A Terceira Guerra Mundial – escrito por Joaquim Beltrano da Silva Fulano Cicrano de Souza – publicado no Zeca Quinha Nius

O corresponde estrangeiro do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário do orbe terrestre – nos Estados Unidos, residente na cidade americana de Pindamonhangabaiórque, e o corresponde estrangeiro do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – na Rússia, residente na cidade russa de Pindamonhangabavostóque, são, ambos, aquele e este, a mesma pessoa. Eles vivem no Brasil, e no Brasil lêem notícias em noticiários americanos e russos, e delas extraem as informações mais relevantes, as selecionam, e nô-las transmitem, do exterior, para nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre. É de origem russa o nome russo do nosso correspondente na Rússia, e o nome americano do nosso correspondente nos Estados Unidos é de origem americana. Mas ambos os correspondentes são um brasileiro, cujo nome, brasileiro, de origem brasileira, é português, e não americano, tampouco russo.

As informações colhidas e recolhidas, e unidas e reunidas pelos correspondentes estrangeiros do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – permitem-nos compreender a configuração da geopolítica do orbe terrestre e antever a sua reconfiguração, programada e reprogramada pelos homens mais poderosos, embora tais informações nenhum contato tenham com ela; mesmo assim, todavia, no entanto, porém, entretanto, nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre -, jornalistas dotados de inúmeros diplomas universitários, documentos que confirmam a, e dão provas da, nossa inigualavelmente superior intelectualidade, formação cultural e vigor e rigor morais, fornecem-nos os meios e os recursos e os instrumentos teóricos e práticos para detectarmos as informações, dentre as que nos chegam ao conhecimento, que nos permitem elaborarmos do panorama geopolítico do orbe terrestre um desenho exemplarmente bem elaborado, cientes de que todas as informações são inúteis; no entanto, todavia, porém, entretanto, os nossos diplomas universitários são mais do que suficientes para nos persuadir de que podemos entender tudo o que se passa e o que ocorre e o que se sucede na geopolítica mundial do orbe terrestre. E aqui registraremos o que aqui ainda não registramos. Registraremos, neste artigo, cujas palavras contêm informações, que não são desprezíveis, tampouco indispensáveis para a exata e correta compreensão da política do orbe terrestre, nas linhas que sucedem a esta – o leitor e o autor deste artigo não sabem, até este momento preciso e exato, quais informações este artigo contêm porque o autor ainda não as registrou, mas assim que as registrar saberão quais são, o autor assim que as digitar, e o leitor assim que as ler – caso as leia (se não as ler não saberá quais são).

Informam-nos os nossos correspondentes estrangeiros que o governo dos Estados Unidos e o da Rússia pretendem iniciar a terceira guerra mundial porque duas guerras mundiais já ocorreram no orbe terrestre, portanto, a próxima, a que pretendem deflagrar, será, obrigatoriamente, a terceira, e não a quarta, e tampouco a quinta, muito menos a sexta, e que ninguém pense que será a sétima. Estão os governos de ambas as duas nações envolvidas em sofisticadas negociações. Estão os governos de ambas as duas nações envolvidas em sofisticadas negociações. Não sei porque reescrevi esta frase. Seja qual tenha sido a minha razão para reescrevê-la, eu não a suprimirei do artigo, afinal se eu a escrevi e a reescrevi logo na sequência, eu o fiz por alguma razão, e uma razão racional que se encontra, mas que eu não encontrei, no meu subconsciente, que está sob a jurisdição da minha consciência. Negociam o governo dos Estados Unidos e o da Rússia o envolvimento de outras nações na terceira guerra, que pretendem seja mundial. Querem um e outro varrerem-se do mapa, a Rússia varrer os Estados Unidos e os Estados Unidos a Rússia, de modo que outros país do mapa também sejam varridos, e não uma e outra nação, mas todas elas, pois se querem seja mundial a guerra, a terceira, então todas as nações do orbe terrestre têm de nela se envolverem, e, o que é o ideal, todas serem varridas do mapa. Enquanto não convencerem todos os outros chefes-de-Estado a aceitarem tal idéia, não irão iniciar a guerra. Outras informações colhidas e recolhidas, e unidas e reunidas pelos correspondentes estrangeiros do Zeca Quinha Nius, o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre, dão conta de que a Rússia e os Estados Unidos envolver-se-ão numa conflagração particular, e lançarão mísseis contra as outras nações, e desconversarão os governos das duas nações se questionados a respeito; limitar-se-ão a declarar que oocorreram falhas nos sistemas militares; que uma fagulha provocou uma pane nos computadores; que um hacker invadiu o sistema e disparou os mísseis; que alienígenas telepatas invadiram o cérebro dos comandantes militares e os controlaram; que o presidente da Rússia, ao ingerir vodka estragada, alucinado, agiu num repente súbito de insanidade, e apertou, em seu acesso de fúria enlouquecida, botões quaisquer, inconsciente do que fazia, e apenas soube de seus atos após recuperar o governo de sua mente; que o presidente dos Estados Unidos, num acesso de sonambulismo, perambulou pela Casa Branca, foi ao Salão Oval, abriu a maleta que contêm os códigos dos mísseis, e os digitou; que durante a comemoração pela vitória da seleção de basquete dos Estados Unidos o comandante do porta-aviões USS qualquer coisa, involuntariamente, ligeiramente embriagado, premiu, com um dos seus dois cotovelos, um botão de acionamento de mísseis. E assim Rússia e Estados Unidos varreriam do mapa outras nações. E as nações não atingidas pelos mísseis se veriam na contingência de atacar os Estados Unidos e a Rússia antes que fossem por eles atacados, o que redundaria na ampliação do cenário de guerra – e assim Estados Unidos e Rússia, atingindo o objetivo de envolver na guerra todas as nações do orbe terrestre, criariam a terceira guerra mundial. Mas, e a guerra propriamente dita quando começará? Quando se iniciar, se se iniciar, principiando-se, o que se dará, se se der, e quando se der, se uma das duas nações, Estados Unidos e Rússia, atacar a outra; caso tal não se dê, tal não se dando, não se dará a guerra, e assim não assistiremos à guerra mundial, que será a terceira das guerras mundiais porque antes dela ocorreram outras duas, a primeira antes da segunda, e esta depois daquela. Oxalá tal guerra seja deflagrada para que nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – possamos publicar reportagens acerca da terceira guerra mundial, que entrará para a História e dela jamais irá sair. 

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Argentinos, sortudos; brasileiros, azarados. Voto auditável, impresso, e apuração pública. Governo Bolsonaro, heróico. E outras notas breves.

Na página de Kleber Sernik, li que a Argentina vai de mal a pior. Os nossos hermanos, que, segundo os nossos compatrícios anti-bolsonaristas – sócios do Covid Clube Desportivo, torcedores fanáticos, insanos, do Fique Em Casa Futebol Clube, seres que seguem a ciência, dotados dos mais requintados talentos intelectuais e dos mais sapienciais dons morais e éticos – gozaram, no ano de 2.020, de uma política, implementada pelo preposto de Cristina Kirchner (alcunha pelos maledicentes – que maldosos! – de Cretina Kirchner), Alberto Fernadéz, responsável, humanista, de combate ao coronavírus (mocorongovírus, diria meu amigo Barnabé Varejeira), estão, agora, em maus lençóis, comendo o pão que o diabo amassou. Eram os irmãos do Maradona felizardos, pois contavam com um presidente comprometido com o bem-estar deles. Tristes eram os brasileiros, que viviam, então, sob o tacão de um nazifascista genocida que atende pelos nomes de Bozo e Bozonazi. E um mês de lockdown – dizia-se, então, quarentena – foi a fórmula mágica que Fernandéz encontrara para conter o avanço da infecção pelo vírus que é hoje o bode expiatório de todos os desmandos governamentais (e empresariais, também; não se pode ignorar que muitos governantes comem nas mãos de empresários poderosos). E passado um ano o que se vê? A Argentina despencando em todos os aspectos. O PIB, conta-nos Kleber Sernik, do país ao sul do Brasil despenca 10% em 2.020 e os casos de mortes pelo Covid chegam a 100.000. E mais lockdown implementa-se para frear o avanço do vírus, que não encontra obstáculos. E o Brasil, apesar dos pesares, sob o comando do Capitão Bonoro, também conhecido por Jair Messias Bolsonaro, segue vivo e forte, recompondo-se do golpe que as criaturas do pântano, os seres das trevas, lhe aplicaram.

E um adendo, de minha lavra: Na comemoração do título do time de Messi pela Copa América eram tantos os argentinos nas ruas de Buenos Aires, que o Covid (Mocorongovírus, diz Barnabé Varejeira), assustado, recolheu-se ao seu bunker, e só deu as caras em áreas públicas após o fim da festança.

E de Kleber Sernik, em outra publicação, uma informação, esta tratando de Cuba. O presidente americano, Joe Biden, que até outro dia dizia que nas relações da terra do Tio Sam com a do Fidel aplicaria políticas, que seguiriam os passos da de Barack Hussein Obama, favoráveis aos políticos que governam, com foices e martelos, cortando o pescoço dos cubanos, e esmagando-lhes as cabeças, a ilha-prisão, está, agora, após mudança de rumo de 180 graus, a aplicar políticas à Cuba prejudiciais, seguindo a política de seu antecessor tão mal falado pela imprensa mundial, Donald Trump.

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Brasileiros pedem pelo voto auditável, impresso, e pela apuração pública dos votos, enquanto políticos, jornalistas, artistas pedem a manutenção do sistema atual. Ora, toda pessoa séria quer um sistema que possa ser auditado, para se evitar conflagração interminável devido à impossibilidade de se conhecer a verdade, quantos votos recebeu Fulano e quantos Beltrano. Mas há quem não quer um ambiente favorável à decência eleitoral. Maurício Mühlmann Erthal, em sua página no Facebook, informa que os líderes de partidos políticos eram favoráveis ao voto impresso, auditável, mas após reuniões com ministros do S.T.F. mudaram de idéia, inexplicavelmente.

E Fernando Vaismann explica, num vídeo, o Voto Proporcional, o Distritão e o Distrital, e diz porque é o Distrital o ideal, e, em um texto, projeta luz na questão do Fundão, cujo valor criticou, e tece críticas ferinas aos histéricos apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro, pessoas que, mal-informadas, compram, sem negociar, e por um alto preço, as narrativas dos anti-bolsonaristas. E fala da Lei das Diretrizes Orçamentárias. Tal assunto também é tema de um texto de Guillermo Federico Piacesi Ramos, que menciona Julio Ribeiro, de quem reproduz um curto texto. Seus argumentos convergem com os de Fernando Vaismann, inclusive nas críticas aos desavisados apoiadores do presidente.

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O governo do presidente Jair Messias Bolsonaro faz das tripas coração, e só recebe pauladas, de todos os lados. E muitos daqueles que o apoiavam estão agora a atacá-lo, insuflados pela mídia. São sugestionáveis. Seduzidos pelo canto das sereias dos chamados meios de comunicação tradicionais, única fonte de informação que eles conhecem, desapegados da realidade, adotam a postura de quem está acima do chão que pisa, a pairar, como um ser superior, acima do mundanismo dos bolsonaristas, dos bolsominions, dos, repetindo o vocabulário dos mais fanáticos anti-bolsonaristas, gado bozonazi. É lastimável.

Em meio ao caos reinante, à iminência de vir o Brasil a cair no precipício, ao anúncio do Apocalipse (ou Ragnarok, para os que cultivam a mitologia nórdica), o governo Jair Messias Bolsonaro apreende toneladas e mais toneladas de drogas e reduz consideravelmente os casos de assassinatos. Os índices de criminalidade despencam no Brasil. E não podemos deixar de lembrar que é o Brasil o paraíso dos bandidos. Há, nestas terras, bandidólatras, juristas, intelectuais, escritores. A bandidolatria é, em terras dos descendentes de Peri e Ceci, uma religião.

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Há, hoje em dia, dois tipos de pessoas: As não-vacinadas e as vacinadas. As não-vacinadas podem ser infectadas pelo Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas podem infectar outras pessoas. As vacinadas também. As não-vacinadas podem morrer de Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas tem de usar máscaras. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de evitar aglomerações. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de usar álcool-em-gel. As vacinadas também. Afinal, há alguma diferença entre as não-vacinadas e as vacinadas? Sim. Há. As não-vacinadas não sofrem de efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

Nota de rodapé: Os vacinófilos coronalovers não queriam porque não queriam saber da Hydroxicloroquina porque ela causava efeitos colaterais, e agora suplicam pela vacina, que também provocar efeitos colateriais.

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Paulo Cursino chama a atenção para o silêncio retumbante dos esquerdistas brasileiros, que não dão nenhum pio a respeito do que se passa em Cuba, do levante popular do povo cubano contra o governo de Havana. Compreensível, o silêncio dos defensores da liberdade.

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E o Afeganistão desanda.

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Durante este ano e poucos meses de desgovernos estaduais e municipais que, sob pretextos de se combater um vírus que veio sabe-se lá de onde (diziam que da China), decretam políticas que estão a arrasar empresas pequenas e micros, o governo Jair Messias Bolsonaro cria o Pronampe, programa de empréstimo a micro e pequenas empresas, salvando muitas delas da extinção. E as almas penadas dizem que o presidente Jair Messias Bolsonaro nada fez e nada faz para amparar os brasileiros neste momento de grande agitação e desespero de muitos.

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Nos Estados Unidos, a política de desinvestimentos na polícia provoca, para surpresa de ninguém, aumento dos índices de criminalidade. E a política migratória de Joe Biden vai de mal a pior, e causa uma crise sem precedentes na fronteira dos Estados Unidos com o México.

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Nos site Contra os Impugnantes há bons textos de Sidney Silveira, filósofo. E no Permanência, de Gustavo Corção.

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Dentre os ótimos escritores que publicam seus textos na rede social Facebook estão: Claudio Kezen, Melquisedeque Galdino, Renato Valle Castro, Glauco Paludo Gazoni e Silas Feitosa. Leio-os, atentamente, sempre que posso. São as redes sociais, e a internet, fontes inesgotáveis de conhecimento. Muitas pessoas inteligentes e cultas publicam seus textos e vídeos em site e blogs e redes sociais; pessoas que jamais teriam espaço nos meios tradicionais de comunicação. Para a felicidade de quem não se dispõe a se curvar diante dos mandões de plantão.

Epidemia. Fraudemia. 1984. Admirável Mundo Novo.

Desde o início do capítulo A Epidemia do Covid-19 muitos estudiosos alertaram: tal história é um experimento social. No transcurso dos últimos duzentos e quarenta dias, inúmeros eventos reforçaram, nas pessoas menos sugestionáveis, que não estão sob a influência dos meios de comunicação – ou, se estão, resistiram, e bravamente, à agressão midiática -, a percepção e a convicção de que a epidemia, ou pandemia, foi uma fraude – que já recebeu o título jocoso de Fraudemia – arquitetada para destronar Jair Messias Bolsonaro da cadeira de presidente do Brasil e impedir a reeleição, nos Estados Unidos da América, de Donald Trump, e, com a queda destes dois colossos, aguerridos combatentes da soberania de suas respectivas nações, obter a submissão de todos os povos ao poder totalitário global, de matriz anti-cristã, sustentado pela fortuna faraônica de capitalistas multibilionários (metacapitalistas, no neologismo cunhado por Olavo de Carvalho – isto é, ricaços que, tão podres de rico, não querendo mais respeitar as regras do livre mercado, o que lhes põe em risco a fortuna nababesca tão arduamente amealhada, associam-se com os Estados nacionais e organizações mundiais tendo em mente a implementação de um arcabouço legal que elimina a concorrência indesejada) e conservado pelo exército chinês – com, a depender de quem seja o presidente dos Estados Unidos pelos próximos quatro anos, a participação das forças armadas americanas. Para muita gente, e gente de primorosa formação intelectual e de moral ilibada, não restam dúvidas de que enfrentamos um dos maiores blefes, se não o maior, da história da civilização – e seus promotores almejam remover do coração dos homens os valores que, bem e mal, sustentam a civilização, e neles inserir outros, que irão desumanizá-lo.

Logo no início deste capítulo cujos eventos estamos vivenciando, a duplicidade dos agentes encastelados em organizações globais e em governos nacionais, estaduais e municipais mundo afora, revelou-se em não raros momentos. Ora tais personagens declaravam que o Covid-19 provoca uma gripe comum – e para dela nos proteger, bastaria que nos alimentássemos bem, nos expuséssemos ao sol, praticássemos exercícios físicos ao ar livre; ora que ele era assustadoramente letal aos humanos; ora que ele não se transmitia de humanos para humanos; ora que ele só se encontrava em morcegos e que não havia a mais remota possibilidade de deles saltar para os humanos, e os infectar – tal possibilidade, asseguraram, estava descartada; ora que ele tem uma elevada velocidade de transmissão de humanos para humanos; ora que medidas drásticas, que consistiam na suspensão de toda a atividade econômica mundial e no confinamento de oito bilhões de seres humanos em suas casas, eram imprescindíveis para o correto combate à disseminação de criatura tão infinitesimal, mortal, capaz de dizimar cidades inteiras, nações inteiras. Poder-se-ia alegar ignorância, acerca da real natureza do Covid-19, dos cientistas, médicos e agentes políticos, econômicos e midiáticos, para explicar todas as controvérsias envolvidas neste capítulo da nossa história, toda a confusão e todos os erros que resultaram em políticas prejudiciais aos humanos e capazes de promover uma ruptura civilizacional; todavia, observando-se, atentamente, os eventos, que se sucederam, como vagalhões devastadores, contra o nosso bem-estar, e avaliando a biografia das personagens instaladas na cúpula de organizações globais e de governos e de megacorporações capitalistas, obrigamo-nos a concluir que tudo não passou de uma peta – diria a personagem mais traquinas de Monteiro Lobato – uma peta global, uma peta universal; e muita gente trabalhadora, honesta, engoliu-a, adotou-a como verdade, pois os que a contaram conseguiram atingir-lhe o ponto fraco: o medo de morrer.

Com o passar dos dias, o que era uma medida passageira, a quarentena, proposta, e implementada, apenas para, desacelerando a velocidade do contágio de pessoas pelo Covid-19 e erguer hospitais de campanha, evitar o colapso do sistema de saúde, incapaz, então, dizia-se, de acolher, de um dia para o outro, milhões de pessoas infectadas pelo Covid-19, assumiu ares de política eterna, gênese do Novo Normal, uma nova era civilizacional, que terá no confinamento residencial, no distanciamento social, no uso perpétuo da máscara e na vacinação compulsória (sob a perspectiva de se tornar um pária quem se recusar a deixar-se vacinar contra o Covid-19) a cultura vigente.

Seriam as medidas de combate ao Covid-19 eficientes? Pesquisas realizadas, nos Estados Unidos, há três, quatro meses, indicaram que 60% (sessenta por cento) dos infectados pelo Covid-19 o foram no interior de suas residências, e que mais de 90% das pessoas, assintomáticas, são imunes ao vírus e não os transmitem para outras pessoas – podem tais pessoas, portanto, tomando medidas profiláticas simples e comuns, como o hábito de lavar as mãos com água e sabão, exercer as suas tarefas sociais diárias. Sendo assim, não há motivos para tanta celeuma em torno do Covid-19 – mas as pessoas, trituradas pelas notícias, assustadoramente apocalípticas, que recolhem dos meios de comunicação, e derrotadas pelo medo, são hostis ao chamado da razão. Deve-se enfrentar, declaram não poucos médicos, o Covid-19 com os mesmos cuidados, as mesmas cautelas, as mesmas precauções, como se enfrenta qualquer vírus transmissor da gripe.

Ocupo-me, agora, com os eventos que se sucederam no Brasil. Obrigo-me a concluir que os brasileiros somos vítimas de agentes públicos e privados descompromissados com o nosso bem-estar, personagens que envidam todos os esforços para de nós subtrair os mais valiosos bens, e não me refiro aos materiais, embora estes eles também estejam a nos surrupiar; querem nos reduzir a bonecos acéfalos, manipuláveis, incapazes de lhes esboçar resistência aos planos maléficos que ambicionam concretizar. Negaram aos brasileiros já infectados pelo Covid-19 tratamento precoce com remédios já há décadas do conhecimento público – e muitos médicos, movidos pelas mais variadas (e reprováveis) razões, acataram, servilmente, as ordens de governadores e prefeitos, e nas receitas aviadas não incluem tais remédios, pois eles provocam efeitos colaterais em quem os toma, podendo, inclusive, ocasionarem-lhes a morte. E em nenhum momento apresentaram casos de pessoas falecidas em decorrência da ingestão de tais remédios, casos documentados, na literatura médica, antes da apresentação do coquetel de remédios como um recurso de tratamento dos infectados. Prometeram a suspensão das medidas restritivas assim que estivesse à disposição de todos a vacina milagrosa, que salvaria a humanidade. Neste estágio da história, já haviam esquecido que o Covid-19 se disseminaria, naturalmente, de pessoa para pessoa, até atingir a tal da imunidade de rebanho, e da importância, para a saúde de todos, dos indispensáveis exercícios físicos ao ar livre, banho de sol e boa alimentação; teriam, agora, as pessoas de se conservarem, recolhidas às suas casas, até o advento da vacina milagrosa. E o que era uma política – a quarentena – passageira converteu-se numa política perpétua. E veio a máscara, onipresente. E as ameaças às pessoas que se recusassem a estampá-la na face, em ambiente público e no interior de estabelecimentos comerciais e órgãos públicos. E amedrontadas as pessoas acolheram tal política, servilmente. E a quarentena recebeu um nome pomposo: Lockdown. E sucedem-se as ameaças de multa e prisão àqueles que resistem às ordens dos agentes públicos. E a própria sociedade, aterrorizada, torturada, martiriza os indivíduos que ousam erguer a cabeça e encarar o monstro que a todos pretende devorar. E anunciam uma segunda onda, que aqui, nestas plagas encontradas por Pedro Álvares Cabral, chegará da Europa, da decadente Europa discritianizada. E as pessoas, assustadas, atendendo ao apelo do medo que as consome, resignam-se: submeter-se-ão à rodada, agora não de uma inofensiva quarentena, mas de um nocivo lockdown, que será implementado, dizem, não porque governantes inescrupulosos, autoritários, que estão apenas agindo em defesa dos seus vis interesses pessoais, mas porque há muita gente irresponsável que não obedece às orientações de autoridades constituídas e de renomados médicos e cientistas.

Esquecia-me: as pessoas que não acolheram os apelos da galerinha do Fique Em Casa foram, por membros de tal galerinha, vilipendiadas, crucificadas em praça pública, cuspidas, achincalhadas, alcunhadas irresponsáveis; ora, as pessoas que, sem um centavo no bolso para comprar o arroz e o feijão de cada dia, saíram de suas casas, todo santo dia, com medo de, se infectadas pelo Covid-19, partirem desta para a melhor, para plantar, cultivar, colher, beneficiar, empacotar, transportar o arroz e o feijão que a galerinha do Fique Em Casa comeu todo dia, receberam, de tal galerinha, o desprezo, o desdém, a ingratidão, e dela ouviram xingamentos impublicáveis, ofensas irreproduzíveis. A galerinha do Fique Em Casa lhes devota ódio insano, assassino.

Os eventos políticos que se sucederam, no Brasil, são de embasbacar todo filho de Deus. Pessoas, sozinhas, numa ampla avenida de uma capital de estado, ou na praia, ao ar livre, foram abordadas por homens truculentos, trajados com a farda da Polícia Militar – recuso-me a chamá-los de policiais -, que as agarraram, as enfiaram, à força, numa viatura policial. E prefeitos mandaram agentes públicos soldarem portas de estabelecimentos comerciais; e governadores assinaram decretos proibindo médicos de receitarem remédios para o tratamento da doença provocada pelo Covid-19, e criaram sistema de monitoramento de sinais de telefones celulares cujo único fim foi o de obter-se a localização das pessoas, para controlar-lhes os movimentos, alegando o fim de inibir, para o bem-estar de todos, aglomerações; e determinaram a obrigatoriedade de realização de testes rápidos em todas as pessoas que falecessem durante a epidemia, para identificação de Covid-19, e, se positivo o teste, declarar a causa da morte o Covid-19 (medida, esta, denunciam, que inflou o número de casos de morte por Covid-19); e proibiram autópsias de pessoas cuja morte foi imputada ao bode expiatório de hoje em dia, o Covid-19 (politicamente muito conveniente tal medida, justificada, cinicamente justificada, como necessária para se evitar a disseminação do vírus).

Abismados, apalermados, assustados, aterrorizados, assistimos a um circo de horrores. E não poucas pessoas, mesmerizadas por imagens horrendas transmitidas pelos meios de comunicação, curvaram-se, servis, aos tiranetes de plantão, e, impotentres, desfibradas, suplicaram-lhes medidas restritivas: que os tiranetes lhes impusessem um conjunto de normas que as protegessem, acreditaram, movidas pelo medo torturante, da irresponsabilidade de indivíduos descompromissados com o bem-comum, egoístas, egocêntricos, individualistas impenitentes. E assim tais pessoas, tiranizadas, curvaram-se ao garrote daqueles que os seviciavam e entregaram-lhes um pouco da liberdade da qual ainda gozavam, liberdade que não tinham conquistado com o sacrifício de seu próprio sangue, liberdade que herdaram de seus antepassados, que lutaram, bravamente, para, com o próprio sangue, conquistarem-la, liberdade que, agora, desprezada, rejeitada, jaz inerte, abandonada por pessoas intimidadas, não pelo Covid-19, mas por políticos conluiados com os meios de comunicação, esta engrenagem de tortura psicológica de cujos mecanismos poucas pessoas escapam.

E agora é outro o cenário: Estados Unidos. Os mais recentes eventos sucedidos nos Estados Unidos indicam, para quem deseja ver, que a epidemia promovida por Covid-19 foi uma farsa universal razoavelmente, e não plenamente, bem arquitetada, com o fim, e não o único fim, de impedir a reeleição de Donald Trump, homem que, altivo, encara, praticamente sozinho, os inimigos dos Estados Unidos, e enfrenta-os onde quer que eles estejam; inclusive, e principalmente, os que se encontram encastelados no coração da América. E o epônimo Donald Trump está a drenar o pântano, o Deep State, que almeja pôr na Casa Branca o tal de Joe Biden, que, em não poucas aparições públicas, revelou claros sinais de demência e sobre o qual pesam acusações de pedofilia, duas razões que podem vir a, caso ele assuma, de fato, o cargo de presidente dos Estados Unidos da América, serem aventados para alijarem-lo do Salão Oval.

As infinitas denúncias de fraude eleitoral, em sua maioria envolvendo os votos enviados pelo correio, dão razão às vozes que, há meses, anteviram o espetáculo grotesco e arabesco ao qual estamos, perplexos, incrédulos, assistindo. Daí persistirem nas políticas restritivas até o dia das eleições e bombardearem os americanos com notícias desencontradas, confundindo-os, atormentando-os, perturbando-os, assim paralisando-os. Todavia, contrariando as ambições dos cavaleiros do apocalipse e dos artífices do governo global, que almejam a queda do Tio Sam, o que lhes seriam de inestimável valor, afinal, terão, se bem sucedidos em tão diabólica empreitada, à disposição, o maior e mais poderoso aparato bélico e tecnológico, contra o qual nenhum povo, lutando pela sua liberdade e pela soberania de sua nação, poderia impor resistência, a América resiste. Temos, após todos os eventos que ora testemunhamos, de louvar o povo americano, que, apesar dos múltiplos inimigos que enfrenta, resiste, heroicamente, e ousa sair em defesa de sua nação – o mesmo deve-se dizer do povo brasileiro, que, ao seu modo meio atabalhoado, não sucumbiu ao terror proclamado pelos cavaleiros do apocalipse e pela escória da política nacional.

Há muito para se falar do Capítulo Epidemia do Covid-19. Não tenho a ambição de encerrar assunto tão complexo, de difícil, impossível, mensuração, num simples artigo, que já assume dimensões não antevistas originalmente, rabiscado, às pressas, em folhas de sulfite, com lápis. São muitas as informações que me vêm, caoticamente, num roldão asfixiante, à mente; e os pensamentos que tal assunto me inspira, inúmeros; para organizá-los, anoto-os em folhas à parte, e consulto as anotações, delas retirando, para a redação deste artigo, as que me servem; esforço-me para não escrever um artigo prolixo, bagunçado, direi; e sei que meu esforço não foi inteiramente vão, pois consegui, bem ou mal, emprestar certa ordem à exposição das minhas idéias.

Sei que o artigo vai extenso, mas tenho algumas coisinhas mais para dizer, sem as quais ele ficará incompleto.

Vê-se que muitas pessoas, que se curvaram, acriticamente, sem esboçar resistência, aos ditames das autoridades sanitárias, servis a políticos inescrupulosos, que se revestiram de poderes infinitos, autoritários, agora, mais assustadas do que nunca, suplicam aos governadores e prefeitos, que delas abusam da boa-vontade, segunda rodada de restrições abusivas, arbitrárias, para impedir a segunda onda de disseminação do Covid-19. Esta história de segunda onda é uma peta, diria a Emília, e tão mal contada, que faz muitas pessoas, torturadas pela engrenagem demoníaca dos meios de comunicação, nela acreditarem, piamente; e tais pessoas ouvem, uma vez mais, as vozes do apocalipse, vozes que, há meses, vaticinam, oráculos agourentos, o fim do mundo – que não veio na primeira onda, mas virá, é certo, na segunda (e caso não se dê, na terceira; ou na quarta; ou na quinta; ou na sexta; ou na sétima…). E suplicam tal política porque, alegam, convictas do que pensam, pessoas irresponsáveis não respeitam as ordens das autoridades constituídas, médicos e cientistas e políticos. E quais médicos e cientistas? Os midiáticos. Os que a imprensa elegeu autoridades infalíveis. Há um quê de religiosidade na credulidade das pessoas que se genuflexionam, reverentes, diante de tais sumidades médicas e científicas; e tais pessoas, convertidas em jihadistas, têm na conta de impenitentes hereges quem não lhes dedicam culto e não os obediecem automática, e irracionalmente. É assustador, e preocupante – para dizer o mínimo. Tais pessoas não percebem que obedecem quem os oprime, e estão a entregar o machado ao carrasco, que lhes irá cortar, sem hesitar, na primeira oportunidade, o pescoço, e se vangloriar do ato feito, e ofendem, maltratam, desprezam aqueles que, conscientes do que se passa e antevendo perigos maiores, se dispõem a lutar pelo bem comum.

Para muitas pessoas não resta dúvida de que toda a parafernália empregada na luta contra o chinavírus atende a interesses escusos de personagens poderosas, sem rosto, personagens acomodadas nos seus castelos suntuosos, de magnífico esplendor, neles ilhadas, isoladas dos homens comuns, a estes inacessíveis. E tampouco a epidemia existe; é a epidemia uma peça política de alcance global; e as orientações para o combate ao Covir-19 são, na verdade, dispositivos de controle social. O uso de máscara, a quarentena e a vacina, medidas alegadamente tomadas para impedir a disseminação do vírus, já se revelaram inúteis, contraproducentes. E já se antevê males ainda maiores do que os que se pretendia com tais medidas evitar: O aumento considerável de mortes por fome e suicídio; a crise econômica, que produzirá caos social inédito; aumento dos casos de depressão e outros distúrbios psicológicos, e dos casos de doenças relacionadas ao sedentarismo; e o prejuízo à educação e à saúde física e mental das crianças. Hoje, para evitar a disseminação de um vírus – que já se revelou de baixíssima letalidade -, e, consequentemente, o colapso do sistema de saúde, implementaram – e com sucesso, total em alguns países, estados, cidades, e relativo em outros – políticas autoritárias, de cerceamento da liberdade dos indivíduos, sacrificados, estes, em holocausto, no altar da coletividade. E não é insensatez, tolice, prever que, num futuro não muito distante, as personagens que financiaram a epidemia do Covid-19, financiarão outra epidemia, a do Covid-30, ou a do Covid-40, certos de que muitas pessoas, hipnotizadas pelos meios de comunicação, que insistirão em disseminar idéias coletivistas, se curvarão, reverentes, e aterrorizadas, diante das sumidades científicas e médicas eleitas entidades celestiais infalíveis, omnissapientes, e acolherão ordens (dadas em tom de simples orientações), que lhes soarão aos ouvidos como de origem divina, ainda mais desumanas do que as ditas neste ano de 2.020. E dentre tais medidas, não é absurdo cogitar, estarão a supressão da propriedade privada e a da integridade do corpo humano (recursos dos quais os Senhores do Mundo abusarão ao seu bel prazer) – estará consagrada, na carta magna do império global, o sacrifício de pessoas que, além de dispenderem recursos públicos escassos, não contribuem para a produção econômica: enfermos, velhos, e crianças (as ainda em estágio intra-uterino e as recém-nascidas – já se fala em aborto pós-parto, tema, este, magistralmente tratado, por Hélio Angotti Neto, no livro A Morte da Medicina). O futuro que os Senhores do Mundo nos reservam será o inferno na Terra; e muita gente entenderá que é o inferno o paraíso. Será um mundo orwelliano, atualmente gestado, onde a semântica sofrerá uma revolução, fenômeno, este, que já presenciamos, e do qual muitas pessoas não se dá conta, tão perturbadas estão sob o bombardeio das orientações que desorientam e das ordens que lhes desordenam o espírito. Hoje, o cerceamento da liberdade é ação libertária; as políticas de confinamento, obrigatórias e prejudiciais à saúde, ações de proteção da saúde, da sociedade; encolher-se, amedrontado, dentro de uma casa, é coragem; a disposição para trabalhar, para se sustentar e a família, atitude irresponsável, de gente que só pensa em si mesma. Já se realizou a revolução semântica, que produz, e reproduz, a revolução de valores. O mundo está de cabeça para baixo, e há muita gente que, andando de quatro, acredita que conserva íntegro o ser de sua condição humana.

Em Hitler e os Alemães, Eric Voegelin diz que Dom Quixote vive numa segunda realidade, um mundo só dele, e que sua convicção torna-o tão persuasivo na defesa de seu mundo fictício, dando-o como o mundo real, a primeira realidade, que faz seu fiel escudeiro, Sancho Pança, homem realista, pragmático, oscilar entre a primeira realidade, a do nosso mundo, e a segunda realidade, a do mundo imaginário, no caso o concebido pela mente adoentada de seu senhor Dom Quixote, o Cavaleiro da Triste Figura.

Muitas pessoas honestas estão, neste momento, sob forte impacto da narrativa da Epidemia de Covid-19, oscilando entre a segunda realidade, a distopia que se criou no bojo do Covid-19, e a primeira realidade, e não poucas, de religiosidade epidérmica, de nenhuma espiritualidade, mergulharam, e de cabeça, no mundo fictício, distópico, engendrado por engenheiros sociais que estão erigindo o admirável mundo novo do livro de Aldous Huxley. Tais pessoas revelam fragilidade psicológica, espiritualidade de ocasião, materialismo raso, pragmatismo interesseiro, relativismo moral, apego ao dinheiro, acomodação ao conforto e às facilidades que a civilização oferece. São facilmente cooptadas pelas forças do mal, corruptoras, e não lhes impõe resistência. Oferecem-se de alimento ao monstro escatológico, insaciável devorador de alma humana, e acreditam que estão denodadamente lutando com ele.

Este é o cenário que se me desvela. O futuro que nos aguarda não me parece o paraíso que muita gente profetiza, paraíso que se concretizará, acredita-se, se nos submetermos às ordens dos Senhores do Mundo.

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