É a Rússia que aponta armas nucleares para a OTAN, ou é a OTAN que aponta armas nucleares para a Rússia?

Tem a história, que ora assistimos, um herói? E um vilão, um daqueles malévolos, comuns em filmes de espionagem exageradamente aventurescas, dispostos a destruir o universo, e exterminar os humanos, para escravizá-los, e colonizá-lo?

Nestes meses que correm desde que se deflagrou a guerra, em Fevereiro, no território ucraniano, e mesmo antes, li artigos, de inúmeros autores, cada qual a dar, dela,observando-a de uma perspectiva, um parecer, alguns sensatos, outros insensatos – todavia não eu não soube dos insensatos distinguir os sensatos, e inclinar-me a ver nestes sensatez, e naqueles insensatez, e muitos dos sensatos, avaliando-os em retrospectiva, aparentemente revelaram-se-me sensatos, e os sensatos insensatos -, todos a entenderem cada qual que era a sua tese a correta e a esculacharem quem defendia uma que dela distinguia-se. E ouvi muitas pessoas, acadêmicos, historiadores, estrategistas militares, todos, em palavras faladas, a externarem muitas idéias que se assemelhavam, e muitas que se identificavam em tipo e grau, com o que estava escrito nos artigos que li.

Não sou correto ao afirmar que toda pessoa que falou da guerra na Ucrânia defendeu com unhas e dentes sua tese, dando-a a correta, e negando-se a ouvir, e atentamente, e respeitosamente, uma que seja, que se lhe opusesse, ou que simplesmente que lhe negasse a correção de certas análises. Ouvi alguns militares, e li alguns textos, de intelectuais, de historiadores, de simples leigos curiosos, a teceram comentários sensatos, deveras sensatos, acerca do que se passa no coração da Europa, pedindo àqueles que do assunto tratam que tenham cautela ao do assunto tratar, pois as infornações que nos chegam não sabemos se correspondem aos eventos, e eventos reais, e não fictícios, sucedidos na área em conflito e nos bastidores dos edifícios dos governos de Moscou, Kiev, Londres, Wasghington, Berlim, e dos de outras nações diretamente envolvidos no arranca-rabo global. Cautela e caldo de galinha nunca são demais, disse, num texto, um dos personagens que trataram do assunto. Sensato. Pediu prudência aos que se ocupam da questão, e recebeu, em troca, ofensas e o desprezo dos que estão certos de que de tudo que a ela se relaciona estão inteirados.

Desde o prefácio, vi gente a defender Putin, e gente a defender Zekenski, e gente a dizer que é a guerra um conflito entre a Rússia e a Ucrânia, e gente a dizer que ela se dá entre a Rússia e a OTAN; e gente a declarar que não passa o entrevero de uma farsa, o discurso belicoso de todos os agentes envolvidos matéria fictícia de um teatro de marionetes de mal gosto; e vi gente a dizer que iria a Rússia dominar, devido a sua superioridade militar, em poucos dias, a Ucrânia, e gente a declarar que a Rússia iria à bancarrota, os russos se sublevariam contra Putin, e os magnatas russos lhe encomendariam o caixão e lhe preparariam as exéquias, as carpideiras a executarem sua tarefa dramática; e gente a afirmar que as sanções econômicas teriam um bom fim, isto é, o fim da Rússia, e gente a declarar que Zelenski seria abandonado pelos que o sustentam em Kiev. E agora estou a ver que pairam sobre as nossas cabeças as armas nucleares, que, se atendessem ao desejo dos cavaleiros do Apocalipse, já teriam se detonado em 2.021.

Li, e ouvi, que o Putin ameaçou a OTAN: vai disparar armas nucleares contra Berlim, Paris, Londres, Kiev, Washington, e outras capitais de países membros da OTAN. Li, e ouvi, que Biden ameaçou a Rússia: vai disparar um bom punhado de armas nucleares contra Moscou e outras metrópoles russas. Quem está com a verdade? Quem está com a mentira? Não sei, não quero saber, e tenho raiva de quem sabe.

Eu só posso lamentar pelas vidas que se perdem nesta guerra entre gente poderosa que em defesa, não apenas de seus interesses mesquinhos, mas de seu sonho em moldar o mundo cada qual à sua imagem e semelhança – e para tanto tem tal gente de assumir o controle absoluto de tudo o que há, da vida de todos os seres vivos.

Li aqui e ali, e aqui e ali ouvi, que de um lado da guerra, e guerra a nível global, estão os metacapitalistas, os donos do Grande Capital, pessoas que têm mais grana do que duzentos Tio Patinhas, seres cujo objetivo primordial é erigir um governo global totalitário, criar a Nova Ordem Mundial, os globalistas financistas ocidentais, e, do outro, as pessoas que lhes resistem ao avanço, pessoas que defendem as soberanias nacionais, o direito dos povos. Para uns, estão Trump, Putin, Xi, e, correndo pelas beiradas, Bolsonaro, unidos, contra os banqueiros internacionais que mandam e desmandam em países inteiros, homens poderosos, herdeiros de fortunas dinásticas, que têm nas suas mãos, nelas comendo migalhas, presidentes de repúblicas e reis e príncipes.

Sigamos a acompanhar os próximos capítulos desta emocionante novela, cientes de que não conhecemos o roteiro, e não sabemos quem são os personagens principais, os coadjuvantes, os figurantes, e tampouco qual é o papel de cada um deles na trama.

Rodrigo Gurgel e três escritores brasileiros fundamentais. Lula, e a aula magna. Bandidos, e bandidos. Rússia x OTAN. Digitalização do mundo. Notas breves.

Diz, em um vídeo de, aproximadamente, uma hora e meia de duração, o professor e escritor e crítico literário Rodrigo Gurgel, respeitável, e de excelente e admirável cultura literária, que são três os escritores fundamentais da literatura brasileira, e deles ele apresenta breve biografia e acerca das obras deles dá comentários percucientes, com simplicidade, e autoridade: Manuel Antonio de Almeida, Machado de Assis e Graciliano Ramos. Fala, com propriedade, de Memórias de Um Sargento de Milícias, obra do primeiro, e de sua importância na formação literária de Machado de Assis, e do apoio que este recebeu de Manuel Antonio de Almeida, que foi, dir-se-ia, seu patrinho no mundo das letras. Além de outras observações que ele fez dos três mestres da literatura nacional, esta é a que mais me chamou a atenção.
*
Uma notícia do balacobaco: Lula, ex-presidente e candidato a presidente – e não presidente como a ele não poucos intelectuais e jornalistas se referem -, apresentou, na Unicamp, à convite de entidades estudantis, e de servidores da universidade, e de associações de alunos e professores, e de sindicatos, uma aula magna; e seus fãs, os universitários, aplaudiram-lo efusivamente, apaixonadamente. O que ele ensinou aos que o ouviram, não sei o que foi, não quero saber, e tenho raiva de quem sabe; sei, apenas, que, em ambientes universitários, políticos e intelectuais e artistas renomados, sendo de esquerda, socialistas, progressistas, politicamente corretos, desarmamentistas, seguidores da ciência, da turma dos antifas e dos vidas negras importam, sempre são bem acolhidos, com amor e carinho incomuns; já aos dissidentes, os que não comungam as mesmas ideologias, os universitários dedicam ódio visceral, e atiram-lhes pedras e facas, impelidas por ofensas impublicáveis, numa exibição, e há quem pense diferente, de tolerância e respeito invejáveis, afinal são justiceiros sociais a lutarem pela ereção de um mundo melhor, sem desigualdade de renda, sem preconceitos. Tal episódio fez-me evocar o tratamento nobre que universitários dedicaram, em uma universidade, se não me falha a memória, de Pernambuco, àqueles que iriam exibir o, e assistir ao, filme O Jardim das Aflições, que fala do pensamento e da obra de Olavo de Carvalho. De fato, são as universidades guardiãs do conhecimento e o paraíso da inteligência, ambientes onde os sábios sentem-se bem.
*
É ou não é o mundo dos justiceiros sociais uma coisa de louco?! Parece mentira, mas não é: em algum canto deste imenso Brasil, em um dos estados do Sul, me parece, um distinto personagem, ao vislumbrar um sinal dos deuses, a mente iluminada, pensou uma idéia brilhante, que ele deu um jeito de apresentar com a seriedade que lhe faz a susbtância: em um tiroteiro entre bandido e policial, o bandido, ao manusear a arma-de-fogo, e disparar a esmo, sem mirar o policial, e vir a alvejá-lo e matá-lo, não será tratado, pelos órgãos competentes, cuja competência é proverbial, como um assassino, pois não será o seu ato, que resultou na morte do policial, considerado um homicídio, pois ele, ao não mirá-lo, não tinha o fim de matá-lo; pretende o bandido, em tal caso, apenas resistir à ação do policial, cuja morte é um acidente de percurso, um efeito colateral da ação de resistência do bandido, eterna vítima da sociedade cristã e patriarcal.
*
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, informa que sanções européias ao petróleo russo redundará em prejuízo para a Hungria, que não tem meios de aguentar o impacto que tal medida trará a sociedade húngara. Mas a OTAN parece disposta a insistir em suspender compra de petróleo russo, e a arrastar a Hungria para o conflito. E não é de hoje que a Europa ocidental, corroída pelo anti-cristianismo, bate na Hungria, que estima uma política mais tradicional, voltada para o cristianismo.
E outra notícia importante: a Polônia, a Hungria e a Romênia estão a reivindicar pedaços do leste da Ucrânia, onde entrariam, li, com o escudo de uma força de paz da OTAN. Há quem diga que se isto se der, a coisa degringola de vez.
Se as duas notícias acima são de estarrecer, o que dizer das que dão a conhecer que os serviços de inteligência dos Estados Unidos da América auxiliaram as forças militares ucranianas a caçar, e matar, generais russos, e a atacar, e afundar, o Moskva, navio russo, um símbolo do poderio naval dos bárbaros das estepes?!
E daquelas regiões belicosas e de seus arredores, chega-nos duas notícias: a OTAN pensa em enviar à Ucrânia obuzeiros Panzerhaubitze 2000, de fabricação alemã; e, na Espanha, é preso o blogueiro Anatoly Shariy, crítico de Volodomyr Zelensky, acusado sei lá eu de quê.
*
Durante a epidemia do novo coronavírus, houve avalancagem extraordinária das transações comerciais intermediadas por criptomoedas, e de serviços digitais, e de relações de compra-e-venda por meio de aplicativos, assim avançando a economia mundial em um projeto que visa a sua total digitalização, todas as transações realizadas via serviços digitais, com a consequente supressão da moeda em papel, o que atende aos objetivos da ONU 2.030. Para muitos, o mundo que se avizinha é deveras preocupante, assustador: um Estado global totalitário a gozar de poder absoluto jamais imaginado por faraós e reis e imperadores e líderes ditadores do tempo dos nossos tataravós.

Bolsonaro e cultura. Lula. Agronegócio. Ameaças ao Brasil. Guerra das moedas. Russofobia. Mercenários. Mídia. Esportes. Notas breves.

Li, hoje, notícia alvissareira: o presidente Jair Messias Bolsonaro vetou a lei Aldir Blanc, que distribuiria, se sancionada pela caneta presidencial, uma nota preta, não aos artistas populares, que passam maus bocados, e não têm meios de vender o seu peixe, mas aos que, além de nadarem em dinheiro, se arvoram credores dos brasileiros. Há semanas, rejeitou-se a lei – ou um projeto de lei, não sei – intitulada Paulo Gustavo, que tinha fim semelhante e que encontrou o mesmo fim da que o presidente vetou há pouco. E alguns antibolsonaristas declaram, verborrágicos e atrabiliários, que é o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, hostil à cultura, ele a destruir a cultura brasilera. Pensa tal gente que é cultura a obra artística de artistas famosos, e unicamente a obra deles – e não sei se acerto ao falar “a obra artística de artistas famosos”. A cultura de um povo o povo a faz, e não um grupo de gente privilegiada com bons laços políticos e empresarias e midiáticos.

*

E Lula ora diz algo que vai de encontro ao que ele disse há anos e ora ao encontro do que há anos ele disse. Tem multípla personalidade, o homem, ou ele se dobra e se desdobra, em vão, para agradar às múltiplas facções de seus apoiadores, e aliados, e eleitores, e fãs, aqui em terra em que se platando tudo dá e no exterior. É Lula extraordinariamente maleável, flexível, a contorcer-se para adotar a figura de todos os que lhe querem bem, assim criando com todos eles afinidades e identidade.

*

Não entendi até hoje, e jamais entenderei, a sem-razão da razão irracional daqueles que agridem o agronegócio brasileiro, e pedem-lhe a extinção – para o bem-estar da floresta amazônica, da biodiversidade, e do planeta Terra, e da Via-Láctea. De onde vêm a carne, e os ovos, e as frutas e legumes, e outros produtos comestíveis que tais pessoas enviam, todo santo dia, para o bucho? Será que elas acreditam que o leite de vaca brota, espontaneamente, dentro das caixinhas e dos pacotes de plástico, e os grãos de arroz e de feijão nascem, assim, num “Faça-se o feijão! Faça-se o arroz!”, dentro de pacotes, nas gôndolas dos supermercados? Presumo que haja (e haja o que hajar – alguém já disse – escrevo o pensamento que me resvala a cabeça) pessoas – e muitas delas pecuaristas e agricultores americanos e franceses – que entendem ameaçador aos seus negócios o robustecimento da indústria agropecuária brasileira, e, por esta razão, e por nenhuma outra, financiam campanhas em desfavor do agronegócio brasileiro. Entendo. Mas aqueles brasileiros que, ensandecidos, descabelam-se, sinceros em suas catilinárias contra quem produz o alimentos que eles comem, não contam com a minha compreensão.

*

Não é pouca a gente que, a estudar, com seriedade, as coisas que se sucedem em nosso mundo, atenta para a ameaça que a atual política externa americana, sob o desgoverno do Biden, incomodada com a política do presidente Jair Messias Bolsonaro, representa ao Brasil. Artistas hollywoodianos, secundados por seus congêneres brasileiros, estão a falar as mais rematadas asneiras e asnices acerca do Brasil. E contam tais personalidades com o apoio de organizações internacionais e de organizações não-governamentais, e de políticos e ativistas e cantores e atores brasileiros, todos confessos adoradores de esquerdistas e ditadores, e propugnadores de políticas socialistas, politicamente corretas.

*

Veio ao Brasil, dos Estados Unidos da América, nesta semana, a subsecretária de Estado para Assuntos Políticos, Victoria Nuland, que, diz-se por aí, abriu, em 2.014, na Ucrânia, a caixa de Pandora, obtendo a queda do então presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, um fontoche, todos sabemos, do Vladimir Putin. E quem substituiu o presidente deposto foi um preposto, assim dizem, dos globalistas ocidentais. E vai a Ucrânia a seguir sua sina rumo ao seu destino, que ninguém lhe inveja. Pressiona a representante americana, informam algumas publicações, o governo brasileiro a assumir postura menos amigável a Moscou, e mais alinhada a Washington. Parece que o presidente Jair Messias Bolsonaro terá muita dor de cabeça pela frente. Quem é que sonha estar na pele de tal homem?!

*

Li que empresas chinesas compram, da Rússia, carvão e petróleo, e pagam em Yuan, e não mais em Dólares. E que países europeus estão a comprar, via outros países – estes dispostos a apagarem ao Putin em Rublos -, da Rússia, o gas e o petróleo que, por baixo do pano, enviam aos seus clientes, que, não querendo aparecer na foto, mantêm, para o público de todo o mundo, imagem de dignos e aguerridos inimigos do vilanesco Vladimir Putin.

*

Na cidade ucraniana de Mukatchevo, demoliram monumento, e arrancaram uma placa memorial, ambos em homenagem a Pushkin, mestre da literatura russa. Qual a justificativa para tal atitude? Sentimento russófobo, que exacerba-se, não apenas na Ucrânia, mas em boas quadras do mundo, insuflado pela mídia ocidental.

*

Contou-me um passarinho que na Ucrânia soldados russos capturaram mercenários originários de países da OTAN. É a guerra, pergunta-se, entre Rússia e Ucrânia, ou entre países da OTAN e Rússia?

*

Pessoas que há não muito tempo escreveram, em tom de alerta, artigos percucientes acerca da concentração dos meios de comunicação ocidentais num tal de Projeto Sindicato, conglomerado midiático sob controle de uma meia dúzia de nababos ocidentais, estão, agora, a comprar da mídia ocidental, acriticamente, a narrativa da guerra que ora se desenrola na terra dos cossacos.

*

O senado do estado americano da Carolina do Norte aprovou um projeto de lei que não concede permissão para pessoas transgêneros – homens que se dizem mulheres – de participar de competições oficiais com mulheres.

Elon Musk. Roe vs Wade. Leonardo di Caprio. Disney. E outras notas breves.

“Elon Musk pagou 44 bi de dólares para comprar o Twitter. Com esta grana ele poderia acabar com a fome no mundo.” “E as pessoas que receberam dele tal fortuna podem com ela acabar com a fome no mundo.”

Nota de rodapé 1: com tal dinheiro mata-se a fome de um bilhão de pessoas – que, segundo organizações mundiais, passam fome -, durante uma semana, se muito. E depois?

Nota de rodapé 2: o diálogo acima não faz sentido algum; não tem né, nem cabeça; a réplica é uma provocação àqueles que estão a exprobrar Elon Musk após ele comprar o Twitter.

Nota de rodapé 3: distribua-se tal fortuna, ou o dobro, ou o quintuplo, ou mais, pelos povos famintos de todo o mundo, que a fome não irá diminuir, pois muitos políticos, ditadores, irão amealhar a grana, e abandonar o povo ao deus-dará, ou irão subjugá-lo retirando-lhe os meios de subsistência – o que, aliás, muitos já fazem. A crítica ao Elon Musk é só perfumaria de gente que se diz preocupada com os destinos da humanidade.

*

Nos Estados Unidos, a Suprema Corte revogou a lei Roe vs Wade, que permite o aborto, eufemismo para assassinato de crianças. Agora, a decisão acerca do tema cabe a cada estado americano. E o governo do estado de Oklahoma, Kevin Stitt, decidiu banir tal prática assassina de suas praias. E os abortistas esperneiam, ensandecidos.

*

O Leonardo di Caprio quer salvar o Brasil. Que menino bonzinho. Ele é o filhinho bonitinho do papai e da mamãe, mas levou umas palmadas, e bem dadas, do Capitão Bonoro, nosso querido presidente.

*

Contou-me um passarinho que russos e ucranianos estão se estranhando na Moldávia, e que o Rublo valorizou-se, e que as sanções à Rússia impostas por alguns países europeus e pelos Estados Unidos estão a prejudicar mais a economia européia do que a russa, e que a União Européia não que pretende mais comprar petróleo russo, uma idéia de jerico rejeitada pelos governos da Hungria, da Eslovaquia, da Bulgária e da Czekia, e que países europeus seguem a comprar gás e petróleo russos por intermédio de outros países, que aos russos pagam em Rublos, e que o lockdown decretado, em Shangai, pelo governo chinês, sob a justificativa de impedir a disseminação do mocorongovírus, visa, na verdade, quebrar a cadeia de suprimentos mundiais, o que, parece, está ocorrendo.

*

O governador da Flória, Ron DeSantis revogou as proteções especiais à Disneylândia. Desconheço a história. Li aqui e ali que a Disney gozava de certas autonomias administrativas no governo da vasta área que ocupa, e agora não a possui mais. O DeSantis, aliado de Donald Trump, é uma pedra no sapato de progressistas, esquerdistas, e companhia limitada.

*

Leio textos de pessoas, que, independentes e corajosas, ousam expor idéias não contempladas pela grande mídia, pessoas que fazem das coisas do mundo, da política, da cultura, leitura que parece coisa do balacobaco, terraplanista negacionista, e coisa e tal, mas que nada mais é do que uma visão distinta do que a permitida pelos poderosos de plantão. Dentre tais pessoas estão Maurício Alves, Kleber Sernik, Jonas Fagá Jr., Kassandra Marr, Neto Curvina, Maurício Erthal, Naomi Yamaguchi. Não repetem lugares-comuns, narrativas convencionais, platitudes insossas.

*

É Lula, nas palavras de um seu fã de carteirinha, a esperança do povo brasileiro. E a esperança do povo brasileiro, Lula, representa a própria democracia. Mas ele, Lula, a esperança de um povo sofrido, não atraiu, no dia 1 de Maio, o povo brasileiro, que nele deposita infinita esperança. Estou surpreso!

*

Anti-capitalistas pedem o fim do livre-mercado, a extinção das empresas, pois os empresários, gananciosos, só pensam no lucro e em explorar os trabalhadores, e exigem que o Estado tudo controle, certos de que criarão, na Terra, o paraíso. E quando alguém lembra-os que Fidel e Che, em Cuba, e Chavez e Maduro, na Venezuela, empreenderam a política anti-capitalista, produzindo os mais valiosos produtos socialistas, miséria, fome, desigualdade, opressão, mortes, esgoelam-se e cospem-lhe na cara. E enaltecem as figuras de Fidel e Che, e a de Chavez e Maduro . Quem entende?! 

Rússia x Ucrânia. Guerra do século? Notas breves.

Enquanto no Brasil desperdiça-se tempo, e muito tempo, e dinheiro, muito dinheiro, com inúteis querelas, e nas escolas, e nos parlamentos, envolvendo ideologia de gênero e pronome neutro, países ricos investem trilhões de dólares em ciência e tecnologia, boa parte delas para fins militares.

Estamos assistindo à escalada de tensão envolvendo, na Europa, Rússia e Ucrânia, e OTAN, e Estados Unidos, e Alemanha e Finlândia e outros países europeus – e o mundo esqueceu completamente da China e de Taiwan, outro emblema da política moderna, que, prevêem, logo se precipitará num conflito aberto. São inúmeras, incontáveis, as teses a tratar do conflito que tem na Ucrânia seu epicentro, e todas, parece, carecem de fundamento, muitas a excederem em informações históricas e geopolíticas. Mas qual delas retrata os fatos? Impossível saber. Evoca-se uma promessa que a OTAN fez, há décadas, a Mikhail Gorbatchev, de jamais avançar para o leste; e o acordo de Minsk, assinado, dentre outros, por Vladimir Putin, em que este se comprometeu a jamais invadir a Ucrânia; e a entrega, pela Ucrânia, de suas ogivas nucleares, de ogivas nucleares; e a identidade cultural e étnica entre russos e ucranianos; e a política, jusrificável, de reintegração, pela Rússia, de terras que eram suas, terras há décadas dadas à Ucrânica, a do leste, por Lênin, e a da Criméia, por Kruschev; e a posse, pela Rússia, e desde os tempos de Pedro, o Grande, das terras ucranianas; são muitas, enfim, as explicações, algumas favoráveis à Putin, outras a ele desfavoráveis. E não são poucos os que afirmam que uma guerra entre Rússia e OTAN (entenda-se: Estados Unidos da América) é do interesse de Vladimir Putin e de Joe Biden, ambos a enfrentarem sérios problemas internos em seus respectivos países – uma guerra, agora, dar-lhes-ia os elementos de que precisam para silenciarem oponentes e dissidentes, e calar o povo, e impedir a ascensão de adversários e inimigos políticos, e perpetuarem-se no poder.

Li muitos textos, artigos de estudiosos de política internacional, de historiadores, e de comentaristas, de pessoas, enfim, muitas delas, independentemente de sua escolaridade – chancelada por ministérios e secretarias de educação – (e para se inteirar de um assunto, a dedicação ao estudo sério é fundamental, e dispensa diplomas), cientes de suas responsabilidades, debruçam-se sobre calhamaços de História, Geografia e assuntos tributários, e reúnem informações acerca do conflito que ora envolve Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, além de outras nações, e sinto-me um dos cegos da lenda hindu, ou árabe, não sei, e entendo ser todo aquele que trata do assunto um dos outros cegos. Diz a lenda que três cegos, enquanto caminhavam pela floresta, tocaram, acidentalmente, um elefante, o primeiro tocou-lhe a tromba, o segundo a barriga, o terceiro a cauda. E afastou-se deles o elefante. Depois, diante do rei, os três cegos descreveram-lhe o animal que haviam encontrado em suas andanças, cada um deles apresentando, dele, uma descrição, o que fez o rei concluir que eles haviam encontrado três animais, cada um de uma espécie. Não sei dos detalhes de tal história, que eu li, em algum lugar, há um bom tempo; e ela sempre me vêm à mente quando estou a ler, e não de qualquer pessoa, comentários acerca de questões atuais de extrema complexidade, tal qual a conflagração que envolve Putin, Biden, Zelenski, e, de raspão, o Bolsonaro. São, todos, os cegos da lenda, daí a prudência de muitos deles em evitarem postura de donos-da-verdade.

*

Se a guerra que ora envolve Putin se ampliará, e envolverá outras nações não se sabe. Há quem diga que Putin abriu a caixa de Pandora, de livre e espontânea vontade; há quem diga que ele foi forçado a abri-la, e por Joe Biden – melhor, por quem dá as cartas na Casa Branca. Eu, um simples mortal, acompanho, de longe, muito longe, o desenrolar dos eventos, certo de que não sei quais informações que me chegam ao conhecimento procedem, quais são em apoio à narrativa de um dos personagens beligerantes. Sei que toda a mídia que acesso dá Putin como o vilão; sei, também, que a mídia que me chega é ocidental, favorável, mais do que ao presidente americano, aos miliardários que o mantêm no poder. Sei que numa guerra a verdade é a primeira vítima. Limito-me, portanto, a ler a respeito, sem tomar partido algum. Em tal história, não é absurdo pensar, não há heróis. Leio e ouço pessoas que me parecem confiáveis; e percebo que elas batem cabeça, dia sim, e outro também. Compreensível; afinal, são meros mortais.

*

Emmanuel Macron (protótipo de Napoleão Bonaparte), o homenzinho que desgoverna a França, reiteradas vezes declarou que a Amazônia não pertence ao Brasil, e o fez para quem quisesse ouvi-lo. Políticos americanos também já explicitaram tal pensamento. E representantes de organizações internacionais igualmente o fizeram. Ninguém ignora que as riquezas amazônicas as cobiçam capitalistas e socialistas de todo o mundo. E é do conhecimento público que organizações não-governamentais apóiam a criação, no norte do Brasil, na sua fronteira com Venezuela e Colômbia, de nações indígenas. Ora, se o líder de uma de tais nações declarar independência e recorrer às organizações globais para obter reconhecimento de sua independência, é certo o apoio delas a ele, o reconhecimento internacional será imediato, e imediato também será o envio de forças de paz, pelos órgãos internacionais, para proteger o novo recém-criado estado soberano contra toda e qualquer aventura bélica que o Brasil pretenda desfechar-lhe para assegurar sua, do Brasil, integridade territorial. E assim se arrancará do Brasil, que não terá sequer o direito de dar um pio a respeito, um bom pedaço. E há quem pensa que é uma teoria da conspiração o Triplo A (Atlântico, Amazônia e Andes).

*

É o Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, o herói da história, e Vladimir Putin o seu vilão? Ou nesta história que ora se desenrola diante de nossos olhos não há heróis, apenas vilões? Li que é Volodymyr Zelensky um fantoche de oligarcas americanos e europeus; que ele está a serviço de metacapitalistas globalistas; enfim, que ele é um comediante, que caiu de paraquedas em Kiev, e está tal qual uma barata tonta, de um lado para o outro, imensamente perdido. Mas a mídia já o alçou à condição de um herói, um herói universal. Li, também, que é a Ucrânia o quartel general da família Biden e seus amigos, que o usam para ações corruptas, lavagem de dinheiro e garimpagem de criptomoedas.

Em 2.013 era presidente da Ucrânia Viktor Yanukovych, aliado de Vladimir Putin, e leal a ele. Um levante popular, patrocinado pelo governo americano e especuladores financeiros internacionais, removeu-o do poder, o que acendeu o alarme na cabeça de Vladimir Putin. E o tempo seguiu sem curso. E Volodymyr Zelensky – herói biônico ora incensado pela imprensa mundial – para desagrado do tzar russo foi eleito presidente da Ucrânia. E a sequência da história estamos a acompanhar.

*

Na guerra, a primeira vítima é a verdade. Tendo este truísmo em mente, toda e qualquer pessoa que se põe a tratar da guerra entre Rússia e Ucrânia o faz com cautela, com prudência, considerando e reconsiderando o que pensa a respeito, e não afugenta a pulga que atrás da orelha, a atormenta. Vi comentadores a darem como certas estas e aquelas informações, que eles tiraram da mídia, mídia, esta, que, dizem eles, não é confiável. Não entendo, confesso que não entendo, a postura de muitos comentadores que vivem de denunciar as inverdades que a mídia conta, a desfaçatez da mídia que eles tanto deploram, mas sempre que um evento grandioso – ou não tão grandioso – ocorre, e para cuja explicação querem informações, a ela recorrem para obtê-las. O que explica tal comportamento? O comodismo, talvez, afinal, tal mídia está à mão, e procurar outras explicações para os eventos, além de tempo, exige coragem, principalmente para expor uma leitura que não é a que prevalece – é preferível, se errar, estar na companhia de milhares de pessoas, e justificar o erro informando que os dados da equação eram incógnitas que ninguém conhecia, e que só com o passar do tempo se poderia conhecê-los, do que errar sozinho. Movem-se por inércia; replicam notícias que contêm informações, que logo se revelam, umas, incorretas, outras, mentiras deslavadas.

Algumas informações já se revelaram mentiras (de três vídeos e as de três fotos). São os vídeos: um, a exibir uma bola-de-fogo amarela, vermelha e alaranjada (causada pela explosão de uma bomba termobárica) a expandir-se, assustadoramente, à escuridão da noite, na Ucrânia, mas o fato deu-se, na China, há uns quatro anos, e não foi a bola-de-fogo apocalíptica resultado da detonação de um artefato bélico, mas de uma explosão numa fábrica; dois, um intenso bombardeio russo contra cidade ucraniana, mas tais cenas são de um videogame; e, três, um tanque-de-guerra a passar por sobre um carro, e esmagá-lo, com a informação de que é o tanque russo, mas é ele ucraniano e seu piloto perdera-lhe a direção. E as fotos: uma, a exibir prédios em ruínas, com a informação de ser a cidade destruída ucraniana, mas a foto, tirada há um bom tempo, é de uma cidade Síria; duas, uma mulher ensanguentada e com a cabeça enfaixada é de há alguns anos, e não deste, tampouco desta guerra, e de uma atriz, e não de uma vítima de alguma violência; três, duas crianças a observarem um tanque-de-guerra a se deslocar por uma estrada não tem relação com a atual guerra que envolve Rússia e Ucrânia.

Maurício Alves, a distinguir-se dos outros que ao tratarem da guerra limitam-se a ecoar a narrativa midiática, entende que está a mídia a exagerar no tom apocalíptico, e exibe as mentiras que ela conta, e afirma que estão os promotores da narrativa oficial a desviar para a guerra a atenção do público mundial de assuntos que podem vir a complicar a vida de democratas americanos, Hillary Clinton em particular, e de Justin Trudeau, e das farmacêuticas (Big Pharma) das empresas de internet (Big Tech) envolvidas, estas e aquelas, em histórias do balacobaco. Procede o que ele diz, afinal não se vê na mídia notícias sobre os caminhoneiros canadenses e americanos, a acusação contra a Hillary Clinton (que estaria envolvida em espionagem contra Donald Trump), a rede social Truth, a queda, nas bolsas de valores, das ações das Big Pharma e Big Tech.

A Terceira Guerra Mundial – escrito por Joaquim Beltrano da Silva Fulano Cicrano de Souza – publicado no Zeca Quinha Nius

O corresponde estrangeiro do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário do orbe terrestre – nos Estados Unidos, residente na cidade americana de Pindamonhangabaiórque, e o corresponde estrangeiro do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – na Rússia, residente na cidade russa de Pindamonhangabavostóque, são, ambos, aquele e este, a mesma pessoa. Eles vivem no Brasil, e no Brasil lêem notícias em noticiários americanos e russos, e delas extraem as informações mais relevantes, as selecionam, e nô-las transmitem, do exterior, para nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre. É de origem russa o nome russo do nosso correspondente na Rússia, e o nome americano do nosso correspondente nos Estados Unidos é de origem americana. Mas ambos os correspondentes são um brasileiro, cujo nome, brasileiro, de origem brasileira, é português, e não americano, tampouco russo.

As informações colhidas e recolhidas, e unidas e reunidas pelos correspondentes estrangeiros do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – permitem-nos compreender a configuração da geopolítica do orbe terrestre e antever a sua reconfiguração, programada e reprogramada pelos homens mais poderosos, embora tais informações nenhum contato tenham com ela; mesmo assim, todavia, no entanto, porém, entretanto, nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre -, jornalistas dotados de inúmeros diplomas universitários, documentos que confirmam a, e dão provas da, nossa inigualavelmente superior intelectualidade, formação cultural e vigor e rigor morais, fornecem-nos os meios e os recursos e os instrumentos teóricos e práticos para detectarmos as informações, dentre as que nos chegam ao conhecimento, que nos permitem elaborarmos do panorama geopolítico do orbe terrestre um desenho exemplarmente bem elaborado, cientes de que todas as informações são inúteis; no entanto, todavia, porém, entretanto, os nossos diplomas universitários são mais do que suficientes para nos persuadir de que podemos entender tudo o que se passa e o que ocorre e o que se sucede na geopolítica mundial do orbe terrestre. E aqui registraremos o que aqui ainda não registramos. Registraremos, neste artigo, cujas palavras contêm informações, que não são desprezíveis, tampouco indispensáveis para a exata e correta compreensão da política do orbe terrestre, nas linhas que sucedem a esta – o leitor e o autor deste artigo não sabem, até este momento preciso e exato, quais informações este artigo contêm porque o autor ainda não as registrou, mas assim que as registrar saberão quais são, o autor assim que as digitar, e o leitor assim que as ler – caso as leia (se não as ler não saberá quais são).

Informam-nos os nossos correspondentes estrangeiros que o governo dos Estados Unidos e o da Rússia pretendem iniciar a terceira guerra mundial porque duas guerras mundiais já ocorreram no orbe terrestre, portanto, a próxima, a que pretendem deflagrar, será, obrigatoriamente, a terceira, e não a quarta, e tampouco a quinta, muito menos a sexta, e que ninguém pense que será a sétima. Estão os governos de ambas as duas nações envolvidas em sofisticadas negociações. Estão os governos de ambas as duas nações envolvidas em sofisticadas negociações. Não sei porque reescrevi esta frase. Seja qual tenha sido a minha razão para reescrevê-la, eu não a suprimirei do artigo, afinal se eu a escrevi e a reescrevi logo na sequência, eu o fiz por alguma razão, e uma razão racional que se encontra, mas que eu não encontrei, no meu subconsciente, que está sob a jurisdição da minha consciência. Negociam o governo dos Estados Unidos e o da Rússia o envolvimento de outras nações na terceira guerra, que pretendem seja mundial. Querem um e outro varrerem-se do mapa, a Rússia varrer os Estados Unidos e os Estados Unidos a Rússia, de modo que outros país do mapa também sejam varridos, e não uma e outra nação, mas todas elas, pois se querem seja mundial a guerra, a terceira, então todas as nações do orbe terrestre têm de nela se envolverem, e, o que é o ideal, todas serem varridas do mapa. Enquanto não convencerem todos os outros chefes-de-Estado a aceitarem tal idéia, não irão iniciar a guerra. Outras informações colhidas e recolhidas, e unidas e reunidas pelos correspondentes estrangeiros do Zeca Quinha Nius, o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre, dão conta de que a Rússia e os Estados Unidos envolver-se-ão numa conflagração particular, e lançarão mísseis contra as outras nações, e desconversarão os governos das duas nações se questionados a respeito; limitar-se-ão a declarar que oocorreram falhas nos sistemas militares; que uma fagulha provocou uma pane nos computadores; que um hacker invadiu o sistema e disparou os mísseis; que alienígenas telepatas invadiram o cérebro dos comandantes militares e os controlaram; que o presidente da Rússia, ao ingerir vodka estragada, alucinado, agiu num repente súbito de insanidade, e apertou, em seu acesso de fúria enlouquecida, botões quaisquer, inconsciente do que fazia, e apenas soube de seus atos após recuperar o governo de sua mente; que o presidente dos Estados Unidos, num acesso de sonambulismo, perambulou pela Casa Branca, foi ao Salão Oval, abriu a maleta que contêm os códigos dos mísseis, e os digitou; que durante a comemoração pela vitória da seleção de basquete dos Estados Unidos o comandante do porta-aviões USS qualquer coisa, involuntariamente, ligeiramente embriagado, premiu, com um dos seus dois cotovelos, um botão de acionamento de mísseis. E assim Rússia e Estados Unidos varreriam do mapa outras nações. E as nações não atingidas pelos mísseis se veriam na contingência de atacar os Estados Unidos e a Rússia antes que fossem por eles atacados, o que redundaria na ampliação do cenário de guerra – e assim Estados Unidos e Rússia, atingindo o objetivo de envolver na guerra todas as nações do orbe terrestre, criariam a terceira guerra mundial. Mas, e a guerra propriamente dita quando começará? Quando se iniciar, se se iniciar, principiando-se, o que se dará, se se der, e quando se der, se uma das duas nações, Estados Unidos e Rússia, atacar a outra; caso tal não se dê, tal não se dando, não se dará a guerra, e assim não assistiremos à guerra mundial, que será a terceira das guerras mundiais porque antes dela ocorreram outras duas, a primeira antes da segunda, e esta depois daquela. Oxalá tal guerra seja deflagrada para que nós do Zeca Quinha Nius – o maior e mais popular hebdomadário digital do orbe terrestre – possamos publicar reportagens acerca da terceira guerra mundial, que entrará para a História e dela jamais irá sair. 

Isentões, isentos? Rússia x Ucrânia, prólogo da Terceira Guerra. O avatar do Daniel. Cuba, nova revolução. Haiti. E outras notas breves.

Os isentões, carinhas de ares sofisticados, de auto-imagem irrealista, egocêntrica, de isentos nada têm. Põem-se num ponto equidistante, e acima, entre os grupos que eles denominam extrema-esquerda e extrema-direita, aquele resumido no PT e este no Bolsonaro. Aqui já demonstram a falta de equivalência de valores, pois estão a comparar um partido político com um político – o correto seria comparar Bolsonaro e Lula, o que muitos passaram a fazer após a mídia lançar o Barba candidato natural à presidência do Brasil em 2.022. São, acreditam, moderados, serenos, pacíficos, de centro, mas estão a comprar uma narrativa mentirosa que dá Bolsonaro o êmulo natural, em se tratando de radicalismo na política, política revolucionária, de Lula, o reflexo, dele, mas no extremo oposto do espectro político, dando a entender que são ambos os dois figuras do mesmo álbum de fanatismo político de inspiração ideológica autoritária; comparam, e igualam – e sabe-se lá que instrumentos teóricos usam em suas análises -, um ser real, o Lula, com um ser fictício, o Bolsonaro descrito pelos seus inimigos. Mas na hora de decidirem o que fazer, que posição tomar, fincam pé ao lado dos adversários do Bolsonaro, convertem-se em máquinas esquerdistas de moer reputações de não-esquerdistas.

Dias atrás, numa ação de esquerda contra o presidente Jair Messias Bolsonaro, ação que redundou em atos violentos – mas a mídia, confiável que só ela, insiste em classificá-la manifestação pacífica de meninos -, um grupo de peéssedebistas ingênuos – ou tolos? – quis cerrar fileiras ao lado de peceólistas (partidários do P.C.O, Partido da Causa Operária), e foi por eles escorraçado. E, li, alguns partidários do N.O.V.O., em outra manifestação, não sei, no mesmo dia, ou em outro, foram agredidos por esquerdistas, que atuaram com suas urbanidade e civilidade proverbiais, e surpreenderam-se com a agressividade insana deles. Que esses carinhas sofisticados, os isentões, em 2.022 votem, em massa, no Lula, o elejam presidente, que a partir de 2.023, ou antes mesmo, saberão o que é radicalismo, extremismo, fanatismo na política. O silêncio dos isentões a respeito da agressão de peceólistas e outros esquerdistas contra peéssedebistas e novistas é ensurdecedor, e revelador do amor não declarado dos isentistões pela esquerda, conquanto dela ganhem umas belas e inesquecíveis sovas.

*

Durante aqueles dias em que Vladimir Putin, o agente da KGB (hoje FSB), enviou dezenas de militares russos para a fronteira da Rússia com a Ucrânia, previu-se uma conflagração entre a terra dos tzares e a OTAN. E não foram poucos que viram em tal capítulo, dramático, que poderia culminar numa tragédia de proporções planetárias, o princípio da Terceira Guerra Mundial, que não se deu, graças a Deus – ou foi adiada. Jayson Rosa, do canal Casando o Verbo, assumiu uma postura de preocupação com o andar da carruagem; foi um dos que previram nos atritos entre Rússia e Ucrânia o estopim da conflagração que se expandiria até abarcar todas as nações. Maurício Alves, em publicações na rede social Facebook, assumiu uma posição contrária: viu no imbrógio eslavo-ucraniano apenas fogo de palha. O desenrolar dos eventos prova – por enquanto – que Maurício Alves estava correto em sua análise.

Jayson Rosa e Maurício Alves merecem atenção, fazem análises excelentes das questões mundiais, principalmente quando divrergem, e quando erram, pois sempre dão informações imprescindíveis para o conhecimento do que está a ocorrer no nosso planeta.

*

… e o presidente Jair Messias Bolsonaro insinuou que um tal de Daniel, avatar de um líder revolucionário brasileiro treinado em Cuba, tem consigo alguns segredos acerca de ministros do STF, e coisa e tal. E o universo político nacional, embasbacado, calou-se. E a mídia, que adora atacar o presidente Jair Messias Bolsonaro sempre que ele abre a boca, desta vez emudeceu.

*

Os cubanos sublevam-se contra o governo ditatorial, autoritário, totalitário, de Miguel Díaz-Canel, preposto do Raúl Castro. Kleber Sernik, na rede social Facebook, dá-nos informações do que se passa na ilha-cárcere do falecido Fidel, amigo do também falecido escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez e ídolo do igualmente falecido escritor português José Saramago. Parece que tem a mão da C.I.A. na revolta. E Bituka Du Bronx, avatar de Fernando Vaisman, vê associação do que se passa em Cuba com a morte do presidente do Haiti, e com o alusão, pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, de segredos de um tal de Daniel, e com a visita ao Brasil de um alto funcionário da C.I.A. Quem sabe o que se passa nos altos escalões dos governos e dos serviços de inteligência!?

*

Não poucos brasileiros pedem por urnas eleitorais eletrônicas auditáveis e apuração pública dos votos. Não acreditam que as urnas são invioláveis, suspeitam que fraudes já ocorreram em pleitos eleitorais anteriores e prevêem que poderá vir a se dar no de 2.022. Mas há quem diga que as urnas são confiáveis; que fraudes são impossíveis; que fraudes são figuras do folclore nacional imaginados por gente de mentalidade rústica, atrasada, antediluviana, isto é, de bolsonaristas (bolsominion, para os íntimos) e do presidente Jair Messias Bolsonaro. Percebe-se nas pessoas – e trato, aqui, de cidadãos brasileiros, e não de políticos, de ministros do STF, de artistas, de intelectuais, de jonalistas – contrárias ao voto auditável, em papel, e apuração pública dos votos, uma rejeição insensata, irracional, que tangencia a má-vontade, a má-fé, não da proposta em si mesma, mas dela porque ela foi esposada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. E o que se lê e se ouve de tais pessoas é deboche, e nada mais do que deboche. Não é de hoje que percebo que muitos anti-bolsonaristas vão de encontro aos seus mais caros valores se ao encontro deles vai o presidente Jair Messias Bolsonaro. É tiro e queda. O Fulano defende “A” e se opõe a “B”; e ao ouvir o presidente falar em favor de “A” e ir contra “B”, automaticamente converte-se num defensor intransigente de “B” e declara-se hostil, e desde o berço, a “A”. Um dos argumentos – se se pode chamar tal asnice de argumento – que aventam contra a proposta do voto impresso é que tal é um retrocesso, o mesmo que tornarmos a usar mimeógrafo e máquina de datilografia. Não entendem os sandeus que se está a falar de justiça eleitoral, de lisura do pleito eleitoral. A turminha do Clube Desportivo Urna Eleitoral Eletrônica Inviolável perdeu de há muito o bom-senso. E um adendo: tal turminha é a mesma que se auto-intitula Seguidor da Ciência, rotula quem não lhe subscreve os mandamentos de Negacionista, e clama pela salvação das Girafas da Amazônia, que estão na iminência de serem varridas da face da Terra pelas mãos genocidas do presidente Jair Messias Bolsonaro.

*

Li que está a ocorrer casos de pericardite em pessoas que se imunizaram – pode-se falar que foram imunizadas? – com vacinas de RNA mensageiro. E reportagens que dão notícias de pessoas que morreram em decorrência da vacina e de pessoas que estão a sofrer com os efeitos colaterais provocadas pela vacina.

São as vacinas experimentais? Ora, semanas atrás vi duas reportagens: uma dava notícia da existência de um grupo de um pouco mais de trezentas mulheres grávidas e a outra de um grupo de mais de mil jovens, ambos os grupos a participarem de testes com vacinas, para se mensurar as reações que os participantes dos testes teriam, se eles sofreriam efeitos colaterais. Ora, mas as vacinas não são produtos testados em laboratório, prontos e acabados?! Pra que os testes em humanos?! E surpreendeu-me saber que mulheres grávidas se dispuseram a participar do teste, e após notícia de que mulheres grávidas morreram em decorrência da aplicação da vacina contra o Covid.

*

Dizem os anti-bolsonaristas que é o presidente Jair Messias Bolsonaro genocida.

No livro Terras de Sangue, de Timothy Snyder, dá-se a conhecer o horror vivido pelos poloneses sob a mortífera foice-e-martelo dos comunistas soviéticos e a máquina de matar dos nazistas, comunistas e nazistas a se revezarem na matança aos poloneses. E o autor lembra que a palavra “genocídio” é um neologismo que nasce da fusão de duas palavras, uma de origem grega, outra latina, que significam, a grega, geno, raça, tribo, e a latina, cídio, matar. Foi tal palavra forjada pelo advogado polonês Raphael Lemkin. Genocídio é, respeitando-se o seu significado original, política sistemática de extermínio de um povo patrocinada pelo Estado. Alguns estudiosos entendem que houve apenas um genocídio em toda a história, a da política de extermínio, pelos nazistas, de judeus, outros incluem o Holodomor, matança de ucranianos pelos comunistas soviéticos, nos anos 1930, sob a liderança de Joseph Stalin. Milhões de ucranianos morrerem de fome. Há quem inclua, na lista dos genocídios, o extermínio dos tibetanos pelos chineses comunistas e por estes mesmos comunistas a morte de uygures. Ora, qual política de perseguição sistemática, com o consequente assassinato, a grupos étnicos e raças o presidente Jair Messias Bolsonaro promoveu? Que se saiba, ele jamais aventou uma política de tal cariz. Usa-se chamar o presidente Jair Messias Bolsonaro – e, por extensão, seus aliados e eleitores – de genocida (e de terraplanista, de negacionista, de nazista, de fascista) única e exclusivamente com a intenção de desumanizá-lo, dá-lo não como um ser humano que merece respeito, mas como uma coisa qualquer que pode ser retirada da existência, afinal não é ele – e tampouco os seus aliados e eleitores -, segundo os seus inimigos, um ser humano; e assim justificarão a morte dele e as dos que o seguem e inocentarão quem se dispuser a eliminá-los. “Genocida” é só um rótulo desumanizador.

*

Eleito presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, ainda em 2.018, antes, portanto, de assumir a presidência do Brasil, declarou, de viva voz, em alto e bom som, que exigiria dos médicos cubanos a realização do Revalida e que entregaria a cada médico cubano residente no Brasil seu salário integral. Bastou tais palavras alcançarem os ouvidos dos plenipotenciários cubanos, que estes ordenaram a ida imediata dos médicos cubanos residentes no Brasil a Cuba. E dizem, ainda hoje, que o presidente Jair Messias Bolsonaro expulsou do Brasil os médicos cubanos, acabando, assim, com o programa Mais Médicos. Pergunto-me se os tais médicos cubanos – médicos, ou agentes de infiltração comunista a treinar guerrilheiros e a doutrinar brasileiros com a ideologia comunista? – regressaram a Cuba, ou se circulam por terras brasileiras e nelas exercem a verdadeira tarefa – que não foi a medicina – para a qual foram encarregados.

Li, não me recordo onde, ontem, que há, no Brasil, células terroristas iranianas e cubanas. E que soldados russos estão, na Venezuela, na fronteira deste país com o Brasil. Acredito que não estão lá os agente do Putin a dançarem pagode cossaco e a encherem a cara de vodka.

Polifonia Literária

Um espaço voltado para o desenvolvimento criativo de textos literários.

divinoleitao.in

Rede pessoal de Divino Leitão.

Reflexões para os dias finais

Pensamentos, reflexões, observações sobre o mundo e o tempo.

PERSPECTIVA ONLINE

"LA PERSPECTIVA, SI ES REAL, EXIGE LA MULTIPLICIDAD" (JULIÁN MARÍAS)

Pensei e escrevi aqui

— Porque nós somos aleatórias —

On fairy-stories

Fantasia, Faërie e J.R.R. Tolkien

DIÁRIO DE UM LINGUISTA

Um blog sobre língua e outros assuntos

Brasil de Longe

O Brasil visto do exterior

Cultus Deorum Brasil

Tudo sobre o Cultus Deorum Romanorum, a Antiga Religião Tradicional Romana.

Carlos Eduardo Novaes

Crônicas e outras literatices

Coquetel Kuleshov

um site sobre cinema, cinema e, talvez, tv

Leituras do Ano

E o que elas me fazem pensar.

Leonardo Faccioni | Libertas virorum fortium pectora acuit

Arca de considerações epistemológicas e ponderações quotidianas sob o prisma das liberdades tradicionais, em busca de ordem, verdade e justiça.

Admirável Leitura

Ler torna a vida bela

LER É UM VÍCIO

PARA QUEM É VICIADO EM LEITURA

Velho General

História Militar, Geopolítica, Defesa e Segurança

Espiritualidade Ortodoxa

Espiritualidade Ortodoxa

Entre Dois Mundos

Página dedicada ao livro Entre Dois Mundos.

Olhares do Mundo

Este blog publica reportagens produzidas por alunos de Jornalismo da Universidade Mackenzie para a disciplina "Jornalismo e a Política Internacional".

Bios Theoretikos

Rascunho de uma vida intelectual

O Recanto de Richard Foxe

Ciência, esoterismo, religião e história sem dogmas e sem censuras.

.

.

Prosas e Cafés

(...) tudo bem acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar - Caio Fernando Abreu

OLAVO PASCUCCI

O pensamento vivo e pulsante de Olavo Pascucci

Clássicos Traduzidos

Em busca das melhores traduções dos clássicos da literatura

Ensaios e Notas

artes, humanidades e ciências sociais

Minhas traduções poéticas

Site de tradução de poesias e de letras de música

Além do Roteiro

Confira o podcast Além do Roteiro no Spotify!

Farofa Filosófica

Ciências Humanas em debate: conteúdo para descascar abacaxis...

Humanidade em Cena

Reflexões sobre a vida a partir do cinema e do entretenimento em geral

resistenciaantisocialismo

Na luta contra o câncer da civilização!

História e crítica cultural

"Cada momento, vivido à vista de Deus, pode trazer uma decisão inesperada" (Dietrich Bonhoeffer)

Devaneios Irrelevantes

Reflexões desimportantes de mais um na multidão com tempo livre e sensações estranhas

Enlaces Literários

Onde um conto sempre puxa o outro!

Ventilador de Verdades

O ventilador sopra as verdades que você tem medo de sentir.

Dragão Metafísico

Depósito de palavras, pensamentos e poesias.

%d blogueiros gostam disto: