimo e o do Fundo Eleitoral (o famigerado Fundão), e fala da manobra empreendida por Marcelo Ramos, que está presidente da Câmara na ausência de Arthur Lira, de recesso.

Explica Raquel Brugnera que os recursos que se discutem na LDO convertem-se em Orçamento após concretização das regras discutidas, que, aprovadas, participam da LOA (Lei Orçamentária Anual). Neste 2021, foram votadas 57 programas e 223 ações, que deputados, senadores e comissões do Poder Legislativo e Bancadas Estaduais sugeriram, e mais 773 emendas. Dentre os objetos de discussão, determinou-se que municípios com população de até cinquenta mil habitantes, estando inadimplentes, podem recorrer ao Governo Federal e obter recursos para honrar os seus compromissos; e que dar-se-á prioridade aos programas habitacionais, aos de vacinação, aos de tratamento de câncer, e às creches; e que para o Censo, às Polícias, ao ensino integral, aos programas de inclusão digital e ao estímulo ao agronegócio não se promoverá redução de valores.

As duas polêmicas, citadas linhas acima, resumem-se ao Salário Mínimo e ao Fundo Eleitoral, sendo que este está a engendrar debate popular acalorado. E a autora dos textos informa que o parágrafo que menciona o aumento dos recursos para o Fundão, da ordem das unidades de bilhões de Reais, de 2 para 5,7, contou com a rejeição da base do Governo, base que queria votá-lo em separado, mas, voto vencido, ao votar para a aprovação da LDO, acabou por aceitar o Fundão, ciente, no entanto, que o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, poderá vetá-lo. E conclui a autora que as Casas Legislativas podem derrubar o veto presidencial.

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Nesta nota breve, um apanhado de informações que colhi de dois textos, cada um de um autor, ambos publicados no Facebook, e de um artigo de site. Este, de autoria de Will R. Filho, dado ao público, sob o título “Embaixador da China no Brasil contraria a fé cristã em postagem: “O Povo é Deus.” “, no site do jornal Opinião Crítica; e aqueles são, um, de autoria de Neto Curvina, o outro, de Patrick Alves, ambos de 19/07/2021.Reúno o teor dos três textos, em síntese, nesta nota breve, em vez de comentar cada um deles em uma nota separada, porque tratam os três de assuntos que se complementam. O de Neto Curvina, prende-se à política de passaporte sanitário, que está a se exigir em inúmeros países, mas é rejeitado pela população – embora parcela considerável dela a aceite bovinamente. Comenta o autor que tal passaporte nada tem de objetivo sanitário, sendo, unicamente, medida autoritária a atender uma agenda política de uma ditadura sanitária globalista. Com tal passaporte, e a vacinação obrigatória, que não poucas pessoas estão a rejeitar, o setor de turismo de países inteiros irá colapsar, e sabendo-se que países como França, Israel e Portugal dependem dele, estes países sofreram um bocado. E ao final afirma que logo iremos todos mendigar migalhas aos chineses. E é a China o elo  deste texto de Neto Curvina com o de Patrick Alves e o artigo de Will R. Filho. Patrick Alves acompanha seu texto, curto, de um mapa com a indicação dos países com maiúsculo investimento chinês. E é assustador: toda a África, toda a Ásia, quase toda a América do Sul e quase toda a Europa é, ou está na iminência de ser, colônia chinesa. E no Brasil tem a China hidrelétricas, escolas, rodovias, e está em vias de possuir redes de transmissão de energia. E tem muitos políticos, políticos brasileiros. E quantas moedas chinesas estes receberam pelos serviços prestados aos mestres do kung-fu? E Will R. Filho fala da manifestação pública do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanning, que escreveu, e deu a público: “Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.” Em um país de cristão, a manifestação do embaixador é um acinte. Além de reproduzir tais palavras do embaixador chinês, evoca o autor alguns fatos histórios dramáticos e trágicos da história chinesa (o Grande Salto Adiante, que matou de fome quarenta milhões de chineses; e o banho de sangue perpetrado por estudantes chineses, que mataram familiares, professores e intelectuais), e explica: Na cultura comunista é o líder do Partido Comunista da China a encarnação do Povo, portanto, ao dizer “O Povo é Deus” entenda-se que está a declarar que Xi Jinping é Deus, melhor deus, um deus político, ideológico, comunista.

Relembro: há poucas semanas li, de Maurício Alves, textos em que ele afirma que o dragão oriental não tem o poder que ele acredita possuir e o que a mídia lhe atribui, e que os Estados Unidos estão, neste momento, a quebrar-lhe a espinha dorsal. Não sei como encaixar tais dados naqueles que colhi dos dois textos e do artigo os quais tratei nesta nota breve.

E uma recordação: Jair Messias Bolsonaro, ainda candidato à presidência do Brasil alertava: A China está comprando o Brasil. E ele, se presidente, iria permitir que a China comprasse do Brasil. Pergunto: ainda estamos em tempo de evitar tornarmo-nos uma colônia chinesa?

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 Silas Feitosa publicou, hoje, 19/07/2021, um texto que esposa uma idéia que li em outro texto cujo autor não me lembro – não anotei, dele, o nome, na ocasião: os ambientalistas estão a forçar o aumento do preço dos combustíveis de origem fóssil, em atendimento à agenda ONU 2030. O projeto, de substituir a matriz energética atual pela chamada de energia limpa, renovável. No texto ao qual fiz alusão, e que, dias atrás, tratei, aqui, diz o autor que a produção da chamada energia limpa não é, na comparação com a de origem fóssil, economicamente vantajosa, daí a ocorrência, suspeita, de explosões, no Oriente Médio, de gasodutos em dois ou três países produtores de petróleo, o que ocasionaria a redução, no mercado internacional, da oferta do ouro negro, e, automaticamente, o aumento do preço deste, que, na comparação com os dos concorrentes ditos de origem limpa, seria desvantajoso.

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Dois textos, um de Kleber Sernik, um de Carlo Manfredini, ambos do dia dezoito do corrente mês, a versar sobre Cuba, sua história recente. O de Kleber Sernik, sob o título “Cuba: Como era antes do comunismo e como ficou.” oferece informações interessantes; e o de Carlo Manfredini resume-se a comentários ligeiros e condenação aos que beijaram os pés dos Castro.

No texto de Kleber Sernik, dentre outras informações, lê-se: Em 1958, Cuba tinha população de 6,5 milhões de habitantes, PIB per capita maior que o da Irlanda, da Áustria, da Espanha e do Japão, médicos e dentistas per capita superior ao da Grã-Bretanha, mortalidade infantil inferior ao da França e da Alemanha, e era a vigésima nona maior economia do mundo. Feita a revolução, em 1959, o governo cubano confiscou 382 empresas americanas, sem indenizar os proprietários delas. E Cuba foi subsidiada pela URSS, que lhe comprava açúcar pelo quintuplo do preço de mercado, assim criando, na mais famosa ilha caribenha, a monocultura açúcareira. E financiou, para agradar os seus credores, os comunistas soviéticos, guerras no Congo, e na Etiópia, na Nicarágua e na Bolívia, e em Angola e em El Salvador, além de outros países. E caiu o muro de Berlim. E a Rússia suspendeu os subsídios à ilha-cárcere. E veio a Venezuela a amparar os Castro, mas a política de Chaves e Maduro provocaram a ruína da Venezuela. E a política de Donald Trump foi pá de cal sobre os carrascos cubanos. Presume-se. E o povo cubano está a comer o pão que o diabo amassou.

Transhumanismo. Paulo Freire. Interface homem-máquina. Neurolink e Musk e Nicolelis. Bill Gates. Vacina e Novo Normal. Comprovação científica. E outras breves notas.

Está em discussão nos Estados Unidos a permissão do uso de fetos abortados em experiências genéticas que visam a criação de seres híbridos, mistos de humanos e animais. Há quem defenda tal prática científica, nos Estados Unidos e noutros países ocidentais, para que na área da Ciência Biológica o Ocidente não seja ultrapassado pela China. E onde fica a ética científica? Em defesa de uma vantagem competitiva entre as nações admite-se que os homens de jaleco branco brinquem de Deus? Se na China admite-se tal prática, e, segundo consta, no país dos mestres do kung-fu não há empecilhos para tais experimentos, deve o Ocidente trilhar o mesmo caminho, ou pressionar o governo da China a criar normas para abandoná-lo? E cá entre nós, não creio que no Ocidente não existe laboratórios científicos clandestinos onde cientistas se divertem misturando os genes de humanos com o de macacos e com os de outros animais.

Nas minhas primeiras palavras desta nota breve eu disse “fetos abortados”. Não são tais palavras as apropriadas para se identificar a ação empreendida na supressão à vida de seres humanos em seu estado intra-uterino. O correto seria “crianças assassinadas” ou “seres humanos assassinados”.

Uma série de televisão, que está para estrear, ou já estreou, não sei, Sweet Thoot, exibe criaturas híbridas fofinhas, crianças com focinho de porco e crianças com orelhas de alce. E as pessoas inocentes as acham uma gracinha. Não percebem que os financiadores do transhumanismo as preparam para acolher experiências científicas antiéticas e ver com naturalidade as anomalias que delas irão brotar.

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Dias atrás, neste mesmo canal e neste mesmo horário, escrevi que do pouco que eu conheço das idéias de Paulo Freire, o ato de ensinar e a escola não tinham razão de ser, de existir. Se o professor não pode transmitir aos alunos conhecimentos – transmitir conhecimentos é ato opressor -, não podem ter autoridade, que é opressora, e se não há conhecimentos superiores e conhecimentos inferiores, mas conhecimentos diferentes (sem escala de valores, portanto) – e assim, conclui-se, igualam-se os dos professores e os dos alunos – não há razão para se conservar a dispendiosa estrutura moderna de ensino. E dois dias atrás anotei algumas palavras-chave para registrar um pensamento que me coçou a cabeça. E agora eu o dou ao papel. É este: Se a transmissão, pelos professores, aos alunos, de conhecimentos é ação opressora; se a autoridade do professor é opressora; e se não há escala de valores entre os conhecimentos, e, portanto, não são superiores, em comparação com os dos alunos, os dos professores, então, ampliando o alcance do raciocínio, Paulo Freire revela-se incoerente ao transmitir os seus conhecimentos de pedagogia (muita gente diz que não há pedagogia no pensamento dele – deixo, aqui, esta questão de lado), por meio de seus livros – assim ele oprime quem o lê – e os professores paulofreireanos erram triplamente, deixando-se por ele oprimir, ao reverenciá-lo, reconhecendo-o uma autoridade, recolhendo, dele, os conhecimentos que ele lhes transmite e tratando-o como um ser dotado de conhecimentos superiores.

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As Forças Armadas das mais poderosas nações já empregam em seus soldados exoesqueletos e outros equipamentos – e medicamentos – que lhes ampliam os sentidos. O homem, hoje, pode ter em seu corpo inseridos inúmeros mecanismos, alguns que lhe prolongam a vida, corações artificiais, marca-passos. Há equipamentos que beneficiam enormemente os sequelados em acidentes e os nascidos com deficiência de movimentos devido à má constituição de ossos e músculos. Mas o sonho do Homem de querer emular Deus o levará à ruína.

Umas das propostas que ao meu ver é absurda, grotescamente desumana, uma ameaça à condição humana do ser humano é a do Neurolink, de Elon Musk, o herói dos geeks e dos nerds. Não é novidade. Está esposada, por Miguel Nicolelis, em Muito Além do Nosso Eu, livro que li há um bom tempo e que me causou imenso desconforto. Propõe ele a conexão do cérebro de todos os seres humanos com um computador global. Assim, acredita, chegaremos ao paraíso, pois toda pessoa saberá dos pensamentos de toda pessoa. Ninguém irá mentir, tampouco enganar alguém. Lindo, não?! E quem irá controlar o computador global? Os tiranos agradecem.

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Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, nos seus vídeos fala de inúmeros assuntos relacionados à manipulação do pensamento por meio de filmes, de transhumanismo. Não compartilha da idolatria de muitos pelo Elon Musk, o homem – dizem – mais rico do mundo.

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Falando em Elon Musk: Dias atrás, ele declarou, em alto e bom som, que a sua empresa Tesla não iria mais negociar com o Bitcoin, a criptomoeda mais famosa do universo. E o valor do Bitcoin despencou, no precipípio, no mesmo dia; agora, para a minha supresa, li uma notícia de estarrecer, de derrubar o queixo do mais impassível dos homens: Elon Musk declarou aos quatro ventos que a Tesla poderá negociar com o Bitcoin. E o valor do Bitcoin escalou o Everest. Não posso terminar esta nota breve sem uma pergunta: Nas mãos de quem estão os Bitcoins?

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E o Bill Gates, que até há não muito tempo era o homem mais rico do mundo, posto que ele perdeu para o Elon Musk, fez mais uma das suas. Oficialmente, Gates e Musk são os homems mais ricos do mundo, mas há quem diga que eles são os pobretões do panteão dos miliardários. Deixemos tal questão de lado, e tratemos da última do Bill Gates. Ele quer porque quer salvar a Terra do aquecimento global; para tanto, pensou numa idéia brilhante: pulverizar poeira, partículas aerossolizadas, na estratosfera terrestre, assim criando uma camada protetora, que restituirá ao espaço sideral os raios de luz disparados pelo Sol, nosso querido Sol. Seriam borrifos de carbonato de cálcio, atóxico. É um projeto que participa de uma ambição universal de geoengenharia, cujos proponentes miram o objetivo de alterar a estrutura física da Terra, mas não querem atingi-lo com coisinhas pequenas, não, como a construção de uma represa, e a da Muralha da China, e a da Pirâmide de Quéops, e a do Canal de Suez, e a do Maracanã. Querem chegar a ele com coisinhas imensas, de escala universal. Há quem veja com bons olhos tal idéia. Para mim, que não sou cientista nem nada, parece-me uma rematada sandice. E uma idéia de jerico a do Bill Gates. E pergunto-me se há algum parentesco entre Bill Gates e Mini-Me.

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Até outro dia dizia-se que teríamos restituída a nossa vida de antes da pandemia (melhor: fraudemia) assim que nos vacinássemos. E era a vacina o elixir da saúde, o escudo protetor, infalível instrumento de defesa, contra o chinavírus. Agora, vacinada, a pessoa – dizem os onipresentes especialistas, que até ontem prometiam o paraíso àqueles que se vacinassem – tem de usar a malfadada máscara, manter o distanciamento social, evitar aglomerações, porque não é 100% segura a vacina. E só agora descobriram isso!? E quando teremos uma vacina 100% segura? Nunca, pois o vírus está em constante e ininterrupta mudança. Teremos, então, de esconder, e para sempre, atrás de uma máscara, a nossa cara e não mais nos reunirmos com familiares, parentes e amigos; teremos, enfim, segundo médicos e cientistas renomados, heróis dos coronalovers e vacinalovers, de rejeitarmos a nossa vida social, de nos negarmos a viver, ao atendermos as exortações dos veneráveis especialistas, benfeitores da humanidade.

E as máscaras são 100% eficientes. As de pano? Já se sabe que são inúteis.

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Não se admite o uso, pelos que adoecem de gripe causada pelo vírus chinês, de remédios que, dizem, não têm comprovação científica. Pergunto-me se posso processar minha avó paterna – já falecida, e que Deus a tenha – que, aos meus oito, nove anos, não me lembro, eu atormentado por febre, que de jeito nenhum queria me deixar, submeteu-me, na casa dela, a um suadô, que consistiu no seguinte: bebi um copo de água com alho e deitei-me, no sofá da sala, sobre e sob camadas e mais camadas de cobertores, à noite, e dormi, e acordei, na manhã do dia seguinte, tinindo de bom, suado, minhas vestes encharcadas, fedendo a alho. Sarei.

Minha avó se perguntava se tal tratamento, o suadô, tem comprovação científica?! Minha avó merece responder postumamente a um processo?

E quantas pessoas já fizeram uso de babosa sobre machucados para inibir o aparecimento de cicatrizes? Alguém se pergunta se há comprovação científica do uso benéfico de babosa em tais casos? E para o uso de caninha do brejo para tirar pedras dos rins alguém pergunta se há comprovação científica? E para o emprego de picumã para estancar sangue de machucados? Alguém pergunta se há comprovação científica? E para drenar o pus de um machucado provocado por unha encravada, como se deu comigo há mais de trinta anos, usa-se compressa com água quente. E quem é que pergunta se tal prática tem comprovação científica? Ora, as pessoas, no seu dia-a-dia, usam o que funciona, o que traz bons resultados, independentemente de haver ou não comprovação científica. E digo mais: as pessoas ignoram, em muitos casos, solenemente, e desdenhosamente, conselhos médicos, e se tratam por si mesmas, com os meios que lhes estão mais às mãos. E muitas pessoas nem sequer tomam ciência de médicos e cientistas, e tampouco desejam saber o que eles pensam, e não são poucas as que os desprezam.

Toda essa história de se obter uma comprovação científica do uso deste e daquele medicamento e deste e daquele tratamento é política de desprezo pela sabedoria popular, pelos conhecimentos milenares adquiridos e acumulados pelos nossos avós, bisavós e mais antigos ancestrais. Os profissionais da ciência moderna se arvoram os proprietários exclusivos do conhecimento sobre a vida e a morte. E porque digo “proprietários exclusivos”? Porque excluíram Deus da história.

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Li por aí que há uma tal de Teoria Racial Crítica, que, em resumo, determina que é o homem branco por natureza racista. Que seja tal idéia uma rematada idiotice só os tolos não sabem. Mas o mais surpreendente desta história é que homens brancos na tal teoria citada linha acima vêem um instrumento de combate ao racismo. Tolos! Estão atirando no próprio pé. Estão ao carrasco entregando o machado e oferecendo o pescoço. Se todo homem branco é em sua essência racista, então eles também o são. São assustadoras as imbecilidade e estupidez de tal gente.

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Não é difícil encontrarmos notícias que nos dão a conhecer histórias macabras de mulheres que acusam falsamente homens de as haver estuprado. Pede-se às mulheres que colham as provas para sustentar a acusação, afinal ao acusador – em tais casos, as acusadoras – cabe o ônus da prova. E aparecem defensores – falsos defensores – das mulheres que alegam que em tais casos não é obrigação da mulher colher as provas, pois tal é muito constrandor, e adicionam, então, a conclusão, que, afirmam, encerra-se em justiça para com as mulheres: a de que o homem tem de provar-se inocente. É a total inversão dos valores. Que é constrangedor para a mulher a situação em que se encontra, após seviciada, num processo, ter de provar que a acusação que faz ao homem procede, ninguêm ignora; mas alegar que por causa do constrangimento deve-se dispensar a mulher de responder ao seu compromisso é um acinte à Justiça.

Vejamos, agora, um cenário com outros personagens: um homem acusa outro homem, este homossexual, de havê-lo estuprado. A qual destes dois cabe o ônus da prova? Ao acusador, ou ao acusado? Prevalecerá, neste caso, a pressão da militância?!

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Sempre que um policial branco mata, independentemente das circunstâncias, um homem negro, nasce, por combustão espontânea (financiada e orquestrada por metacapitalistas mais rico do que o Tio Patinhas), revoltas e sublevações sociais que põem cidades inteiras de pernas para o ar. Mas quando um homem, bandido, assassino, seja ele branco, negro, marrom, amarelo ou verde, mata um policial negro, ouve-se o mais retumbante silêncio, que ecoa no labirinto de todas as pessoas em todo o mundo. E onde a revolta dos defensorea dos negros?! Não se ouve um pio a respeito, nem a metade de um pio. 

Dizem aqueles que esbravejam no primeiro caso e calam no segundo que naquele o policial é um agente do Estado, um agente que tinha o dever de agir com justiça, sem preconceitos, sem discriminar as pessoas pela cor da pele. É justo. É o correto. O Estado, neste caso, portanto, falhou ao ter em sua estrutura um racista. E no segundo caso, nada dizem porque não foi um agente do Estado que matou o policial negro. Aqui, fazem distinção entre a violência do Estado e a violência de um cidadão, e culpam o Estado, no primeiro caso, e inocentam o cidadão, este, vítima da sociedade, no segundo. Há duas observações a se fazer: As pessoas que culpam o Estado, no primeiro caso, e inocentam o cidadão, no segundo, são estatólatras, de esquerda, vêem no Estado a instituição suprema infalível; e, não entendem que no segundo caso, o do assassinato do policial negro, o Estado também falhou, pois não protegeu o policial. Nos dois casos, o Estado falhou; no primeiro, ao contratar um agente que não atendia aos requisitos essenciais para o exercício do trabalho de polícia; no segundo: ao não garantir a segurança de um de seus agentes. E é de surpreender que os sábios estatólatras seguem, diante de provas cabais dos limites do poder do Estado, a pintar o Estado como a instituição suprema, infalível. Não sabem tais seres que é o Estado uma abstração, apenas uma abstração, fruto das elucubrações de homens que, porque homens, são falíveis?!

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Os auto-intitulados defensores da liberdade de expressão não admitem que gozem da liberdade de expressar seus pensamentos – nas redes sociais, inclusive – pessoas que não subscrevem o pensamento politicamente correto, a ideologia de gênero, a política dos pronomes neutros, e outras coisinhas mais. São intolerantes os defensores da liberdade de expressão. Para ocultar de si mesmos e de outros a sua intolerância declaram-se anti-facistas e anti-nazistas, e rotulam de facistas e nazistas seus oponentes, assim demonizando-os e justificando a exclusão deles de toda discussão pública.

Os defensores da liberdade, autoritários. Os seguidores da Ciência, anticientíficos. Os sábios que nada sabem. Os idiotas úteis. Arma biológica chinesa. E outras notas breves.

Os heróicos, abnegados defensores da liberdade, lídimos guerreiros da justiça social, neste mais de um ano de fraudemia, revelaram-se tipinhos autoritários, caricaturas da caricatura de Adolf Hitler criada por Charles Chaplin. Em toda família um de seus membros, no mínimo – nas menos desgraçadas pelo vírus do autoritarismo -, revelou-se um patético ditadorzinho de calça apertada; e este era o que mais fazia discursos de amor pela Liberdade, pela Justiça, pela Democracia. Tais criaturas, que se tinham – e ainda se têm – na conta de justiceiras sociais – e justiceiras sociais elas são, mas na sua corrente acepção, a de seres que se atribuem autoridade moral e intelectual, superiores aos reles humanos, dotados do direito, portanto, de massacrar qualquer um com as suas ladainhas moralizantes -, mostraram-se em sua verdadeira mentalidade, que é autoritária, umas explicitamente, mal conseguindo conter seu ímpeto autoritário, outras, esforçando-se para conservar as aparências, emprestando certo respeito pelos próximos, mas não se contendo todo o tempo, deixando transparecer sua animosidade contra quem não lhe segue os passos e suas má-vontade e má-fé.

Nesta era de fraudemia – uma pandemia virtual, que só se viu na mídia e em discursos de médicos e cientistas renomados -, os defensores da liberdade foram os primeiros que perderam – aqueles que a tinham – a capacidade de pensar com racionalidade, ponderar as questões, e a sucumbirem ao bombardeio midiático, que anunciou o apocalipse, e a genuflexionarem-se, reverentes, acovardados e aterrorizados, diante dos micro-ditadores que impuseram as restrições mais severas, mais draconianas, às liberdades do ser humano, como a de ir e vir, a de trabalhar para seu sustento e o da sua família, a de se reunir, livremente, com seus familiares e parentes e amigos.

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Ninguém é tolo para declarar que não há um vírus a matar pessoas, e que não houve um surto epidêmico de mortes por vírus. Mas acreditar, piamente, que tudo o que se diz do vírus é verdade é ato de gente crédula, e não de gente cética, de espírito científico. Num mundo de gente de carne e osso, e não de gente idealizada a viver num mundo imaginário edênico, políticos, empresários, profissionais liberais, inclusive os da área da saúde, defendem, e muitos inescrupulosamente, seus interesses pessoais, indiferentes ao mal que podem vir a causar a outras pessoas, e alguns deles, cá entre nós, o mal aos próximos desejam.

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Nada sabem de Ciência os Seguidores da Ciência. Nada. Mas eles se têm na conta de mestres da Ciência porque curvaram-se, temerosos, à autoridade dos heróis midiáticos, médicos e cientistas renomados que os meios de comunicação (melhor: meios de subversão) elegeram sábios, seres dotados de omnissapiência, infalíveis, criaturas celestiais de poderes divinos materialistas, e do materialismo mais chão, mais cru, mais estreito.

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Aqueles que nestes meses do que se convencionou intitular Pandemia do Coronavírus atribuíram-se dons superiores – e, aqui, falo de pessoas comuns, e não de políticos e cientistas renomados e de presidentes e diretores de organizações mundiais – revelaram-se providos da mais reles paixão pelo mandonismo, de desprezo pela verdade, pelo estudo, de uma arrogância que não encontrou limites, donos de uma auto-imagem doentiamente insensata que lhe satisfaz o ego inflado, inchado. Tais pessoas, acriticamente, acolheram todo o discurso midiático acerca do vírus que tanto nos atormenta. Nada questionaram. E se dizem racionais, pensadores independentes, que ninguém pode manipular. Foram facilmente sugestionados a acolher como verdades, truismos, todo e qualquer discurso que por mais ridículo, esdrúxulo, patético fosse – e talvez por tal razão perderam a razão, aqueles que a possuíam, perdidos num torvelinho de ordens que se anulavam, de narrativas que se contradiziam, desarrazoados insanos de enlouquecer todo e qualquer filho de Deus. E dizem, de peito inflado, pomposos: “Eu sigo a ciência.” e condenam os que eles chamam de negacionistas ao ostracismo. Para eles estes são párias e merecem viver à margem da sociedade porque não acreditam nos médicos e cientistas renomados. Eu ia escrever que os Seguidores da Ciência endeusam os cientistas, mas corrigi-me a tempo. Eles não sabem diferenciar dos cientistas os charlatães, afinal não sabem o que a Ciência é, e não sabendo o que ela é não podem saber quem de fato faz ciência e quem diz fazer ciência mas está apenas a falar em nome dela e não a praticando.

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Os carinhas se dizem anticapitalistas, defensores da justiça social, pedem o fim da desigualdade de renda, e apóiam medidas restritivas ao comércio, que favorecem, ainda não entenderam os pascácios, as grandes empresas, que têm poder econômico para sustentar prejuízos durantes anos. E as empresas que faliram durante a fraudemia foram as pequenas e as médias. Assim, as grandes empresas conquistaram mercados, monopolizaram muitos deles, sem precisarem provar que são os mais competentes. Ora, no ano passado reportagens indicaram que os homens mais ricos do mundo, bilionários, enriqueceram-se, enquanto os mais pobres empobreceram. E sabem disso os anticapitalistas defensores do fim da desigualdade de renda. Mas tais néscios não atinam com a relação entre medidas restritiva ao comércio e o empobrecimento dos mais pobres e o enriquecimento dos mais ricos. São, ou não são, úteis aos metacapitalistas os idiotas que dizem combater o Grande Capital?!

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De algumas semanas para cá, pululam na mídia americana notícias que informam que é o coronavírus uma arma biológica desenvolvida pela China. Se é, não sei. Parece-me muito grosseira a história que narram. Dar à China, exclusivemente à China, a culpa pelo flagelo que oito bilhões de humanos enfrentam é, assim vejo, um atentado contra a inteligência humana. Penso que há muita gente poderosa, no Ocidente, esquivando-se de suas responsabilidades, melhor, irresponsabilidades, pelo que promoveram neste ano e meio de recrudescimento de políticas autoritárias subjacentes e justapostas às políticas ditas sanitárias que em nada melhorou a situação. Não tenho, é óbvio, e eu nem precisaria tocar neste ponto, conhecimento do que se passa nos suntuosos escritórios de chefes de Estado, de diretores de organizações mundiais, de presidentes das farmacêuticas e das Big Techs, e das mansões dos patriarcas das famílias dinásticas que mandam e desmandam em nosso mundo; mas nada me impede de imaginar que no Ocidente há muita gente poderosa com insônia temendo ver seu busto exposto em praça pública, cuspida e coberta de sujidades. Apontam o dedo acusador para o Partido Comunista Chinês, o bode expiatório, pessoas que até ontem foram, dele, seus mais fiéis aliados. É o Partido Comunista Chinês o boi de piranha. Muita gente poderosa que compartilha com os comunistas chineses de sua visão de mundo materialista, anti-religiosa, e que ambiciona criar um governo totalitário global seguem na promoção de suas políticas anti-humanas enquanto o mundo concentra seus olhos na China.

Eu disse, linhas acima, que entendo grosseira a narrativa que dá a China protagonista – antagonista do Ocidente – de uma história de ingredientes bélicos a preparar-se para a Terceira Guerra Mundial, que seria uma guerra biológica, e não química, como a primeira, e tampouco atômica, como a segunda. E seria o coronavírus a arma que ela empregaria contra o Ocidente. A intenção da China, dizem, era lançar nos países ocidentais o vírus para colapsar-lhes o sistema de saúde. Ora, parece-me muito grosseira tal artimanha, pois os países ocidentais rastreariam a origem do vírus até a sua origem – como dizem estar fazendo neste momento com o chinavírus, que se originou num laboratório de virologia de Wuhan – e contra-atacariam com um vírus de equivalente poder, ou superior. Penso que a guerra que se faz hoje é mais sutil, e os povos ocidentais têm em seus próprios governos seus inimigos, e também nas organizações mundiais que sustentam com impostos escorchantes. O vírus é a arma biológica que o governo chinês pretendia lançar contra os países ocidentais, ou os governos dos países ocidentais declaram que é o vírus chinês uma arma biológica chinesa contra a qual eles têm o antídoto, este a verdadeira arma biológica? Não podemos ignorar que os governos ocidentais oprimem seus povos, e muitos deles – aqui no Brasil, prefeitos e governadores, e vereadores e deputados, estaduais e federais, e senadores, e juízes – comem nas palmas das mãos, dos comunistas chineses, uns, dos metacapitalistas ocidentais, outros, metacapitalistas ocidentais e comunistas chineses, cada um ao seu modo, a arquitetarem um edifício totalitário global.

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No ano passado, Sérgio Moro, na condição de herói nacional, de patrimônio brasileiro, homem de quem todo brasileiro se orgulhava, revelou-se um vilão, o Marreco de Maringá – assim o indigitavam alguns daqueles que não o viam com bons olhos -, derrubando o queixo de muitos milhões de brasileiros. Lembro-me que tão logo ele se revelara em sua inteireza, para desilusão e tristeza de muitos, profissionais da área jurídica cerraram fileiras ao seu lado, enalteceram-lhe a biografia, da qual o então Ministro da Justiça era cioso, e pediram, melhor, exigiram, uns, o impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro, e outros, o caluniaram com nomes que simulavam educação e vocabulário aparentemente sofisticado. Não hesitaram em condenar o presidente Jair Messias Bolsonaro. Para homens das Leis, representantes da Justiça, eles se revelaram desprovidos de senso de Justiça, afinal, tinham ouvido até então uma lado da história, a contada por um dos seus, o acusador Sérgio Moro, e ignoraram o acusado, o presidente Jair Messias Bolsonaro, cuja voz não tinham ouvido e não pretendiam ouvir, e a rejeitaram antes mesmo de ouvi-las. E a ouviram, e no mesmo dia em que ouviram a de Sérgio Moro, e a rejeitaram. E anteviram a revelação aos olhos de todos da má conduta que ao presidente Jair Messias Bolsonaro o Sérgio Moro imputara. E até hoje, decorridos quatorze meses daquele fatídico dia, nada de o Sérgio Moro revelar os podres que ele atribuíra ao presisente Jair Messias Bolsonaro. E muitos profissionais de justiça ainda têm Sérgio Moro na conta de herói e rejeitam, terminamtemente, de antemão, toda réplica, com intransigência. Mas nada se provou contra o presidente Jair Messias Bolsonaro nestes meses todos. Mas Sérgio Moro revelou-se um homem inculto, imerecedor de confiança, homem que, nos meses que se seguiram, aproximou-se dos tipos mais desprezíveis da política brasileira. E penso na conduta dos profissionais da classe jurídica que ainda o enaltecem. Conduta corporativista, entendo eu, e de auto-proteção. Tais personagens têm auto-imagem favorável, entendem-se membros de uma casta social superior, culta e sofisticada, seres divinos. Mas eles sabem que a imagem pública deles é uma farsa, maquiagem apenas, à qual se agarram com unhas e dentes, cientes de que não são os seres superiores que dizem ser; daí um dos seus, Sérgio Moro, revela-se, e por seus recursos intelectuais superiores aos dos seres humanos, um tipo incomum em sua ignorância, incultura e ausência de valores elevados, e eles correm, constrangidos, não erro em dizer que aterrorizados, para blindá-lo, pois se ele se revela um tipo abaixo da média do comum dos homens, reles, eles se sentem atingidos, expostos em sua verdadeira estatura, membros de uma classe que vive de aparências.

Os homens – e as mulheres também, óbvio – que, trabalhando para a Justiça com seriedade e sinceridade e humildade, talentosos e inteligentes, donos de integridade moral, não mediram palavras nas críticas ao Sérgio Moro, diga-se de passagem; os que eu vi a brindá-lo foram os pernósticos, os presunçosos, os que se arvoram, porque ostentam um título, seres superiores.

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