Macron, Shinzo Abe, Elon Musk, Bolsonaro. Disney. E outras notas breves.

Dizem por aí que está o Emmanuel Macron em maus lençóis devido ao seu envolvimento, que não está bem explicado, com uma empresa de aplicativo de condução de passageiros – não sei se é assim que se diz -, o UBER. E em maus lençóis também estariam, e por outras razões, o Justin Trudeau e o primeiro-ministro da Itália. Ouvi dizer, também, que o primeiro-ministro da Itália estava para renunciar, ou renunciou, não sei, ao seu cargo, mas o presidente recusou atender-lhe ao pedido.
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Assassinaram o ex-primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, aliado do Donald Trump, crítico feroz da China e apoiador de Taiwan. É tal crime um dos mais importantes, senão o mais importante, deste ano de 2.022. Infelizmente, à tragédia a mídia em peso dedicou, se muito, uma nota de rodapé, e bem discreta, tímida e envergonhadamente. Compreensível, afinal não é ele um pascácio da patota esquerdizóide que está a pôr a civilização de pernas para o ar.
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É Elon Musk um guardião da liberdade, inimigo visceral daqueles metacapitalistas ocidentais que mandam e desmandam em todo o mundo, ou é ele um salafrário de marca maior fazendo-se de paladino da liberdade, sendo, na verdade, um amigo, ou apenas um aliado, ou então um humilde serviçal, daqueles metacapitalistas que, dizem os admiradores do homem mais rico do mundo, ele jurou combater?
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No governo Bolsonaro reduziu-se, consideravelmente, e admiravelmente, os índices de homicídios, e os espíritos-de-porco declaram de viva voz, desavergonhadamente, que o Brasil nunca viu tanta violência quanto à que se existe após o nosso querido Capitão Bonoro envergar a faixa presidencial.
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Contou-me um passarinho que a Disney, outrora (ou ainda é?) a mais amada, a mais querida, a mais admirada empresa de animação do mundo, está indo de mal a pior porque as pessoas que decidem o teor de suas obras cinematográficas encamparam, doentiamente apaixonados, ou apaixonadamente doentios, em sua integridade, o teor do manual politicamente correto, das políticas identitárias, a ponto de não medir as consequências de suas decisões.
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… e no Sri Lanka o povo se revolta. E não foi por falta de a aviso. Assim que o governo daquele pequeno país asiático implementou insanas políticas ditas ambientalistas, observadores perspicazes previram elevação da inflação de preços de gêneros alimentícios e destes a escassez, e revoltas populares, e crise energética.
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Emmanuel Macron, em tom que não deve ter agradado aos franceses, anuncia o racionamento de fornecimento público de energia, política que é consequência direta do corte abrupto de fornecimento de energia produzida pelos russos ao país de Asterix.
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Noticia-se a melhora de índices econômicos brasileiros: aumento do emprego da população economicamente ativa, controle da inflação de preços, Real valorizado frente ao Dólar, previsão de crescimento do PIB na ordem dos dois por cento neste ano de 2.022. E reconhecem os anti-bolsonaristas o sucesso do governo Bolsonaro na área econômica? Não. Eles declaram, enojados, mal-humorados, que o Brasil não melhorou; que foi o mundo que piorou. Primeiro, tal afirmação é uma inverdade. Segundo, dando-se mão à palmatória, e reconhecendo-se a validade da afirmação dos anti-bolsonaristas, obrigamo-nos a reconhecer que é o governo Bolsonaro competente, afinal, comparando-se o desempenho econômico brasileiro nestes tempos de caos que políticos e empresários produziram em nome de combate a um vírus que veio sabe-se lá de onde com o das outras nações, sobressai-se, com honras, o Brasil.

Elon Musk. Roe vs Wade. Leonardo di Caprio. Disney. E outras notas breves.

“Elon Musk pagou 44 bi de dólares para comprar o Twitter. Com esta grana ele poderia acabar com a fome no mundo.” “E as pessoas que receberam dele tal fortuna podem com ela acabar com a fome no mundo.”

Nota de rodapé 1: com tal dinheiro mata-se a fome de um bilhão de pessoas – que, segundo organizações mundiais, passam fome -, durante uma semana, se muito. E depois?

Nota de rodapé 2: o diálogo acima não faz sentido algum; não tem né, nem cabeça; a réplica é uma provocação àqueles que estão a exprobrar Elon Musk após ele comprar o Twitter.

Nota de rodapé 3: distribua-se tal fortuna, ou o dobro, ou o quintuplo, ou mais, pelos povos famintos de todo o mundo, que a fome não irá diminuir, pois muitos políticos, ditadores, irão amealhar a grana, e abandonar o povo ao deus-dará, ou irão subjugá-lo retirando-lhe os meios de subsistência – o que, aliás, muitos já fazem. A crítica ao Elon Musk é só perfumaria de gente que se diz preocupada com os destinos da humanidade.

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Nos Estados Unidos, a Suprema Corte revogou a lei Roe vs Wade, que permite o aborto, eufemismo para assassinato de crianças. Agora, a decisão acerca do tema cabe a cada estado americano. E o governo do estado de Oklahoma, Kevin Stitt, decidiu banir tal prática assassina de suas praias. E os abortistas esperneiam, ensandecidos.

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O Leonardo di Caprio quer salvar o Brasil. Que menino bonzinho. Ele é o filhinho bonitinho do papai e da mamãe, mas levou umas palmadas, e bem dadas, do Capitão Bonoro, nosso querido presidente.

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Contou-me um passarinho que russos e ucranianos estão se estranhando na Moldávia, e que o Rublo valorizou-se, e que as sanções à Rússia impostas por alguns países europeus e pelos Estados Unidos estão a prejudicar mais a economia européia do que a russa, e que a União Européia não que pretende mais comprar petróleo russo, uma idéia de jerico rejeitada pelos governos da Hungria, da Eslovaquia, da Bulgária e da Czekia, e que países europeus seguem a comprar gás e petróleo russos por intermédio de outros países, que aos russos pagam em Rublos, e que o lockdown decretado, em Shangai, pelo governo chinês, sob a justificativa de impedir a disseminação do mocorongovírus, visa, na verdade, quebrar a cadeia de suprimentos mundiais, o que, parece, está ocorrendo.

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O governador da Flória, Ron DeSantis revogou as proteções especiais à Disneylândia. Desconheço a história. Li aqui e ali que a Disney gozava de certas autonomias administrativas no governo da vasta área que ocupa, e agora não a possui mais. O DeSantis, aliado de Donald Trump, é uma pedra no sapato de progressistas, esquerdistas, e companhia limitada.

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Leio textos de pessoas, que, independentes e corajosas, ousam expor idéias não contempladas pela grande mídia, pessoas que fazem das coisas do mundo, da política, da cultura, leitura que parece coisa do balacobaco, terraplanista negacionista, e coisa e tal, mas que nada mais é do que uma visão distinta do que a permitida pelos poderosos de plantão. Dentre tais pessoas estão Maurício Alves, Kleber Sernik, Jonas Fagá Jr., Kassandra Marr, Neto Curvina, Maurício Erthal, Naomi Yamaguchi. Não repetem lugares-comuns, narrativas convencionais, platitudes insossas.

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É Lula, nas palavras de um seu fã de carteirinha, a esperança do povo brasileiro. E a esperança do povo brasileiro, Lula, representa a própria democracia. Mas ele, Lula, a esperança de um povo sofrido, não atraiu, no dia 1 de Maio, o povo brasileiro, que nele deposita infinita esperança. Estou surpreso!

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Anti-capitalistas pedem o fim do livre-mercado, a extinção das empresas, pois os empresários, gananciosos, só pensam no lucro e em explorar os trabalhadores, e exigem que o Estado tudo controle, certos de que criarão, na Terra, o paraíso. E quando alguém lembra-os que Fidel e Che, em Cuba, e Chavez e Maduro, na Venezuela, empreenderam a política anti-capitalista, produzindo os mais valiosos produtos socialistas, miséria, fome, desigualdade, opressão, mortes, esgoelam-se e cospem-lhe na cara. E enaltecem as figuras de Fidel e Che, e a de Chavez e Maduro . Quem entende?! 

Transhumanismo. Paulo Freire. Interface homem-máquina. Neurolink e Musk e Nicolelis. Bill Gates. Vacina e Novo Normal. Comprovação científica. E outras breves notas.

Está em discussão nos Estados Unidos a permissão do uso de fetos abortados em experiências genéticas que visam a criação de seres híbridos, mistos de humanos e animais. Há quem defenda tal prática científica, nos Estados Unidos e noutros países ocidentais, para que na área da Ciência Biológica o Ocidente não seja ultrapassado pela China. E onde fica a ética científica? Em defesa de uma vantagem competitiva entre as nações admite-se que os homens de jaleco branco brinquem de Deus? Se na China admite-se tal prática, e, segundo consta, no país dos mestres do kung-fu não há empecilhos para tais experimentos, deve o Ocidente trilhar o mesmo caminho, ou pressionar o governo da China a criar normas para abandoná-lo? E cá entre nós, não creio que no Ocidente não existe laboratórios científicos clandestinos onde cientistas se divertem misturando os genes de humanos com o de macacos e com os de outros animais.

Nas minhas primeiras palavras desta nota breve eu disse “fetos abortados”. Não são tais palavras as apropriadas para se identificar a ação empreendida na supressão à vida de seres humanos em seu estado intra-uterino. O correto seria “crianças assassinadas” ou “seres humanos assassinados”.

Uma série de televisão, que está para estrear, ou já estreou, não sei, Sweet Thoot, exibe criaturas híbridas fofinhas, crianças com focinho de porco e crianças com orelhas de alce. E as pessoas inocentes as acham uma gracinha. Não percebem que os financiadores do transhumanismo as preparam para acolher experiências científicas antiéticas e ver com naturalidade as anomalias que delas irão brotar.

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Dias atrás, neste mesmo canal e neste mesmo horário, escrevi que do pouco que eu conheço das idéias de Paulo Freire, o ato de ensinar e a escola não tinham razão de ser, de existir. Se o professor não pode transmitir aos alunos conhecimentos – transmitir conhecimentos é ato opressor -, não podem ter autoridade, que é opressora, e se não há conhecimentos superiores e conhecimentos inferiores, mas conhecimentos diferentes (sem escala de valores, portanto) – e assim, conclui-se, igualam-se os dos professores e os dos alunos – não há razão para se conservar a dispendiosa estrutura moderna de ensino. E dois dias atrás anotei algumas palavras-chave para registrar um pensamento que me coçou a cabeça. E agora eu o dou ao papel. É este: Se a transmissão, pelos professores, aos alunos, de conhecimentos é ação opressora; se a autoridade do professor é opressora; e se não há escala de valores entre os conhecimentos, e, portanto, não são superiores, em comparação com os dos alunos, os dos professores, então, ampliando o alcance do raciocínio, Paulo Freire revela-se incoerente ao transmitir os seus conhecimentos de pedagogia (muita gente diz que não há pedagogia no pensamento dele – deixo, aqui, esta questão de lado), por meio de seus livros – assim ele oprime quem o lê – e os professores paulofreireanos erram triplamente, deixando-se por ele oprimir, ao reverenciá-lo, reconhecendo-o uma autoridade, recolhendo, dele, os conhecimentos que ele lhes transmite e tratando-o como um ser dotado de conhecimentos superiores.

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As Forças Armadas das mais poderosas nações já empregam em seus soldados exoesqueletos e outros equipamentos – e medicamentos – que lhes ampliam os sentidos. O homem, hoje, pode ter em seu corpo inseridos inúmeros mecanismos, alguns que lhe prolongam a vida, corações artificiais, marca-passos. Há equipamentos que beneficiam enormemente os sequelados em acidentes e os nascidos com deficiência de movimentos devido à má constituição de ossos e músculos. Mas o sonho do Homem de querer emular Deus o levará à ruína.

Umas das propostas que ao meu ver é absurda, grotescamente desumana, uma ameaça à condição humana do ser humano é a do Neurolink, de Elon Musk, o herói dos geeks e dos nerds. Não é novidade. Está esposada, por Miguel Nicolelis, em Muito Além do Nosso Eu, livro que li há um bom tempo e que me causou imenso desconforto. Propõe ele a conexão do cérebro de todos os seres humanos com um computador global. Assim, acredita, chegaremos ao paraíso, pois toda pessoa saberá dos pensamentos de toda pessoa. Ninguém irá mentir, tampouco enganar alguém. Lindo, não?! E quem irá controlar o computador global? Os tiranos agradecem.

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Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, nos seus vídeos fala de inúmeros assuntos relacionados à manipulação do pensamento por meio de filmes, de transhumanismo. Não compartilha da idolatria de muitos pelo Elon Musk, o homem – dizem – mais rico do mundo.

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Falando em Elon Musk: Dias atrás, ele declarou, em alto e bom som, que a sua empresa Tesla não iria mais negociar com o Bitcoin, a criptomoeda mais famosa do universo. E o valor do Bitcoin despencou, no precipípio, no mesmo dia; agora, para a minha supresa, li uma notícia de estarrecer, de derrubar o queixo do mais impassível dos homens: Elon Musk declarou aos quatro ventos que a Tesla poderá negociar com o Bitcoin. E o valor do Bitcoin escalou o Everest. Não posso terminar esta nota breve sem uma pergunta: Nas mãos de quem estão os Bitcoins?

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E o Bill Gates, que até há não muito tempo era o homem mais rico do mundo, posto que ele perdeu para o Elon Musk, fez mais uma das suas. Oficialmente, Gates e Musk são os homems mais ricos do mundo, mas há quem diga que eles são os pobretões do panteão dos miliardários. Deixemos tal questão de lado, e tratemos da última do Bill Gates. Ele quer porque quer salvar a Terra do aquecimento global; para tanto, pensou numa idéia brilhante: pulverizar poeira, partículas aerossolizadas, na estratosfera terrestre, assim criando uma camada protetora, que restituirá ao espaço sideral os raios de luz disparados pelo Sol, nosso querido Sol. Seriam borrifos de carbonato de cálcio, atóxico. É um projeto que participa de uma ambição universal de geoengenharia, cujos proponentes miram o objetivo de alterar a estrutura física da Terra, mas não querem atingi-lo com coisinhas pequenas, não, como a construção de uma represa, e a da Muralha da China, e a da Pirâmide de Quéops, e a do Canal de Suez, e a do Maracanã. Querem chegar a ele com coisinhas imensas, de escala universal. Há quem veja com bons olhos tal idéia. Para mim, que não sou cientista nem nada, parece-me uma rematada sandice. E uma idéia de jerico a do Bill Gates. E pergunto-me se há algum parentesco entre Bill Gates e Mini-Me.

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Até outro dia dizia-se que teríamos restituída a nossa vida de antes da pandemia (melhor: fraudemia) assim que nos vacinássemos. E era a vacina o elixir da saúde, o escudo protetor, infalível instrumento de defesa, contra o chinavírus. Agora, vacinada, a pessoa – dizem os onipresentes especialistas, que até ontem prometiam o paraíso àqueles que se vacinassem – tem de usar a malfadada máscara, manter o distanciamento social, evitar aglomerações, porque não é 100% segura a vacina. E só agora descobriram isso!? E quando teremos uma vacina 100% segura? Nunca, pois o vírus está em constante e ininterrupta mudança. Teremos, então, de esconder, e para sempre, atrás de uma máscara, a nossa cara e não mais nos reunirmos com familiares, parentes e amigos; teremos, enfim, segundo médicos e cientistas renomados, heróis dos coronalovers e vacinalovers, de rejeitarmos a nossa vida social, de nos negarmos a viver, ao atendermos as exortações dos veneráveis especialistas, benfeitores da humanidade.

E as máscaras são 100% eficientes. As de pano? Já se sabe que são inúteis.

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Não se admite o uso, pelos que adoecem de gripe causada pelo vírus chinês, de remédios que, dizem, não têm comprovação científica. Pergunto-me se posso processar minha avó paterna – já falecida, e que Deus a tenha – que, aos meus oito, nove anos, não me lembro, eu atormentado por febre, que de jeito nenhum queria me deixar, submeteu-me, na casa dela, a um suadô, que consistiu no seguinte: bebi um copo de água com alho e deitei-me, no sofá da sala, sobre e sob camadas e mais camadas de cobertores, à noite, e dormi, e acordei, na manhã do dia seguinte, tinindo de bom, suado, minhas vestes encharcadas, fedendo a alho. Sarei.

Minha avó se perguntava se tal tratamento, o suadô, tem comprovação científica?! Minha avó merece responder postumamente a um processo?

E quantas pessoas já fizeram uso de babosa sobre machucados para inibir o aparecimento de cicatrizes? Alguém se pergunta se há comprovação científica do uso benéfico de babosa em tais casos? E para o uso de caninha do brejo para tirar pedras dos rins alguém pergunta se há comprovação científica? E para o emprego de picumã para estancar sangue de machucados? Alguém pergunta se há comprovação científica? E para drenar o pus de um machucado provocado por unha encravada, como se deu comigo há mais de trinta anos, usa-se compressa com água quente. E quem é que pergunta se tal prática tem comprovação científica? Ora, as pessoas, no seu dia-a-dia, usam o que funciona, o que traz bons resultados, independentemente de haver ou não comprovação científica. E digo mais: as pessoas ignoram, em muitos casos, solenemente, e desdenhosamente, conselhos médicos, e se tratam por si mesmas, com os meios que lhes estão mais às mãos. E muitas pessoas nem sequer tomam ciência de médicos e cientistas, e tampouco desejam saber o que eles pensam, e não são poucas as que os desprezam.

Toda essa história de se obter uma comprovação científica do uso deste e daquele medicamento e deste e daquele tratamento é política de desprezo pela sabedoria popular, pelos conhecimentos milenares adquiridos e acumulados pelos nossos avós, bisavós e mais antigos ancestrais. Os profissionais da ciência moderna se arvoram os proprietários exclusivos do conhecimento sobre a vida e a morte. E porque digo “proprietários exclusivos”? Porque excluíram Deus da história.

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Li por aí que há uma tal de Teoria Racial Crítica, que, em resumo, determina que é o homem branco por natureza racista. Que seja tal idéia uma rematada idiotice só os tolos não sabem. Mas o mais surpreendente desta história é que homens brancos na tal teoria citada linha acima vêem um instrumento de combate ao racismo. Tolos! Estão atirando no próprio pé. Estão ao carrasco entregando o machado e oferecendo o pescoço. Se todo homem branco é em sua essência racista, então eles também o são. São assustadoras as imbecilidade e estupidez de tal gente.

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Não é difícil encontrarmos notícias que nos dão a conhecer histórias macabras de mulheres que acusam falsamente homens de as haver estuprado. Pede-se às mulheres que colham as provas para sustentar a acusação, afinal ao acusador – em tais casos, as acusadoras – cabe o ônus da prova. E aparecem defensores – falsos defensores – das mulheres que alegam que em tais casos não é obrigação da mulher colher as provas, pois tal é muito constrandor, e adicionam, então, a conclusão, que, afirmam, encerra-se em justiça para com as mulheres: a de que o homem tem de provar-se inocente. É a total inversão dos valores. Que é constrangedor para a mulher a situação em que se encontra, após seviciada, num processo, ter de provar que a acusação que faz ao homem procede, ninguêm ignora; mas alegar que por causa do constrangimento deve-se dispensar a mulher de responder ao seu compromisso é um acinte à Justiça.

Vejamos, agora, um cenário com outros personagens: um homem acusa outro homem, este homossexual, de havê-lo estuprado. A qual destes dois cabe o ônus da prova? Ao acusador, ou ao acusado? Prevalecerá, neste caso, a pressão da militância?!

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Sempre que um policial branco mata, independentemente das circunstâncias, um homem negro, nasce, por combustão espontânea (financiada e orquestrada por metacapitalistas mais rico do que o Tio Patinhas), revoltas e sublevações sociais que põem cidades inteiras de pernas para o ar. Mas quando um homem, bandido, assassino, seja ele branco, negro, marrom, amarelo ou verde, mata um policial negro, ouve-se o mais retumbante silêncio, que ecoa no labirinto de todas as pessoas em todo o mundo. E onde a revolta dos defensorea dos negros?! Não se ouve um pio a respeito, nem a metade de um pio. 

Dizem aqueles que esbravejam no primeiro caso e calam no segundo que naquele o policial é um agente do Estado, um agente que tinha o dever de agir com justiça, sem preconceitos, sem discriminar as pessoas pela cor da pele. É justo. É o correto. O Estado, neste caso, portanto, falhou ao ter em sua estrutura um racista. E no segundo caso, nada dizem porque não foi um agente do Estado que matou o policial negro. Aqui, fazem distinção entre a violência do Estado e a violência de um cidadão, e culpam o Estado, no primeiro caso, e inocentam o cidadão, este, vítima da sociedade, no segundo. Há duas observações a se fazer: As pessoas que culpam o Estado, no primeiro caso, e inocentam o cidadão, no segundo, são estatólatras, de esquerda, vêem no Estado a instituição suprema infalível; e, não entendem que no segundo caso, o do assassinato do policial negro, o Estado também falhou, pois não protegeu o policial. Nos dois casos, o Estado falhou; no primeiro, ao contratar um agente que não atendia aos requisitos essenciais para o exercício do trabalho de polícia; no segundo: ao não garantir a segurança de um de seus agentes. E é de surpreender que os sábios estatólatras seguem, diante de provas cabais dos limites do poder do Estado, a pintar o Estado como a instituição suprema, infalível. Não sabem tais seres que é o Estado uma abstração, apenas uma abstração, fruto das elucubrações de homens que, porque homens, são falíveis?!

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Os auto-intitulados defensores da liberdade de expressão não admitem que gozem da liberdade de expressar seus pensamentos – nas redes sociais, inclusive – pessoas que não subscrevem o pensamento politicamente correto, a ideologia de gênero, a política dos pronomes neutros, e outras coisinhas mais. São intolerantes os defensores da liberdade de expressão. Para ocultar de si mesmos e de outros a sua intolerância declaram-se anti-facistas e anti-nazistas, e rotulam de facistas e nazistas seus oponentes, assim demonizando-os e justificando a exclusão deles de toda discussão pública.

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