Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. Nova Linguagem

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito.
Estamos cientes da dominação da linguagem padrão, que é burguesa, nas escolas brasileiras, linguagem que está a corroer o pensamento dos brasileiros. A Língua Portuguesa, [patrimônio que nos legou Portugal, a pátria-mãe] [maravilha, flor do Lácio], como sabemos, é um instrumento de lobotomização, que perpetua, no pensamento dos brasileiros, a mentalidade dos portugueses, do império [que erigiu um país imenso] colonizador, que assolou a África, escravizou os negros, e enviou-os, com navios negreiros fétidos, para o Brasil, sua colônia, explorada, maltratada e seviciada. Para a felicidade da Nação, [Princesa Isabel, Joaquim Nabuco, e outros artífices da liberdade] Zumbi dos Palmares, [escravocrata crudelíssimo, que, herdeiro legítimo da cultura ditatorial de governantes das nações africanas, erigiu, no coração das matas brasileiras, um quilombo, e dominou, com mãos de ferro, os quilombolas, seus súditos, seus escravos, transplantando, para o Brasil, a crudelíssima cultura dos reis africanos], o verdadeiro libertador dos negros, que, subjugados pelos portugueses, comiam o pão que o diabo amassou, nobre, de caráter ilibado, inspirado por ideais humanitários, conquistou a alforria do seu povo sofrido.Em substituição ao idioma do império opressor, substituiremos o idioma português padrão, instrumento que Portugal até hoje maneja para nos oprimir, submete-nos à cultura européia, que nos sufoca, nos vergasta, nos escraviza, pela Língua Brasileira, falada pelos brasileiros.

Defendemos, com [unhas e dentes, a ferro e a fogo] a foice e o martelo, o estabelecimento da linguagem brasileira, da gema do povo, como padrão oficial da Língua Brasileira, escrita e falada, com raízes na autêntica, pura, cultura popular brasileira, isenta de influências externas, e não a importada de adventícios escravizadores e colonizadores. Anacolutos e metáforas futebolísticas serão obrigatórias nos textos oficiais e nos manuais de redação.

O Partido conduz o povo brasileiro [à guerra civil, e à miséria, e à podridão moral e ética] ao paraíso comunista. Mao Dzedong, é bom que se diga, não é mau; é revolucionário [humanicida] humanitário. E Deng Xiao Ping – é inadmissível o trocadilho Deng e dengue; todos os trocadilhos desrespeitosos e desabonadores envolvendo os nomes dos excelsos e lídimos revolucionários serão proibidos -, que defendia a idéia, como ele expressou não raras vezes, que ensina que o gato tem de caçar os ratos, fosse qual fosse a cor deles, e matá-los, esqueceu-se, involuntariamente – conquanto sábio, equivocando-se, tomou uma decisão contraproducente -, que os inimigos da revolução comunista poderiam empregar – e empregariam – contra os gatos os cachorros.

Estabelecemos, também, a obrigatoriedade da apresentação, diária, dos [tediosos, insossos, e injustificadamente extensos, intermináveis] magistrais e animadores discursos do comandante Fidel e de Hugo Chaves aos alunos brasileiros.

Nas escolas, substituiremos as ciências química, física e biológica, criadas pelos burgueses, por similares inspiradas nas [asneiras marxistas] verdades reveladas por Karl Marx. E à astronomia incorporaremos a estética comunista, e não a [religião] inspirada nas superstições cristãs [concebida por homens da Igreja, que enriqueceram, enormemente, tal ciência, sendo a contribuição deles inestimável]. E a engenharia, e a medicina, e a advocacia, e a arquitetura, a pintura, enfim, todas as ciências, todas as artes, terão de, obrigatoriamente, abandonarem a estética burguesa, e adotarem a comunista. E serão alterados o mapa astral, o mapa estelar e o calendário, três obras, sabemos, criadas pela classe média capitalista ocidental.

No calendário atual, os doze meses, todos concebidos em homenagem a doze imperadores romanos, aludem aos doze apóstolos. No calendário comunista que iremos criar haverá treze meses, que receberão nomes [de genocidas, anti-cristãos, assassinos, psicopatas] dos heróis do movimento comunista internacional: Marx, Engels, Proudhon, Mao, Lênin, Stalin, Pol Pot, Che Guevara, Prestes, Sartre, Trotsky, Gorki e Castro.Aboliremos a cor branca, que é a fusão de todas as cores, e o prisma, e a teoria de Isaac Newton, pois estes três elementos, a cor, o objeto e a teoria newtoniana, pertencem à ideologia [democrática] capitalista opressora.

Estabeleceremos o vermelho como a cor oficial do Brasil – e a camisa da seleção brasileira de futebol será vermelha.

Aboliremos o samba, pois a maledicência e a malemolência ferem os nossos brios [patrióticos] marciais e revolucionários.

O ano estelar se iniciará no dia correspondente ao do nascimento de Karl Marx, e se encerrará no correspondente ao da morte dele. E o ano 1 da era marxista coincidirá com o do nascimento de Karl Marx.

Interpretaremos todos os eventos sob a ótica marxista, e desconsideraremos todas as interpretações que contestam o movimento. E todos os eventos têm de se conjugarem com a proposta do Partido; os que não possuem vínculo com o Partido estarão irrevogavelmente errados.

A propriedade é um roubo, excetuando a dos líderes revolucionários que servem à causa do Partido.

Estabeleceremos apenas um tipo sanguíneo, o R C M (Revolucionário comunista marxista), pois as distinções de tipos sanguíneos são idéias burguesas, capitalistas.

Avante camaradas!De Leninevitch Stalininski

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Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. China

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito.
Antes de tratar da China, um prefácio, no qual comento as perniciosas transformações pela quais passam o mundo capitalista sórdido, crudelíssimo, [o enriquecimento] de eliminação de pessoas [elevadas] reduzidas à miséria mais abjeta. O progresso tecnológico redunda, com a mecanização e robotização, não apenas das indústrias, mas, e principalmente, das famílias burguesas [livrando-as de tarefas árduas, rotineiras, estafantes, concedendo-lhes tempo para se dedicarem á tarefas mais criativas] e, consequentemente, expande o lucro, produto da exploração da mão-de-obra operária, enriquecendo os capitalistas, e empobrecendo o trabalhador, demitidos, estes, porque dispensáveis, como peças substituíveis.

A mecanização e a robotização, dizem os sórdidos capitalistas, melhoram o ambiente de trabalho e elevam o padrão de vida do trabalhador. Tal discurso, peça de propaganda para ludibriar os trabalhadores, que eles exploram desde a Revolução Industrial. A mecanização e a robotização do projeto capitalista burguês [que eleva o padrão de vida das pessoas, que não se ocupam mais de tarefas árduas, que lhe ocupam tempo que elas poderiam dedicar a tarefas que lhes oferecem bem-estar e lhes permitissem o aprimoramento dos seus talentos, da sua criatividade, da sua inteligência, propiciando o desenvolvimento da civilização, o enriquecimento da humanidade, criando novas indústrias, novas tecnologias, como ocorre desde os primórdios da civilização] revelam a face sórdida dos capitalistas, que coincide com a que Karl Marx descreveu, fielmente, [na bíblia comunista] no Capital, fonte de sabedoria proletária, e o projeto, desumano, de eliminação de trabalhadores, as vítimas preferenciais dos capitalistas.

Encerrado, aqui, uma síntese do objetivo dos capitalistas com a ininterrupta mecanização e robotização das fábricas e da sociedade [que redundou no enriquecimento geral e no progresso da civilização], passo, agora, a considerar os efeitos deletérios do setor de serviços na vida dos trabalhadores operários.

Com a redução da mão-de-obra operária, que se deu com a mecanização e a robotização das fábricas, os capitalistas, ávidos pelo lucro, criaram o setor de serviços, e neste setor os trabalhadores não são proletários autênticos; são trabalhadores cooptados pela burguesia. Não trabalham; exercem função servil aos capitalistas, ao atendê-los nas suas fantasias consumistas; e não percebem que [não trabalham em ofícios insalubres e não exaurem as forças em tarefas desumanas] são por eles explorados, alienados, tratados como seres servis, sem [alma, inteligência] consciência proletária, a qual eles lhes extraem, ao oferecerem-lhes mordomias pequeno-burguesas, desvirilizando-os, emasculando-os. E decorre de tal política [mercantil – o bem-estar da população das nações ocidentais capitalistas e o das nações orientais sob intensa influência ocidental] o hedonismo, o narcisismo dos frequentadores – trabalhadores operários (mesmo que eles não sejam operários, mas prestadores de serviços) e estudantes -, vadios e desocupados todos eles, dos shopping-centers e dos cinemas-pipoca, que lhes oferece, unicamente, produtos para consumo e entretenimento, desviando-lhes a atenção para atividades irrelevantes, dispensáveis, que lhes devastam [o espírito] a inteligência trabalhadora. E no bojo de tal política [libertária, humanista, de constante e ininterrupto progresso e melhoria do padrão de vida], que exalta os prazeres, o consumismo, a crueza de caráter, a insensibilidade, a insensatez, a inconseqüência, a irresponsabilidade, o descompromisso, há a [liberdade] libertinagem sexual. Os burgueses capitalistas ocidentais ludibriam os trabalhadores ao lhes fornecerem argumentos capciosos, que os persuadem, ludibriando-os, a abandonarem o trabalho árduo de constituição da sociedade proletária, de concretização do comunismo, do socialismo, e a ocuparem tempo e a consumirem energia a gozarem prazeres, dentro eles os de consumirem adornos pequeno-burgueses, os quais eles podem adquirir devido o aumento do salário mínimo, que lhes aumenta o poder de consumo e os afastam dos movimentos proletários.

Todos os pontos tratados acima, mecanização e robotização das fábricas e da sociedade, o setor de serviços, o salário mínimo, participam do projeto capitalista burguês ocidental de demolição da liberdade socialista. E a China, antes tão sábia, caiu na armadilha que lhes prepararam. A China, até há vinte e tantos anos tão zelosa na manutenção do ideal [humanicida e liberticida] humanitário e libertário, como o registram os livros de história (e um dos emblemáticos episódios que registram tal zelo [genocida] social-comunista libertário é o [da matança] da contenção da ação dos contra-revolucionários ocidentalizados na Praça da Paz Celestial), abandonou [a sua cultura milenar, budista e taoísta, fontes de sabedoria] a sua política humanitária de inspiração comunista. Prestou-nos desserviço ao baratear o preço dos produtos no mercado internacional, principalmente os produtos eletrônicos. Favorece o capital, o governo e a indústria estadunidense, ao abandonar práticas econômicas socialista. E os Estados Unidos transferem o trabalho braçal então executado pelos estadunidenses aos chineses e concentram-se no desenvolvimento de projetos de novas tecnologias cuja margem de lucro é maior do que a do trabalho braçal, e investem o lucro no desenvolvimento de tecnologia burguesa mais sofisticada, superior à chinesa. A China deu um tiro no próprio pé. A burguesia cresce na China. A classe média chinesa é composta de 300 milhões de pessoas, e muitas delas estudaram em universidades estadunidenses e aprenderam sutilezas ideológicas do neoliberalismo estadunidense, e estão a coonestar projetos criminosos de dominação do capital, enfraquecendo, portanto, o trabalhador (operário e agricultor) chinês, e enriquecendo e aumentando o poder de consumo da classe média burguesa chinesa, favorecendo esta, em prejuízo daquele, que [sofre nos campos e nas regiões mais pobres] atualmente, usufrui de [baixo] elevado padrão de vida, [inferior] superior ao dos países capitalistas ocidentais.

Não incorreremos no mesmo erro no qual incorreu o governo chinês [que permitiu que o povo chinês se enriquecesse ao adotar práticas econômicas capitalistas, se convertessem em consumidores consumistas e abandonassem o chão das fábricas e trabalhos degradantes, e estudassem em universidades estadunidenses, aprendendo, nelas, conceitos de ideais liberais, e de respeito às liberdades dos indivíduos]. Não admitiremos que multinacionais estadunidenses instalem-se no Brasil, [e assim gerem empregos no Brasil, enriquecendo os brasileiros], enfraquecendo o movimento proletário e fortalecendo a burguesia capitalista esnobe, favorecendo o consumismo desenfreado e o conseqüente endividamento do povo brasileiro trabalhador. Para a nossa sorte, o povo brasileiro, jovem, não tem o orgulho dos provectos e insensatos chineses, que, rivais do Grande Império Capitalista do Norte, produziram dois efeitos contrários aos propósitos do partido: Aumentaram a burguesia chinesa; e liberaram os estadunidenses de trabalhos braçais, concedendo-lhes tempo livre para se concentrarem em projetos de desenvolvimento tecnológico, que lhes aumentam, formidavelmente, a renda e o poder.

Avante, camaradas!

De Leninevitch Stalininski

Fake News, Discurso de Ódio, Democracia, Liberdade de Expressão…

Fake News: toda notícia que não me agrada.
Discurso de Ódio: toda idéia que não me agrada.
Democracia: sistema político que não admite a disseminação de fake news e discurso de ódio.
Liberdade de expressão: expressar publicamente idéias que não sejam discurso de ódio e publicar notícias que não sejam fake News.
Justiça: eu e meus aliados somos inocentes de todos os crimes que nos imputam; e meus inimigos são culpados de todos os crimes que lhes são atribuídos.
Ato violento: toda ação humana física e verbal que fere meu corpo e meus sentimentos.
Ato pacífico: todas as minhas ações.
Negacionista: toda pessoa que não admite que eu, um seguidor da ciência, sei o que é cientificamente válido.
Terraplanista: toda pessoa que não reconhece a minha superior formação científica.
Racista: toda pessoa que não concorda com as minhas idéias acerca do que é e não é racismo.
Fascista: toda pessoa que não concorda com a minha ideologia.
Extrema-direita: toda pessoa que não concorda com as minhas idéias políticas.
Nazista: toda pessoa que não se prosterna, humildemente, diante de mim.
Genocida: toda pessoa que eu digo que é genocida.
Masculinidade tóxica: tudo o que se refere ao masculino.
Estado democrático de direito: a estrutura estatal, desde que atenda aos meus interesses.
Demagogia: toda ação política que favorece os meus inimigos.
Intolerante: toda pessoa que, além de não concordar comigo, ousa defender as próprias idéias.
Ditadura: todo governo que não permite que eu imponha à sociedade a minha ideologia.
República democrática: todo estado que impõe ao povo a sua ideologia, desde que seja esta a que eu defendo.

Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. Escritores geniais

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito.
Os nossos literatos, produzidos pela nossa ideologia, encantam multidões em todo o mundo. Representam a [fraqueza] [debilidade] força do nosso pensamento: Gabriel Garcia Marques e José Saramago são, respectivamente, o maior escritor das Américas e o maior escritor da península ibérica. José Saramago, Nobel de Literatura (o maior erro da sua vida foi aceitar a premiação concedida pela burguesa Academia Sueca; fiel ao ideal comunista foi Sartre, que a rejeitou) escreveu livros de altíssima qualidade, muito bem acolhidos, inclusive, pelos burgueses capitalistas europeus. Perdoamos-lhe o deslize: o de aceitar o dinheiro oferecido pela Academia Sueca, [excelente], que [promove] embora favoreça literatura [de elevado valor] burguesa, obrigou-se a reconhecer o talento ímpar do escritor lusitano que melhor traduziu a [horrenda] [nobreza] superioridade moral da ideologia socialista [malsã] promotora de [injustiças e miséria e morticínio] justiça social. Perspicaz, ele demoliu a pontuação, invenção burguesa, e criou um novo estilo literário irrivalizado. Outro deslize que ele cometeu: o qual também lhe perdoamos, foi o do anúncio de criticas ao [ditador] comandante Fidel, que [havia mandado matar três jornalistas], em defesa do ideal social-comunista, e para impedir uma contra-revolução tardia, na manutenção [do sistema totalitário que ele, secundado por Che Guevara, um covarde e traidor, que mereceu morrer nas selvas bolivianas, instituiu, em Cuba, oprimindo três gerações de cubanos] da integridade de Cuba, foi forçado a desfechar um golpe certeiro em profissionais da mídia burguesa, que almejavam a sua queda e a implantação do capitalismo na mais importante ilha caribenha. Entendemos que, Saramago, provecto – infelizmente, ele não é dotado de fibra equivalente à do [inescrupuloso] comandante Fidel -, fraquejou, como se sucede com os valetudinários, ao perder, momentaneamente, a têmpora e a sanidade. Insanidade passageira superada, recuperada a lucidez, ele escreveu Caim, um produto legítimo da [idiotice intelectualóide de escritores engajados] ideologia revolucionária.

Avante, camaradas!

De Leninevitch Stalininski

Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. [Deseducação] Educação

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito. 
A educação é imprescindível ao sucesso do estabelecimento [do governo autoritário] da libertação do povo. Os pensamentos de todas as pessoas têm de convergir para o bem comum [que será alcançado com a tomada de poder pelos comunistas do mundo unidos], desejo de todas as pessoas que desejam a paz universal.A união faz a força, e a força, o poder, e o poder, o poder.

Nossa doutrina educativa pedagógica freiriana dos [chorões reivindicadores espasmodicamente convulsionados] oprimidos enervam os burgueses capitalistas das democracias liberais ocidentais. Elevará as crianças [vocábulo que temos de, obrigatoriamente, eliminar dos dicionários, pois remete às eras tétricas antediluvianas (antemarxinianas, antestalinianas e antimaoeanas)], que, hoje, nos países burgueses capitalistas ocidentais, espojam-se no monturo [moral] ideológico judaico-cristão, greco-romano, a mente entorpecida com ópio popular oferecido nos templos católicos (católicos bons são os insignes Frei Beto e Leonardo Boff, e os integrantes da CNBB), [à condição de insensíveis e desumanas máquinas de matar] ao paraíso socialista [comunista liberticida] libertário humanista (eis um pleonasmo, patente, o qual eu poderia evitar; no entanto, decidi salientar, no meu amor pelo socialismo democrático – pleonasmo que eu também poderia evitar, mas não o evitei para salientar o meu amor pelo marxismo) e as conscientizará do férreo poder da esquerda mundial e da capacidade singular de os vermelhos fazerem deste mundo [um inferno] um lugar [pior] melhor para se viver. Outro mundo é possível, sabem todos os comunistas genuínos [e neste outro mundo os comunistas exterminaremos todas as pessoas que não são obedientes ao Partido]. Nos países comunistas há democracia até demais, sabem os comunistas autênticos. Camaradas do mundo, nunca antes na história do mundo, houve um [Apedeuta] Grande Líder tão maravilhoso, ciente do [mal] bom anúncio de seu nascimento. Três [profetas] revolucionários, Stalin, Lênin e Trotski, testemunharam o seu nascimento, alvissareiro. Ele, [o Apedeuta], o Grande Líder, o Ungido, prestidigitador justo, de porte [hercúleo] marxista, dotado, o demiurgo do sertão, de talentos comunistas irrivalizados, erigirá, na Terra [o inferno dos Gulag, o paraíso], a civilização socialista [humanicida] humanitária. No transcurso de dez anos, avançamos em nosso [avanço] projeto para o estabelecimento do [nosso projeto democrático] governo mundial, com o apoio da F.A.R.C. [e do P.C.C.], sob a égide da O.N.U. e das O.N.G.S., às expensas do erário público, do tesouro nacional, e da capitação de recursos por meio da [extorsão] cobrança do Imposto de Renda, manancial da qual extraímos recursos [extorquidos dos] oferecidos por [cambada de otários] benévolos e gentis cidadãos das [repúblicas democráticas] nações socialistas e comunistas cientes de que, para a ereção do outro mundo possível é imprescindível a convergência à causa comum, a instalação do Governo Comunista Mundial, da energia de todos os [otários e imbecis] cidadãos exemplares e da dedicação à causa [totalitária] democrática socialista e a conjugação dos verbos aprender e ensinar (gramática, atividade dos burgueses desocupados insensíveis, é [imprescindível à educação], prescindível [para a idiotização] à ereção de uma sociedade [injusta e desigual] justa e igualitária).Neste artigo, e nos que se seguirão a este, apresento as minhas contribuições para a [miséria e o sofrimento] felicidade dos humanos de todo o mundo, que se dará com a indispensável contribuição dos [bichotários, ambientários, ecologistários] ecologistas [humanicidas] humanitários do G.R.E.E.N.P.E.A.C.E.. A minha [valiosa] humilde contribuição é apenas uma pá de areia para a construção do edifício do Comunismo Mundial.

Não posso sonegar a informação: Contribuíram para o meu trabalho as teses concebidas pelo vigoroso intelecto de Marilena Chauí, intelectual da intelligentsia [tupinambá] tupiniquim, mulher [feminina] feminista, dotada de simpatia natural e [feiúra repulsiva] encantos inúmeros, e Emir Sáder, autor da melhor biografia jamais escrita do Getulho, dentre outros renomados [intelequituais] intelectuais da intelligentisia [da pátria] do comunismo [brazileiro] brasileiro. Essas [cabecinhas de ostra] cabeças pensantes representam o que há de [pior] melhor na [baixíssima] elevadíssima cultura comunista [mundial] do globo terrestre, cuja configuração esférica impediu que a [fantasmagórica] crise econômica burguesa e capitalista originada nos Estados Unidos da América do Norte atravessasse o oceano Atlântico e desembocasse na Pátria [Odiada] Amada, como tsunamis. Era apenas marolinha, a crise econômica. Os estadunidenses brancos, loiros e de olhos azuis, sórdidos capitalistas inescrupulosos [enriqueceram] devastaram dezenas de países para acumularem a fortuna do universo, quiçá a da galáxia, a de Cuba, a da Coréia do Norte e a do Irã. Estadunidenses invejosos! Não pretendo me estender em demasia neste artigo. Não discorrerei com argumentos minuciosos. Serei sucinto, pois nós comunistas [, que desprezamos a cultura ocidental] não temos tempo a perder com a leitura de textos extensos, que nos provocam azia. Deixemos os intransigentes burgueses capitalistas ocidentais da ultradireita, moralistas folclóricos, com os livros, recheados de inutilidades, escritos por pessoas que fracassaram na vida e refugiaram-se na leitura das obras de escritores e políticos desocupados, burgueses insensíveis, sujeitos insignificantes de mente carcomida. Que se extraviem, os malditos burgueses capitalistas da ultradireita extrema.

Vamos ao tema que me pôs a caneta entre os indicador e o polegar da mão direita: Inculcar nas crianças a hostilidade às práticas capitalistas burguesas de [de construção de nações ricas e prósperas, que oferecem ao povo bens que os países socialistas não podem ofertar-lhe] devastação do meio ambiente e do avanço da humanidade insensível à Mãe Gaia. [Ave, James Lovelock!] James Lovelock! Traidor! Herege! Ao evocar tal nome, sinto borborigmos no estômago. Vide o Japão. Insensível ao curso da natureza, estorvou – ecologicamente criminoso – o avanço das águas do oceano sobre as ilhas japonesas, obliterando, assim, as mudanças da evolução da Mãe Gaia. Com as tecnologias de que dispõe, a Nação do Sol Nascente (e do Sol Poente), impede a Mãe Gaia de empreender, no seu [santificado] natural corpo celeste, a salvação da vida. Para o [inferno] Gulag os japoneses, criaturas ignóbeis, reincidentes na agressão à Mãe Gaia. Louvemos os haitianos e os filipinos, que jamais impuseram empecilhos à ação [divina] natural, revolucionária, da Mãe Gaia rumo à perfeição.

Avante, camaradas!

De Leninevitch Stalininski

Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. [Morte] Ato de Liberdade pós-Natal

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito.
Há políticas prementes a se estabelecer, [se necessário enviando os recalcitrantes aos campos de concentração], para construir, na Terra, [o céu, o paraíso], a utopia socialista, e oferecer ao povo, que [será esmagado pela] usufruirá da igualdade [perante o partido] de condições, de todos os bens [criados pelo livre-mercado] construídos pelos operários. Inúmeros são os pontos da nossa política liberticida] libertária. Destacaremos, hoje, um deles, que é imprescindível à [demolição da civilização cristã] ereção [do paraíso] da utopia socialista sonhada pelo insigne Karl Marx: o [da Morte] do Ato de Liberdade pós-Natal. Qual a razão de nos dedicarmos à esta [matança sangrenta] política humanitária? Para compreendermos a [sem-razão] razão da atenção que dedicamos ao tema, recuaremos, no tempo, para apresentar a origem da história da civilização ocidental, [a única civilização que ofereceu aos homens a liberdade], que oprime os homens e as mulheres, distinguindo-se da [terrível civilização opressora] humanitária e libertária civilização islâmica. Os livros de História Universal ensina-nos que nasceu, há mais de dois mil anos, em uma região sáfara, um menino, que veio a receber o nome de [Nosso Senhor] Jesus Cristo, cujo nascimento anunciou-o a estrela de Belém, e três [feiticeiros] magos o presentearam com mirra, incenso e ouro. E [Nosso Senhor] Jesus Cristo, já adulto, perambulou por uma vasta região, e disseminou as suas [palavras de sabedoria] sandices, tomadas pelos seus seguidores como palavras de sabedoria, as quais os evangelistas trataram de disseminar por todo o planeta, [libertando] corrompendo os homens e as mulheres [educando-os para o amor a si mesmo e o amor ao próximo, libertando-os, portanto, de pensamentos que lhes esmagavam coração e mente]. O ponto culminante da civilização ocidental foi a Revolução Industrial, [que enriqueceu a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, duas nações cristãs que elevaram o padrão de vida dos seus respectivos povos], que debilitou, e desvirilizou, e emasculou, e entibiou homens e mulheres.

Apresentado este resumo da história [da bem-sucedida e vitoriosa civilização ocidental] do cristianismo, e da sua [bondade inerente] sordidez, bem sucinto, como se lê, compreendemos a origem do pensamento [libertário] liberticida inculcado nos povos [livres] escravizados do ocidente.

Com a política [da Morte] do Ato de Liberdade pós-Natal, [mataremos milhões de infantes] salvaremos milhões de mulheres, [amadas] oprimidas pelos homens, [que as amas e as adoram], que as detestam, e as acorrentam os verdugos, e as vergastam [no ambiente do lar] nas casas, que são senzalas, cárceres, enxovias, ergástulos moralmente fétidos. A política [da Morte] do Ato de Liberdade pós-Natal poderá ser executada em qualquer época do ano, não obrigatoriamente após à [belíssima, encantadora] sórdida comemoração natalina burguesa-capitalista do nascimento de [Nosso Senhor Jesus Cristo] um judeuzinho ranhento em um monturo, nascimento testemunhado por três [reis] vagabundos errantes que atendiam, um, pelo nome de Gaspar, outro, pelo de Belchior, e outro, pelo de Baltazar. Poderá ser executada, também, antes do Natal, ou antes, ou depois, de qualquer outra efeméride [religiosa] burguesa da ultradireita radical, conservadora, fundamentalista e fascista cuja mentalidade está impregnada de valores inquisitoriais da era das [luzes] trevas medievais (tais como a Páscoa – os coelhos capitalistas burgueses põem ovos de chocolate -, a quarta-feira de cinzas, o dia da Independência – que, na verdade, é o dia da dependência aos Estados Unidos – e o dia da Proclamação da República, que foi financiado pela CIA). E, saliente-se, não é imprescindível a sua execução na véspera ou no dia subseqüente às efemérides; pode-se executá-la, na antevéspera, ou três dias, ou quatro dias, ou qualquer dia antes ou depois delas.

Em que consiste [a Morte] o Ato de Liberdade pós-Natal? [A morte] O Ato de Liberdade pós-Natal é um dos pontos principais do projeto [liberticida e genocida] socialista de [corrosão da sociedade cristã] libertação das mentes [dos indivíduos] do povo, subjugado pelo capitalismo, que [gerou riqueza e garantiu as liberdade dos indivíduos] aumentou a desigualdade de renda e matou milhões de pessoas de fome e [liberta] oprime povos em todo o mundo. E [oprime] defende as mulheres, libertando-as das correntes conservadoras de fundo cristão fundamentalista – perdoem-me o pleonasmo. Sabemos que desde o nascimento, na manjedoura, de [Nosso Senhor Jesus Cristo] um judeu ranhento, que, diuturnamente, sujava os cueiros, as mulheres são [respeitadas] oprimidas e [bem-tratadas] mal-tratadas. Inspirados pelas idéias [benéficas] maléficas daquele ilustre personagem, teólogos, filósofos e políticos elaboraram doutrina que [eleva] rebaixa a condição da mulher a objeto dos prazeres luxuriosos dos homens, que passam a ser os seus proprietários. E o enlace matrimonial é a corrente que [liberta] oprime as mulheres. E o corpo das mulheres tornou-se, então, propriedade do homem, que dele pode usar o abusar quando bem entender. E os homens deles usam e abusam quando bem entendem. A mulher, defendemos, [proprietária de seu corpo], tem um corpo, que não é propriedade sua, pois a propriedade como idéia é um [valor que muitos benefícios] ideal corrosivo de [alma] inteligência dos humanos; o corpo da mulher é um bem comum, [para uso e abuso de todos os socialistas – tal ideal é desejado pelos revolucionários que almejam a aniquilação da civilização judaico-cristã, e o corpo da mulher é um instrumento de corrosão], e a mulher não pode usá-lo como bem entender, como o defendem os incautos, pois, sendo bem comum, tem de ser usado com vista à criação da sociedade [libertária genocida] igualitária socialista. [Considerando essa propriedade exclusiva] Tendo em vista o seu uso comum, e não compartilhável com um homem apenas, a mulher pode alterá-lo, seguindo, sempre, o ideal socialista que [a oprime e a despreza] visa a sua libertação do jugo masculino. De seu corpo a mulher pode fazer-se e desfazer-se como bem entender; ela nada deve aos homens, nem satisfações, nem explicações. Ciente desta condição, a mulher, portanto, pode em seu corpo inserir o que desejar, e dele retirar o que lhe desagradar, o que a incomodar. E o ideal socialista, ao contrário da civilização judaico-cristã, concede-lhe esse direito. Milhões de mulheres submetem-se a cirurgias plásticas para alterar aspectos, que as desagradam, de seu corpo, e o direito de fazê-lo é inalienável. Todavia, os cristãos fundamentalistas, os conservadores antiquados – perdoem-me o pleonasmo – não desejam conceder-lhes o direito de [matar crianças em seu estágio intra-uterino] se livrarem de corpos estranhos que lhes adentram, em muitos casos sem o consentimento delas, em outros sem elas os desejarem, os corpos, e se lhes alojam no útero. E as mulheres, então, são obrigadas a carregarem [uma criança] um corpo estranho, uma coisa, com elas durante nove longos e desgastantes meses, podendo vir a falecerem para conservá-lo dentro delas. [Matar as crianças embrionárias] Libertar as mulheres deste fardo é a proposta [de Morte] do Ato de Liberdade pós-Natal. [A Morte] O Ato de Liberdade pós-Natal é [liberticida e infanticida] libertário e humanitário. Todas as mulheres, grávidas ou não, providas de senso-comum socialista, comunista, progressista, stalinisticamente e maoisticamente corretos, têm de apoiar tal política, [ou o Partido as fuzilará ao paredón, sem perder a ternura, ou as enviará para o Gulag], se assim o desejarem; e as recalcitrantes serão persuadidas a apoiarem-na ao compreenderem as razões para a sua implementação.[No seu avanço gradativo de imposição dos ideais socialistas liberticidas, com a ocupação gramsciana dos espaços nas universidades, na mídia, no cinema, na literatura, remunerando, regiamente, blogueiros, o Partido, elimina toda força de resistência ao seu projeto de poder absoluto; no entanto, ainda não obteve a censura da mídia e a centralização da polícia sob comando do executivo federal. Estamos a dois passos de estabelecermos o inferno socialista na Terra. Oprimindo] Libertando as mulheres de fardos que lhes exaurem as forças, concedemos-lhes o usufruto de seu corpo, para o seu benefício e bem-estar. [A morte] O Ato de Liberdade pós-Natal é uma das medidas do programa de adoção dos ideais socialistas, [que dizimaram cem milhões de almas humanas], que libertaram milhões de seres humanos do jugo capitalista ocidental de inspiração judaico-cristã.

Avante, camaradas!

De Leninevitch Stalininski

Pensamento Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos. Lei da Palmada

Nota: Os trechos entre colchetes estão rasurados no manuscrito.
Em defesa da Lei da Palmada, a minha contribuição:

Agredir crianças é um atentado contra a humanidade. Nas burguesias capitalistas ocidentais e nas neoliberais e [humanitárias] desumanas sociedades judaicas e cristãs, o pai [no uso de sua legítima autoridade natural], defensor intransigente do pátrio poder, e a mãe, defensora histérica do mátrio poder, não admitem, que o Estado lhes [usurpem a autoridade natural] [oprimam] eduquem os filhos, usando, para tanto, de [técnicas abusivas] métodos pedagógicos de vanguarda, [convertendo-os em agentes revolucionários fiéis ao Partido e voltando-os contra seus pais], aprimorando-lhes os talentos. Os [espiões cubanos] agentes especiais [infiltrados] que trabalham no ocidente registraram cenas grotescas das torpezas das famílias pequeno-burguesas e das pequenas famílias burguesas capitalistas ocidentais, de pais e mães a agredirem crianças indefesas com bastões de baseball, cabos de vassoura, cabos de rodo, chinelos, mangueiras, e, pasmem, camaradas, com as palmas das mãos, a lhes ferirem as nádegas [angelicais] infantis. [Estamos cientes de que casos de violência familiar corresponde à ínfima parcela das famílias ocidentais; todavia, destacamos os casos existentes, e, com apoio da grande imprensa, que é-nos aliada, damo-los como retrato fidedigno da cultura pequeno-burguesa capitalista ocidental de inspiração cristã]. No nosso país, que, almejamos, se converterá [num paraíso] numa civilização comunista socialista [humanicida] humanitária, educaremos as crianças, sem agredi-las, [usando-as] como instrumento da destruição da sociedade burguesa. Explico-me: Assim que um pai burguês (ou mãe burguesa) empunhar um cabo de vassoura (instrumento bélico encontrado em todos os lares burgueses), acionaremos os nossos agentes (O.N.G.S., C.N.B.B., O.N.U., G.R.E.E.N.P.E.A.C.E., etc.), que pressionarão o Estado para adicionar, nas leis do desarmamento, a obrigatoriedade do direito de entregar tais apetrechos bélicos às autoridades. Não podemos, no laborioso trabalho de ereção do edifício comunista, admitir a posse, pelos cidadãos burgueses, de armas tão letais. Letais, sim! O pai (ou a mãe), punhos cerrados, fúria nos olhos, desfere, com o cabo de vassoura, no lombo, na cabeça, do pequenino e indefeso filho (ou filha) pancadas violentíssimas. A agressão é desmesuradamente violenta e injustificada. Na técnica comunista-socialista de educação, por mim concebido com a minha legítima cabeça [de mentalidade totalitária] [opressora] stalinista e maoísta, conjugo a educação das crianças com a demolição da sociedade pequeno burguesa, abrindo espaço para o avanço da civilização comunista [genocida] por nós sonhada desde Karl Marx. Acompanhem a lógica de tal método pedagógico [nefasto, desumano] inspirado pelos luminares do socialismo e do comunismo: O meu inédito, singular (inusitado, diriam os burgueses capitalistas ocidentais, indivíduos desprovidos de lógica progressista) método, pode ser resumido em poucas palavras, pois, como todo aplicado estudioso do socialismo científico e das obras de Noam Chomsky e Paulo Freire, conheço o significado exato das palavras. (Sabemos que, na semântica esquiva dos burgueses capitalista, guerra é guerra, paz é paz, escravidão é escravidão, liberdade é liberdade. Nada mais falso. Nosso mentor, Orwel, com o seu diptíco, construiu a verdadeira obra comunista [totalitária e liberticida] libertária e coletiva de respeito aos humanos). No seu desejo, vão, os burgueses, para desmerecer nosso [liberticida] trabalho humanista, aventam as críticas mais [sensatas] absurdas. Não nos surpreendem, pois, não ignoramos, é o desejo deles, inconfessado, exibir elegância intelectual e erudição filosófica e política, unicamente. Os intelectuais comunistas [alimentam o desejo de exterminar todos os dissidentes] [de eliminar todos os que não se lhes são servis], dotado de senso crítico irrivalizado e os burgueses, destituídos de cultura revolucionária marxista, jamais apreenderão tal pendor analítico, detectam, e avaliam, o pensamento ignóbil subjacente à elegância do linguajar burguês capitalista, ocidental, judaico-cristão, escancarando, deles, a iniqüidade inata.

Provido, portanto, de pendores socialistas, escrevo, sem mais tardar, convicto da veracidade da ideologia [liberticida] libertária marxista.

Um pai (ou mãe) utiliza um instrumento, o cabo de vassoura, para punir o filho transgressor.

Destaque-se: o agressor: o pai; o instrumento de agressão: o cabo de vassoura; a vítima: o filho.

O meu método, simples na aplicação, mas complexo na sua elaboração, e rico no seu teor filosófico socialista e progressista, que raros indivíduos, privilegiados (os formados nas escolas marxistas de pensamento) apreenderão em sua totalidade, consiste em: O pai (educador) agarrar o filho, ou pela cabeça, ou pelos pés, caso ele transgrida as leis socialistas, demonstrando voluntariamente – e sempre é voluntária – e conscientemente – e sempre é consciente – desprezo pela verdade socialista universal, e o brandir como um cabo de vassoura, contra um burguês capitalista. Assim, para citar um ditado popular, ele mata duas cobras com uma cajadada. O raciocínio: A criança transgressora, brandida como um bastão, é o instrumento de educação de um burguês capitalista ferrenho e intransigente defensor da cultura capitalista opressora; o pai é o agente da educação do oprimido: a criança, influenciada pelas propagandas de empresas de bolachas e desenhos animados; o burguês é o educando insurgente hostil ao socialismo [liberticida] libertário e refratário à [mentira] verdade do realismo marxista científico de inspiração [humanicida] humanitária. Não é difícil perceber: na [educação] opressão capitalista burguesa, o pai é um [educador] agressor, o cabo de vassoura, o instrumento da opressão, e o filho, a vítima indefesa, que nasceu pura, livre de pensamentos pequeno-burgueses, capitalistas, ocidentais e judaico-cristãos, os quais ele introjetou durante a convivência com indivíduos conservadores ultra-direitistas, num ambiente poluído por ideologia [humanitária] humanicida, [libertária] liberticida, de [livre-comércio] servilidade ao capitalismo, [liberdade] de opressão religiosa, [liberdade] de censura de imprensa. No meu método pedagógico, o pai é o educador; a criança, simultaneamente instrumento de educação de si mesma e de um terceiro envolvido no processo; e o burguês capitalista, o educando. Aqui está, em rápidas pinceladas, o sistema educacional de promoção do progresso socialista para a ereção de sociedade [totalitária] libertária.

Um adendo: A Lei da Palmada e a Lei Nacional-Socialista de [Opressão] Direitos [Desumanos] Humanos são imprescindíveis à ereção, na Terra, da [opressão] libertação dos povos.

Encerro, aqui, esta missiva cujo teor surpreenderá até mesmo o mais aplicado estudioso da ideologia comunista. Um abraço, em apoio à ereção da construção do edifício [liberticida] libertário em prol da [desumanidade] humanidade dos humanos, que merecem a [prisão] liberdade num Gulag progressista de inspiração soviética e stalinista.

Avante, camaradas!De Leninevitch Stalininski.

Os seguidores da Ciência seguem qualquer coisa, menos a ciência. Histeria coletiva. Palavras e mais palavras. Aristófanes e os homens da lei. Notas breves.

Muitas pessoas, assim que, no distante ano de 2.020, ouviram falar sapienciais médicos e cientistas renomados, evoluíram, de homo sapiens para homo seguidoris cientificus – que me perdoe o leitor o péssimo latim, que é dos latinos, e não meu -, Seguidores da Ciência, em vernáculo. A imprensa elevou, estamos cientes, aos píncaros da notoriedade certos médicos e cientistas, uns quatro, ou cinco, e atribuiu-lhes dons supremos, infalibilidade. E de tanto ouvirem tais sumidades descarregarem, usando de um vocabulário pra lá de estrambótico, que ninguém entendeu, mas todos fingiram que entenderam – todos, aqui, são os homo sapiens que ambicionaram a evolução que viriam a sofrer -, tempestuosamente platitudes sem fim, ou coisa que o valha, os homo sapiens que passavam por um ligeiro processo evolutivo introjetaram, conscientemente, suponho, os conhecimentos superiores que delas ouviram, aprenderam a rejeitar negacionismos, dando mostras inegáveis de que estavam predestinados a superarem a sua natural condição homosapiensnica – que neologismo escalafobético – e a enfiarem o dedo acusador no nariz dos seres humanos inferiores fadados a viverem eternamente – enquanto vivos, é óbvio – sob o domínio de sua homosapiensticidade (Hoje eu ‘tô demais; é este o segundo neologismo que invento em menos de cinco minutos). Na prática, recusaram-se a dedicar um pouco, um pouco que fosse, de sua atenção às vozes dissonantes e a ponderarem a respeito das objeções que eles aventaram. Excitados pelos pronunciamentos das celestiais autoridades midiáticas, médicos e cientistas eleitos pelos donos do poder, que impuseram uma visão única do fenômeno epidêmico – real, ou não, não vem, aqui, ao caso -, arvoraram-se defensores legítimos do debate democrático, livre, franco, aberto, e declararam-se dispostos à controvérsia. Verdade seja dita, primeiro eles rotularam de nazistas, fascistas e genocidas os que não assinaram embaixo dos documentos chancelados pelos sábios de plantão e recusaram-lhes acesso aos canais de comunicação, e assim, eliminando-os do debate público, fizeram valer a verdade homoseguidoriscientificusênica (e aqui vai o meu terceiro neologismo). E clamam aos quatro ventos que venceram o debate público. Qual debate público? O que nunca existiu.

*

Ainda persiste a histeria coletiva que a imprensa e a internet criaram nestes meses de domínio do protagonismo do coronavírus no cenário midiático e político global. Impressiona a facilidade com que as pessoas abandonaram – as que a possuíam – a razão para adotar, mecanicamente, o discurso predominante, que foi sendo alterado numa sucessão de narrativas sem pé nem cabeça. No início, dizia-se que era o vírus velocíssimo, a mover-se numa velocidade hipersônica, e de baixa letalidade; daí a necessidade de se impôr uma política de quinze dias de quarentena para se desacelerar a transmissão do vírus entre os humanos e dar tempo para os órgãos públicos de saúde prepararem hospitais para acolherem a enxurrada de doentes infectados pelo vírus. E depois destes quinze dias, era o que se dizia então, o vírus seguiria o seu curso natural, e as pessoas saudáveis infectar-se-iam, até se atingir a imunidade de rebanho, natural. As pessoas assumiram o compromisso de praticarem certas atividades, apropriadas, que contribuiriam para a contenção da transmissão do vírus. E fim. The end. E todos viveriam felizes para sempre. Mas de repente, mais que de repente, alterou-se a narrativa. Tinham, agora, todas as pessoas de se conservarem indefinidamente trancafiadas em suas casas até que se produzisse a vacina, pois a imunidade natural inexiste, ou é, existindo, inútil. E aceitou-se tal narrativa, o novo consenso científico entre médicos e cientistas, quatro, ou cinco, escolhidos a dedo, que apresentaram ao admirável público, tão receptivo, tão sugestionável, a boa nova. E menciono outro ingrediente da narrativa: nenhum remédio, pois remédios provocam efeitos colaterais, podia ser administrado aos humanos já infectados pelo vírus. E poucos foram os que se perguntaram quanto tempo teríamos de esperar pela vacina milagrosa, e o que aconteceria com as pessoas que subsistem de venda de balas-de-goma, paçoca, bugigangas, nas praças, e cuja renda lhes dá meios para a aquisição da refeição de um dia, apenas para a da de um dia, e se apenas os remédios indicados para uso contra o vírus ao qual se atribui todos os males que nos afligem provocam efeitos colaterais nas pessoas que deles fazem uso. O terror psicológico, de assustar. Muitas pessoas viram o vírus em todo lugar, e o viram porque não o podiam ver. A imaginação, em estado de histeria, fê-las vê-lo, e vê-lo com a figura de uma criatura monstruosa, escatológica.

*

Com a ressignificação das palavras enfia-se novas idéias na cabeça de todos, idéias que não correspondem ao objetivo real dos que ressignificam as palavras e o qual o público rejeitaria se apresentado com as palavras conservados os seus significados correntes; é o objetivo alegado dos ressignificadores de palavras benéfico, sempre; e o verdadeiro, inconfessado, oculto, maléfico. Ao se dizer “controle de natalidade” e “aborto de feto” está-se a dizer, ensina o discurso oficial, que se faz urgente uma política social, pública, para se evitar o esgotamento dos recursos naturais, e, consequentemente, o colapso da civilização, e, o mais preocupante, a aniquilação dos seres vivos e a destruição da Terra; mas o que se esconde com tal palavreado do público desavisado é a política, a real, de assassinato de crianças, de dessensibilização dos humanos, de promoção da cultura da morte, do hedonismo, de uma cultura anárquica, suicida. Ao se dizer “amor intergeracional”, defende-se – é o discurso oficial – o sentimento amoroso (entenda-se, relações sexuais) entre adultos e crianças, sentimento que se deve compreender e respeitar; mas está a se promover a violência, o abuso, a exploração sexual de jovens e de crianças. São belas as palavras de tolerância, de respeito, de luta contra os preconceitos e os tabus. Vende-se gato por lebre. Em nome do combate ao machismo promove-se o ódio ao homem  – daí o discurso contra a “cultura do estupro” e a afirmação “todo homem é um estuprador em potencial” e a condenação da “masculinidade tóxica” (daí afirmarem que todo homem é violento, selvagem, incivil, uma ameaça à civilização). Na luta contra o racismo, sustenta-se o ódio mortal pelo homem branco. Em defesa das mulheres, com palavras melífluas, além de justificarem o ódio aos homens, enobrecem o mal que se faz às mulheres. Ressignificando-se as palavras são atos anti-democráticos as manifestações pacíficas de bolsonaristas; e manifestações pela democracia, livres e espontâneas, populares, revoltas e sublevações violentas que jogam policiais feridos, nos hospitais, às portas da morte, e deixam casas a arderem em chamas e, destruídos, prédios públicos e privados. E é aliança pela democracia e contra o fascismo a associação de criminosos contra o povo honesto e trabalhador.

*

Aristófanes, dramaturgo que viveu, há dois mil e quatrocentos anos, na Grécia, não tinha em alta conta os homens das leis. Em As Vespas ele exibe o seu desprezo por tal gente. Sem papas na língua, ferina, corrosiva, rididulariza juízes, que atuam, segundo ele, não em benefício da Justiça, mas de si mesmos, a salvaguardarem os seus privilégios e os dos poderosos que os sustentam. E as exceções confirmam a regra. Ontem e hoje.

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