Pandemônio. Intelectuais. Redes Sociais. Notas Breves.

Todo brasileiro, desde Março de 2020, ouve, da boca de médicos e cientistas renomados, e de jornalistas, que para se combater o coronavírus, que veio sabe-se lá de onde, deve todo cidadão, obrigatoriamente, injetar em seu corpo uma substância, e jamais fazer uso de medicamentos proscritos, alguns já convertidos em personagens folclóricas. Mas o que nos ensina a realidade? Ora, não muitos dias atrás, ouvi, de pessoas próximas, histórias que, acredito, encontram denominadores comuns com muitas outras, protagonizadas por pessoas que desconheço, em todo o Brasil; duas delas envolvem pessoas que, adoecidas de gripe provocada pelo minúsculo, invisível, monstrinho que tanto nos aterroriza, recorreram a médicos, que lhes aviaram receitas em que estavam inscritas dois, ou três, remédios – nenhum deles sendo qualquer um dos demonizados pela mídia -, e, fazendo uso de tais medicamentos, vieram a piorar em seu estado de saúde, uma delas a temer pela vida, e ambas as pessoas, diante da situação preocupante, escoraram-se em familiares e amigos, e consultaram-se com outros médicos, que lhes ministraram coquetel de remédios que continha em sua lista os que jornalistas e médicos renomados recusam-se a entender como apropriados ao tratamento, e em poucos dias recuperaram-se a olhos vistos; a outra história protagoniza-a mulher de cinquenta e poucos anos, que, vacinada, vem a sofrer de uns transtornos cardíacos, e ao consultar um médico, recebe a triste notícia: o mal que a afligia provocava-lho a vacina. Estas três histórias, que aqui descrevo em poucas palavras, e não são as únicas do gênero, não corroboram a narrativa oficial, da mídia e de autoridades políticas e médicas, que insistem em sustentá-la, contra todos os fatos, e que persistem em ocultar do público os casos que a desmentem.

Desde os primeiros dias do pandemônio que nos flagela, vozes perspicazes atentaram para o verdadeiro propósito daqueles que o patrocinavam, mas não foram ouvidas. Ignoraram-las. E estamos há quase dois anos a sofrer os males que gente de muito poder provocaram, males que tal gente atribui ao invisível aos olhos humanos bichinho tão temido.

Acredito nas histórias que me chegam ao conhecimento, reais, verdadeiras, de pessoas próximas, ou nas narrativas midiáticas?

*

Os intelectuais são presunçosos, superestimam-se, consideram-se o umbigo do universo; de peito estufado, exibem-se como superiores aos humanos, reles humanos, que trabalham dia sim, outro também, faça chuva, faça sol; ambicionam transformar o mundo, emprestar-lhe feições que correspondem às que eles entendem perfeitas; não admitem objeções, e esbravejam sempre que o mundo não lhes atende aos desejos. Vi intelectuais da direita reprovarem os bolsonaristas, que insistem em apoiar o presidente Jair Messias Bolsonaro e que não lhes dão ouvidos; ora, há intelectuais que desejam governar o Brasil por intermédio de Jair Messias Bolsonaro, mas sem o ônus da responsabilidade; dão pitacos em todas as questões do Governo Federal; querem, até mesmo, nomear ministros e secretários. Presunçosos, arrogantes, diante de um presidente que não os nomeia mentores dele, voltam-se contra ele e seus apoiadores. Intelectuais da direita desprezam militares e empresários; para eles estes dois tipos de gente são incultas, ignorantes, inferiores; todavia, vendo-os tão queridos e amados e respeitados pelo povo, destratam-los, ressentidos, e atribuem ao povo ignorância constrangedora. Olham a todos de cima para baixo.

*

E saíram do ar Facebook, Instagram e WhatsApp. E especularam-se as razões do fenômeno, que adquiriu ares cataclísmicos. Multiplicaram-se as teorias. Qual delas corresponde à realidade, não se sabe. Para uns, Zuckerberg simulou a interrupção dos serviços de suas empresas; foi um teste, para conhecer o seu real poder. Para outros, atacaram-lo gente mais poderosa do que ele. E associam o caso com o governo da China, com as eleições americanas de 2020, com a auditoria das urnas de Maricopa, com metacapitalistas, com as famílias dinásticas, com o Pentágono, com o criador do e-mail, e com outros personagens que ninguém nunca viu mais gordo. O episódio dá um ótimo roteiro de filme, ninguém há de negar.

Publicidade

Governo Bolsonaro, ações louváveis. Borba Gato. E outras notas breves.

Em entrevista, de um pouco mais de onze minutos, à TV Asa Branca, de Caruaru, Pernambuco, o presidente Jair Messias Bolsonaro diz que vivemos os brasileiros dias difíceis; não esquece do Auxílio Emergencial; critica, uma vez mais, a política do “Fique Em Casa, a Economia a Gente vê Depois”; condena os governadores que decretaram quarentenas, lockdowns, restrições às atividades comerciais; e chama a atenção para o endividamento público brasileiro e para a retomada das atividades do setor turístico, não se esquecendo de mencionar que o ramo de hotéis, restaurantes e bares foram imensamente afetados pelas políticas restritivas, arbitrárias, de governadores e prefeitos. E elogia o ministro do turismo, Gilson Machado. E fala da Amazônia, pólo turístico de imenso potencial. E mais uma vez, trata do Pronampe – programa econômico de auxílio às micros e pequenas empresas -, que garantiu a preservação de doze milhões de empregos. E apresenta dados do índice de empregos, no Brasil, em 2019, 2020 e 2021, com a adição de um detalhe de chamar a atenção: que ao encerramento do ano de 2020, apresentava o Brasil taxa de ocupação de trabalhadores empregados superior à de 2019, e que em 2021, a economia do Brasil recupera-se do baque sofrido em 2020. Faz menção à lei de liberdade econômica, o Governo Federal a desregulamentar vários setores da economia e reduzir a burocracia, políticas, estas, que resultaram em melhorias à saúde financeira de muitas empresas. E afirma que é sua política “tirar o Estado do cangote do trabalhador.”
Ao ouvir o presidente Jair Messias Bolsonaro, obrigo-me a concluir que ele não é o espantalho que dizem que ele é os anti-bolsonaristas. É ele um homem íntegro, seguro de si, determinado, que está, na medida do possível, a cumprir, ao contrário do que dizem os ex-bolsonaristas que nunca foram bolsonaristas, o compromisso que assumiu com os brasileiros. É ele um homem de autoridade moral inegável, de admirável força de vontade, de sinceridade ímpar, de coragem ilimitada; não é um sujeito inconsequente, que almeja solucionar, num ímpeto de abnegação romântica irresponsável e insana, a assumir a figura de um voluntarioso herói aguerrido; não tem a mentalidade revolucionária que move muitos de seus supostos aliados, intelectuais em particular, que já se revelaram seus inimigos viscerais, mas como tais não se declaram, e que estão sempre a constrangê-lo a assumir posturas condizentes, não com as de um chefe de estado, que “joga dentro das quatro linhas da Constituição”, e sim com as de um líder revolucionário, que tem de pôr no chão as instituições nacionais, demolir o que eles chamam de estamento burocrático – mas os abnegados intelectuais que se oferecem para conselheiros (melhor, tutores, pois, presunçosos, se têm na categoria de sábios omnissapientes, e para eles é o presidente do Brasil um tipinho reles, tolo, ignorante, milico positivista abrutalhado que não sabe combater o comunismo, de minúscula – ou nenhuma – inteligência e grandiosa estúpidez) do presidente não dizem o que será erguido no lugar das instituições postas abaixo.


*

O jornal Gazeta do Povo publica, dia 16/10/2020, o artigo “Borba Gato e o Delírio Arianista da Esquerda Paulistana”, de Bruna Frascolla Bloise. Borba Gato, diz a autora, um bandeirante, era caboclo; e tal qual os seus irmãos de aventuras, homem independente, insubmisso. E além de outros dados a respeito de tão lendário personagem, a autora diz que é o papa do racialismo brasileiro Abdias do Nascimento, para quem é genocídio a miscigenação.


*


A Secom, Secretaria de Comunicação (do Governo Federal), informa, no dia 29/07/2021, que o governo prorrogou as ações da Força Nacional no Amazonas, a Operação Arpão I, e na terra dos índios Apyterewa, localizada no estado do Pará, e nas proximidades do Rio Negro e do Solimões, os atos em apoio à Funai e contra grupos organizados de exploração ambiental e narcotraficantes.


*


Consideram-se de vanguarda, portanto, superioras, pessoas que acreditam que as maquininhas eletrônicas de votação são o suprassumo da tecnologia, o ponto mâximo jamais atingido pela ciência universal, e que qualquer alteração em sua configuração configura-se um retrocesso tecnológico, em especial se se pedir que ela imprima em papel o voto. Aldo Lebed critica, com sarcasmo ferino, um professor universitário que se opõe à proposta de urna auditável. Impressiona-me a estupidez das pessoas que se opõem ao voto impresso, induzidos pela mídia, que se esmera, numa campanha patética, contrária à urna auditável e ao voto impresso, usando argumentos os mais estapafúrdios.


*


Devo respeitar o Luciano Hang?
Se levasse ao pé da letra as lições que recebi de meus pais e avós, eu jamais respeitaria o Luciano Hang: “Sergio, respeite, sempre, quem tem mais cabelos brancos do que você.”


*


O que eu sei de vírus!? O suficiente para entender que os vírus não seguem orientações da Organização Mundial da Saúde, e tampouco respeitam decretos de presidentes, governadores e prefeitos.

Governo Bolsonaro na pandemia. Violência psicológica.Notas breves.

Persiste o presidente Jair Messias Bolsonaro em falar das ações do Governo Federal durante o um ano e quatro meses do que se convencionou chamar Pandemia (ou Epidemia) do coronavírus (ou Covid-19), evento, este, profetizaram renomados médicos e cientistas, cataclísmico, que culminaria na extinção da civilização se medidas drásticas de contenção da disseminação do vírus não fossem implementadas. E o que se viu? Que os países que as implementaram colheram os mesmos frutos que os que não as implementaram – para tristeza de muitos, não foi o fim-do-mundo – e enfrentam crises social e econômica significativas, a antecipar recrudescimento das que as antecediam e a abrir caminho para a ereção de estados totalitários (o que já se vê em alguns países devido às revoltas populares – em especial nos países que decretaram rigorosas medidas restritivas) – os, lentos em uns, acelerados, em outros, movimentos nesta direção estão explícitos nos decretos governamentais de cerceamento das liberdades básicas, um deles o da exigência de Passaporte Sanitário, que rouba aos cidadãos o direito ao livre exercício das suas liberdades elementares.

Em publicação, de 29/07/21, em sua conta no Facebook, o presidente, mais uma vez, insistindo em registrar as ações do seu governo, diz o que muitos estamos cansados de ouvir, mas que deve ser dito inúmeras vezes, para que as mentiras não prevaleçam. Há uma guerra de narrativas; e as narrativas mentirosas têm de ser confrontadas com as verdadeiras. Enviou o Governo Federal recursos aos governos estaduais e municipais – é esta uma informação que todo brasileiro tem de conhecer, muitos, todavia, decidiram ignorá-la porque preferem adotar como verdadeira a oposta, prejudicial à imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro. E segue o presidente do Brasil: aeronaves da FAB transportaram remédios e vacinas, e pessoas, para o estado do Amazonas, e a outros estados; em auxílio às pequenas e micro empresas criou o Governo Federal o Pronampe, que, evitando a bancarrota de milhares de empresas, conservou milhões de empregos – diretos e indiretos -, preservando, assim, aquecida, a economia, apesar da perda do poder aquisitivo do brasileiro nestes dezesseis meses – e os mais tarimbados, talentosos, criativos, souberam usar, sabiamente, os poucos recursos que lhes chegaram às mãos em equipamentos e máquinas eficientes, e enveredaram por novos mercados, pouco explorados, preparando-se, agora, à retomada da economia, para conquistar novos clientes e progredirem rapidamente. Outro ponto importante do texto presidencial prende-se na absurda, irresponsável, postura, inconsequente, da mídia, que demonizou remédios que poderiam ser ministrados às pessoas que, infectadas pelo coronavírus, e encontrando-se no estágio inicial da doença, manifestaram os sintomas; e adicionou comentários acerca do direito do médico ao livre exercício da Medicina, o médico atuando, para o benefício dos seus pacientes, e com a aquiescência deles, prescrever-lhes remédios off-label (fora da bula), remédios que eles consideram apropriados ao tratamento, remédios que, sabe-se, hoje, são de uso disseminado pelos que adoecem (e por aqueles que querem se precaver caso venham a ser pelo vírus infectados) de gripe causada pelo vírus que, dizem, veio de Wuhan.

E insiste o presidente Jair Messias Bolsonaro em informar que o Supremo Tribunal Federal delegou a prefeitos e governadores a responsabilidade de decretar as políticas que eles entendessem apropriadas para o efetivo e correto enfrentamento do surto epidêmico do coronavírus; coube, portanto, a eles, e não ao presidente do Brasil, a decisão de decretar quarentenas e lockdowns; e não foram poucos prefeitos e governadores que determinaram pela obrigatoriedade do uso de máscaras, pelo fechamento do comércio, pela aplicação de multas a empresários que ousassem erguer as portas de seus estabelecimentos comerciais e trabalhar, pela prisão de pessoas que caminhassem, sós, em praças, avenidas, ao largo de praias, nas areias das praias, e pela imposição de toques de recolher, medidas, todas estas, que prejudicaram milhões de brasileiros. E não deixou de lembrar que o Governo Federal recorreu, em duas ocasiões, ao STF, solicitando aos seus ministros que reconhecessem inconstitucionais os decretos dos governadores, que, alegou o Governo Federal, desrespeitam o artigo quinto da Constituição Federal, e em tais pedidos o Governo Federal não foi atendido. E as últimas palavras do presidente Jair Messias Bolsonaro ele as usa para dizer que o seu governo respeitou a liberdade individual de ir e vir, e a de expressão – no que diz a verdade, mas os seus inimigos insistem em negar-lha, e a dá-lo ao público, que, tudo indica, não está comprando tal narrativa, como um sujeito autoritário.

Faz bem o presidente Jair Messias Bolsonaro vir a público expôr as ações do seu governo para confrontar as narrativas mentirosas que os seus inimigos, que são inimigos dos brasileiros, lhes assacam com virulência desmedida.

*

Em seu texto do dia 30/07/2021, publicado no Facebook, Flávio Lindolfo Sobral fala do mal que a lei que trata da violência psicológica contra a mulher pode vir a causar aos brasileiros. Li um outro texto, de outro autor (cujo nome não anotei), que acredita que tal lei, sancionada, e sem vetos, pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, redundará numa guerra sexista no Brasil, afinal “violência psicológica” é algo extremamente subjetivo, de larga acepção, ilimitada, e qualquer coisa dada como violência psicológica, se assim entender o juiz de plantão, assim será a acusação entendida. Ai do homem que se atrever a chamar de feiosa um exemplar feminino da espécie humana desprovido de atributos que excitam a imaginação masculina, que é bem fértil em tal matéria. E que jamais o homem diga a uma feiosa que ela é uma baranga. Chamá-la de mocréia!? Nem pensar! Tribufu!? Prisão perpétua ao machista.

Prostituição Já!

Há poucos dias, uma bela atriz afirmou que, em decorrência das políticas culturais do governo Bolsonaro, restaria às atrizes a prostituição. Tal declaração é uma confissão, conquanto se queira com ela dar a entender o contrário, de que há tempos amealham os artistas fortuna, arrancando-se do bolso dos brasileiros um bom punhado de moedas, com trabalhos medíocres, e muitos deles destituídos de valor, que os brasileiros não compram; fosse diferente, os artistas promover-se-iam em atividades culturais privadas, aos brasileiros venderiam cada qual o seu peixe, e encheriam as burras de ouro; mas não é o que se vê; vivem de dinheiro público, que sai, sem controle, dos cofres públicos, pelo ladrão. Que o mecenato seja atividade louvável, ninguém há de negar, mas o que se discute é a distribuição de recursos públicos, que são escassos, aos artistas; sabe-se que quase toda a verba pública destinada à cultura escoa pelo ralo e vai desaguar nas contas bancárias de artistas milionários, e não nas mãos dos que, vivendo na rua da armagura, pedem um arrimo para alavancarem a carreira, que se encontra em seu estágio inicial.

A declaração da bela atriz me fez evocar um assunto que provocou, há um bom tempo, animada celeuma: a legalização dos serviços das mulheres de vida fácil, as que praticam a profissão mais antiga da civilização: a prostituição. Houve quem defendesse a legalização de tal serviço recebendo as rivais de Pompadour o direito a registro trabalhista, pois elas fazem a felicidade de garotos imberbes e de marmanjos barbudos, solteiros, uns, casados, outros, muitos dos quais, além de alguns poucos minutos, ou muitas horas, de ínfrene atividade lúdica, obtêm da contratada orientações psicológicas e espirituais e aconselhamentos conjugais, muitos varões, influenciados pelas carinhosas e maviosas palavras que delas ouvem, no himeneu clandestino, a renovarem seu amor pela esposa tão negligenciada. Pensando com os meus botões, pergunto-me como se daria a relação das beldades que fazem a felicidade dos homens carentes de afeto com o fisco, com a legislação trabalhista, com a Receita Federal, com os seus clientes e com os seus patrões. É um tema sério, demasiadamente sério, que desperta risos, comentários jocosos, e maldosos, e irônicos, e sarcásticos. É extraordinariamente complexo. Penso, agora, na relação das mulheres que exercem a mesma atividade de uma que recebeu, de Nosso Senhor Jesus Cristo, o perdão, com seus patrões, os cafetões. Imagino um ma cena: Uma mulher de vida fácil e o seu senhor, à mesa, a discutirem direitos trabalhistas: salário-hora, horas extras, adicional noturno, adicional periculosidade, décimo terceiro, filiação sindical, direito à greve, férias remuneradas, aposentadoria, e outras coisinhas mais. E ao fim da negociação vai o cafetão aos órgãos públicos competentes, federais, estaduais e municipais, registrar a sua empresa, obter o CNPJ e o alvará de funcionamento do estabelecimento comercial, localizado, este, em bairro nobre, numa rua de fácil acesso, e a contratar serviços de empresa de marketing e a divulgar sua empresa em revistas, jornais, emissoras de televisão e de rádio, e em sites. Agora, ao imaginar a relação de uma atraente e exuberante prestadora de serviços espirituais em negociação com seu cliente, vem-me à cabeça: a dedicada e responsável profissional apresenta-lhe documentos que lhe provam que ela não possui doenças venéreas, e compromete-se a, encerrado o serviço, emitir nota fiscal – com o valor que dele recebeu para ele abatê-lo do imposto de renda – de serviços de orientação psicológica, ou de aconselhamento conjugal, ou de terapia espiritual, ou de medicina ayurvédica, ou de serviços de massagem. Se o seu cliente é casado, assim ela insisite em fazer, mesmo que ele não o queira – afinal está ela a pensar, preocupada, no bem-estar físico, espiritual e psicológico dele – para que ele não se veja em maus lençóis, sob o risco de ter de se aborrecer com uma batalha judicial com sua querida e adorada consorte, que dele desejará arrancar a metade do patrimônio que ele arduamente acumulou.

E não me escapa à sagaz inteligência o direito que os clientes das formosas beldades têm de recorrer ao Procon caso a contratada – ou as contratadas – não execute à perfeição o serviço combinado. Ensina-nos o ditado: O combinado não é roubado. Cabe às prestadoras de serviços respeitar o estabelecido em contrato e entregar aos seus clientes o prometido.

Pergunto-me se os cafetões e as Messalinas irão se dispor a percorrer a via-crucis burocrática para legalizar seus empreendimentos comerciais.

Não sei o que o futuro reserva para as atrizes que hoje lamentam a indiferença do presidente Jair Messias Bolsonaro, que, dizem, está a destruir a digna e valiosa cultura – cujas obras mais significativas são Macaquinhos e Golden Shower – que herdou dos que, antes dele, nos últimos quarenta anos, carregaram a faixa presidencial, mas, tendo-se aos olhos da minha imaginação a bela estampa de muitas delas, de fome, sei, elas não morrerão.

O vírus é o que dizem que ele é? Arma biológica? Quem a produziu? Revelações. Em quem acreditar? Fundão sem fundo e o presidente Bolsonaro. Cuba. E outras notas breves.

Que o mundo dá voltas ninguém há de negar, mesmo que ninguém sinta a constante rotação, que, é a verdade, não atrai a atenção de onze em cada dez humanos. Os homens, excetuados alguns poucos cientistas e curiosos, ocupam seus dias com outros afazeres. Mas o mundo, a nossa Terra, podia dar voltas numa velocidade inferior à costumeira. Que desacelere. Os humanos não suportamos, mais, tanta revolução.

Assisti, hoje, dia vinte, ao vídeo “Reiner Fuellmich entrevista Dr. David Martin – Afinal foi uma ilusão fabricada.”, legendado, publicado, no Rumble, canal de vídeos na internet, no dia dezesseis deste mês. Tem um pouco mais de uma hora de duração. É ilustrativo. Dá-nos o que pensar. Faz-nos coçar a cabeça, até nos arrancarmos os cabelos. Não ouso, aqui, nesta nota breve, reproduzir, puxando pela memória, as informações que o entrevistado fornece, inúmeras, e tampouco empregar o vocabulário dele. Não é está a minha ambição. Quero, aqui, dar, unicamente, uma idéia, que, sei, é fraca, do teor do vídeo, e encerrar esta nota breve com um comentário pessoal.

Diz o Dr. David Martin que não é o coronavírus, o tal de SARS-CoV-2, o bode expiatório que os políticos nomeiam para nos infernizar, uma criatura nova, surgida no ano de 2.020, vinda de um laboratório, do qual escapou após driblar-lhe o sistema de segurança máxima de matar de inveja os construtores de Alcatraz. Nada disso. Já era a danada conhecida de todos, e há décadas. Documentos dão a conhecer a sequência genética do coronavírus (mocorongovírus, no vernácuo acaipirado do meu amigo Barnabé Varejeira), apresentando-o como de um ser novo. Não o é, entretanto. É ele um matusalém. Nosso velho conhecido. E estou me repetindo.

Em certo momento da entrevista, o entrevistado, bem humorado, afirma que primeiro criaram uma demanda para uma vacina, que estava patenteada antes da patente do vírus, que, sendo criatura natural, não pode ser patenteada, pois pode-se patentear apenas o que é artificial, produto da criação humana. Havia, nos longínquos anos 2000, uma vacina contra coronavírus para uso em coelho e em cães, e não em humanos. E a criação do novo (que não é novo) coronavírus, se deu nos laboratórios do NIAID (National Institute of Allergy and Infectious Diseases) e contou com a participação do mitológico Anthony Fauci.

E fala o Dr. Martin de HIV, de armas biológicas, do DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency – Programa de Pesquisas Avançadas de Defesa dos Estados Unidos), do anthrax, da Ciprofloxacina, da NIH (National Institutes of Health), das agências de saúde (ou devo dizer “de doença”?) estrangeiras na história da criação do novo (que não é novo) coronavírus.

Brinca o Dr. David Martin que criaram um tratamento médico para uma doença provocada por um vírus que não existe, vírus, este, o tal de SARS-CoV-2 (mocorongovírus, repito, no singular dicionário do Barnabé Varejeira, meu amigo), vírus, o Covid, que é um avatar, uma simulação de computador, uma espécie de personagem de videogame do time do Kratos e do Donkey Kong. Pensei em dizer do da Lara Croft ou do do Sonic. Mas a êmula de Indiana Jones é muito meiga e prodigiosa e exuberantemente voluptuosa e o rival do Ligeirinho, muito rápido, ligeiramente veloz, um rival de Usain Bolt (e o tal de coronavírus, desde sempre suspeitou Barnabé Varejeira, é um mocorongo).

Além de não ser novo o novo coronavírus, a teoria do vazamento do vírus de um laboratório de virologia de Wuhan não passa de uma asneira.

E declara o Dr. David Martin que a vacina injeta nas pessoas estimuladores de patógenos.

Enfim, queriam porque queriam os propugnadores da vacinação universal criar um ambiente propício para criar a procura por um produto, a vacina, que não tinha uso.

A campanha de terror psicológico promovida, à perfeição (ou não, são muitos os impenitentes negacionistas – que, todavia, calculo, não sei se pessimista, constituem parcela reduzida da população mundial), pela mídia tradicional e internética, cuidou de induzir o povo à histeria e levá-lo a suplicar dos governos o elixir da imortalidade – e milhões de pessoas ainda não se deram conta de que foram levados, tais quais cãezinhos de Pavlov, a fazer o que os engenheiros sociais quiseram que fizessem – e ofereceram-se-lhes de ratinhos de laboratório.

Prometi, linhas acima, apresentar os meus comentários, que serão breves: há mais de um ano ouvi dizer à boca miúda que era o coronavírus personagem folclórico inofensivo, filho putativo de Bruce Wayne; depois, que era ele um ser mitológico apocalíptico, bíblico, no dizer de alguns, pagão, no de outros; não muito tempo depois, que era ele uma criatura usada, em experiências científicas, por cientistas chineses, que nutriam a ambição de criar um rival do Godzilla, e usá-lo para destruir os Estados Unidos; depois, veio-me ao conhecimento que era ele apenas um vírus, e nada mais, que nasceu em algum lugar, ninguém sabia onde, e espalhou-se pelo mundo; meses atrás, eu soube que ele escapara de um laboratório de Wuhan; e agora, escuto um homem dizer que é ele uma criatura, que não existe, produzida em laboratórios americanos. Qual destas histórias é verossímil? Há uma que o seja? São todas inverossímeis? Mas há verossimilhança na inverossimilhança!? Pois bem, declaro que já não sei o que pensar a respeito de uma questão que eu acreditava conhecer.

Este vídeo, que me deu o que pensar, e me fez escrever esta nota breve, me obriga a jamais me precipitar a adotar uma postura de convergência ou divergência com o que se divulga. Agora, com uma pulga atrás da orelha, pergunto-me se a narrativa do Dr. David Martin procede, ou se é desinformação, afinal, agora aponta-se o dedo aos Estados Unidos, e o dedo acusador não é de um chinês. Que Ion Mihai Pacepa me ajude a pensar.

Se eu incorri em algum despautério; se eu transmiti alguma informação errada; se eu embaralhei os dados fornecidos pelo Dr. David Martin; se eu, enfim, escrevi o que não devia escrever, desculpo-me com o leitor e peço-lhe que me compreenda.

Esta nota breve ficou breve só na minha intenção.

*

O Fundão dá o que falar. Não precisaríamos nos atormentar com tal assunto se as campanhas eleitorais fossem financiadas com dinheiro de pessoas e de empresas. Que cada brasileiro, sendo este seu desejo, doe um quinhão, ou uma moeda que seja, de seu bolso ao candidato que apóia ou ao partido político ao qual é filiado – ou, se não é a ele filiado, subscreve-lhe suas políticas. Mas tirar de cada cidadão brasileiro uma porcentagem do que lhe pertence (Qual é a fonte de recursos do Fundão? Impostos, taxas e emolumentos cobrados ao cidadão pelo Estado. E quem recolhe aos cofres públicos o produto da riqueza do trabalho? O cidadão.) e entregá-la a partidos políticos, que a distribui aos políticos, é um acinte ao povo que sua em bicas todo santo dia para comer o seu prato feito e encerrar o mês sem um tostão no bolso furado. Assim todo brasileiro financia políticos que ele não tem em alta conta e que defende valores que ele não esposa. Infelizmente é neste pé que estamos.

E o famigerado Fundão, assim jocosamente designa o brasileiro a conta, estipulada pelos legisladores nacionais, que teremos de pagar, sabem pessoas de mente suspicaz, está a servir de moeda de troca, em Brasília, políticos a se oporem ao presidente Bolsonaro a chantageá-lo. Que ele ouse vetar o aumento da verba destinada às campanhas eleitorais de 2.022! Ele verá o que é bom pra tosse e com quantos paus se fazem uma canoa. Se vetar o aumento do montante de recurso destinado ao Fundão, Jair Bolsonaro, prevê Ricardo Santi, em publicação do dia vinte deste mês, para enfrentar os seus inimigos, contará apenas consigo mesmo, constituirá um exército de um homem só, um de Brancaleone, a encarar, destemido, dragões e a desferir golpes a esmo, amalucados, contra moinhos de vento.

*

Ilustrado com uma foto que retrata uma praia paradisíaca, de Cuba, o texto de Lukas Hawks, de ontem, dia dezenove, fala, em poucas palavras, que o país caribenho, de principal destino turístico dos sobrinhos do Tio Sam, um paraíso na Terra, converteu-se, após a revolução comunista concretizada por Fidel e Che, num paraíso socialista, isto é, um inferno na Terra. Hoje, sob a foice e o martelo comunistas, os cubanos para fugir à opressão contra eles praticada pelo Estado comunista da ilha-cárcere, arriscam-se em balsas, enfrentam tubarões, para, rezam, pisar em terras da Flórida. O destino dos mal sucedidos, capturados pelos agentes de Cuba, é mais sofrido, dramático e trágico do que o que tem os que naufragam e, caídos nas águas caribenhas, são triturados pelos dentes afiados dos caçadores dos mares.

E em outra publicação, esta do dia quinze, tece um comentário rápido, penetrante: antes, o comércio com os americanos eram prejudiciais à Cuba, daí a necessidade de uma revolução socialista; hoje, a ausência de comércio com os americanos é prejudicial à Cuba. Coitado do Tio Sam!

*

O jogo de poder dos poderosos Senhores do Universo dá um novela de suspense magistral. Maurício Alves informa que Mark Zuckerberg pode estar a fazer a caveira de Gates e Biden, pois conta com o arrimo de pessoas mais poderosas do que os três. Quem pode imaginar que possa existir gente mais poderosa do que o atual presidente dos Estados Unidos? E informa tambêm que Fauci e Gates estão em maus lençóis, torrando uma boa fortuna com advogados. Tal história está relacionada com o Instituto de Virologia de Wuhan, China, patentes do SARS-CoV-2 e algumas outras questiúnculas incontornáveis.

*

Admirei duas pinturas, ambas publicadas, no Facebook, na conta do Ars Europe, uma de Giuseppe Vermiglio, esta a retratar Davi e Golias, aquele a exibir a cabeça deste, decepada, em sangue; e uma, óleo sobre tela, de Cornelius de Voss, pintor flamengo, a exibir Vênus a sair do mar, sob o olhar de Tritão e de cupidos.

A pintura de Giuseppe Vermiglio é impactante, realista, nua, crua. Ilustra, segundo o texto, curto, que acompanha a reprodução da pintura, episódio narrado no primeiro livro de Samuel.

Governo Federal, boas notícias. Lei de Diretrizes Orçamentárias, algumas notas. Passaporte sanitário. E China. E outras notas breves.

Da SECOM, Serviço de Comunicação do Governo Federal, duas notícias: O Governo Federal investirá mais de trinta milhões de reais em obras de saneamento no Distrito Federal e em treze estados da federação, nas cinco regiões do território nacional; e, o crescimento da movimentação portuária, informa a Agência Nacional de Transportes Aquaviários no Painel Estatístico Aquaviário, neste ano, foi da ordem de 9,3%.

*

Raquel Brugnera, em sua página do Facebook, hoje, 19/07/2021, dá uma síntese da substância da Lei de Diretrizes Orçamentárias (conjunto de regras – e não o orçamento federal anual, como muita gente pensa – para o uso do dinheiro público no ano seguinte à sua assinatura) publicada neste 2021 e seus dois pontos polêmicos, o que discute o salário mínimo e o do Fundo Eleitoral (o famigerado Fundão), e fala da manobra empreendida por Marcelo Ramos, que está presidente da Câmara na ausência de Arthur Lira, de recesso.

Explica Raquel Brugnera que os recursos que se discutem na LDO convertem-se em Orçamento após concretização das regras discutidas, que, aprovadas, participam da LOA (Lei Orçamentária Anual). Neste 2021, foram votadas 57 programas e 223 ações, que deputados, senadores e comissões do Poder Legislativo e Bancadas Estaduais sugeriram, e mais 773 emendas. Dentre os objetos de discussão, determinou-se que municípios com população de até cinquenta mil habitantes, estando inadimplentes, podem recorrer ao Governo Federal e obter recursos para honrar os seus compromissos; e que dar-se-á prioridade aos programas habitacionais, aos de vacinação, aos de tratamento de câncer, e às creches; e que para o Censo, às Polícias, ao ensino integral, aos programas de inclusão digital e ao estímulo ao agronegócio não se promoverá redução de valores.

As duas polêmicas, citadas linhas acima, resumem-se ao Salário Mínimo e ao Fundo Eleitoral, sendo que este está a engendrar debate popular acalorado. E a autora dos textos informa que o parágrafo que menciona o aumento dos recursos para o Fundão, da ordem das unidades de bilhões de Reais, de 2 para 5,7, contou com a rejeição da base do Governo, base que queria votá-lo em separado, mas, voto vencido, ao votar para a aprovação da LDO, acabou por aceitar o Fundão, ciente, no entanto, que o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, poderá vetá-lo. E conclui a autora que as Casas Legislativas podem derrubar o veto presidencial.

*

Nesta nota breve, um apanhado de informações que colhi de dois textos, cada um de um autor, ambos publicados no Facebook, e de um artigo de site. Este, de autoria de Will R. Filho, dado ao público, sob o título “Embaixador da China no Brasil contraria a fé cristã em postagem: “O Povo é Deus.” “, no site do jornal Opinião Crítica; e aqueles são, um, de autoria de Neto Curvina, o outro, de Patrick Alves, ambos de 19/07/2021.Reúno o teor dos três textos, em síntese, nesta nota breve, em vez de comentar cada um deles em uma nota separada, porque tratam os três de assuntos que se complementam. O de Neto Curvina, prende-se à política de passaporte sanitário, que está a se exigir em inúmeros países, mas é rejeitado pela população – embora parcela considerável dela a aceite bovinamente. Comenta o autor que tal passaporte nada tem de objetivo sanitário, sendo, unicamente, medida autoritária a atender uma agenda política de uma ditadura sanitária globalista. Com tal passaporte, e a vacinação obrigatória, que não poucas pessoas estão a rejeitar, o setor de turismo de países inteiros irá colapsar, e sabendo-se que países como França, Israel e Portugal dependem dele, estes países sofreram um bocado. E ao final afirma que logo iremos todos mendigar migalhas aos chineses. E é a China o elo  deste texto de Neto Curvina com o de Patrick Alves e o artigo de Will R. Filho. Patrick Alves acompanha seu texto, curto, de um mapa com a indicação dos países com maiúsculo investimento chinês. E é assustador: toda a África, toda a Ásia, quase toda a América do Sul e quase toda a Europa é, ou está na iminência de ser, colônia chinesa. E no Brasil tem a China hidrelétricas, escolas, rodovias, e está em vias de possuir redes de transmissão de energia. E tem muitos políticos, políticos brasileiros. E quantas moedas chinesas estes receberam pelos serviços prestados aos mestres do kung-fu? E Will R. Filho fala da manifestação pública do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanning, que escreveu, e deu a público: “Quem é Deus? O Povo é Deus, é o povo que faz a história e determina a história.” Em um país de cristão, a manifestação do embaixador é um acinte. Além de reproduzir tais palavras do embaixador chinês, evoca o autor alguns fatos histórios dramáticos e trágicos da história chinesa (o Grande Salto Adiante, que matou de fome quarenta milhões de chineses; e o banho de sangue perpetrado por estudantes chineses, que mataram familiares, professores e intelectuais), e explica: Na cultura comunista é o líder do Partido Comunista da China a encarnação do Povo, portanto, ao dizer “O Povo é Deus” entenda-se que está a declarar que Xi Jinping é Deus, melhor deus, um deus político, ideológico, comunista.

Relembro: há poucas semanas li, de Maurício Alves, textos em que ele afirma que o dragão oriental não tem o poder que ele acredita possuir e o que a mídia lhe atribui, e que os Estados Unidos estão, neste momento, a quebrar-lhe a espinha dorsal. Não sei como encaixar tais dados naqueles que colhi dos dois textos e do artigo os quais tratei nesta nota breve.

E uma recordação: Jair Messias Bolsonaro, ainda candidato à presidência do Brasil alertava: A China está comprando o Brasil. E ele, se presidente, iria permitir que a China comprasse do Brasil. Pergunto: ainda estamos em tempo de evitar tornarmo-nos uma colônia chinesa?

*

 Silas Feitosa publicou, hoje, 19/07/2021, um texto que esposa uma idéia que li em outro texto cujo autor não me lembro – não anotei, dele, o nome, na ocasião: os ambientalistas estão a forçar o aumento do preço dos combustíveis de origem fóssil, em atendimento à agenda ONU 2030. O projeto, de substituir a matriz energética atual pela chamada de energia limpa, renovável. No texto ao qual fiz alusão, e que, dias atrás, tratei, aqui, diz o autor que a produção da chamada energia limpa não é, na comparação com a de origem fóssil, economicamente vantajosa, daí a ocorrência, suspeita, de explosões, no Oriente Médio, de gasodutos em dois ou três países produtores de petróleo, o que ocasionaria a redução, no mercado internacional, da oferta do ouro negro, e, automaticamente, o aumento do preço deste, que, na comparação com os dos concorrentes ditos de origem limpa, seria desvantajoso.

*

Dois textos, um de Kleber Sernik, um de Carlo Manfredini, ambos do dia dezoito do corrente mês, a versar sobre Cuba, sua história recente. O de Kleber Sernik, sob o título “Cuba: Como era antes do comunismo e como ficou.” oferece informações interessantes; e o de Carlo Manfredini resume-se a comentários ligeiros e condenação aos que beijaram os pés dos Castro.

No texto de Kleber Sernik, dentre outras informações, lê-se: Em 1958, Cuba tinha população de 6,5 milhões de habitantes, PIB per capita maior que o da Irlanda, da Áustria, da Espanha e do Japão, médicos e dentistas per capita superior ao da Grã-Bretanha, mortalidade infantil inferior ao da França e da Alemanha, e era a vigésima nona maior economia do mundo. Feita a revolução, em 1959, o governo cubano confiscou 382 empresas americanas, sem indenizar os proprietários delas. E Cuba foi subsidiada pela URSS, que lhe comprava açúcar pelo quintuplo do preço de mercado, assim criando, na mais famosa ilha caribenha, a monocultura açúcareira. E financiou, para agradar os seus credores, os comunistas soviéticos, guerras no Congo, e na Etiópia, na Nicarágua e na Bolívia, e em Angola e em El Salvador, além de outros países. E caiu o muro de Berlim. E a Rússia suspendeu os subsídios à ilha-cárcere. E veio a Venezuela a amparar os Castro, mas a política de Chaves e Maduro provocaram a ruína da Venezuela. E a política de Donald Trump foi pá de cal sobre os carrascos cubanos. Presume-se. E o povo cubano está a comer o pão que o diabo amassou.

Ministro Tarcísio. Teoria Crítica Racial. Putin. E outras notas breves.

E o Ministro Tarcísio, Tarcísio Gomes de Freitas, da Infra-estrutura, carinhosamente alcunhado Tarcísio do Asfalto, realizou mais uma de suas inumeráveis proezas. Entregou a quingentésima locomotiva de corrente alternada (AC44) produzida no Brasil. O trabalho, hercúleo, do ministro da Infra-estrutura, o de reerguer o gigante combalido, esfarrapado, está indo de vento em popa. Provoca uma revolução nos meios de transportes brasileiros; e na malha ferroviária são imensas as conquistas, e os avanços. Reduz os custos de transporte. E vivas à Ferrovia Norte-Sul, à Paulista, à Integração Oeste-Leste, e à futura Integração Centro-Oeste. É o Capitão Tarcísio um homem de grandes méritos, de grandes feitos.

*

Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, em sua página do Facebook, tece rápidas, curtas e certeiras, e severas, contundentes, críticas ao movimentos negro, aos esquerdistas, que fazem dos negros gato e sapato, bucha de canhão de uma guerra cultural criminosa. Sem papas na língua, põe os pingos nos is, dá nomes aos bois, põe a nu a maledicência, má-fé, de quem usa os negros para fins políticos iníquos. Faz da Fundação Palmares uma instituição de respeito aos negros, à cultura deles. Compartilhou um artigo, Teori Crítica Racial: Pai Acusa Escola de Ensinar Filha Que “Sua Mãe é Do Mal” Por Ser Branca, publicado no site Senso Incomum, cujo autor, Leonardo Trielli, dá notícia de um episódio vexatório, e preoupante, que se passou numa escola pública do Distrito de Caledonia, Michigan, e prevê que tal teoria, que está a causar celeumas nos Estados Unidos logo fará o seu estrago nas escolas brasileiras.

*

Fernando Vaismann, usando o nome de seu avatar, Bituka Du Bronx, no Facebook, declara que não é o Vladimir Putin conservador e que ele se opõe ao progressismo em terras eslavas e o promove em território estrangeiro. Inteligente, o ex-agente da KGB é, ninguém há de negar: Financia nos países inimigos uma política que irá enfraquecê-los, debilitá-los.

*

Lembro-me que há um bom tempo, em eras antediluvianas, li, no Jornal Rascunho, um artigo, cujo autor, melhor, autora, não me lembro, que trata da Metamorfose, de Franz Kafka. A autora afirma que George Samsa não se converte em uma bicho peçonhento, um inseto asqueroso, uma barata, ou algo que o valha. Nada disso. A palavra alemã que designa o “bicho” na verdade, assim me lembro do pouco que minha memória conserva do artigo registrado, indica um estado espiritual de George Samsa, e não físico. E é tal palavra intraduzível. Os familiares de Samsa viram um monstro espiritual, e não um bicho repulsivo. É um caso kafkiano. Parece que além dos alemães, ninguém mais entendeu a sina do mais famoso personagem de Franz Kafka. Ou nem eles a entenderam? Tenho de encontrar tal artigo. Procurei-o, ontem, no Google. Não o encontrei.

*

Leio, no Facebook, artigos de vários autores, todos ótimos, a versarem sobre os mais variados temas. Aqui, alguns escritores que muito me ensinam: Neto Curvina, Carlo Manfredini, Flávio Lindolfo Sobral, Cesar Ranqueta Jr., Eduardo Levy, Raquel Brugnera, Daniel Fernandes, Paulo Cursino, Silas Feitosa, Marco Frenete, Glauco Paludo Gazoni e Sérgio Camargo, este, presidente da Fundação Palmares.

*

Dizem que as redes sociais são meios de se perder tempo; ora, nas redes perdem tempo quem não sabe bem usá-las. Sempre encontro, sempre, todos os dias, nelas, coisas de alto valor.Além de usar o Facebook, uso, também, o GETTR, o MeWe, o Likabout, o Gab.ai e o Bom Perfil. Dentre eles, recorro mais ao Facebook, que tem maior público e mais usuários do que os outros, e é nele que encontro muito do que procuro; as outras redes sociais ainda estão engatinhando.

*

Se os anti-bolsonaristas, pessoas que se dizem anti-autoritárias, fossem de fato o que dizem ser, comparariam o presidente Jair Messias Bolsonaro ao Stálin, ao Mao, ao Fidel, ao Pol Pot, e não apenas ao Hitler e ao Mussolini. Mas eu os entendo. Eles têm os seus autoritários de estimação.

*

Li um volume de Filosofia com trechos da obra Tratado dos Sistemas, de Condillac, publicado, pela Abril Cultural, na coleção Os Pensadores. Condillac, em outras palavras, afirma que os filósofos, perdidos em abstrações, escrevem muita asneira. Antes, eu lera, de Will Durant, pela mesma coleção, uma História da Filosofia onde o filósofo americano, ao final de cada capítulo, dedicado a um pensador, tece, em poucas palavras, alguns comentários expondo os dados negativos da filosofia deles. O que se conclui daí? Que os filósofos pensam, e pensam, e pensam, e pensam… E batem cabeça, o tempo todo. A aventura que eles decidiram viver é emocionante.

*

Há cientista que acreditam, piamente, que um dia eles irão desenvolver uma teoria de tudo, de tudo o que há. A Teoria de Tudo, que explicará o Universo, a Vida. E que reduzirá tudo a uma fórmula matemática. Presunçosos os cientistas, não!? Crédulos.

*

Os brasileiros precisamos aprender a valorizar os brasileiros talentosos, inteligentes, geniais. Além do Mário Novello, temos o Newton Carneiro Affonso da Costa, matemático de valor universal, de quem ouvi, semana passada, uma entrevista, que ele concedeu a Murilo Ferraz, do site Filosofia Pop. Fala o matemático da Lógica Paraconsistente e de alguns capítulos de sua vida de sucesso. Está a entrevista em duas partes; são os áudios 43 e 44, cada um deles de aproximadamente uma hora de duração.

*

Olavo de Carvalho costuma dizer que a palavra cachorro não morde; muita gente, no entanto, todavia, porém, entretanto, acredita que as palavras são coisas reais, fenômenos naturais.

*

Se o macho da galinha é galo; se o macho da pata é pato, por que o macho da codorna é codorna? Devia ser codorno, não devia? Ou é melhor, em respeito, melhor, submissão, à ideologia de gênero, dizer, para a fêmea e para o macho da codorna, codorne? E assim vamos de gale, ou galinhe, e pate. É feio. E risível. Grotesco e arabesco. O horror! O horror! O horror!

*

Já nada entendo do pouco que eu entendia. Até há não muito tempo, diziam os bem pensantes que, para se evitar ferir suscetibilidades de gente de sentimentos epidérmicos, devia-se substituir dos substantivos as desinências masculina e feminina pela letra “x”, que indica neutralidade de gênero; assim aluno e aluna ficariam alunx. A mesma regra valendo para o plural: alunxs. Que idéia de jerico. Como se pronuncia alunx e alunxs? “Alunxs” e “alunx” são palavras, ou sequências de letras? Agora, abandonada tal idéia, que era de jerico, inventaram outra idéia, de jerico também: Substituir as desinências masculina e feminina dos substantivos pela letra “e”. E fica assim alune e alunes. Pode-se lê-las. Mas, pelo amor de Deus! Que cérebro concebeu tão brilhante despautério!?

Para encerrar: Desinências masculinas e femininas, ou desinêncies masculines e feminines? Brinco, mas a coisa é séria. Quero dizer, “e coise é série”.

Polifonia Literária

Um espaço voltado para o desenvolvimento criativo de textos literários.

divinoleitao.in

Rede pessoal de Divino Leitão.

Reflexões para os dias finais

Pensamentos, reflexões, observações sobre o mundo e o tempo.

PERSPECTIVA ONLINE

"LA PERSPECTIVA, SI ES REAL, EXIGE LA MULTIPLICIDAD" (JULIÁN MARÍAS)

Pensei e escrevi aqui

— Porque nós somos aleatórias —

On fairy-stories

Fantasia, Faërie e J.R.R. Tolkien

DIÁRIO DE UM LINGUISTA

Um blog sobre língua e outros assuntos

Brasil de Longe

O Brasil visto do exterior

Cultus Deorum Brasil

Tudo sobre o Cultus Deorum Romanorum, a Antiga Religião Tradicional Romana.

Carlos Eduardo Novaes

Crônicas e outras literatices

Coquetel Kuleshov

um site sobre cinema, cinema e, talvez, tv

Leituras do Ano

E o que elas me fazem pensar.

Leonardo Faccioni | Libertas virorum fortium pectora acuit

Arca de considerações epistemológicas e ponderações quotidianas sob o prisma das liberdades tradicionais, em busca de ordem, verdade e justiça.

Admirável Leitura

Ler torna a vida bela

LER É UM VÍCIO

PARA QUEM É VICIADO EM LEITURA

Velho General

História Militar, Geopolítica, Defesa e Segurança

Espiritualidade Ortodoxa

Espiritualidade Ortodoxa

Entre Dois Mundos

Página dedicada ao livro Entre Dois Mundos.

Olhares do Mundo

Este blog publica reportagens produzidas por alunos de Jornalismo da Universidade Mackenzie para a disciplina "Jornalismo e a Política Internacional".

Bios Theoretikos

Rascunho de uma vida intelectual

O Recanto de Richard Foxe

Ciência, esoterismo, religião e história sem dogmas e sem censuras.

.

.

Prosas e Cafés

(...) tudo bem acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar - Caio Fernando Abreu

OLAVO PASCUCCI

O pensamento vivo e pulsante de Olavo Pascucci

Clássicos Traduzidos

Em busca das melhores traduções dos clássicos da literatura

Ensaios e Notas

artes, humanidades e ciências sociais

Minhas traduções poéticas

Site de tradução de poesias e de letras de música

Além do Roteiro

Confira o podcast Além do Roteiro no Spotify!

Farofa Filosófica

Ciências Humanas em debate: conteúdo para descascar abacaxis...

Humanidade em Cena

Reflexões sobre a vida a partir do cinema e do entretenimento em geral

resistenciaantisocialismo

Na luta contra o câncer da civilização!

História e crítica cultural

"Cada momento, vivido à vista de Deus, pode trazer uma decisão inesperada" (Dietrich Bonhoeffer)

Devaneios Irrelevantes

Reflexões desimportantes de mais um na multidão com tempo livre e sensações estranhas

Enlaces Literários

Onde um conto sempre puxa o outro!

Ventilador de Verdades

O ventilador sopra as verdades que você tem medo de sentir.

Dragão Metafísico

Depósito de palavras, pensamentos e poesias.

%d blogueiros gostam disto: