Sobe o Dólar, desce o Real. Desce o Dólar, sobe o Real.

Desvaloriza-se o Real, e valoriza-se o Dólar. E catadupas de impropérios são arremessadas sobre a cabeça do presidente Jair Messias Bolsonaro e a do ministro da Economia, Paulo Guedes. São estes dois personagens – esgoelam-se ao declarar, verborrágicos, seus mais ferozes críticos, melhor, inimigos – incompetentes, imbecis, estúpidos, gananciosos, e fascistas e nazistas, que estão a, destruindo a economia brasileira, arremessar na miséria mais abjeta milhões de brasileiros, matando-os de fome.

Valoriza-se o Real, e desvaloriza-se o Dólar. Agora, sim, ouviremos jornalistas e economistas tecendo elogiosos comentários ao presidente Jair Messias Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, que… Não. Fala-se destes dois personagens públicos brasileiros cobras e lagartos; são ambos os dois imbecis, incompetentes, malvados, e insensíveis, e indiferentes ao sofrimento do povo brasileiro, que é explorado e maltratado por tipos reles e iníquos desde o Descobrimento.

Antes, o Real desvalorizado indicava economia nacional fraca, e dificuldades para importar produtos de outras nações, em especial os de alto valor agregado, e máquinas e equipamentos, que, instalados nas fábricas nacionais, aumentariam a competitividade da indústria brasileira, consequentemente reduzindo custos de produção e aumentando a oferta interna de produtos, o que impactaria favoravelmente no preço de produtos e mercadorias comercializadas no Brasil, impedindo a inflação de fazer seus estragos costumeiros. Em resumo, o Real desvalorizado prejudica o Brasil ao impedir o incremento da produção interna. E ao favorecer as exportações, o governo brasileiro favorecia os estrangeiros e prejudicava os brasileiros, pois os empresários brasileiros preferiam vender seus produtos para quem pagasse mais, os estrangeiros, e era fácil exportar – afinal a desvalorização do Real favorece as exportações -, assim provocavam a escassez de produtos no Brasil e, consequentemente, o aumento de preços, num cenário de redução da oferta e aumento da procura. E seguiam-se as querelas intermináveis, e os insultos, impublicáveis. E as denúncias desarrazoadas ao presidente Jair Messias Bolsonaro e ao ministro Paulo Guedes, e, por extensão, aos bolsonaristas, os fanáticos bolsominions, poucos, que insistem em apoiar o presidente do Brasil em sua queda rumo ao precipício.

Agora, com o Real valorizado esperava-se que apontassem a força da economia brasileira a mídia e economistas (refiro-me aos midiáticos, figurinhas carimbadas cujas estampas são diariamente exibidas nos jornais televisivos e nos canais de notícias da internet), mas o que se viu não é de surpreender ninguém; disseram, em tom de reprovação, que o Dólar, no Brasil, desvaloriza-se mais do que em qualquer outro país, indicando que tal fenômeno econômico é prejudicial ao Brasil, pois prejudica-se, assim, as exportações de produtos produzidos no Brasil e favorece-se a importação de produtos estrangeiros. Ora, mas agora é que os brasileiros se beneficiam, pois dificuldades às exportações e facilidades às importações obrigam os empresários brasileiros – porque os estrangeiros compram menos do, e vendem mais ao, Brasil, o que redundará no aumento da oferta de produtos aos brasileiros, com impacto favorável nos índices inflacionários -, queiram eles ou não, a comercializar seus produtos e mercadorias no Brasil. Mas não é este o comentário que se lê acerca da economia brasileira, em má situação, dizem, porque, agora, o Dólar está desvalorizado.

Uma observação: Têm-se notado que, mesmo com a valorização do Real, o Brasil aumentou suas exportações de alimentos, o que é compreensível, pois é o Brasil um dos maiores produtores mundiais de alimentos e há no mundo oito bilhões de bocas para serem alimentadas.

A desvalorização e a valorização da moeda nacional não é, por si só, favorável, tampouco desfavorável, à economia brasileira; a mídia, no entanto, porém, entretanto, todavia, faz uma leitura enviesada de todas as ações do governo Jair Messias Bolsonaro, sempre a dar uma idéia de que vão as coisas de mal a pior. A realidade desmente todas as narrativas que os meios de comunicação (não sei porque se insiste em chamar de meios de comunicação empresas que estão a subverter a realidade – são meios de subversão) contam do atual governo, daí o descrédito que eles colhem junto ao povo brasileiro, que os vê com desconfiança. E não há o que negar: o Brasil, numa época em que políticos e empresários, aqui em território em que se plantando tudo dá e no exterior, usaram de artifícios criminosos para, supostamente, bloquear a disseminação de um vírus, destruir economias nacionais, destruir micros e pequenas empresas, empobrecer a todos e aumentar os opressivos mecanismos de controle social, sai-se razoavelmente bem, e progride, sua economia a crescer a olhos vistos, e milhões de brasileiros a encontrar meios de conquistar os recursos que os sustentam. E não se pode negar que o Governo Bolsonaro é o protagonista da história.

Publicidade

Argentinos, sortudos; brasileiros, azarados. Voto auditável, impresso, e apuração pública. Governo Bolsonaro, heróico. E outras notas breves.

Na página de Kleber Sernik, li que a Argentina vai de mal a pior. Os nossos hermanos, que, segundo os nossos compatrícios anti-bolsonaristas – sócios do Covid Clube Desportivo, torcedores fanáticos, insanos, do Fique Em Casa Futebol Clube, seres que seguem a ciência, dotados dos mais requintados talentos intelectuais e dos mais sapienciais dons morais e éticos – gozaram, no ano de 2.020, de uma política, implementada pelo preposto de Cristina Kirchner (alcunha pelos maledicentes – que maldosos! – de Cretina Kirchner), Alberto Fernadéz, responsável, humanista, de combate ao coronavírus (mocorongovírus, diria meu amigo Barnabé Varejeira), estão, agora, em maus lençóis, comendo o pão que o diabo amassou. Eram os irmãos do Maradona felizardos, pois contavam com um presidente comprometido com o bem-estar deles. Tristes eram os brasileiros, que viviam, então, sob o tacão de um nazifascista genocida que atende pelos nomes de Bozo e Bozonazi. E um mês de lockdown – dizia-se, então, quarentena – foi a fórmula mágica que Fernandéz encontrara para conter o avanço da infecção pelo vírus que é hoje o bode expiatório de todos os desmandos governamentais (e empresariais, também; não se pode ignorar que muitos governantes comem nas mãos de empresários poderosos). E passado um ano o que se vê? A Argentina despencando em todos os aspectos. O PIB, conta-nos Kleber Sernik, do país ao sul do Brasil despenca 10% em 2.020 e os casos de mortes pelo Covid chegam a 100.000. E mais lockdown implementa-se para frear o avanço do vírus, que não encontra obstáculos. E o Brasil, apesar dos pesares, sob o comando do Capitão Bonoro, também conhecido por Jair Messias Bolsonaro, segue vivo e forte, recompondo-se do golpe que as criaturas do pântano, os seres das trevas, lhe aplicaram.

E um adendo, de minha lavra: Na comemoração do título do time de Messi pela Copa América eram tantos os argentinos nas ruas de Buenos Aires, que o Covid (Mocorongovírus, diz Barnabé Varejeira), assustado, recolheu-se ao seu bunker, e só deu as caras em áreas públicas após o fim da festança.

E de Kleber Sernik, em outra publicação, uma informação, esta tratando de Cuba. O presidente americano, Joe Biden, que até outro dia dizia que nas relações da terra do Tio Sam com a do Fidel aplicaria políticas, que seguiriam os passos da de Barack Hussein Obama, favoráveis aos políticos que governam, com foices e martelos, cortando o pescoço dos cubanos, e esmagando-lhes as cabeças, a ilha-prisão, está, agora, após mudança de rumo de 180 graus, a aplicar políticas à Cuba prejudiciais, seguindo a política de seu antecessor tão mal falado pela imprensa mundial, Donald Trump.

*

Brasileiros pedem pelo voto auditável, impresso, e pela apuração pública dos votos, enquanto políticos, jornalistas, artistas pedem a manutenção do sistema atual. Ora, toda pessoa séria quer um sistema que possa ser auditado, para se evitar conflagração interminável devido à impossibilidade de se conhecer a verdade, quantos votos recebeu Fulano e quantos Beltrano. Mas há quem não quer um ambiente favorável à decência eleitoral. Maurício Mühlmann Erthal, em sua página no Facebook, informa que os líderes de partidos políticos eram favoráveis ao voto impresso, auditável, mas após reuniões com ministros do S.T.F. mudaram de idéia, inexplicavelmente.

E Fernando Vaismann explica, num vídeo, o Voto Proporcional, o Distritão e o Distrital, e diz porque é o Distrital o ideal, e, em um texto, projeta luz na questão do Fundão, cujo valor criticou, e tece críticas ferinas aos histéricos apoiadores do presidente Jair Messias Bolsonaro, pessoas que, mal-informadas, compram, sem negociar, e por um alto preço, as narrativas dos anti-bolsonaristas. E fala da Lei das Diretrizes Orçamentárias. Tal assunto também é tema de um texto de Guillermo Federico Piacesi Ramos, que menciona Julio Ribeiro, de quem reproduz um curto texto. Seus argumentos convergem com os de Fernando Vaismann, inclusive nas críticas aos desavisados apoiadores do presidente.

*

O governo do presidente Jair Messias Bolsonaro faz das tripas coração, e só recebe pauladas, de todos os lados. E muitos daqueles que o apoiavam estão agora a atacá-lo, insuflados pela mídia. São sugestionáveis. Seduzidos pelo canto das sereias dos chamados meios de comunicação tradicionais, única fonte de informação que eles conhecem, desapegados da realidade, adotam a postura de quem está acima do chão que pisa, a pairar, como um ser superior, acima do mundanismo dos bolsonaristas, dos bolsominions, dos, repetindo o vocabulário dos mais fanáticos anti-bolsonaristas, gado bozonazi. É lastimável.

Em meio ao caos reinante, à iminência de vir o Brasil a cair no precipício, ao anúncio do Apocalipse (ou Ragnarok, para os que cultivam a mitologia nórdica), o governo Jair Messias Bolsonaro apreende toneladas e mais toneladas de drogas e reduz consideravelmente os casos de assassinatos. Os índices de criminalidade despencam no Brasil. E não podemos deixar de lembrar que é o Brasil o paraíso dos bandidos. Há, nestas terras, bandidólatras, juristas, intelectuais, escritores. A bandidolatria é, em terras dos descendentes de Peri e Ceci, uma religião.

*

Há, hoje em dia, dois tipos de pessoas: As não-vacinadas e as vacinadas. As não-vacinadas podem ser infectadas pelo Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas podem infectar outras pessoas. As vacinadas também. As não-vacinadas podem morrer de Covid. As vacinadas também. As não-vacinadas tem de usar máscaras. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de evitar aglomerações. As vacinadas também. As não-vacinadas têm de usar álcool-em-gel. As vacinadas também. Afinal, há alguma diferença entre as não-vacinadas e as vacinadas? Sim. Há. As não-vacinadas não sofrem de efeitos colaterais provocados pelas vacinas.

Nota de rodapé: Os vacinófilos coronalovers não queriam porque não queriam saber da Hydroxicloroquina porque ela causava efeitos colaterais, e agora suplicam pela vacina, que também provocar efeitos colateriais.

*

Paulo Cursino chama a atenção para o silêncio retumbante dos esquerdistas brasileiros, que não dão nenhum pio a respeito do que se passa em Cuba, do levante popular do povo cubano contra o governo de Havana. Compreensível, o silêncio dos defensores da liberdade.

*

E o Afeganistão desanda.

*

Durante este ano e poucos meses de desgovernos estaduais e municipais que, sob pretextos de se combater um vírus que veio sabe-se lá de onde (diziam que da China), decretam políticas que estão a arrasar empresas pequenas e micros, o governo Jair Messias Bolsonaro cria o Pronampe, programa de empréstimo a micro e pequenas empresas, salvando muitas delas da extinção. E as almas penadas dizem que o presidente Jair Messias Bolsonaro nada fez e nada faz para amparar os brasileiros neste momento de grande agitação e desespero de muitos.

*

Nos Estados Unidos, a política de desinvestimentos na polícia provoca, para surpresa de ninguém, aumento dos índices de criminalidade. E a política migratória de Joe Biden vai de mal a pior, e causa uma crise sem precedentes na fronteira dos Estados Unidos com o México.

*

Nos site Contra os Impugnantes há bons textos de Sidney Silveira, filósofo. E no Permanência, de Gustavo Corção.

*

Dentre os ótimos escritores que publicam seus textos na rede social Facebook estão: Claudio Kezen, Melquisedeque Galdino, Renato Valle Castro, Glauco Paludo Gazoni e Silas Feitosa. Leio-os, atentamente, sempre que posso. São as redes sociais, e a internet, fontes inesgotáveis de conhecimento. Muitas pessoas inteligentes e cultas publicam seus textos e vídeos em site e blogs e redes sociais; pessoas que jamais teriam espaço nos meios tradicionais de comunicação. Para a felicidade de quem não se dispõe a se curvar diante dos mandões de plantão.

Isentões, isentos? Rússia x Ucrânia, prólogo da Terceira Guerra. O avatar do Daniel. Cuba, nova revolução. Haiti. E outras notas breves.

Os isentões, carinhas de ares sofisticados, de auto-imagem irrealista, egocêntrica, de isentos nada têm. Põem-se num ponto equidistante, e acima, entre os grupos que eles denominam extrema-esquerda e extrema-direita, aquele resumido no PT e este no Bolsonaro. Aqui já demonstram a falta de equivalência de valores, pois estão a comparar um partido político com um político – o correto seria comparar Bolsonaro e Lula, o que muitos passaram a fazer após a mídia lançar o Barba candidato natural à presidência do Brasil em 2.022. São, acreditam, moderados, serenos, pacíficos, de centro, mas estão a comprar uma narrativa mentirosa que dá Bolsonaro o êmulo natural, em se tratando de radicalismo na política, política revolucionária, de Lula, o reflexo, dele, mas no extremo oposto do espectro político, dando a entender que são ambos os dois figuras do mesmo álbum de fanatismo político de inspiração ideológica autoritária; comparam, e igualam – e sabe-se lá que instrumentos teóricos usam em suas análises -, um ser real, o Lula, com um ser fictício, o Bolsonaro descrito pelos seus inimigos. Mas na hora de decidirem o que fazer, que posição tomar, fincam pé ao lado dos adversários do Bolsonaro, convertem-se em máquinas esquerdistas de moer reputações de não-esquerdistas.

Dias atrás, numa ação de esquerda contra o presidente Jair Messias Bolsonaro, ação que redundou em atos violentos – mas a mídia, confiável que só ela, insiste em classificá-la manifestação pacífica de meninos -, um grupo de peéssedebistas ingênuos – ou tolos? – quis cerrar fileiras ao lado de peceólistas (partidários do P.C.O, Partido da Causa Operária), e foi por eles escorraçado. E, li, alguns partidários do N.O.V.O., em outra manifestação, não sei, no mesmo dia, ou em outro, foram agredidos por esquerdistas, que atuaram com suas urbanidade e civilidade proverbiais, e surpreenderam-se com a agressividade insana deles. Que esses carinhas sofisticados, os isentões, em 2.022 votem, em massa, no Lula, o elejam presidente, que a partir de 2.023, ou antes mesmo, saberão o que é radicalismo, extremismo, fanatismo na política. O silêncio dos isentões a respeito da agressão de peceólistas e outros esquerdistas contra peéssedebistas e novistas é ensurdecedor, e revelador do amor não declarado dos isentistões pela esquerda, conquanto dela ganhem umas belas e inesquecíveis sovas.

*

Durante aqueles dias em que Vladimir Putin, o agente da KGB (hoje FSB), enviou dezenas de militares russos para a fronteira da Rússia com a Ucrânia, previu-se uma conflagração entre a terra dos tzares e a OTAN. E não foram poucos que viram em tal capítulo, dramático, que poderia culminar numa tragédia de proporções planetárias, o princípio da Terceira Guerra Mundial, que não se deu, graças a Deus – ou foi adiada. Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, assumiu uma postura de preocupação com o andar da carruagem; foi um dos que previram nos atritos entre Rússia e Ucrânia o estopim da conflagração que se expandiria até abarcar todas as nações. Maurício Alves, em publicações na rede social Facebook, assumiu uma posição contrária: viu no imbrógio eslavo-ucraniano apenas fogo de palha. O desenrolar dos eventos prova – por enquanto – que Maurício Alves estava correto em sua análise.

Jayson Rosa e Maurício Alves merecem atenção, fazem análises excelentes das questões mundiais, principalmente quando divrergem, e quando erram, pois sempre dão informações imprescindíveis para o conhecimento do que está a ocorrer no nosso planeta.

*

… e o presidente Jair Messias Bolsonaro insinuou que um tal de Daniel, avatar de um líder revolucionário brasileiro treinado em Cuba, tem consigo alguns segredos acerca de ministros do STF, e coisa e tal. E o universo político nacional, embasbacado, calou-se. E a mídia, que adora atacar o presidente Jair Messias Bolsonaro sempre que ele abre a boca, desta vez emudeceu.

*

Os cubanos sublevam-se contra o governo ditatorial, autoritário, totalitário, de Miguel Díaz-Canel, preposto do Raúl Castro. Kleber Sernik, na rede social Facebook, dá-nos informações do que se passa na ilha-cárcere do falecido Fidel, amigo do também falecido escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez e ídolo do igualmente falecido escritor português José Saramago. Parece que tem a mão da C.I.A. na revolta. E Bituka Du Bronx, avatar de Fernando Vaisman, vê associação do que se passa em Cuba com a morte do presidente do Haiti, e com o alusão, pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, de segredos de um tal de Daniel, e com a visita ao Brasil de um alto funcionário da C.I.A. Quem sabe o que se passa nos altos escalões dos governos e dos serviços de inteligência!?

*

Não poucos brasileiros pedem por urnas eleitorais eletrônicas auditáveis e apuração pública dos votos. Não acreditam que as urnas são invioláveis, suspeitam que fraudes já ocorreram em pleitos eleitorais anteriores e prevêem que poderá vir a se dar no de 2.022. Mas há quem diga que as urnas são confiáveis; que fraudes são impossíveis; que fraudes são figuras do folclore nacional imaginados por gente de mentalidade rústica, atrasada, antediluviana, isto é, de bolsonaristas (bolsominion, para os íntimos) e do presidente Jair Messias Bolsonaro. Percebe-se nas pessoas – e trato, aqui, de cidadãos brasileiros, e não de políticos, de ministros do STF, de artistas, de intelectuais, de jonalistas – contrárias ao voto auditável, em papel, e apuração pública dos votos, uma rejeição insensata, irracional, que tangencia a má-vontade, a má-fé, não da proposta em si mesma, mas dela porque ela foi esposada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. E o que se lê e se ouve de tais pessoas é deboche, e nada mais do que deboche. Não é de hoje que percebo que muitos anti-bolsonaristas vão de encontro aos seus mais caros valores se ao encontro deles vai o presidente Jair Messias Bolsonaro. É tiro e queda. O Fulano defende “A” e se opõe a “B”; e ao ouvir o presidente falar em favor de “A” e ir contra “B”, automaticamente converte-se num defensor intransigente de “B” e declara-se hostil, e desde o berço, a “A”. Um dos argumentos – se se pode chamar tal asnice de argumento – que aventam contra a proposta do voto impresso é que tal é um retrocesso, o mesmo que tornarmos a usar mimeógrafo e máquina de datilografia. Não entendem os sandeus que se está a falar de justiça eleitoral, de lisura do pleito eleitoral. A turminha do Clube Desportivo Urna Eleitoral Eletrônica Inviolável perdeu de há muito o bom-senso. E um adendo: tal turminha é a mesma que se auto-intitula Seguidor da Ciência, rotula quem não lhe subscreve os mandamentos de Negacionista, e clama pela salvação das Girafas da Amazônia, que estão na iminência de serem varridas da face da Terra pelas mãos genocidas do presidente Jair Messias Bolsonaro.

*

Li que está a ocorrer casos de pericardite em pessoas que se imunizaram – pode-se falar que foram imunizadas? – com vacinas de RNA mensageiro. E reportagens que dão notícias de pessoas que morreram em decorrência da vacina e de pessoas que estão a sofrer com os efeitos colaterais provocadas pela vacina.

São as vacinas experimentais? Ora, semanas atrás vi duas reportagens: uma dava notícia da existência de um grupo de um pouco mais de trezentas mulheres grávidas e a outra de um grupo de mais de mil jovens, ambos os grupos a participarem de testes com vacinas, para se mensurar as reações que os participantes dos testes teriam, se eles sofreriam efeitos colaterais. Ora, mas as vacinas não são produtos testados em laboratório, prontos e acabados?! Pra que os testes em humanos?! E surpreendeu-me saber que mulheres grávidas se dispuseram a participar do teste, e após notícia de que mulheres grávidas morreram em decorrência da aplicação da vacina contra o Covid.

*

Dizem os anti-bolsonaristas que é o presidente Jair Messias Bolsonaro genocida.

No livro Terras de Sangue, de Timothy Snyder, dá-se a conhecer o horror vivido pelos poloneses sob a mortífera foice-e-martelo dos comunistas soviéticos e a máquina de matar dos nazistas, comunistas e nazistas a se revezarem na matança aos poloneses. E o autor lembra que a palavra “genocídio” é um neologismo que nasce da fusão de duas palavras, uma de origem grega, outra latina, que significam, a grega, geno, raça, tribo, e a latina, cídio, matar. Foi tal palavra forjada pelo advogado polonês Raphael Lemkin. Genocídio é, respeitando-se o seu significado original, política sistemática de extermínio de um povo patrocinada pelo Estado. Alguns estudiosos entendem que houve apenas um genocídio em toda a história, a da política de extermínio, pelos nazistas, de judeus, outros incluem o Holodomor, matança de ucranianos pelos comunistas soviéticos, nos anos 1930, sob a liderança de Joseph Stalin. Milhões de ucranianos morrerem de fome. Há quem inclua, na lista dos genocídios, o extermínio dos tibetanos pelos chineses comunistas e por estes mesmos comunistas a morte de uygures. Ora, qual política de perseguição sistemática, com o consequente assassinato, a grupos étnicos e raças o presidente Jair Messias Bolsonaro promoveu? Que se saiba, ele jamais aventou uma política de tal cariz. Usa-se chamar o presidente Jair Messias Bolsonaro – e, por extensão, seus aliados e eleitores – de genocida (e de terraplanista, de negacionista, de nazista, de fascista) única e exclusivamente com a intenção de desumanizá-lo, dá-lo não como um ser humano que merece respeito, mas como uma coisa qualquer que pode ser retirada da existência, afinal não é ele – e tampouco os seus aliados e eleitores -, segundo os seus inimigos, um ser humano; e assim justificarão a morte dele e as dos que o seguem e inocentarão quem se dispuser a eliminá-los. “Genocida” é só um rótulo desumanizador.

*

Eleito presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, ainda em 2.018, antes, portanto, de assumir a presidência do Brasil, declarou, de viva voz, em alto e bom som, que exigiria dos médicos cubanos a realização do Revalida e que entregaria a cada médico cubano residente no Brasil seu salário integral. Bastou tais palavras alcançarem os ouvidos dos plenipotenciários cubanos, que estes ordenaram a ida imediata dos médicos cubanos residentes no Brasil a Cuba. E dizem, ainda hoje, que o presidente Jair Messias Bolsonaro expulsou do Brasil os médicos cubanos, acabando, assim, com o programa Mais Médicos. Pergunto-me se os tais médicos cubanos – médicos, ou agentes de infiltração comunista a treinar guerrilheiros e a doutrinar brasileiros com a ideologia comunista? – regressaram a Cuba, ou se circulam por terras brasileiras e nelas exercem a verdadeira tarefa – que não foi a medicina – para a qual foram encarregados.

Li, não me recordo onde, ontem, que há, no Brasil, células terroristas iranianas e cubanas. E que soldados russos estão, na Venezuela, na fronteira deste país com o Brasil. Acredito que não estão lá os agente do Putin a dançarem pagode cossaco e a encherem a cara de vodka.

Polifonia Literária

Um espaço voltado para o desenvolvimento criativo de textos literários.

divinoleitao.in

Rede pessoal de Divino Leitão.

Reflexões para os dias finais

Pensamentos, reflexões, observações sobre o mundo e o tempo.

PERSPECTIVA ONLINE

"LA PERSPECTIVA, SI ES REAL, EXIGE LA MULTIPLICIDAD" (JULIÁN MARÍAS)

Pensei e escrevi aqui

— Porque nós somos aleatórias —

On fairy-stories

Fantasia, Faërie e J.R.R. Tolkien

DIÁRIO DE UM LINGUISTA

Um blog sobre língua e outros assuntos

Brasil de Longe

O Brasil visto do exterior

Cultus Deorum Brasil

Tudo sobre o Cultus Deorum Romanorum, a Antiga Religião Tradicional Romana.

Carlos Eduardo Novaes

Crônicas e outras literatices

Coquetel Kuleshov

um site sobre cinema, cinema e, talvez, tv

Leituras do Ano

E o que elas me fazem pensar.

Leonardo Faccioni | Libertas virorum fortium pectora acuit

Arca de considerações epistemológicas e ponderações quotidianas sob o prisma das liberdades tradicionais, em busca de ordem, verdade e justiça.

Admirável Leitura

Ler torna a vida bela

LER É UM VÍCIO

PARA QUEM É VICIADO EM LEITURA

Velho General

História Militar, Geopolítica, Defesa e Segurança

Espiritualidade Ortodoxa

Espiritualidade Ortodoxa

Entre Dois Mundos

Página dedicada ao livro Entre Dois Mundos.

Olhares do Mundo

Este blog publica reportagens produzidas por alunos de Jornalismo da Universidade Mackenzie para a disciplina "Jornalismo e a Política Internacional".

Bios Theoretikos

Rascunho de uma vida intelectual

O Recanto de Richard Foxe

Ciência, esoterismo, religião e história sem dogmas e sem censuras.

.

.

Prosas e Cafés

(...) tudo bem acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar - Caio Fernando Abreu

OLAVO PASCUCCI

O pensamento vivo e pulsante de Olavo Pascucci

Clássicos Traduzidos

Em busca das melhores traduções dos clássicos da literatura

Ensaios e Notas

artes, humanidades e ciências sociais

Minhas traduções poéticas

Site de tradução de poesias e de letras de música

Além do Roteiro

Confira o podcast Além do Roteiro no Spotify!

Farofa Filosófica

Ciências Humanas em debate: conteúdo para descascar abacaxis...

Humanidade em Cena

Reflexões sobre a vida a partir do cinema e do entretenimento em geral

resistenciaantisocialismo

Na luta contra o câncer da civilização!

História e crítica cultural

"Cada momento, vivido à vista de Deus, pode trazer uma decisão inesperada" (Dietrich Bonhoeffer)

Devaneios Irrelevantes

Reflexões desimportantes de mais um na multidão com tempo livre e sensações estranhas

Enlaces Literários

Onde um conto sempre puxa o outro!

Ventilador de Verdades

O ventilador sopra as verdades que você tem medo de sentir.

Dragão Metafísico

Depósito de palavras, pensamentos e poesias.

%d blogueiros gostam disto: