O Homem-Morcego (The Bat – 1959) – com Vincent Price

Em uma antiga mansão ocorrem crimes inusitados. É a mansão propriedade de John Flemming (Harvey Stephens), cujo sobrinho, Mark Flemming (John Bryant), aluga-a para Cornelia van Gorder (Agnes Moorehead), escritora de tramas policiais, famosa e popular e admirada, que na mansão vive com Lizzie (Lenita Lane), sua governanta, e Warner (John Sutton), seu mordomo. Espalha-se que nos arredores comete crimes horrendos um homem vilanesco e crudelíssimo que atende pelo codnome Morcego.
Estão numa casa, num campo, John Flemming e o doutor Malcolm Wells (Vincent Price), e aquele a este revela um segredo: roubara, de seu próprio banco, um milhão de dólares, em títulos bancário, e escondera-os na mansão. O doutor Wells, a excitá-lo a ganância, mata John Flemming, e faz queimar a casa com fogueira que pode ser vista à distância. Espalha-se a notícia. E não demora muito tempo, o Morcego invade a mansão do Flemming, onde estão a escritora, sua governanta e seu mordomo, e os ameaça. É chamado para investigar o caso o tenente Andy Anderson (Gavin Gordon), que decide permanecer na mansão para proteger os inquilinos. No desenrolar da aventura, os olhares de suspeitas entre o tenente e o doutor Malcolm Wells, e os diálogos entre eles, dão a entender que o tenente dele desconfia, e recai sobre o doutor todas as suspeitas, afinal, ele, ciente do ato criminoso de John Flemming, matara-o. E as descobertas que faz o tenente das pesquisas do doutor Wells com morcegos e das desconfianças que o mordomo lhe inspira, e as atitudes e insinuações entre os personagens revela-se que são três os suspeitos de envergarem a vestimenta do Morcego e usarem, na mão esquerda, uma luva preta com garras de aço: Warner, o mordomo; Andy Anderson, o tenente; e, Malcolm Wells, o médico. Quem dentre eles é o temido Morcego, vilão cruel e sanguinário? Ou é o Morcego personagem que habita os pesadelos da escritora e de sua governanta? E onde estão os títulos bancários que John Flemming dissera haver roubado de seu banco? Existem?

Na Noite do Crime (Woman on the run – 1950) – estrelando Ann Sheridan e Dennis O’Keefe

Neste filme noir, em preto e branco, de 1950, o inspetor Ferris (Robert Keith) sai à caça de Frank Johnson (Ross Elliott), a única testemunha do assassinato de Joe Gordon (Tom Dillon), que iria testemunhar contra Freeman Fattened, um gangster.

O assassinato ocorre à noite, Joe Gordon, dentro de um carro, após saudar um homem, Danny Boy – e este nome, ao ser mencionado pela segunda vez, na metade do filme, revela a verdadeira identidade do assassino.

Frank Johnson, ilustrador, trabalha na loja Hart e Winston, do doutor Maibus (John Qualen). Passeava, com seu cachorro de estimação, Rembrandt; testemunha o crime, e o assassino dispara em sua direção dois tiros, errando ambos. À cena do crime chegam os policiais, e o inspetor Ferris, que pede a Frank Johnson informações acerca do ocorrido e lhe diz que ele, Frank Johnson, teria de testemunhar, descrever o assassino de Joe Gordon – e seria esta a única informação que teria a polícia numa investigação que tinha como alvo o gangster Freeman Fattened. Ao ouvir tais revelações, Frank Johnson decide, à distração dos policiais, e temendo pela sua vida, homiziar-se em qualquer lugar, para a sua segurança. Ao saber da ação de Frank Johnson, o inspetor Ferris principia a caçada a ele. Na sua ânsia de vir a efetuar a prisão de Freeman Fattened, e certo de que para chegar até ele teria de descobrir a identidade do assassino de Joe Gordon, e que para identificá-lo era imprescindível o testemunho de Frank Johnson, não mede esforços, aborda Eleanor Johnson (Ann Sheridan), esposa de Frank Johnson.

Toda a investigação do inspetor Ferris concentra-se, o que é inusitado, na caçada, não ao assassino, tampouco ao gansgster, mas à testemunha do assassinato de Joe Gordon, Frank Johnson, a única pessoa que poderia adicionar alguma informação à investigação.

Eleanor Johnson é uma personagem cativante – e é ela a protagonista da aventura, e é seu coadjuvante Dan Legget (Dennis O’Keefe), repórter do Graphic. Ácida e sarcástica, nos seus diálogos com o inspetor Ferris e nos com Dan Legget, além de revelar traços de sua personalidade multiforme, sua inteligência fina, de uma pessoa de língua afiada, exibe sua indiferença pelo marido e a si mesma; suas primeiras palavras a respeito do homem com quem vivia sob o mesmo teto são desdenhosas, de desprezo por ele.Atormentada com a abordagem, que lhe restringe os movimentos, do inspetor Ferris, driba-lhe a vigilância, e inicia, coadjuvada pelo onipresente Dan Legget, uma aventura emocionante e tensa à procura de seu marido. Na sucessão dos capítulos que contam a sua aventura, ouve contarem-lhe episódios da vida dele, episódios que ela, esposa distante, ignorava, e surpreende-se com o que lhe dão a conhecer. Tal aspecto do enredo, que segue concomitante à perseguição que o inspetor Ferris empreende a ela e ao esposo dela e a investigação que ela e Dan Legget executam, para chegarem até Frank Johnson, é uma trama envolvente que revela, aos poucos, a consciência que Eleanor Johnson adquire de seus sentimentos pelo marido, os quais dela até então estavam ocultos.São muitos os episódios da saga de Eleanor Johnson: o do clube chinês Jardins do Oriente; o do consultório do doutor Hohler; o da loja Hart e Winston; o do Sullivan’s Grotto; o do cais; o do consultório do veterinário; o do necrotério; e, enfim, o derradeiro, o do parque, na praia, sob as instalações da montanha-russa.A partir do episódio ocorrido na loja Hart e Winston, intrigada com mensagem cifrada, que seu marido lhe enviara numa carta, “Estarei em um grande dia, sob o Sol, como no dia que lhe perdi pela primeira vez.”, Eleanor Johnson esforça-se para encontrar-lhe o paradeiro – e para ir até ele teria de decifrar a mensagem, o que ela conseguiria a duras penas.Na metade do filme, repito, a identidade do assassino, alcunhado Danny Boy, no início da trama, por Joe Gordon, é revelada durante um diálogo entre Eleanor e Dan Legget; a partir deste momento, fica-se na expectativa, ansioso para se saber se Eleanor Johnson encontraria seu marido e o ajudaria a safar-se de seu perseguidor, ou se, sem o saber, conduziria o assassino até ele.

O Monstro da Lagoa Negra (Criature from the Black Lagoon – 1954). – direção: Jack Arnold

É este filme um distante ancestral de Anaconda, que conta, no seu elenco, com a bela Jennifer Lopez, e Jon Voight, que faz a vez de um canastrão grotesco.
É O Monstro da Lagoa Negra um filme desprovido de atrativos. Conta a história de um pequeno grupo de exploradores que, após o doutor Carl Maia (Antonio Moreno) encontrar o esqueleto de uma bem conservada mão de um animal desconhecido, antiquíssimo, de era anterior à do primeiro homem que pisou na Terra, vai, a bordo do barco Rita, pelos rios da Amazônia brasileira, até a misteriosa Lagoa Negra, onde vivia o Homem-Peixe, criatura lendária e temida. Compõem o grupo de aventureiros, além do doutor Carl Maia, o mergulhador David Reed (Richard Carlson) e sua mulher Kay Lawrence (Julie Adams), e o empresário Mark Williams (Richard Denning), e o dono do barco Rita, Lucas, e os ajudantes deste.
No início do filme, o monstro, saído da água, ataca dois auxiliares do doutor Carl Maia; e no decorrer da história, mata alguns outros personagens, dentre eles Mark Williams. O filme é pobre em efeitos visuais, tem cenas desnecessárias, que estão no filme unicamente para encher linguiça, em especial as que exibem David Reed e Mark Williams a explorarem o fundo do rio e a que a bela Kay Lawrence exibe, nas águas, a sua destreza de nadadora, só, tranquilamente, em um rio fundo, numa floresta praticamente inexplorada. Há uns atritos entre os personagens centrais, comuns em filmes do gênero, o empresário ambicioso, ganancioso e inconsequente, surdo à voz da ciência, e o cientista, abnegado, a pensar exclusivamente no progresso da ciência.
E o monstro, o terrível , assustador monstro da Lagoa Negra? O que dele posso falar? É ele um nadador exímio; suas evoluções submarinas, de um desenvolvimento único. Está bem adaptado à água. E ele rapta a bela Kay Lawrence, e carrega-a consigo até sua morada. É o monstro um homem vestido com uma fantasia de um bicho misto de peixe, batráquio, anfíbio e sei lá mais o quê.
É O Monstro da Lagoa Negra uma peça curiosa. Dele ouvi falar ainda em minha não muito distante infância. Apareceu-me por acaso diante de meus olhos, dias destes, assim que acessei o Youtube. E curioso, ao filme assisti.
Para encerrar esta curta resenha, digo: A idéia que o doutor Carl Maia esposa, após vir a saber da existência do homem-peixe, era muito comum, entre os cientistas, no crepúsculo do século XIX e no alvorecer do XX: nas regiões isoladas do mundo talvez animais pré-históricos existissem. Esta idéia inspirou a Arthur Conan Doyle o tema do livro O Mundo Perdido.

Sr. Sherlock Holmes (Mr. Holmes – 2015) – com Ian McKellen

Nonagenário, vive Sherlock Holmes (Ian McKellen), na companhia da governanta, Mrs. Munro (Laura Linney) e do filho dela, Roger Munro (Milo Parker), menino de oito anos, em um recanto aprazível do litoral da Inglaterra. Estamos em algum ano logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Auxiliado pelo pequeno Roger Munro, Sherlock Holmes ocupa-se com o seu apiário. Valetudinário, revela o maior detetive da Inglaterra deficiências de memórias. E sofre. Sofre o mais famoso personagem saído da imaginação de Sir Arthur Conan Doyle.
Instigado pelo filho de sua governanta, o eterno Sherlock Holmes empreende, através do tempo, para o passado, uma viagem errática, à procura de respostas para as perguntas que seu inocente companheiro lhe fazia, perguntas que o forçou a trazer, sob muito sofrimento, à tona um triste capítulo de sua vida, do qual ele pouco recordava. Aos poucos, os fragmentos de reminiscência que encontra nos escaninhos de sua mente de idoso alquebrado pela idade, mas que ainda conserva intacto o talento que lhe fez a fama universal, permitem-lhe reconstituir, encaixando-os uns nos outros, o episódio, cuja recordação muito o amargurou. Tratava-se de um caso envolvendo Thomas Kelmot (Patrick Kennedy), que o contratara para estudar o comportamento inusitado de Ann Kelmot (Hattie Morahan), sua esposa, que sofria devido à morte de seus filhos. Tal caso, sucedido trinta anos antes e cujo encerramento, trágico, muito o perturbou, fez Sherlock Holmes abandonar a profissão que lhe deu a fama e recolher-se à sua aprazível residência.
Nesse entremeio, vem a se recordar o detetive de Tamiki Umezaki (Hiroyuki Sanada), com quem se encontrara não muito tempo após o bombardeio de Hiroshima.
Paralelo à investigação de seu longínquo passado, sob esforço indescritível e doloroso, ele, um idoso que transparecia sinais de senilidade, Sherlock Holmes estuda as propriedades regenerativas da geléia real e de uma substância extraída da planta acerca da qual Tamiki Umezaki lhe falara.
Enfrenta o detetive mais famoso de todos os tempos percalços dramáticos, que ele supera não sem sofrimento, seus lapsos de memória a constrangê-lo de tempos em tempos e dos quais ele tem plena consciência. Durante esta que é a maior de suas aventura, revela de sua personalidade traços até então ignorados por ele mesmo. E ensina-lhe a experiência que a lógica, que ele tanto enaltecia, que lhe era infalível nas investigações, um instrumento que lhe era indispensável, não responde a todas as questões humanas. O trágico fim da personagem que ele suspeitava haver ajudado ensinou-o a ver o mundo e as pessoas e a si mesmo com outros olhos.
É ótimo este filme dirigido por Bill Condon, com roteiro de Jeffrey Hatcher, adaptado de A Slight Trick of the Mind, livro de Mitch Cullin, uma trama envolvente, simples, de narrativa lenta, bem cuidada, bem desenvolvida. Mais do que uma investigação policial, é a dramática aventura de um homem em busca de seu tempo perdido.

O mais belo gol do Pelé

Estamos nos anos 1940. Perdia o jogo o time dos aliados. O time dos alemães anotara, no primeiro tempo, quatro gols; o dos aliados, nenhum. Os jogadores do time dos aliados, mesmo em situação tão adversa, acreditaram que poderiam ganhar o jogo. E foram ao campo, para a metade final do embate. Anotaram, em poucos minutos, três gols. Pelé, contundido, sentado no banco de reservas, suplicou que o deixassem entrar em campo. Após pouca, melhor, nenhuma, resistência, deixam-lo jogar. E ele anotou um gol-de-placa, de-bicicleta, belíssima pintura, obra de arte de um gênio do esporte. E ao encerramento do jogo, a multidão, encantada com a primorosa exibição de destreza futebolística dos jogadores do time dos aliados, invadiu o campo, num vertiginoso e contagiante fervor cívico.

Nas poucas palavras do primeiro parágrafo, um esboço do trecho final do filme Fuga para a Vitótia (Escape to Victory), de John Huston. No elenco, além do Rei do Futebol, Pelé, avatar de Edson Arantes do Nascimento, que faz o papel de Luiz Fernandez, estão os conhecidíssimos Sylvester Stallone (Capitão Robert Hatch, o goleiro), Michael Caine (Capitão John Colby) e Bobby Moore (Terry Brady).
Assim que liguei a televisão, vício que às vezes me permite gratas surpresas, sintonizei em um canal qualquer e zapeando cheguei ao que transmitia o filme do John Huston – eu não o procurava, pois eu não sabia que tal filme existia. Jamais me havia passado pela cabeça que algum cineasta tivesse reunido, ou que em algum dia reuniria, no elenco de um filme, o Pelé e o Stallone, e o Michael Caine, e famosos jogadores que exibiram seu jingado de corpo há décadas, antes de eu vir à luz. Foi por acaso o achado. Na tela, vi, assim que sintonizei o canal, que não anotei, para a minha surpresa, a figura inconfundível dos eternos Rambo e Rocky Balboa, uniforme de goleiro, azul, embrulhando-o, sob e entre as traves de um gol. Curioso, li a sinopse do filme e os nomes que figuravam em seu elenco; surpreendi-me ao me deparar com o de Pelé, o Rei do Futebol, velho de guerra, mestre do ludopédio, esportista que encantou multidões nos cinco continentes e que mereceu crônicas encomiásticas de escritores ilustres e atenção de Vilém Flusser, que, nele inspirando-se, escreveu um curto tratado acerca dos mitos.
Não assisti ao filme. Dediquei-me a ver os seus vinte minutos finais. E só. Ao ver, surpreso, o Sylvester Stallone paramentado para um jogo de futebol, num campo de futebol, decidi seguir, atentamente, os minutos restantes do filme, sonhando – sim, sonhando – ver o majestoso Rei do Futebol marcar um gol, um belíssimo gol. Era essa a minha expectativa. Mas Pelé estava machucado, no banco de reservas. Todavia, acreditei que ele, impelido por alguma força misteriosa, iria regressar ao campo e anotar um gol. E não me frustrei com o que vi: Pelé marcando um gol-de-bicicleta. Gol-de-placa. E para fechar o filme com chave-de-ouro, Stallone intercepta a gorduchinha logo após um jogador alemão cobrar de pênalti.
Agora eu posso, orgulhoso, anunciar aos quatro ventos: Vi o Pelé marcar o seu mais belo gol.

Polifonia Literária

Um espaço voltado para o desenvolvimento criativo de textos literários.

divinoleitao.in

Rede pessoal de Divino Leitão.

Reflexões para os dias finais

Pensamentos, reflexões, observações sobre o mundo e o tempo.

PERSPECTIVA ONLINE

"LA PERSPECTIVA, SI ES REAL, EXIGE LA MULTIPLICIDAD" (JULIÁN MARÍAS)

Pensei e escrevi aqui

— Porque nós somos aleatórias —

On fairy-stories

Fantasia, Faërie e J.R.R. Tolkien

DIÁRIO DE UM LINGUISTA

Um blog sobre língua e outros assuntos

Brasil de Longe

O Brasil visto do exterior

Cultus Deorum Brasil

Tudo sobre o Cultus Deorum Romanorum, a Antiga Religião Tradicional Romana.

Carlos Eduardo Novaes

Crônicas e outras literatices

Coquetel Kuleshov

um site sobre cinema, cinema e, talvez, tv

Leituras do Ano

E o que elas me fazem pensar.

Leonardo Faccioni | Libertas virorum fortium pectora acuit

Arca de considerações epistemológicas e ponderações quotidianas sob o prisma das liberdades tradicionais, em busca de ordem, verdade e justiça.

Admirável Leitura

Ler torna a vida bela

LER É UM VÍCIO

PARA QUEM É VICIADO EM LEITURA

Velho General

História Militar, Geopolítica, Defesa e Segurança

Espiritualidade Ortodoxa

Espiritualidade Ortodoxa

Entre Dois Mundos

Página dedicada ao livro Entre Dois Mundos.

Olhares do Mundo

Este blog publica reportagens produzidas por alunos de Jornalismo da Universidade Mackenzie para a disciplina "Jornalismo e a Política Internacional".

Bios Theoretikos

Rascunho de uma vida intelectual

O Recanto de Richard Foxe

Ciência, esoterismo, religião e história sem dogmas e sem censuras.

.

.

Prosas e Cafés

(...) tudo bem acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar - Caio Fernando Abreu

OLAVO PASCUCCI

O pensamento vivo e pulsante de Olavo Pascucci

Clássicos Traduzidos

Em busca das melhores traduções dos clássicos da literatura

Ensaios e Notas

artes, humanidades e ciências sociais

Minhas traduções poéticas

Site de tradução de poesias e de letras de música

Além do Roteiro

Confira o podcast Além do Roteiro no Spotify!

Farofa Filosófica

Ciências Humanas em debate: conteúdo para descascar abacaxis...

Humanidade em Cena

Reflexões sobre a vida a partir do cinema e do entretenimento em geral

resistenciaantisocialismo

Na luta contra o câncer da civilização!

História e crítica cultural

"Cada momento, vivido à vista de Deus, pode trazer uma decisão inesperada" (Dietrich Bonhoeffer)

Devaneios Irrelevantes

Reflexões desimportantes de mais um na multidão com tempo livre e sensações estranhas

Enlaces Literários

Onde um conto sempre puxa o outro!

Ventilador de Verdades

O ventilador sopra as verdades que você tem medo de sentir.

Dragão Metafísico

Depósito de palavras, pensamentos e poesias.

%d blogueiros gostam disto: