Bolsonaro e Trump, e Biden, e Putin. ICMS, e programas sociais, e carga tributária, e arrecadação de impostos. Notas breves.

Ouvi, de anti-bolsonaristas, durante o governo Trump, que o presidente Jair Messias Bolsonaro, servil ao seu congênere americano, estava a entregar o Brasil aos Estados Unidos. Agora, ouço aqueles mesmos anti-bolsonaristas, num momento em que ocupa a cadeira presidencial americana o Joe Biden, que já se revelou hostil ao presidente Jair Messias Bolsonaro, e diante do estreitamento das relações diplomáticas e comerciais entre o governo brasileiro, resumido, este, na pessoa do presidente Jair Messias Bolsonaro, e o governo russo, sintetizado na figura de Vladimir Putin, afirmarem que o presidente Jair Messias Bolsonaro é irresponsável e inconsequente ao manter boas relações com o seu colega russo, a ponto de, inclusive, estando Rússia e Ucrânia, em Fevereiro deste ano, na iminência da detonação de um confronto bélico direto, empreender uma viagem ao país dos tzares, ignorando exortações, que mais parecem ameaças, da Casa Branca, para assinar contrato de importação, pelo Brasil, da Rússia, de ingredientes de fertilizantes, produtos indispensáveis à saúde do agronegócio brasileiro, e, mais recentemente, insistindo em ignorar exortações, que aos ouvidos de quem sabe ouvir soam como ameaças, do governo americano, assinar com o Kremlin contratos de importação, pelo Brasil, da Rússia, de óleo diesel. Alegam os anti-bolsonaristas que a postura do presidente brasileiro pode redundar em aplicação, pelo governo americano, contra o Brasil, de sanções econômicas, o que viria em desfavor do Brasil, prejudicando, consequentemente, os brasileiros. Ora, por que o governo americano iria aplicar sanções econômicas contra o Brasil? Porque está, na ótica dos críticos do presidente brasileiro, o Brasil a ignorar as orientações do governo americano. E o que teria de fazer o governo brasileiro, então, para evitar que o governo americano imponha sanções ao Brasil? Teria de agir em consonância com os conselhos que tão amigavelmente lhe oferece o governo americano. Em outras palavras, que o governo brasileiro seja servil ao governo americano. Mas é claro que os anti-bolsonaristas simulam ignorar – e muitos, penso, de fato o ignoram – o real significado do que estão a dizer. Compreensível. Estão a torcer e torcer o discurso para praticar seu esporte predileto: difamar o presidente Jair Messias Bolsonaro.
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Abaixa o governo federal o valor da alíquota de ICMS que incide sobre os combustíveis, objetivando impedir que o dragão da inflação destrua o poder de compra da moeda brasileira. Não entro no mérito de tal política – desconheço-a em seus detalhes. É minha intenção, nesta nota breve, chamar a atenção para uma das razões aventadas pela oposição ao governo Jair Messias Bolsonaro: a redução da alíquota de ICMS sobre combustíveis irá redundar na redução de investimentos públicos em programas sociais, principalmente saúde e educação. Procede tal crítica? Não estou na minha praia, mas digo que, considerando o pouco que sei a respeito, investimentos em saúde e educação estão garantidos no orçamento, correspondem à certa porcentagem do montante de arrecadação de impostos, que depende da situação econômica, e não da carga tributária, que, ensina a experiência, se extorsiva, a prejudicar a economia, redunda em arrecadação de impostos inferior à que se obtêm com uma carga tributária que não onera os cofres das empresas. Podemos dizer, então, que o dedo que acusa o presidente Jair Messias Bolsonaro de irresponsável e inimigo dos mais pobres está a fazer, única e exclusivamente, demagogia barata.

Esquerdistas: réprobos. Esquerdistas não tomam Semancol. Trump, e Brandon. Notas breves.

Esquerdistas: réprobos.

“Os nazistas enviavam dissidentes para campos de concentração, e dizimavam povos inteiros. Patrocinaram, os genocidas, o Holocausto.” – palavras do esquerdistinha, que ignora, ou finge ignorar, que os comunistas enviavam qualquer pessoa que não contava com a simpatia deles para gulags, campos de concentração soviéticos, e mataram, nos anos 1930, de fome, milhões de ucranianos, no já do conhecimento de qualquer pessoa minimamente informada acerca da história do século XX episódio intitulado Holodomor.


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Esquerdistas não tomam Semancol. Morgan Freeman e Denzel Washington.

Brasileiros brancos seguidores da cartilha esquerdista querem ensinar os senhores Morgan Freeman e Denzel Washington, dois atores bem-sucedidos, o primeiro, de oitenta e quatro anos, o segundo, de sessenta e sete, a serem homens negros. É para rir, ou para chorar?!


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Trump, e Biden (ou Brandon)

Nos longínquos anos do sufrágio eleitoral americano que consagrou Donald Trump (Trâmp, para os brasileiros) presidente dos Estados Unidos da América, esquerdosos e outros seres das trevas profetizaram, com a voz das fúrias: Trump vai destruir a economia americana; Trump vai destruir a América; Trump vai começar a terceira guerra mundial. Etecétecera. E etecétera. E tal. Vivem, hoje, os sobrinhos do Tio Sam, sob o governo – melhor, desgoverno – do Biden (para os brasileiros, Baiden; e para os íntimos, Brandon), que já se revelou um boneco de ventrílogo sem cabeça. E está a terra de Abraham Lincoln a ver o aumento da violência, a explosão de mortes, por opióides, de jovens, a crise, trágica, na sua fronteira com o México (antes que eu me esqueça: A terra do Cantinflas faz divisa territorial com a do Buster Keaton, e não com a do Oscarito), a inflação a subir, e rapidamente, e a economia a fazer água, e tem de enfrentar crises no Afeganistão, na Coréia do Norte, e na Ucrânia. E o que dizem os esquerdosos? Nada. Ignoram, alguns, convenientemente, o que se passa nos Estados Unidos, mesmo que saibam o que lá se passa, e outros louvam o Biden, enaltecem-lo, os baba-ovos, em panegíricos melosos, porque ele está a destruir a América. Se os esquedosos reprovavam, estupidamente, o Trump, que, segundo eles, destruiria a terra de Walt Whitman, por que estão a louvar Biden, que a está destruindo? Ora, qual a razão de ser de tal pergunta?! Os esquerdosos desejam a destruição da América; e sabiam que Donald Trump iria impedi-la de se precipitar no inferno em cujas profundezas os socialistas querem jogá-la, daí eles fingirem que alertavam o mundo para o perigo que ele, diziam, representava. E agora que Biden está a destruí-la, eles se regozijam, eufóricos.

Fraudemia, insisto. Três doses. Vacinados e não-vacinados. Argentina. Bolsonaro e Tarcísio. Notas breves.

Navegando pelos mares revoltos da internet, aportei em alguns sites e redes sociais, e neles encontrei, para a minha surpresa, perdidos, tesouros. Aqui, dois deles, ambos nos Estados Unidos, a terra do Tio Sam: 1) No governo Biden (ou Brandon) morreram, de covid, mais gente do que no governo Trump. E sabe-se que atualmente boa parte da população americana está vacinada. Na comparação entre os dois governos, sai-se mal o do mister Joe. Para evitar constrangimento ao atual ocupante da Casa Branca, decidiu-se, agora, separar os mortes pela peste viral em dois grupos, o dos que morrem de covid e o dos que morrem com o covid, incluindo nas estatísticas de mortos por covid apenas os do primeiro grupo. Ora, mas não era isso o que se pedia desde o início da fraudemia?! E por que não se usa do mesmo critério para se dimensionar os casos de mortes durante o governo Trump?!; e, 2) Em alguns estados americanos, em decorrência da rápida, assustadoramente veloz, disseminação da variante ômicron, muitos americanos infectados, oficialmente infectados, com o resultado do teste em mãos, foram obrigados a se licenciarem do trabalho por alguns dias, mas foram tantos os afastados de suas tarefas profissionais que alguns setores da economia e dos serviços públicos que entenderam as autoridades correto os infectados assintomáticos exercerem suas tarefas, pois eles, por não apresentarem sintomas, não estão doentes, estão aptos, portanto, ao trabalho, e não transmitem o vírus. Ora, mas era isso o que se diz, com todas as letras, desde o início da fraudemia. Mas, não se sabe porque cargas-d’água, insistia-se, até então, em trancar os assintomáticos em suas casas. O que mudou? A queda da popularidade do presidente Biden. A disseminação da variante ômicron foi tão rápida que põe à pique a economia americana, causando um estrago, que não é desprezível, na imagem do Brandon (ou Biden), e, por consequência, do Partido Democrata. Imagine-se o impacto de uma crise econômica nas eleições legislativas americanas deste ano!

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Multiplicam-se os casos isolados de pessoas que, vacinadas com três doses da poção da imortalidade, foram infectadas pelo coronavírus, e os dos que sofrem de efeitos colaterais por ela provocados, e os de mortes.

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Até há não muito tempo eram consideradas pessoas não-vacinadas aquelas que não haviam tomado nenhuma dose da poção milagrosa; agora, todas as que não tomaram, em alguns países, a dose de reforço, e, em outros, a quarta dose. Não está longe o dia em que serão tidas como não-vacinadas as pessoas que tiveram injetadas no corpo 2.789 doses, e não 2.790. Alteram ao bel-prazer o estatuto ontológico dos não-vacinados os especialistas e cientistas e médicos renomados – conforme o que as pesquisas indicam, é óbvio.

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No ano passado, para estabelecer a quarentena, classificaram as atividades econômicas em essenciais e não-essenciais, e os sábios políticos consideraram de bom tom proibir o exercício das não-essenciais. Hoje, classificam as pessoas, segregando-as, em dois grupos, o dos vacinados e o dos não-vacinados. Faltam quantos dias para os políticos proibirem a existência dos não-vacinados?! Parece-me que, se não houver uma força em sentido contrário, poucos, afinal alguns países já construíram o que se chama eufemisticamente de campo de reeducação, ou campo de quarentena. E não posso deixar de evocar Djokovik. Ou Dkojovic?! Ou Dvokojik? Pausa, para uma pesquisa rápida em site de busca: É Novak Djokovic. Tenista sérvio, atualmente o melhor do mundo. Ele está comendo, na Austrália, o pão que o diabo amassou. Pegaram-lo pra Cristo. E o espantoso é que muita gente está a catarrar-lhe na cara.

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Não saiu da memória dos homens a política, elogiada por onze de cada dez brasileiros anti-bolsonaristas, de lockdown implementada, na Argentina, por Alberto Fernandez. Dizia-se, então, que eram os argentinos sortudos por contarem com um presidente que zela pela saúde deles, e azarados eram os brasileiros, caídos nas mãos do tal de Bozo. Trancorridos dois anos, a Argentina colheu, em 2.020, inflação anual de 35%, e, em 2.021, de 50%. E não surpreende ninguém os antibolsonaristas silenciam a respeito. Ah! Eu disse que não saiu na memória dos homens aqueles dias; corrijo-me, sair, saiu, e convenientemente, da dos antibolsobaristas.

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O presidente Jair Messias Bolsonaro tem um nome para o estado de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, atual ministro da infra-estrutura, o Thórcísio, o Tarcisão do Asfalto. Todo e qualquer apoiador do presidente, todo e qualquer homem público, que, dizendo-se inimigo das esquerdas, insistir outro nome para os paulistas está a trabalhar para o inimigo.

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