Lula, fada madrinha dos ricos

Diz a lenda que o Lula é o pai dos pobres, além de o dono do Brasil, o homem sem pecados, herói nacional que luta contra o grande capital neoliberal do mercado financeiro, e dos banqueiros, que lucram bilhões com capital improdutivo e especulativo.
Se é verdade, ou não, o que a lenda ensina, eu não sei; sei, no entanto, que, ao fim do governo dos petistas, souberam os brasileiros que haviam no Brasil cem milhões dos descendentes de Cacambo e Lindóia que não usufruíam dos benefícios de um salutar sistema de saneamento básico, e, também, que os bancos nacionais, que são poucos, colheram durante a era lulista lucro bilionário, enquanto os pobres cidadãos da Terra de Santa Cruz viviam à míngua.
Anteontem, 15 de Janeiro, li notícia de estarrecer… Mentira. Não é de estarrecer. O que a notícia traz não me surpreendeu: Os banqueiros nacionais estão a favor do filho do Brasil, do mais ilustre deles, o Luís Inácio, a Idéia, que, para muitos, é o dono do Brasil, cujas obras, em especial a de transposição de águas do Velho Chico, o Bolsonaro ousou concluir. Compreensível. E tem mais: Os banqueiros odeiam o presidente Jair Messias Bolsonaro. Ora, também é compreensível, afinal ele reduziu os juros do cheque especial, e consideravelmente, tirando dos banqueiros uma formidável fonte de lucro fácil; e implementou o PIX, que afetou, consideravelmente, o setor bancário e o de operadoras de cartão de crédito, assim das mãos dos banqueiros tirando outra fonte de lucro fácil; e criou o Fintech, favorecendo os cidadãos pobres, que, até então à margem do sistema bancário nacional, agora contam com acesso fácil aos serviços financeiros. O presidente Jair Messias Bolsonaro está, juntamente com o seu Posto Ipiranga, a pôr um fim ao oligopólio dos cinco, ou seis, grandes bancos brasileiros, favorecendo, assim, os cidadãos mais pobres das camadas sociais brasileiras mais baixas. E não falei das revogações, assinadas pelo nosso querido Capitão, de milhares de regulamentos que só serviam para infernizar os brasileiros.
Que se conceda ao senhor Luís Inácio o título de fada madrinha dos ricos.

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Rodrigo Gurgel e três escritores brasileiros fundamentais. Lula, e a aula magna. Bandidos, e bandidos. Rússia x OTAN. Digitalização do mundo. Notas breves.

Diz, em um vídeo de, aproximadamente, uma hora e meia de duração, o professor e escritor e crítico literário Rodrigo Gurgel, respeitável, e de excelente e admirável cultura literária, que são três os escritores fundamentais da literatura brasileira, e deles ele apresenta breve biografia e acerca das obras deles dá comentários percucientes, com simplicidade, e autoridade: Manuel Antonio de Almeida, Machado de Assis e Graciliano Ramos. Fala, com propriedade, de Memórias de Um Sargento de Milícias, obra do primeiro, e de sua importância na formação literária de Machado de Assis, e do apoio que este recebeu de Manuel Antonio de Almeida, que foi, dir-se-ia, seu patrinho no mundo das letras. Além de outras observações que ele fez dos três mestres da literatura nacional, esta é a que mais me chamou a atenção.
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Uma notícia do balacobaco: Lula, ex-presidente e candidato a presidente – e não presidente como a ele não poucos intelectuais e jornalistas se referem -, apresentou, na Unicamp, à convite de entidades estudantis, e de servidores da universidade, e de associações de alunos e professores, e de sindicatos, uma aula magna; e seus fãs, os universitários, aplaudiram-lo efusivamente, apaixonadamente. O que ele ensinou aos que o ouviram, não sei o que foi, não quero saber, e tenho raiva de quem sabe; sei, apenas, que, em ambientes universitários, políticos e intelectuais e artistas renomados, sendo de esquerda, socialistas, progressistas, politicamente corretos, desarmamentistas, seguidores da ciência, da turma dos antifas e dos vidas negras importam, sempre são bem acolhidos, com amor e carinho incomuns; já aos dissidentes, os que não comungam as mesmas ideologias, os universitários dedicam ódio visceral, e atiram-lhes pedras e facas, impelidas por ofensas impublicáveis, numa exibição, e há quem pense diferente, de tolerância e respeito invejáveis, afinal são justiceiros sociais a lutarem pela ereção de um mundo melhor, sem desigualdade de renda, sem preconceitos. Tal episódio fez-me evocar o tratamento nobre que universitários dedicaram, em uma universidade, se não me falha a memória, de Pernambuco, àqueles que iriam exibir o, e assistir ao, filme O Jardim das Aflições, que fala do pensamento e da obra de Olavo de Carvalho. De fato, são as universidades guardiãs do conhecimento e o paraíso da inteligência, ambientes onde os sábios sentem-se bem.
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É ou não é o mundo dos justiceiros sociais uma coisa de louco?! Parece mentira, mas não é: em algum canto deste imenso Brasil, em um dos estados do Sul, me parece, um distinto personagem, ao vislumbrar um sinal dos deuses, a mente iluminada, pensou uma idéia brilhante, que ele deu um jeito de apresentar com a seriedade que lhe faz a susbtância: em um tiroteiro entre bandido e policial, o bandido, ao manusear a arma-de-fogo, e disparar a esmo, sem mirar o policial, e vir a alvejá-lo e matá-lo, não será tratado, pelos órgãos competentes, cuja competência é proverbial, como um assassino, pois não será o seu ato, que resultou na morte do policial, considerado um homicídio, pois ele, ao não mirá-lo, não tinha o fim de matá-lo; pretende o bandido, em tal caso, apenas resistir à ação do policial, cuja morte é um acidente de percurso, um efeito colateral da ação de resistência do bandido, eterna vítima da sociedade cristã e patriarcal.
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, informa que sanções européias ao petróleo russo redundará em prejuízo para a Hungria, que não tem meios de aguentar o impacto que tal medida trará a sociedade húngara. Mas a OTAN parece disposta a insistir em suspender compra de petróleo russo, e a arrastar a Hungria para o conflito. E não é de hoje que a Europa ocidental, corroída pelo anti-cristianismo, bate na Hungria, que estima uma política mais tradicional, voltada para o cristianismo.
E outra notícia importante: a Polônia, a Hungria e a Romênia estão a reivindicar pedaços do leste da Ucrânia, onde entrariam, li, com o escudo de uma força de paz da OTAN. Há quem diga que se isto se der, a coisa degringola de vez.
Se as duas notícias acima são de estarrecer, o que dizer das que dão a conhecer que os serviços de inteligência dos Estados Unidos da América auxiliaram as forças militares ucranianas a caçar, e matar, generais russos, e a atacar, e afundar, o Moskva, navio russo, um símbolo do poderio naval dos bárbaros das estepes?!
E daquelas regiões belicosas e de seus arredores, chega-nos duas notícias: a OTAN pensa em enviar à Ucrânia obuzeiros Panzerhaubitze 2000, de fabricação alemã; e, na Espanha, é preso o blogueiro Anatoly Shariy, crítico de Volodomyr Zelensky, acusado sei lá eu de quê.
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Durante a epidemia do novo coronavírus, houve avalancagem extraordinária das transações comerciais intermediadas por criptomoedas, e de serviços digitais, e de relações de compra-e-venda por meio de aplicativos, assim avançando a economia mundial em um projeto que visa a sua total digitalização, todas as transações realizadas via serviços digitais, com a consequente supressão da moeda em papel, o que atende aos objetivos da ONU 2.030. Para muitos, o mundo que se avizinha é deveras preocupante, assustador: um Estado global totalitário a gozar de poder absoluto jamais imaginado por faraós e reis e imperadores e líderes ditadores do tempo dos nossos tataravós.

Bolsonaro e cultura. Lula. Agronegócio. Ameaças ao Brasil. Guerra das moedas. Russofobia. Mercenários. Mídia. Esportes. Notas breves.

Li, hoje, notícia alvissareira: o presidente Jair Messias Bolsonaro vetou a lei Aldir Blanc, que distribuiria, se sancionada pela caneta presidencial, uma nota preta, não aos artistas populares, que passam maus bocados, e não têm meios de vender o seu peixe, mas aos que, além de nadarem em dinheiro, se arvoram credores dos brasileiros. Há semanas, rejeitou-se a lei – ou um projeto de lei, não sei – intitulada Paulo Gustavo, que tinha fim semelhante e que encontrou o mesmo fim da que o presidente vetou há pouco. E alguns antibolsonaristas declaram, verborrágicos e atrabiliários, que é o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, hostil à cultura, ele a destruir a cultura brasilera. Pensa tal gente que é cultura a obra artística de artistas famosos, e unicamente a obra deles – e não sei se acerto ao falar “a obra artística de artistas famosos”. A cultura de um povo o povo a faz, e não um grupo de gente privilegiada com bons laços políticos e empresarias e midiáticos.

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E Lula ora diz algo que vai de encontro ao que ele disse há anos e ora ao encontro do que há anos ele disse. Tem multípla personalidade, o homem, ou ele se dobra e se desdobra, em vão, para agradar às múltiplas facções de seus apoiadores, e aliados, e eleitores, e fãs, aqui em terra em que se platando tudo dá e no exterior. É Lula extraordinariamente maleável, flexível, a contorcer-se para adotar a figura de todos os que lhe querem bem, assim criando com todos eles afinidades e identidade.

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Não entendi até hoje, e jamais entenderei, a sem-razão da razão irracional daqueles que agridem o agronegócio brasileiro, e pedem-lhe a extinção – para o bem-estar da floresta amazônica, da biodiversidade, e do planeta Terra, e da Via-Láctea. De onde vêm a carne, e os ovos, e as frutas e legumes, e outros produtos comestíveis que tais pessoas enviam, todo santo dia, para o bucho? Será que elas acreditam que o leite de vaca brota, espontaneamente, dentro das caixinhas e dos pacotes de plástico, e os grãos de arroz e de feijão nascem, assim, num “Faça-se o feijão! Faça-se o arroz!”, dentro de pacotes, nas gôndolas dos supermercados? Presumo que haja (e haja o que hajar – alguém já disse – escrevo o pensamento que me resvala a cabeça) pessoas – e muitas delas pecuaristas e agricultores americanos e franceses – que entendem ameaçador aos seus negócios o robustecimento da indústria agropecuária brasileira, e, por esta razão, e por nenhuma outra, financiam campanhas em desfavor do agronegócio brasileiro. Entendo. Mas aqueles brasileiros que, ensandecidos, descabelam-se, sinceros em suas catilinárias contra quem produz o alimentos que eles comem, não contam com a minha compreensão.

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Não é pouca a gente que, a estudar, com seriedade, as coisas que se sucedem em nosso mundo, atenta para a ameaça que a atual política externa americana, sob o desgoverno do Biden, incomodada com a política do presidente Jair Messias Bolsonaro, representa ao Brasil. Artistas hollywoodianos, secundados por seus congêneres brasileiros, estão a falar as mais rematadas asneiras e asnices acerca do Brasil. E contam tais personalidades com o apoio de organizações internacionais e de organizações não-governamentais, e de políticos e ativistas e cantores e atores brasileiros, todos confessos adoradores de esquerdistas e ditadores, e propugnadores de políticas socialistas, politicamente corretas.

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Veio ao Brasil, dos Estados Unidos da América, nesta semana, a subsecretária de Estado para Assuntos Políticos, Victoria Nuland, que, diz-se por aí, abriu, em 2.014, na Ucrânia, a caixa de Pandora, obtendo a queda do então presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, um fontoche, todos sabemos, do Vladimir Putin. E quem substituiu o presidente deposto foi um preposto, assim dizem, dos globalistas ocidentais. E vai a Ucrânia a seguir sua sina rumo ao seu destino, que ninguém lhe inveja. Pressiona a representante americana, informam algumas publicações, o governo brasileiro a assumir postura menos amigável a Moscou, e mais alinhada a Washington. Parece que o presidente Jair Messias Bolsonaro terá muita dor de cabeça pela frente. Quem é que sonha estar na pele de tal homem?!

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Li que empresas chinesas compram, da Rússia, carvão e petróleo, e pagam em Yuan, e não mais em Dólares. E que países europeus estão a comprar, via outros países – estes dispostos a apagarem ao Putin em Rublos -, da Rússia, o gas e o petróleo que, por baixo do pano, enviam aos seus clientes, que, não querendo aparecer na foto, mantêm, para o público de todo o mundo, imagem de dignos e aguerridos inimigos do vilanesco Vladimir Putin.

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Na cidade ucraniana de Mukatchevo, demoliram monumento, e arrancaram uma placa memorial, ambos em homenagem a Pushkin, mestre da literatura russa. Qual a justificativa para tal atitude? Sentimento russófobo, que exacerba-se, não apenas na Ucrânia, mas em boas quadras do mundo, insuflado pela mídia ocidental.

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Contou-me um passarinho que na Ucrânia soldados russos capturaram mercenários originários de países da OTAN. É a guerra, pergunta-se, entre Rússia e Ucrânia, ou entre países da OTAN e Rússia?

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Pessoas que há não muito tempo escreveram, em tom de alerta, artigos percucientes acerca da concentração dos meios de comunicação ocidentais num tal de Projeto Sindicato, conglomerado midiático sob controle de uma meia dúzia de nababos ocidentais, estão, agora, a comprar da mídia ocidental, acriticamente, a narrativa da guerra que ora se desenrola na terra dos cossacos.

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O senado do estado americano da Carolina do Norte aprovou um projeto de lei que não concede permissão para pessoas transgêneros – homens que se dizem mulheres – de participar de competições oficiais com mulheres.

Crise econômica. Genocídio. Cultura brasileira. Mengele. Picolé. Fim da epidemia. Notas breves.

Quem é o culpado pela crise econômica?
Quem é o culpado pela crise econômica na Argentina? O Alberto Férnandez? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica no Canadá? O Justin Trudeau? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica na França? O Emmanuel Macron? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica na Alemanha? A Ângela Merkel? Não. O coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica nos Estados Unidos? Em 2.020, o Donald Trump; em 2.021, o coronavírus.
Quem é o culpado pela crise econômica no Brasil? O coronavírus? Não. O Bozonaro.
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Quem é genocida?
Na Alemanha, muita gente morreu de covid.
No Canadá, muita gente morreu de covid.
Na Argentina, muita gente morreu de covid.
Na França, muita gente morreu de covid.
Nos Estados Unidos, em 2.020, Donald Trump, o genocida, matou muita gente, e, em 2.021, muita gente morreu de covid.
No Brasil, o Bozonaro, o genocida, matou muita gente.
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Bolsonaro destrói brasileiríssimas educação e cultura.
Dizem por aí que o presidente Jair Messias Bolsonaro está destruindo a educação e a cultura brasileiras. Qual cultura está o presidente a destruir? A do Golden Shower?! A do Macaquinhos?! E ele está a destruir qual educação? A dos 50%, ou mais, dos alunos que, aos dezoito anos, de posse de diploma escolar do segundo grau, revelam-se incapazes de entender uma simples frase e de somar dois e dois?
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Eleitores do Alckmin, vergonha.
Constrangedores os malabarismos retóricos dos eleitores do Geraldo Alckmin em favor do Lula e da aliança do ex-tucano com o líder máximo do PT. Os alckministas repreendem, com a elegância dos ostrogodos, os bolsonaristas, que apóiam o Mito, aliado do Centrão, e não se vexam de ver seu herói na companhia daquele que até ontem tinham na conta de ser abjeto, desprezível, iníquo, um crápula legítimo.
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Josef Mengele ressurge.
Josef Mengele, seguidor da ciência, médico renomado, que segue o que as pesquisas indicam, atende, de segunda à sexta, das 7,00 às 11,00 e das 13,00 às 16,00, no seu consultório, situado, na rua Experimento Científico, número 666, décimo terceiro andar, sala número 171.
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Um cientista sabe como dar fim à epidemia.
Declara o especialista, em conformidade com o que as pesquisas indicam: Para dar fim ao coronavírus, faz-se urgente cortar as asas de todos os tatus, animais mastodônticos, dotados, na extremidade anterior de seu corpanzil, de um nariz amangueirado, flexível, grosso, cheio de dobras, de uma cauda, pequena, na extremidade posterior do imenso corpo, de dois grandiosos dentes, e de duas asas, proeminências maleáveis encontradas, uma, à lateral direita da cabeça, outra, à lateral esquerda.

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