Fraudemia, insisto. Três doses. Vacinados e não-vacinados. Argentina. Bolsonaro e Tarcísio. Notas breves.

Navegando pelos mares revoltos da internet, aportei em alguns sites e redes sociais, e neles encontrei, para a minha surpresa, perdidos, tesouros. Aqui, dois deles, ambos nos Estados Unidos, a terra do Tio Sam: 1) No governo Biden (ou Brandon) morreram, de covid, mais gente do que no governo Trump. E sabe-se que atualmente boa parte da população americana está vacinada. Na comparação entre os dois governos, sai-se mal o do mister Joe. Para evitar constrangimento ao atual ocupante da Casa Branca, decidiu-se, agora, separar os mortes pela peste viral em dois grupos, o dos que morrem de covid e o dos que morrem com o covid, incluindo nas estatísticas de mortos por covid apenas os do primeiro grupo. Ora, mas não era isso o que se pedia desde o início da fraudemia?! E por que não se usa do mesmo critério para se dimensionar os casos de mortes durante o governo Trump?!; e, 2) Em alguns estados americanos, em decorrência da rápida, assustadoramente veloz, disseminação da variante ômicron, muitos americanos infectados, oficialmente infectados, com o resultado do teste em mãos, foram obrigados a se licenciarem do trabalho por alguns dias, mas foram tantos os afastados de suas tarefas profissionais que alguns setores da economia e dos serviços públicos que entenderam as autoridades correto os infectados assintomáticos exercerem suas tarefas, pois eles, por não apresentarem sintomas, não estão doentes, estão aptos, portanto, ao trabalho, e não transmitem o vírus. Ora, mas era isso o que se diz, com todas as letras, desde o início da fraudemia. Mas, não se sabe porque cargas-d’água, insistia-se, até então, em trancar os assintomáticos em suas casas. O que mudou? A queda da popularidade do presidente Biden. A disseminação da variante ômicron foi tão rápida que põe à pique a economia americana, causando um estrago, que não é desprezível, na imagem do Brandon (ou Biden), e, por consequência, do Partido Democrata. Imagine-se o impacto de uma crise econômica nas eleições legislativas americanas deste ano!

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Multiplicam-se os casos isolados de pessoas que, vacinadas com três doses da poção da imortalidade, foram infectadas pelo coronavírus, e os dos que sofrem de efeitos colaterais por ela provocados, e os de mortes.

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Até há não muito tempo eram consideradas pessoas não-vacinadas aquelas que não haviam tomado nenhuma dose da poção milagrosa; agora, todas as que não tomaram, em alguns países, a dose de reforço, e, em outros, a quarta dose. Não está longe o dia em que serão tidas como não-vacinadas as pessoas que tiveram injetadas no corpo 2.789 doses, e não 2.790. Alteram ao bel-prazer o estatuto ontológico dos não-vacinados os especialistas e cientistas e médicos renomados – conforme o que as pesquisas indicam, é óbvio.

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No ano passado, para estabelecer a quarentena, classificaram as atividades econômicas em essenciais e não-essenciais, e os sábios políticos consideraram de bom tom proibir o exercício das não-essenciais. Hoje, classificam as pessoas, segregando-as, em dois grupos, o dos vacinados e o dos não-vacinados. Faltam quantos dias para os políticos proibirem a existência dos não-vacinados?! Parece-me que, se não houver uma força em sentido contrário, poucos, afinal alguns países já construíram o que se chama eufemisticamente de campo de reeducação, ou campo de quarentena. E não posso deixar de evocar Djokovik. Ou Dkojovic?! Ou Dvokojik? Pausa, para uma pesquisa rápida em site de busca: É Novak Djokovic. Tenista sérvio, atualmente o melhor do mundo. Ele está comendo, na Austrália, o pão que o diabo amassou. Pegaram-lo pra Cristo. E o espantoso é que muita gente está a catarrar-lhe na cara.

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Não saiu da memória dos homens a política, elogiada por onze de cada dez brasileiros anti-bolsonaristas, de lockdown implementada, na Argentina, por Alberto Fernandez. Dizia-se, então, que eram os argentinos sortudos por contarem com um presidente que zela pela saúde deles, e azarados eram os brasileiros, caídos nas mãos do tal de Bozo. Trancorridos dois anos, a Argentina colheu, em 2.020, inflação anual de 35%, e, em 2.021, de 50%. E não surpreende ninguém os antibolsonaristas silenciam a respeito. Ah! Eu disse que não saiu na memória dos homens aqueles dias; corrijo-me, sair, saiu, e convenientemente, da dos antibolsobaristas.

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O presidente Jair Messias Bolsonaro tem um nome para o estado de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, atual ministro da infra-estrutura, o Thórcísio, o Tarcisão do Asfalto. Todo e qualquer apoiador do presidente, todo e qualquer homem público, que, dizendo-se inimigo das esquerdas, insistir outro nome para os paulistas está a trabalhar para o inimigo.

China, chuvas, enchentes, a hidrelética de Três Gargantas e o aquecimento global. Bolsonaro e Argentina. Ministro Tarcísio e o Ferrogrão. E outras notas breves.

Notícias exibem cenas dramáticas sucedidas em território chinês após a tempestade torrencial que desabou no país do Bruce Lee. E dá-se a conhecer que a precipitação de água desta vez superou todas as expectativas. Foi um volume tão grande de água que o fenômeno pode ser comparado a um dilúvio. Há quem pense que não é inteiramente correto atribuir à chuva inesperada a catástrofe que se abateu sobre a China, pois suspeita-se que a causa da tragédia deve-se à frágil estrutura das hidrelétricas situadas em território chinês. E avizinha-se dos chineses uma tragédia cataclísmica, suspeitam estudiosos; é o que se lê nos artigos “O rompimento da hidrelética das Três Gargantas na China irá causar uma calamidade global.”, de Renato Cunha, publicado, dia 12/05/2021, no site Stylourbano, e “Barragem pode se romper a qualquer momento na China (Exército)”, publicado, sem nome do autor, no site do Estado de Minas, dia 20/07/2021.

No primeiro artigo aqui mencionado, informa o autor, evocando recentes fatos histórios sucedidos na China desde há um pouco mais de vinte anos, que a construção da hidrelétrica de Yangtsé está envolta de suspeitas de corrupção desde a apresentação do seu projeto pelo governo chinês e é tal obra faraônica uma peça de propaganda do governo chinês, comunista. E o risco de um rompimento da barragem não pode ser descartado. No segundo artigo acima mencionado, fala-se do rompimento da barragem de Luoyang. Não podemos, sabemos, confiar nas palavras do governo chinês, cuja desonestidade é proverbial – nada que nos surpreenda, afinal é o governo chinês comunista.

A tempestade que ora atinge a China vem bem a calhar para o governo chinês e para os ambientalistas alarmistas. Sendo verdadeira a história da fragilidade da hidrelétrica das Três Gargantas, o resultado será uma catástrofe apocalíptica, com milhões – fala-se em centenas de milhões – de chineses mortos. E o governo da China já estaria a criar um bode expiatório, eximindo-se de suas responsabilidades: o aquecimento global, que, alterando significativamente o clima terrestre, causou a tragédia. E os ambientalistas alarmistas, xiitas, comunistas verdes (diria Luís Dufaur), estão prontos para sacar as suas armas retóricas para condenar os seres humanos, para eles o câncer da Terra, e exigir dos estados nacionais submissão à uma agenda global de combate ao aquecimento global de origem antropocêntrica chancelada por uma organização mundial, que a todos os povos do mundo irá impor, em nome do bem da Terra, uma política totalitária, que engendrará miséria inimaginável e mortes incalculáveis.

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O presidente Jair Messias Bolsonaro publicou, hoje, em sua página no Facebook, um vídeo. Vídeo que apresenta o testemunho de um argentino, que não tem seu rosto exibido, acerca do que se passa na Argentina. E o presidente Jair Messias Bolsonaro, na sequência, fala de uma conversa sua com Maurício Macri, antecessor de Alberto Fernandez na cadeira da Casa Rosada, e do alerta que vem fazendo desde há dois anos, a de que retormando o poder as esquerdas o Brasil viverá o inferno na Terra, e falou da crise econômica e social argentina, e, evocando o exemplo dos venezuelanos que migram para o norte do Brasil, do fluxo migratório de argentinos para o sul do Brasil. Falou um pouco do Voto Impresso, de sua importância, inprescindível para o bom andamento das eleições brasileiras, e de um ministro do STF, Luis Roberto Barroso, e de Lula, sem deste citar o nome. E repetiu uma de suas costumeiras frases, a que diz que ele, presidente Jair Messias Bolsonaro, joga dentro das quatro linhas da Constituição.

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O ministro da Infra-estrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, bate-se contra ambientalistas militantes, informa Fábio Matos, no artigo “Tarcísio volta a defender o Ferrogrão e afirma que ativistas não conhecem o projeto.”, publicado, dia 20/07/2021, no site da Revista Oeste.Critica, e duramente, com as suas civilidade e pacatez costumeiras, o já lendário ministro da Infraestrutura, galardoado pelos brasileiros com um apelido carinhoso, Tarcísio do Asfalto, os ativistas ambientalistas que, não se contentando em defender a natureza, almejam emperrar a construção de obras benéficas aos humanos. É o Ferrogrão extensa linha ferroviária de mais de novecentos quilômetros, que vai de Sinop, Mato Grosso, até Itaituba, Pará, no porto de Miritituba, às margens do Rio Tapajós. Escoará a produção de grãos do Centro-Oeste, pela BR-163, que recebe obras de melhoria, até o Pará.

Há um imbróglo no projeto do Ferrogrão. Envolve a legenda do Psol, e o ministro do STF Alexandre de Moraes, e o Governo Federal, além de outros personagens; e diz respeito ao Parque Nacional do Jamanxim, no Pará.

O projeto contará com conexões de ferrovia, hidrovia e portos, e elimina a dependência que têm da malha rodoviária os produtores de grãos. Trará muitos ganhos para o agronegócio brasileiro, e para o Brasil como um todo.

Li, há pouco, um artigo, “Escoamento de Grãos de MT para o porto de Miritituba- PA deve crescer 20% em 2021”, escrito por Luiz Patroni, publicado, no blog Canal Rural, dia 04/01/2021. Traz importantes informações.

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Fernando Vaismann, sob o codnome Bituka du Bronx, manifesta a desconfiança que nutre por Abraham Weintraub, Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio, e por deputados federais que, recém-eleitos, excurcionaram pela China, ciceroneados por atenciosos e prestativos guias turísticos de olhos puxados, e por Janaína Paschoal, deputada estadual por São Paulo. Muitos brasileiros, em especial os bolsonaristas, até hoje não engoliram as desculpas que os patriotas deputados federais apresentaram ao se verem de calças arriadas. Para não poucos são as desculpas esfarrapadas. E os bolsonaristas, com uma pulga atrás da orelha, os fitamos com o canto dos olhos, um pé para trás.

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Neto Curvina publica uma informação que dá o que falar e deixa a todos de cabelos em pé. Diz ele que se dissemina pelos quatro cantos do planeta uma idéia do balacobaco: agências de notícias informam que com o fim das restrições à movimentação econômica e ao livre exercício de atividades públicas dos indivíduos, aumentar-se-á o efeito estufa, automaticamente avolumando-se, e perigosamente, os ingredientes que favorecem o aquecimento global. Aqui, dá-se como certo que o fenômeno cataclísmico que profetizam os ambientalistas fanáticos tem sua origem na atividade econômica humana, pior, na existência do ser humano.

No ano passado, li reportagem que informava que as quarentenas e os lockdowns haviam beneficiado a natureza; que os rios e o ar e o mar estavam menos poluídos. Na ocasião cocei a cabeça, intrigado. Agora, à insinuação de que a retomada das atividades econômicas redundará em prejuízo à Terra, percebo que cocei, e com razão, a cabeça, a pensar com os meus botões. Inserindo tal detalhe, a informação dada por Neto Curvina, num cenário, percebe-se que se está a preparar os homens para a aceitação de medidas de restrição econômica, em nome do bem das tartarugas marinhas, dos ursos polares e dos ursos pandas, e da Terra, a mãe Gaia, como um todo, medidas que erguerão uma civilização mais humanitária porque menos populosa, quase desabitada. É difícil equacionar a questão ambiental. É o homem um personagem da Terra. E muitos ambientalistas desdobram-se com seriedade ímpar no estudo da questão ambiental; infelizmente, são os inescrupulosos que, barulhentos, estão sob os holofotes.

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Nicolas Carvalho de Oliveira, na sua página do Facebook, hoje, dia 23, tece comentários percucientes a respeito da mentalidade dos conservadores, mentalidade com trinta anos de obsolescência. Estão os conservadores cegos para as questões atuais, prementes, dentre outras a conexão deletéria entre capitalismo de consumo e marxismo cultural, a guerra espacial, e a ditadura das High-Tech. Está com a razão Nicolas ao apontar o consumismo e o entretenimento hedonista como sustentáculos do despotismo dos Estados.

Ministro Tarcísio. Teoria Crítica Racial. Putin. E outras notas breves.

E o Ministro Tarcísio, Tarcísio Gomes de Freitas, da Infra-estrutura, carinhosamente alcunhado Tarcísio do Asfalto, realizou mais uma de suas inumeráveis proezas. Entregou a quingentésima locomotiva de corrente alternada (AC44) produzida no Brasil. O trabalho, hercúleo, do ministro da Infra-estrutura, o de reerguer o gigante combalido, esfarrapado, está indo de vento em popa. Provoca uma revolução nos meios de transportes brasileiros; e na malha ferroviária são imensas as conquistas, e os avanços. Reduz os custos de transporte. E vivas à Ferrovia Norte-Sul, à Paulista, à Integração Oeste-Leste, e à futura Integração Centro-Oeste. É o Capitão Tarcísio um homem de grandes méritos, de grandes feitos.

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Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, em sua página do Facebook, tece rápidas, curtas e certeiras, e severas, contundentes, críticas ao movimentos negro, aos esquerdistas, que fazem dos negros gato e sapato, bucha de canhão de uma guerra cultural criminosa. Sem papas na língua, põe os pingos nos is, dá nomes aos bois, põe a nu a maledicência, má-fé, de quem usa os negros para fins políticos iníquos. Faz da Fundação Palmares uma instituição de respeito aos negros, à cultura deles. Compartilhou um artigo, Teori Crítica Racial: Pai Acusa Escola de Ensinar Filha Que “Sua Mãe é Do Mal” Por Ser Branca, publicado no site Senso Incomum, cujo autor, Leonardo Trielli, dá notícia de um episódio vexatório, e preoupante, que se passou numa escola pública do Distrito de Caledonia, Michigan, e prevê que tal teoria, que está a causar celeumas nos Estados Unidos logo fará o seu estrago nas escolas brasileiras.

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Fernando Vaismann, usando o nome de seu avatar, Bituka Du Bronx, no Facebook, declara que não é o Vladimir Putin conservador e que ele se opõe ao progressismo em terras eslavas e o promove em território estrangeiro. Inteligente, o ex-agente da KGB é, ninguém há de negar: Financia nos países inimigos uma política que irá enfraquecê-los, debilitá-los.

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Lembro-me que há um bom tempo, em eras antediluvianas, li, no Jornal Rascunho, um artigo, cujo autor, melhor, autora, não me lembro, que trata da Metamorfose, de Franz Kafka. A autora afirma que George Samsa não se converte em uma bicho peçonhento, um inseto asqueroso, uma barata, ou algo que o valha. Nada disso. A palavra alemã que designa o “bicho” na verdade, assim me lembro do pouco que minha memória conserva do artigo registrado, indica um estado espiritual de George Samsa, e não físico. E é tal palavra intraduzível. Os familiares de Samsa viram um monstro espiritual, e não um bicho repulsivo. É um caso kafkiano. Parece que além dos alemães, ninguém mais entendeu a sina do mais famoso personagem de Franz Kafka. Ou nem eles a entenderam? Tenho de encontrar tal artigo. Procurei-o, ontem, no Google. Não o encontrei.

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Leio, no Facebook, artigos de vários autores, todos ótimos, a versarem sobre os mais variados temas. Aqui, alguns escritores que muito me ensinam: Neto Curvina, Carlo Manfredini, Flávio Lindolfo Sobral, Cesar Ranqueta Jr., Eduardo Levy, Raquel Brugnera, Daniel Fernandes, Paulo Cursino, Silas Feitosa, Marco Frenete, Glauco Paludo Gazoni e Sérgio Camargo, este, presidente da Fundação Palmares.

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Dizem que as redes sociais são meios de se perder tempo; ora, nas redes perdem tempo quem não sabe bem usá-las. Sempre encontro, sempre, todos os dias, nelas, coisas de alto valor.Além de usar o Facebook, uso, também, o GETTR, o MeWe, o Likabout, o Gab.ai e o Bom Perfil. Dentre eles, recorro mais ao Facebook, que tem maior público e mais usuários do que os outros, e é nele que encontro muito do que procuro; as outras redes sociais ainda estão engatinhando.

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Se os anti-bolsonaristas, pessoas que se dizem anti-autoritárias, fossem de fato o que dizem ser, comparariam o presidente Jair Messias Bolsonaro ao Stálin, ao Mao, ao Fidel, ao Pol Pot, e não apenas ao Hitler e ao Mussolini. Mas eu os entendo. Eles têm os seus autoritários de estimação.

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Li um volume de Filosofia com trechos da obra Tratado dos Sistemas, de Condillac, publicado, pela Abril Cultural, na coleção Os Pensadores. Condillac, em outras palavras, afirma que os filósofos, perdidos em abstrações, escrevem muita asneira. Antes, eu lera, de Will Durant, pela mesma coleção, uma História da Filosofia onde o filósofo americano, ao final de cada capítulo, dedicado a um pensador, tece, em poucas palavras, alguns comentários expondo os dados negativos da filosofia deles. O que se conclui daí? Que os filósofos pensam, e pensam, e pensam, e pensam… E batem cabeça, o tempo todo. A aventura que eles decidiram viver é emocionante.

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Há cientista que acreditam, piamente, que um dia eles irão desenvolver uma teoria de tudo, de tudo o que há. A Teoria de Tudo, que explicará o Universo, a Vida. E que reduzirá tudo a uma fórmula matemática. Presunçosos os cientistas, não!? Crédulos.

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Os brasileiros precisamos aprender a valorizar os brasileiros talentosos, inteligentes, geniais. Além do Mário Novello, temos o Newton Carneiro Affonso da Costa, matemático de valor universal, de quem ouvi, semana passada, uma entrevista, que ele concedeu a Murilo Ferraz, do site Filosofia Pop. Fala o matemático da Lógica Paraconsistente e de alguns capítulos de sua vida de sucesso. Está a entrevista em duas partes; são os áudios 43 e 44, cada um deles de aproximadamente uma hora de duração.

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Olavo de Carvalho costuma dizer que a palavra cachorro não morde; muita gente, no entanto, todavia, porém, entretanto, acredita que as palavras são coisas reais, fenômenos naturais.

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Se o macho da galinha é galo; se o macho da pata é pato, por que o macho da codorna é codorna? Devia ser codorno, não devia? Ou é melhor, em respeito, melhor, submissão, à ideologia de gênero, dizer, para a fêmea e para o macho da codorna, codorne? E assim vamos de gale, ou galinhe, e pate. É feio. E risível. Grotesco e arabesco. O horror! O horror! O horror!

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Já nada entendo do pouco que eu entendia. Até há não muito tempo, diziam os bem pensantes que, para se evitar ferir suscetibilidades de gente de sentimentos epidérmicos, devia-se substituir dos substantivos as desinências masculina e feminina pela letra “x”, que indica neutralidade de gênero; assim aluno e aluna ficariam alunx. A mesma regra valendo para o plural: alunxs. Que idéia de jerico. Como se pronuncia alunx e alunxs? “Alunxs” e “alunx” são palavras, ou sequências de letras? Agora, abandonada tal idéia, que era de jerico, inventaram outra idéia, de jerico também: Substituir as desinências masculina e feminina dos substantivos pela letra “e”. E fica assim alune e alunes. Pode-se lê-las. Mas, pelo amor de Deus! Que cérebro concebeu tão brilhante despautério!?

Para encerrar: Desinências masculinas e femininas, ou desinêncies masculines e feminines? Brinco, mas a coisa é séria. Quero dizer, “e coise é série”.

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