Aula de interpretação de texto

Na sala-de-aula.

O professor:

– Vamos analisar, garotada, esta frase que escrevi na lousa. Vejam. Interpretação de texto. Leiam a frase. Aqui está assim “Na Igreja, casaram-se João e Maria.” O que se quer dizer com tal frase? Quem sabe?

– Que o João casou com a Maria – disse Carlinho.

– Errado – disse o professor.

– Que a Maria casou com o João – disse Marcinha.

– Errado – disse o professor.

– Que o João ama a Maria e que a Maria ama o João – disse Robertinho.

– Errado – disse o professor. – Vamos, gente. Quem sabe? O que se quer dizer com esta frase “Na Igreja, casaram-se João e Maria.”?

– Que na Igreja há um padre – disse Lucinha.

– Errado – disse o professor.

– Que tem bolo de chocolate na festa – disse Paulinho.

– Errado – disse o professor.

– Que o João e a Maria querem ter filhos – disse Vicentinho.

– Errado – disse o professor. – Vamos lá, gente. É aula de interpretação de texto.

– Que João e Maria viverão felizes para sempre – disse Andreiazinha.

– Errado – disse o professor.

– Que o João e a Maria eram solteiros antes de se casarem – disse Marquinhos.

– Não. Não. Não. E não. – disse o professor, meio desanimado.

– Que o padre é homem – disse Martinha.

– Na na ni na não – disse o professor. – Hoje vocês estão muito fraquinhos. Vou explicar o que se quer dizer com tal frase. Atenção. Vivemos… Prestem atenção. Vivemos numa social opressora, e nesta sociedade, que é patriarcal, os homens oprimem as mulheres. Sociedade patriarcal que dizer que a sociedade tem um patriarca, que é homem. Os homens oprimem as mulheres. João, então, oprime a Maria, porque o João é homem e a Maria é mulher. Temos que mudar isso, temos de acabar com o patriarcalismo, que é o governo dos patriarcas, que são homens, que são opressores, que oprimem os oprimidos, e os oprimidos pelos homens são as mulheres. E para acabar com o patriarcado temos acabar com a Igreja, que sustenta o governo patriarcal, que é opressor.

– Nada disso ‘tá escrito na frase “Na Igreja, casaram-se João e Maria.” – observou Beatrizinha.

– Eu sei – disse o professor. – Não ‘tá escrito, mas ‘tá implícito. Daí a importância da interpretação de texto. É importante saber interpretar texto.

– Mas o João casou com a Maria porque ele a ama e a Maria casou com ele porque ela o ama – disse Renatinho.

– Errado – disse o professor.

– É assim que eu interpreto o texto – disse Renatinho.

– Interpretação errada – disse o professor. – Você está ideologizado. Você está oprimido pelo seu pai, que oprime sua mãe, e ambos oprimem você, que é de uma família patriarcal. E seu pai e sua mãe casaram-se numa igreja, que sustenta o patriarcalismo.

– Meu pai e minha mãe casaram-se na Igreja. E meu pai ama minha mãe, que ama meu pai. E eu tenho três irmãos. Sou o caçula. Meu pai e minha mãe estão casados há vinte e seis anos. Já têm bodas de prata – disse Ricardinho.

– Eles não se amam – corrigiu-o o professor.

– Amam-se, sim – retrucou Ricardinho. – Eles me dizem…

– Eles não se amam – replicou o professor, perdendo a compostura. – Eles fingem que se amam. São de uma família tradicional. Eu, que sou professor, tenho preparo para entender o que se passa na sua família; você, não. E eu sei interpretar texto.

– Professor, você disse, na outra aula, que cada pessoa pode interpretar o texto de um jeito e que não existe a interpretação certa, e agora… – comentou Lurdinha.

– Eu sou o professor – interrompeu-a o professor. – Eu sei qual interpretação é a correta: a minha. Eu tenho preparo. Quantos anos eu fui à faculdade estudar o assunto? Muitos. E vocês? Nenhum.

– Mas… – disse Ricardinho.

– Não me questione. Aceitem o que eu disse. Agora, atenção, outra frase. Prestem atenção. Interpretação de texto. Numa empresa, à parede, uma folha de cartolina com a frase “Contratam-se funcionários.” O que se quer dizer com tal frase?

– Que a empresa está contrando funcionários – disse Marquinhos.

– Errado – disse o professor.

– Que a empresa precisa de funcionários – disse Vicentinho.

– Errado – disse o professor.

– Que a empresa quer vender as coisas que tem, mas tem poucos funcionários para vendê-las – disse Renatinho.

– Errado – disse o professor. – Vamos, gente. Interpretação de texto.

– Que a empresa quer vender bolo de chocolate – disse Paulinho.

– Errado – disse o professor.

– Que a empresa vai pagar salário para as pessoas que ela contratar – disse Vanessinha.

– Errado – disse o professor. – Errado. Errado. Nada do que vocês disseram está certo. Vocês têm de aprender a interpretar textos. A interpretação correta da frase é: a empresa, uma instituição capitalista, é opressora, oprime os trabalhadores, que são pelos capitalistas oprimidos…

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Em 2.030, na escola…

Era o primeiro dia de aula na Escola Princesa Isabel, de ensino infantil. As crianças a invadiram em vagalhões destruidores, que não poderiam ser contidos nem por todo o maquinário construído pelo homem para a contenção de fenômenos naturais devastadores. A algazarra das crianças traduzia o ânimo delas, criaturas de almas angelicais. Abraçaram-se, espontâneas, expansivas; falaram-se; gargalharam. Sempre em alto e bom som, com toda a força de seus pequenos pulmões, que emitiam sons altissonantes, de fazer tremer o Everest. No rosto delas, o sorriso aberto; nos olhos, o brilho da inocência, da ínfrene alegria. Dominaram da escola o pátio e os corredores. Algumas, acompanhadas de seu pai, ou de sua mãe, logo das mãos deles, assim que viam um amigo, se desvencilhavam e iam alimentar a multidão turbilhonante que tomara conta do território escolar. O caos presente ocultava a ordem existente. Ao soar do sinal que indicou o início das aulas, as crianças rumaram cada uma delas para a sala-de-aula que frequentaria durante o ano letivo. E esvaziou-se o pátio, de onde saía o ruído do silêncio, e nada mais. Em uma das salas-de-aula, a de número 7, da quarta-série, além de vinte e oito crianças, entrou a professora Ludmila, mulher de trinta e dois anos, professora desde os vinte. De estatura mediana, cabelos pretos, lisos e compridos, esbelta, simpática, de espírito cativante, era querida por seus alunos.

Após alguns minutos de conversa descontraída com seus alunos, e assim que eles se silenciaram, disse a professora Ludmila:

– Vamos à chamada.

– Vamos – replicaram algumas crianças; e todas riram.

– Prestem atenção – pediu a professora Ludmila. – Álcoolgeorge.

– Presente.

– Álcoolgerson.

– Estou aqui no fundo.

E gargalhadas dominaram a sala.

– Engraçadinho – censurou-o a professora Ludmila, sorrindo. – Atenção! Álcoolgilson.

– Presente.

– Cloroquiniano.

– Presente.

– Covidiano.

– Presente.

– Distanciamentónio.

– Presente.

– Professora, a ponta do meu lápis ‘tá quebrada – disse uma aluna.

– Você tem apontador? – perguntou-lhe a professora Ludmila.

– Não – respondeu a aluna. – Eu o esqueci, na minha casa, em cima da minha cama.

– Quem pode emprestar um apontador para ela? – perguntou a professora Ludmila a todos os alunos.

E três alunos oferecem à aluna um apontador, e ela pegou o que lhe ofereceu um aluno sentado à sua direita, e pôs-se a apontar o lápis.

– Vamos retomar a chamada – anunciou a professora Ludmila.

– Sim, professora – exclamaram os alunos.

– Imunidadenilson.

– Presente.

– Infecsálvio.

– Eu esqueci o presente, professora.

Os alunos riram. E a professora Ludmila pediu-lhes silêncio, e prosseguiu com a chamada:

– Isolamentobias.

– Presente, professora.

– Isolamentônio.

– Presente.

– Ivermectiago.

– Presente.

– Lockdowniel.

– Presente. Posso ir embora, professora? Ontem, eu não terminei a terceira fase do Game of Virus.

– Não!? – exclamou um aluno, surpreso. – Eu já. E estou na sexta fase.

– Legal! – exclamou outro aluno.

– Meninos, silêncio – censurou-os a professora Ludmila. – No recreio, vocês poderão falar do jogo; aqui na sala, não. Lockdowniel, você não pode ir embora. E comportem-se todos vocês. Atenção à chamada. Lockdownson.

– Presente.

– Pandemilton.

– Presente.

– Quarentênio.

– Presente, professora.

– Recuperadouglas.

– Presente.

– Vacinelson.

– Ele não veio, professora – disse Pandemilton. – Ele mora perto da minha casa. Ontem, ele e a mãe dele, a dona Amélia, que é muito chata, e muito, muito feia, disseram para a minha mãe que hoje ele iria ao médico.

– Tudo bem – disse a professora Ludmila. – À chamada. Vacinicius.

– Presente.

– Azitromisílvia.

– Presente.

– Cloroquiniana.

– Presente, professora.

– Coronádia.

– Presente, professora.

– Coronavilma.

– Presente.

– A Coronavilma é muito chata – disse Cloroquiniano.

– Chato é você! Bobão! – replicou Coronavilma.

– Silêncio, por favor – reprovou-os a professora Ludmila. – Atenção à chamada. Covidiana.

– Presente.

– Infecsílvia.

– Não veio – disse Lockdownson.

– Isolamentónia.

– Presente.

– Quarentenina.

– Presente.

– A Quarentenina também é chata – disse Cloroquiniano.

– E você é bobo – retrucou Quarentenina.

– Bobo e bocó – completou Coronavilma.

– A conversa não chegou no chiqueiro, nariz de porquinha – respondeu Cloroquiniano, dirigindo-se à Coronavilma.

– Professora, a senhora ouviu… – perguntava Coronavilma à professora Ludmila.

– Sim, Coronavilma, ouvi – respondeu-lhe a professora Ludmila antes que ela completasse a frase. – Silêncio, todos vocês. E você, Cloroquiniano, não me interrompa. E seja educado com as suas colegas.

– Sim, senhora – respondeu Cloroquiniano.

– Professora, mande o Cloroquiniano para a diretoria – sugeriu Coronavilma.

– À chamada – disse a professora Ludmila. – Eu ainda não a terminei. Quarentenívia.

– Presente, professora.

– Vacinúbia.

– Presente.

– Zincarla.

– Presente.

– Zincátia.

– Presente, professora.

– Agora – disse a professora Ludmila -, encerrada a chamada, à aula.

O Resumo

Segunda-feira. 7:00 da manhã. Os alunos, muitos deles aparentando sono e cansaço, uns com os cabelos despenteados, todos sentados, cada um à uma carteira, ouviam a professora Fátima, que lhes falava, enquanto, andando entre as carteiras, tendo às mãos uma pilha de folhas de sulfite, entregava uma delas para cada aluno:

– Leiam o texto com atenção e anotem os trechos principais. Escrevam um resumo. Lembrem-se, em um resumo dá-se atenção à idéia central do texto. Não é para selecionar algumas palavras e substituí-las por um sinônimo e copiar o texto. Entendeu, Vinicius? – todos os alunos riram e voltaram-se para ele, que sorriu. – Quero ver de cada um de vocês um resumo, apenas um resumo, do texto que vocês irão ler. Lembrem-se: dêem atenção à idéia principal do texto. Não se percam nos detalhes. Todos vocês já receberam uma cópia do texto? Esqueci de alguém? Não. Ótimo. Mãos à obra. Leiam o texto, atentamente. Anotem as suas idéias principais. E rascunhem, se necessário, um resumo, e corrijam-lo; reescrevam-lo até emprestarem-lhe consistência. E passem-lo a limpo. Vocês têm quarenta e cinco minutos para escreverem o resumo. E você, Marcos, não incomode o Zacarias. Deixe-o ler o texto. Concentre-se na sua leitura e no seu resumo.

Em silêncio, os alunos leram o seguinte texto:

“Nas últimas décadas, verificou-se significativa redução do poder de compra dos brasileiros e o aumento da violência, das desigualdades sociais, do descompasso econômico regional e do analfabetismo funcional. As reformas estruturais empreendidas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, o do Luis Inácio Lula da Silva e o da Dilma Roussef prejudicaram as instituições democráticas e as instituições financeiras. O Brasil tem há lamentar o retrocesso na educação, na segurança pública e na saúde. Os índices de violência, no Brasil, são preocupantes; o analfabetismo funcional impede a inserção de milhões de brasileiros no mercado de trabalho; a desigualdade social é uma das maiores do mundo; a burocracia estatal encarece os produtos brasileiros; a justiça é lenta, muito lenta; e os recursos públicos são mal aplicados. Para que o Brasil dê um enorme passo rumo ao progresso são imprescindíveis as reformas política, fiscal, previdenciária e tributária, e investimentos da iniciativa privada e incentivos para investimentos em industria de tecnologia de ponta, o que só será possível com uma população bem educada; para tanto é essencial a boa aplicação do dinheiro público em educação. O Brasil está fazendo a lição de casa? Essa pergunta será respondida pela próxima geração de brasileiros.”

Os alunos leram o texto, atentamente – presume-se -, e escreveram, cada um deles, um resumo. Dentre os resumos, destaca-se o que Charles escreveu:

“O Brasil não vai bem das pernas, mas também não vai de mal a pior. Não está no paraíso, tampouco no inferno. Está no purgatório. O Éfeagacê, o Lula e a Dilma, cada um ao seu modo, e os três da mesma maneira, ajudaram o Brasil a regredir, mas as instituições democráticas estão sólidas desde que Niemeyer as construiu, no governo do Kubitschek, com concreto da melhor qualidade. Os brasileiros não temos, portanto, com o que nos preocupar, mas os porcos têm, pois o Palmeiras não tem mundial. Kkkkkkk.

Os três reis magos

Uma história do Joãozinho

Em uma segunda-feira, no início do mês de dezembro, a professora, na escola de ensino infantil, decidiu, em uma aula, falar de Natal e de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em certo momento da aula, perguntou a professora aos seus alunos:

– Quais são os nomes dos três reis magos?

E Joãozinho perguntou-lhe:

– Três reis magros?

Os alunos gargalharam.

A professora pediu-lhes silêncio, e por eles foi prontamente atendida.

– Não, Joãozinho. Três reis magos. Eu não disse três reis magros. Eu disse três reis magos – e, voltando-se para todos os alunos, repetiu a pergunta. – Quais são os nomes dos três reis magos?

E Joãozinho, antecipando-se aos outros alunos, respondeu:

– Athos, Porthos e Aramis.

Todos os alunos gargalharam.

A professora fitou Joãozinho com olhar de censura.

– Eu, Joãozinho – disse-lhe a professora -, não pedi os nomes dos três mosqueteiros. Pedi os nomes dos três reis magos.

Os alunos, os olhares a convergirem para Joãozinho, exibiam sorrisos acanhados e contidos, afinal, o olhar da professora, de Medusa, abrangia a todos eles.

E a professora, então, todos os alunos em silêncio, repetiu a pergunta:

– Quais são os nomes dos três reis magos?

E Joãozinho, mais uma vez antecipando-se aos outros alunos, respondeu:

– Moe, Larry e Curly.

Gargalhadas estrondosas preencheram a sala-de-aula.

– Joãozinho – disse a professora, a fitá-lo, semblante severo -, eu perguntei quais são os nomes dos três reis magos, e não os dos três patetas.

Os alunos principiaram uma onda de gargalhadas, a qual eles cessaram assim que sentiram o olhar petrificante da professora cair sobre eles, e encolheram os ombros.

Joãozinho sorria.

– Perguntarei, mais uma vez – disse a professora, voz gélida -: Quais são os nomes dos três reis magos?

E Joãozinho, a gargalhada preparada, e todos os olhares a convergirem para ele, respondeu, de imediato:

– Huguinho, Zezinho e Luizinho.

E estouraram-se as gargalhadas.

E a professora, bufando de raiva, pediu ordem aos alunos. Precisou ela de quinze minutos para conter a horda de bárbaros infantis.

A professora, os alunos em silêncio a entreolharem-se e a sorrirem, disse, irritada:

– Eu não perguntei quais são os nomes dos três sobrinhos do Pato Donald; perguntei quais são os nomes dos três reis magos. – fez uma pausa, para estudar a influência das suas palavras sobre os alunos, e prosseguiu -: Perguntarei pela última vez: Quais são os nomes dos três reis magos?

– Gaspar, Baltasar e Melquior – respondeu Joãozinho, todos os alunos a fitarem-lo.

E a professora sorriu, contente, e perguntou para Joãozinho:

– Se você sabe, Joãozinho, os nomes dos três reis magos, por que você não os disse quando eu fiz a pergunta pela primeira vez?

E Joãozinho respondeu:

– A aula estava muito chata; e eu queria que ela ficasse engraçada.

Tal resposta não a apreciou a professora; os alunos, no entanto…

– O Joãozinho é do balacobaco! – exclamou um dos alunos, em meio às gargalhadas.

– Eu mereço – disse, resignada, a professora, que sentou-se na cadeira, à mesa, fincou os cotovelos na mesa, e enterrou o queixo nas palmas das mãos, a esperar as gargalhadas cessarem; e esperou, e esperou…

Enfim, estrilou a sirene, e todos os alunos, correndo, alvoroçados, da sala-de-aula saíram, lancheiras à mão, para o recreio.

 

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